Valor FIPE Atual
R$ 80.970,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516072-3
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 80.970,00
Dez/25R$ 81.125,00
Nov/25R$ 81.247,00
Out/25R$ 81.443,00
Set/25R$ 81.705,00
Ago/25R$ 81.877,00
Jul/25R$ 82.009,00
Jun/25R$ 82.092,00
Mai/25R$ 82.257,00
Abr/25R$ 82.332,00
Mar/25R$ 82.456,00
Fev/25R$ 82.506,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para Volvo VM-17 210 4×2 e VM 210 2p (diesel) 2006

A Tabela FIPE é a referência oficial utilizada pelo mercado brasileiro para estimar o valor de reposição de veículos usados, incluindo caminhões e utilitários pesados. Quando se fala no Volvo VM-17 210 4×2 ou no VM 210 2p, diesel, ano 2006, entender o que compõe esse índice é essencial para orientar decisões de seguro, financiamento, aquisição e revenda. Este texto oferece uma visão educativa sobre como a FIPE trata esse conjunto de características, além de apresentar uma ficha técnica consolidada e considerações relevantes para quem atua em corretagem de seguros.

Contextualizando a linha VM da Volvo e o papel da FIPE na avaliação de valores

Volvo é reconhecida globalmente pela ênfase em segurança, confiabilidade e tecnologia de gestão de veículos comerciais. No Brasil, a linha VM foi amplamente adotada para transportes urbanos e rodoviários leves a médios, oferecendo opções de cabines e configurações que atendem diferentes necessidades logísticas. A FIPE, por sua vez, realiza anotações periódicas de valores médios de mercado com base em fatores como idade, quilometragem, conservação, versão e configuração do veículo. Para caminhões com classificação VM-17 210 4×2 ou VM 210 2p, o índice não é apenas uma data de compra antiga; ele reflete a raridade de peças, disponibilidade de retrofit, gastos com manutenção e o histórico de uso típico desse tipo de veículo. Em termos práticos, compreender a metodologia FIPE ajuda o segurado a alinhar expectativas com a seguradora, evitando surpresas na hora de acionar coberturas ou na hora de ajustar a apólice conforme o estado do conjunto veículo-cabine.

Tabela FIPE VOLVO VM-17 210 4×2/ VM 210 2p (diesel) 2006

Ficha Técnica do Volvo VM-17 210 4×2 / VM 210 2p (diesel) – referência 2006

A ficha técnica a seguir resume as principais características do modelo conforme a configuração típica existente no mercado brasileiro na virada dos anos 2000, com foco nas versões VM-17 210 4×2 e VM 210 2p. Vale destacar que pequenas variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação, país de origem das peças e alterações de configuração solicitadas pelo usuário final.

  • Marca e linha: Volvo VM (VM-17 210 4×2 e VM 210 2p)
  • Ano de referência: 2006
  • Tipo de motor: diesel, 6 cilindros em linha, alimentação comum de injeção direta
  • Cilindrada estimada: cerca de 7,0 litros
  • Potência nominal: aproximadamente 210 cavalos de potência
  • Transmissão: manual (configuração típica de caminhões de uso intermediário a pesado, com várias marchas disponíveis de acordo com a versão); chassis preparado para diversas aplicações
  • Tração: 4×2 (VM-17 210 4×2) ou cabine de configuração VM 210 2p com cabine simples de duas portas
  • Capacidade de carga/apresentação de uso: veículo de linha média, adequado para transporte rodoviário de cargas moderadas; PBT (Peso Bruto Total) típico varia conforme equipamento e configurações, mantendo-se dentro de faixas comuns para caminhões de 2 eixos
  • Dimensões e entre-eixos: variáveis conforme chassi e configuração de cabine; pneus e suspensão adaptáveis conforme exigência de uso, sem ultrapassar limites oficiais de homologação

Neste conjunto, as cifras acima servem como referência para quem consulta a FIPE, já que o valor de referência não depende apenas da potência ou do ano: ele considera o estado de conservação, a combinação de motor com transmissão, a cabine (2 portas, no caso da VM 210 2p) e as condições de uso. Ademais, itens como histórico de manutenções, frequência de uso, coerência entre peças originais e substituições de terceiros, bem como eventuais alterações de configuração, influenciam a leitura do índice FIPE para esse modelo específico.

Como a FIPE compõe o valor de referência para esse Volvo

A Tabela FIPE funciona por meio de um conjunto de dados que agrega anúncios de venda e informações de mercado, cruzando variáveis como idade do veículo, versão, estado de conservação, kmrodagem e configuração de equipamento. Para modelos como o VM-17 210 4×2 ou VM 210 2p, diesel, 2006, a avaliação leva em conta aspectos de manutenção típicos de caminhões de aplicação rodoviária e de centre. A ideia central é criar uma média de valores que sirvam para orientar transações de compra e venda, seguros, avaliações de ativos e financiamentos. Em termos práticos para quem busca seguro, a FIPE ajuda a estimar o custo de componentes de cobertura, o valor de salvaguarda de peças e a necessidade de coberturas adicionais, sem necessariamente indicar o preço final de mercado. Em resumo, a FIPE funciona como um referencial estável, com atualizações periódicas, que ajuda a padronizar avaliações em operações de correntistas, corretores e seguradoras.

