Valor FIPE Atual
R$ 10.902,00
↑ 3,5% vs mês anterior
FIPE: 811078-6
Ano: 2016-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.902,00
Dez/25R$ 10.532,00
Nov/25R$ 10.471,00
Out/25R$ 10.108,00
Set/25R$ 10.159,00
Ago/25R$ 9.816,00
Jul/25R$ 9.485,00
Jun/25R$ 9.489,00
Mai/25R$ 9.378,00
Abr/25R$ 9.361,00
Mar/25R$ 9.189,00
Fev/25R$ 8.977,00

Guia de referência da Tabela FIPE para a CG 125 Fan, Fan KS e 125i Fan 2016

Entendendo a Tabela FIPE e o papel dela nos seguros de motocicletas

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para orientar negociações relativas a veículos usados, incluindo motocicletas. Para quem atua no mercado de seguros, entender o que a FIPE representa é essencial para avaliar riscos, fazer propostas de cobertura compatíveis com o estado do veículo e orientar o cliente sobre a reposição de peças em caso de indenização total ou parcial. Em linhas gerais, a FIPE consolida avaliações com base em anúncios reais de mercado e em dados coletados de diversas regiões, o que ajuda as seguradoras a manter uma base estável e previsível para a avaliação de sinistros. Quando se trata da Honda CG 125 FAN, Fan KS ou 125 i Fan do ano 2016, essa referência é particularmente relevante porque as variações entre versões podem influenciar a percepção de desgaste, necessidades de reparo e, consequentemente, a margem de proteção contratual oferecida pela apólice.

Neste contexto, a função da FiPE não é apenas indicar um número para um veículo: ela atua como referência para analistas de risco, estatísticos da seguradora e corretores, de modo que a cobertura possa ser ajustada de forma justa tanto para quem utiliza a moto no dia a dia quanto para quem a utiliza comercialmente ou em atividades de lazer. Além disso, as dúvidas mais comuns dos segurados costumam girar em torno de como pequenas diferenças entre versões impactam o custo da proteção. Por isso, entender as nuances entre FAN, KS e 125 i FAN é essencial para interpretar a observação da FIPE e aplicar isso de maneira responsável na apólice.

Tabela FIPE HONDA CG 125 FAN / FAN KS / 125 i FAN 2016

Ficha técnica simplificada da Honda CG 125 Fan / Fan KS / 125 i Fan 2016

A seguir, uma visão objetiva das características técnicas básicas que costumam diferenciar as versões neste patamar de ano. Esta ficha serve como referência educativa para compreender como cada opção pode influenciar a avaliação de risco e as escolhas de coberturas na hora de segurar o veículo.

  • Cilindrada e alimentação: motor 125 cm³ com configuração de 4 tempos. Nas versões FAN e Fan KS, o sistema de alimentação é por carburador; na versão 125 i FAN utiliza injeção eletrônica.
  • Partida e operação: FAN e KS contam com partida elétrica na maioria das versões, com opção de partida alternativa (pedal) para o KS; a 125 i FAN costuma manter partida elétrica com confiabilidade aprimorada devido à injeção.
  • Transmissão e sensação de condução: transmissão de 5 velocidades, com embragem trabalhada para uso urbano, proporcionando boa resposta em acelerações curtas e retomadas comuns no trânsito diário.
  • Estrutura, freios e suspensão: chassis de conformação prática para uso cotidiano; garfo dianteiro tipo telescópico e sistema de suspensão traseira com conjunto de amortecedores. Em termos de frenagem, as versões tradicionais da CG 125 costumam adotar freios com tambor em ambas as rodas, o que reflete a faixa de preço e o objetivo de mobilidade econômica; as variantes com injeção podem trazer ajustes adicionais de comportamento em determinadas configurações.

