Valor FIPE Atual
R$ 322.304,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 515154-6
Ano: 2019-3
MêsPreço
Jan/26R$ 322.304,00
Dez/25R$ 322.918,00
Nov/25R$ 323.404,00
Out/25R$ 324.183,00
Set/25R$ 325.225,00
Ago/25R$ 325.910,00
Jul/25R$ 326.433,00
Jun/25R$ 326.761,00
Mai/25R$ 327.417,00
Abr/25R$ 327.713,00
Mar/25R$ 328.206,00
Fev/25R$ 328.404,00

Visão geral da Tabela FIPE para a Constellation 19-420 E 2p da Volkswagen

Em operações de frota, o valor de reposição ou de mercado de um veículo é fundamental para dimensionar seguros, planos de manutenção e reposição de ativos. A Tabela FIPE funciona como referência central para esse tipo de avaliação, servindo de base para correções, indenizações e cálculos de depreciação ao longo da vida útil de caminhões e utilitários. Para quem atua no ramo de seguros, entender a relação entre a Tabela FIPE e as especificações técnicas do veículo é essencial para construir apólices mais precisas, com coberturas alinhadas às necessidades da operação. Neste artigo, exploramos a Tabela FIPE voltada à Volkswagen Constellation 19-420 E 2p (diesel)(E5) 2019, apresentando a ficha técnica do modelo, o que a marca representa no mercado e como as características do veículo influenciam a avaliação de risco e o cálculo de prêmio. A ideia é oferecer um guia educativo e informativo para corretores, gestores de frotas e profissionais que trabalham com seguros de caminhões de carga.

Ficha técnica da Constellation 19-420 E 2p (E5) 2019

  • Tipo de veículo: Caminhão pesado, com configuração de eixo correspondente ao código 2p, utilizado para transporte de cargas que exigem robustez, tração e estabilidade em ambientes rodoviários e urbanos de demanda elevada.
  • Motor: Diesel, com disposição em linha, turbo e intercooler, desenvolvido para entrega de potência elevada necessária para operações de carga pesada e ultra-resistência a trepidações em trechos com elevação de terreno.
  • Potência nominal: em torno de 420 cavalos, uma faixa comum para veículos desta linha, capaz de proporcionar aceleração estável em subidas íngremes e manter velocidade de cruzeiro em longas distâncias com cargas médias a pesadas.
  • Torque: aproximadamente 1.900 Nm, proporcionado para responder rapidamente sob demanda de aceleração com carga; esse valor é relevante para avaliação de consumo de combustível, bem como para a capacidade de retomada em trechos de subida.
  • Emissões: Euro 5 (E5), atendendo aos padrões de controle de emissões vigentes na época de fabricação, o que impacta aspectos operacionais, como restrições em determinadas áreas urbanas e elegibilidade de determinados contratos de frete.

Observação importante: as especificações técnicas exatas podem variar conforme a configuração interna da montadora para o conjunto de eixo, cabine, transmissão e itens de série. A ficha apresentada acima utiliza parâmetros típicos da linha Constellation 19-420 E 2p para fins educativos e de referência, alinhados ao que costuma constar na Tabela FIPE para versões semelhantes do ano-modelo 2019. Em qualquer comparação de seguros ou de aquisição, confirme sempre com a ficha técnica oficial fornecida pela Volkswagen Caminhões e Ônibus ou com o material de divulgação do fabricante para a configuração específica do veículo em questão.

Tabela FIPE VOLKSWAGEN 19-420 E Constellation 2p (diesel)(E5) 2019

A marca Volkswagen Caminhões e Ônibus: tradição e inovação para o transporte pesado

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) representa uma das marcas mais sólidas do segmento de transporte de carga no Brasil e na América Latina. Como parte do Grupo Volkswagen, a VWCO consolidou décadas de experiência na engenharia de veículos comerciais, combinando robustez, eficiência e serviços de pós-venda que atendem às demandas de frotas de diferentes portes. A linha Constellation, que inclui modelos de alta capacidade de carga, é um testemunho do enfoque da marca em entregar soluções para operações críticas, como distribuição regional, logística de supermercados, transports pesados de construção e aplicações de mineração leve.

Entre os elementos que fortalecem a confiabilidade da VWCO estão a padronização de componentes, a rede de assistência técnica ampla e especializada, bem como a disponibilidade de peças de reposição em prazos competitivos. A marca investe em desenvolvimento tecnológico para melhorar a eficiência de combustível, a redução de emissões e a confiabilidade de sistemas críticos, como motor, transmissão e sistemas de freios. Além disso, a reputação de uma frota com veículos VW costuma favorecer a negociação de contratos com fornecedores, serviços de manutenção programada e programas de gestão de peças sobressalentes, fatores que impactam diretamente o custo total de propriedade ao longo da vida útil do veículo.

Para quem atua no setor de seguros, a relação com a marca também se traduz em padrões de proteção e de sinistralidade. Caminhões com bases técnicas bem documentadas tendem a apresentar perfis de risco mais estáveis quando as equipes de seguros avaliam fatores como confiabilidade do motor, previsibilidade de falhas e disponibilidade de assistência. É por isso que entender a essência da VWCO e o papel de cada modelo dentro da frota é parte essencial da construção de uma apólice que supra as necessidades reais de proteção, sem subestimar ou superdimensionar o valor segurável.

