| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 1.404,00 |
| Dez/25 | R$ 1.407,00 |
| Nov/25 | R$ 1.410,00 |
| Out/25 | R$ 1.414,00 |
| Set/25 | R$ 1.419,00 |
| Ago/25 | R$ 1.422,00 |
| Jul/25 | R$ 1.425,00 |
| Jun/25 | R$ 1.427,00 |
| Mai/25 | R$ 1.430,00 |
| Abr/25 | R$ 1.432,00 |
| Mar/25 | R$ 1.435,00 |
| Fev/25 | R$ 1.370,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Agrale Tchau 50, ano 2000 e suas implicações no seguro
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para o valor de veículos usados no Brasil. No caso de modelos menos comuns, como o Agrale Tchau 50, ano 2000, a leitura dos números da FIPE requer atenção aos fatores que influenciam o valor de mercado: conservação, quilometragem, histórico de manutenção e disponibilidade de peças. Este artigo aborda, de maneira educativa, como a Tabela FIPE se aplica ao Tchau 50 2000, explorando também a história da marca, a ficha técnica do carro e aspectos práticos para quem atua no ramo de seguros ou busca entender melhor a relação entre valor, cobertura e custo de proteção. O objetivo é oferecer uma visão clara e didática para proprietários, corretores e interessados em seguros automotivos que utilizam a FIPE como referência na hora de planejar coberturas adequadas aos seus veículos.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para o seguro
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) agrega dados de mercado com o objetivo de refletir, com consistência, o valor médio de veículos usados ao longo do tempo. A tabela é amplamente utilizada pelas seguradoras para estabelecer valores de indenização, apólices com cobertura de valor de mercado e, ainda, para orientar as negociações entre segurado e corretor. Quando se trabalha com modelos bem antigos ou pouco comuns, como o Agrale Tchau 50 2000, a leitura da FIPE precisa considerar variações entre diferentes versões do veículo, condições de conservação e disponibilidade de peças sobressalentes. É comum que corretores usem a FIPE como referência básica, complementando com avaliações adicionais baseadas no estado real do carro, histórico de manutenção e documentação de serviço. Assim, o valor de referência da FIPE funciona como um teto orientador para a indenização, mas não substitui uma avaliação detalhada do veículo no momento da contratação da apólice.

Para proprietários e corretores, entender a relação entre a tabela e o seguro é essencial para construir uma cobertura que combine proteção adequada com custo justificado. Em termos práticos, a FIPE ajuda a definir o valor de referência que aparece na proposta de seguro, influenciando o valor de prêmio e o tipo de cobertura mais adequado à realidade do veículo. Em carros como o Tchau 50, que podem ter variações entre unidades devido a lote de fabricação e equipamentos, é comum que as seguradoras completem a avaliação com inspeção física e documentação de manutenção. Por isso, manter o histórico de revisões, notas de serviço e comprovantes de propriedade é uma boa prática que facilita a verificação de condição e, consequentemente, a escolha de coberturas mais precisas.
História da marca Agrale e o contexto do modelo Tchau 50
Agrale é uma empresa brasileira com longa atuação no setor de veículos utilitários, agrícolas e comerciais. Fundada no auge de uma industrialização voltada para a agricultura e o desenvolvimento regional, a marca consolidou-se ao longo das décadas ao oferecer soluções mecânicas robustas, com foco na simplicidade de manutenção, na confiabilidade e na disponibilidade de peças. Esse conjunto de valores ajudou a construir uma reputação de desempenho estável, especialmente em condições desafiadoras de uso rural e urbano. O portfólio da marca, historicamente, enfatiza utilitários que consigam equilibrar custo de aquisição, consumo e facilidade de reparo—a combinação que costuma agradar a frotas, proprietários de pequenas empresas e usuários que priorizam utilidade prática acima de recursos tecnológicos avançados. É nesse espírito que modelos como o Tchau 50 entram na linha de produtos, servindo a um nicho que exige simplicidade, durabilidade e facilidade de reposição de peças, características que também influenciam a avaliação de risco para seguros, especialmente em veículos com histórico de uso intenso e peças de reposição amplamente disponíveis no mercado brasileiro.
O Tchau 50, especificamente, representa uma proposta de veículo compacto, voltado para uso misto — urbano com capacidade para atender tarefas de utilidade leve. Embora não seja tão comum nas ruas quanto modelos de maior produção, ele ocupa espaço relevante entre veículos de menor porte que atendem a pequenas empresas, trabalhadores autônomos e famílias que precisam de um carro com baixo custo de manutenção. A presença da Agrale no segmento de utilitários reforça a ideia de que um veículo precisa atender a uma função prática, sem exigir custos elevados de propriedade. Para quem atua na área de seguros, esse histórico de marca e a natureza do modelo ajudam a desenhar coberturas que considerem não apenas o valor de mercado, mas também a disponibilidade de peças, a facilidade de reparo e a estabilidade de custos a longo prazo.
Ficha técnica do Agrale Tchau 50 2000
Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida, com base no que era típico para o modelo e ano. Os dados podem variar conforme a unidade e o lote de fabricação, portanto vale confirmar na documentação do veículo específico ou na FIPE para referência exata naquele período.
- Motor: 1.0 L, 4 cilindros, gasolina
- Potência: aproximadamente 50 cv (valor estimado para a configuração típica do modelo)
- Transmissão: manual de 4 marchas
- Tração: dianteira
Dimensões e peso, de forma aproximada, ajudam a entender o comportamento do veículo no trânsito e a necessidade de coberturas específicas em seguros. O comprimento costuma girar em torno de 3,6 metros, a largura fica próxima de 1,5 metro, e a altura fica em torno de 1,4 a 1,5 metro. O entre-eixos fica na faixa de aproximadamente 2,3 metros, o que influencia a estabilidade em curvas e a capacidade de manobra em espaços urbanos. O peso em ordem de marcha costuma ficar entre 700 e 800 kg, com capacidade de carga útil prevista dentro de uma faixa compatível com utilitários leves, variando conforme a versão e o acondicionamento de equipamentos. O tanque de combustível costuma ter capacidade de 25 a 30 litros, refletindo uma autonomia adequada para uso urbano e serviços leves. Em relação à capacidade de bagagem, estimativas comuns apontam para uma capacidade em torno de 180 a 250 litros, dependendo da configuração da carroceria. Essas dimensões são úteis para avaliações de risco de colisão, espaço de manobra em vias públicas e, consequentemente, inclusão de cláusulas específicas na apólice de seguro, como frete, transporte de carga leve e limites de peso.
Em termos de mecânica, a suspensão dianteira é geralmente descrita como independente com configuração típica de barra de torção, enquanto a traseira pode adotar um eixo rígido, o que é comum em veículos utilitários compactos da época. O sistema de freios, em muitos casos, segue uma combinação de discos na dianteira e tambores na traseira, com ausência de sistemas modernos de assistência que se tornaram comuns apenas em modelos mais recentes. O conjunto de pneus costuma ter dimensões compatíveis com rodas de aro menor, típicas de compactos urbanos do início dos anos 2000. A carroceria simples, com acabamentos e recursos básicos, reforça o foco da marca em confiabilidade, manutenção descomplicada e custo de propriedade contido. Essas características influenciam diretamente escolhas de cobertura de seguro, como a opção por proteção de valor de reposição ou por indenização com base no valor de mercado ap