Como as diferenças entre FAN, Fan KS e 125 i FAN afetam o uso diário

As variantes da CG 125 em 2016 compartilham uma base mecânica sólida, pensada para atender ao uso urbano com confiabilidade. Contudo, as distinções rápidas entre cada versão têm impacto direto na experiência de pilotagem, na facilidade de manutenção e, por consequência, na percepção de risco para seguradoras e clientes. A FAN, por exemplo, privilegia simplicidade e custo de aquisição mais baixo, o que pode favorecer a previsibilidade de uso em trajetos curtos diários. Já a Fan KS incorpora o recurso de kick start, que pode representar uma praticidade adicional em situações de falha de partida elétrica, embora possa exigir uma atenção maior ao estado de componentes mecânicos do sistema de partida. A 125 i FAN, com injeção eletrônica, tende a oferecer resposta de aceleração mais estável, controle de combustível mais preciso e, em algumas situações, menor consumo relativo, o que pode influenciar a percepção de desempenho nas faixas de uso mais exigentes, como deslocamentos frequentes ou tráfego intenso.

É importante observar que, mesmo com diferenças percebidas, a experiência de condução é fortemente influenciada pelo estado de conservação, pela forma de uso (urbano versus rodoviário), pela manutenção regular e pelo cuidado com a proteção do motor e do sistema de transmissão. Em termos de seguro, isso se traduz em avaliações de risco que consideram não apenas o modelo, mas também o histórico de manutenções, a regularidade de uso e a região de circulação. Por isso, manter a moto em boa condição, com revisões em dia e histórico de manutenção documentado, costuma favorecer propostas de proteção mais equilibradas e personalizadas pela GT Seguros.

Variações entre as versões em 2016: o que observar ao cotar seguros

Ao avaliar a Tabela FIPE para a CG 125 Fan / Fan KS / 125 i Fan de 2016, corretores e clientes devem ficar atentos a alguns pontos que costumam impactar as propostas de proteção. Embora a base seja a mesma linha de motor e a ideia de uso urbano, pequenas diferenças entre versões podem influenciar a escolha de coberturas e o nível de proteção necessário:

– Frequência de uso: motos usadas principalmente no ambiente urbano podem exigir coberturas diferentes em relação à proteção de terceiros e de danos a terceiros, bem como a cobertura de danos parciais. Caso haja interrupções frequentes no trânsito, a avaliação de risco pode valorizar itens de assistência 24 horas e cobertura de danos a terceiros com maior extensão.

– Histórico de manutenções: a confiabilidade do motor e a longevidade de componentes dependem da regularidade das revisões. Manter registros facilita a comprovação de estado de conservação durante a cotação, impactando a percepção de risco da seguradora.

– Configuração de partida: a presença de kick start (nas versões KS) acrescenta um ponto de verificação adicional para o suporte de peças de reposição e manutenção de sistemas de partida, o que pode influenciar a avaliação de riscos para manutenções emergenciais.

– Sistema de alimentação: a presença de injeção eletrônica na versão 125 i FAN tende a proporcionar resposta de aceleração mais estável e, sob certos perfis de uso, maior eficiência de combustível, o que pode ter efeito indireto na avaliação de risco para o veículo e na forma como a fabricante vê a importância de determinados itens de proteção.

O papel da marca Honda e o impacto na percepção de seguros

A Honda é reconhecida, em termos globais e no Brasil, pela combinação de confiabilidade, robustez e rede de assistência ampla. Esse histórico frequentemente se reflete na percepção das seguradoras, que costumam associar peças de reposição acessíveis, facilidade de manutenção e boa disponibilidade de serviço autorizado a uma probabilidade menor de interrupções graves no uso do veículo. Tudo isso pode influenciar positivamente a avaliação de risco para o seguro, refletindo em propostas com condições estáveis e, em muitos casos, em termos de cobertura que acompanham o comportamento de custo-benefício reconhecido pela marca. Além disso, a Honda mantém uma rede de oficinas autorizadas e assistência técnica que facilita o acesso a peças originais, o que reduz o tempo de reparo após sinistros e, por consequência, o impacto na continuidade de uso do veículo para o segurado.

Para o cliente que utiliza a moto como meio de deslocamento diário