Como a Tabela FIPE é utilizada no seguro de caminhões

A Tabela FIPE funciona como uma referência de preço de reposição ou de mercado para veículos automotores usados, incluindo caminhões, e serve de base para o cálculo de indenizações, depreciação e inclusão de valores em contratos de seguro. Para caminhões pesados como a Constellation 19-420 E 2p, o FIPE ajuda a estabelecer o “valor de referência” que orienta o valor assegurado, a base de cálculo do prêmio e as condições de cobertura. A seguir, alguns impactos práticos dessa referência no contexto de seguros:

– Determinação de valores de indenização: a FIPE oferece o parâmetro de valor de reposição ou de mercado que, em caso de perda total, é utilizado pela seguradora para fixar o montante do pagamento. Valores mais altos ou mais baixos influenciam diretamente o valor segurado e, consequentemente, o prêmio.

– Depreciação e amortização: as variações mensais da FIPE refletem as mudanças de percepção de valor de mercado ao longo do tempo. Para frotas com múltiplos veículos, esse ajuste periódico ajuda a manter a cobertura atualizada e alinhada com o patrimônio da empresa.

– Complexidade de uso e sinistralidade: veículos pesados com motor potente e configurados para operações de carga têm perfis de risco específicos. A FIPE, associada a dados de uso, idade do veículo e histórico de sinistros, permite às seguradoras calibrar o prêmio com maior precisão, evitando subseguro ou sobreseguro.

– Coberturas adicionais e franquias: ao considerar itens como valor de reposição a novo, cobertura de acessórios, proteção contra roubo e danos a terceiros, a base FIPE serve como referência para a definição de limites e para a avaliação de custos adicionais, o que facilita a construção de condições de contrato que atendam às necessidades da operação sem onerar demais a empresa.

Para quem administra frota, compreender esse elo entre FIPE e as especificações técnicas ajuda a conversar com a corretora ou seguradora com mais clareza. Assim, é possível alinhar as coberturas à realidade operacional, incluindo peculiaridades como o tipo de carga, rotas, tempo de exposição ao trânsito, regime de trabalho (diurno/noturno) e uso em regiões com restrições de emissões. Esse alinhamento tende a resultar em propostas mais consistentes, com coberturas proporcionais ao risco real enfrentado pela operação.

Impacto das características do veículo no cálculo do prêmio de seguro

Vários fatores ligados à ficha técnica e à operação do veículo influenciam diretamente o custo do seguro. A Constellation 19-420 E, por exemplificar, traz consigo características que, ao serem consideradas pelas seguradoras, ajudam a moldar o prêmio de forma mais acurada:

  • Potência e torque: motores com maior potência costumam apresentar maior risco de sinistros em situações de curvas acentuadas, ultrapassagens ou excesso de velocidade. O risco pode ser mitigado com soluções de telemetria, manutenção proativa e políticas de uso responsável.
  • Peso bruto total (PBT) e configuração de eixo: cargas pesadas exigem sistemas de freio, chassis e suspensão mais robustos. A FMI (frota) precisa considerar esse peso para avaliar as consequências de impactos, bem como a necessidade de guarnições especiais de proteção de carga.
  • Emissões Euro 5 (E5): normas de emissão influenciam a elegibilidade para determinados trajetos urbanos, além de impactar o custo de peças de reposição e possíveis ajustes para atendimento a exigências ambientais locais.
  • Idade do veículo e histórico de manutenção: quanto mais novo o veículo e com histórico de manutenção regular, menor tende a ser o prêmio, pois o risco de falhas graves diminui; veículos com histórico de sinistros frequentes necessitam de maior precaução.

Além desses fatores, aspectos operacionais da frota, como a frequência de uso, rotas de alto desgaste, regiões com maior incidência de roubo ou vandalismo, e a adoção de tecnologias de monitoramento (rastreamento, telemetria, alarmes avançados) também influenciam o valor da apólice. Um corretor experiente sabe integrar a ficha técnica com o perfil de uso para desenhar coberturas adequadas — incluindo opções de valor de reposição, franquias proporcionais ao risco e pacotes adicionais de proteção.

Como a escolha de coberturas pode acompanhar a Tabela FIPE e a ficha técnica

A Tabela FIPE, associada à ficha técnica, fornece a linha de base para o valor segurado, mas a decisão sobre coberturas é que define a proteção efetiva. Em caminhões pesados, é comum considerar opções como:

  • Proteção de valor de reposição ou indenização a valor de mercado, com ou sem depreciação progressiva, de acordo com a política adotada pela seguradora.
  • Cobertura contra roubo e furto, com requisitos específicos de autenticação de cena, alarmes e dispositivos de rastreio para reduzir o risco de recuperação e acelerar o processo de indenização.
  • Custos adicionais para equipamentos da carga, proteção de acessórios e componentes críticos do veículo, como motores, transmissoes e sistemas de freios.
  • Assistência 24 horas, carro reserva e cobertura de danos a terceiros, com limites adaptados à operação da frota e ao valor de reposição definido pela FIPE.

Para quem administra frotas, essas escolhas devem ser alinhadas a objetivos de custo-benefício: minimizar o custo total de propriedade, manter a disponibilidade da frota e assegurar que as cargas cheguem aos destinos com segurança. A Tabela FIPE atua como balizador de preço, mas a gestão de risco e as escolhas de coberturas devem ser moldadas pela realidade operacional da empresa.

Gestão de seguro com foco na proteção de caminhões Constellation

Ao planejar a proteção de uma ou mais unidades Constellation, algumas perguntas estratégicas ajudam a direcionar a decisão de seguro, sempre com base na ficha técnica e na Tabela FIPE:

  • A que tipo de operação a frota está destinada (rodoviária, urbana, trilha industrial, transporte de carga perigosa)?
  • Quais são as rotas mais frequentes e a que altitude de estrada o veículo está exposto?
  • Qual o perfil de manutenção da frota (periodicidade, fornecedores, histórico de falhas)?
  • Qual a estratégia de mitigação de riscos (rastreamento, telemetria, treinamento de condutores)?

Responder a essas perguntas, aliado ao valor de FIPE do veículo e às especificações da ficha técnica, permite que