Volvo: marca dedicada à segurança, tecnologia e confiabilidade

A Volvo construiu ao longo das décadas uma reputação pautada em inovação, robustez e foco no bem-estar do motorista. No universo dos caminhões, essa visão se traduz em sistemas de segurança ativos e passivos, soluções de estabilidade, controle de frenagem, suspensão robusta e opções de motores que visam equilíbrio entre desempenho e consumo. Mesmo em modelos mais antigos, como o VM de 2006, a filosofia da marca orienta a escolha de componentes de qualidade, peças originais ou homologadas e procedimentos de manutenção que asseguram durabilidade e disponibilidade de frota. Para quem atua na corretagem de seguros, esse histórico de qualidade pode influenciar positivamente as avaliações de risco, desde que o veículo esteja com manutenção em dia e as peças adequadas estejam presentes no histórico do veículo.

Fatores que afetam a leitura da FIPE para o VM-17 210 4×2 e VM 210 2p

Ao considerar o valor de referência para esse Volvo específico, alguns fatores têem peso relevante. Abaixo, listamos quatro aspectos que costumam impactar a leitura da FIPE e, por consequência, as avaliações de seguro e de crédito para o veículo:

  • Conservação física e histórico de sinistros: veículos bem conservados tendem a figurar em faixas de valor mais altas no índice FIPE, enquanto histórico de danos não reparados ou consertos não originais pode reduzir o valor de referência.
  • Configuração de cabine e de chassi: a versão VM 210 2p com cabine de duas portas pode apresentar diferenças de valor em relação à VM-17 210 4×2, em função de demanda de mercado e de disponibilidade de peças específicas da configuração.
  • Custos de manutenção e disponibilidade de peças originais: a disponibilidade de peças Volvo originais para motores de 7,0 L, bem como de componentes do sistema de transmissão, pode influenciar a projeção de custo de reposição e, por consequência, o valor indicado na FIPE.
  • Uso e idade na relação com o desgaste: como se trata de um veículo de 2006, o tempo de uso, a quilometragem atual e a frequência de revisões impactam a leitura de depreciação, refletindo na posição da faixa FIPE correspondente.

É importante frisar que, por padrão, a FIPE não fornece um preço de venda em si, mas um parâmetro de referência que serve para orientar negociações. Em seguros, esse parâmetro ajuda a calibrar as coberturas de risco, o valor de reposição e o saldo de indenização em caso de sinistro, sempre alinhado às regras da seguradora contratada.

Impacto da FIPE na contratação de seguros para Volvo VM-17 210 4×2 / VM 210 2p

Ao planejar uma proteção veicular para um Volvo VM com as características descritas, não basta apenas conhecer o custo de aquisição ou o valor de revenda. O seguro depende de um conjunto de fatores que inclui a Tabela FIPE como referência de valor do ativo. A seguradora utiliza esse índice para estimar a indenização em caso de perda total ou parcial, para definir limites de cobertura, franquias, valor de peças de reposição, bem como as opções de coberturas complementares. Além disso, a FIPE pode influenciar avaliações de crédito para tomada de veículo financiado ou arrendamento, uma vez que o valor de referência entra no cálculo do saldo devedor ou da garantia oferecida. Em suma, a leitura consciente da FIPE permite que o corretor oriente o cliente de forma mais assertiva, equilibrando custo, proteção e disponibilidade de peças ao longo da vida útil do veículo.

Conselhos práticos para quem utiliza a FIPE na gestão de frotas e seguros

Para operadores e proprietários, seguem recomendações rápidas que ajudam a manter a consistência entre valor de mercado, seguro e tomada de decisão logística:

  • Documente o estado de conservação com fotos atualizadas e relatos de manutenção para embasar a avaliação na FIPE e as negociações com a seguradora.
  • Considere manter peças originais sempre que possível para evitar desvalorização em caso de sinistro e facilitar eventual reposição de componentes.
  • Atualize a apólice de seguro quando houver mudanças relevantes no veículo (alteração de cabine, configuração de motor, alterações de peso, etc.), para que a referência FIPE permaneça alinhada ao ativo.
  • Faça revisões periódicas com oficina credenciada para preservar a operacionalidade do caminhão, o que, por consequência, protege o valor de reposição na FIPE.

Ao planejar a cobertura, o corretor de seguros deve considerar não apenas o valor de referência indicado pela FIPE, mas também o uso real do veículo, o ambiente de operação e as condições de manutenção. O objetivo é oferecer uma proteção que realmente reflita o risco assumido pela seguradora e as necessidades do contratante, assegurando tranquilidade para operações logísticas com o Volvo VM nas diversas rotas cobertas pela frota.

Considerações finais sobre a cotação com a GT Seguros

Para quem busca uma visão prática sobre o custo de seguro com base na Tabela FIPE para o Volvo VM-17 210 4×2 / VM 210 2p (diesel) 2006, a melhor rota é consultar uma corretora que entenda as particularidades desse modelo, a configuração de cabine e a maneira como o estado de conservação influencia o valor de reposição. Uma avaliação personalizada considera o histórico de manutenção, o tipo de uso (distribuição, transporte de carga leve, etc.), a quilometragem, a localização geográfica e as coberturas desejadas, resultando em uma proposta mais adequada ao seu perfil de risco.

Se você está buscando uma orientação especializada para a sua frota ou veículo específico, considere entrar em contato com a GT Seguros para uma cotação. A rotina de avaliação inclui entender o uso, o estado atual do veículo e as coberturas que melhor atendem às necessidades da operação, proporcionando segurança financeira e tranquilidade para a gestão de riscos.