Valor FIPE Atual
R$ 103.702,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509256-6
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 103.702,00
Dez/25R$ 103.900,00
Nov/25R$ 104.057,00
Out/25R$ 104.308,00
Set/25R$ 104.643,00
Ago/25R$ 104.864,00
Jul/25R$ 105.033,00
Jun/25R$ 105.139,00
Mai/25R$ 105.350,00
Abr/25R$ 105.445,00
Mar/25R$ 105.604,00
Fev/25R$ 105.668,00

Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do Mercedes-Benz Axor 2826 6×4 2p (diesel) 2007

A Tabela FIPE é uma ferramenta amplamente utilizada no Brasil para orientar o valor de veículos usados, inclusive caminhões pesados como o Mercedes-Benz Axor 2826 6×4 2p, ano de 2007. Mesmo sem considerar questões de negociação específicas, compreender como a FIPE funciona ajuda proprietários, compradores e seguradoras a estabelecer uma referência objetiva para a avaliação de um ativo de alto valor operacional. Este artigo mergulha na Tabela FIPE com foco no Axor 2826 6×4 2p, destacando o que a ficha técnica revela, o contexto da marca e os fatores que influenciam o valor de referência, especialmente no âmbito de seguros. Nosso objetivo é oferecer uma visão educativa e prática para quem precisa entender como a FIPE impacta decisões de proteção, financiamento e planejamento de frota.

Ficha técnica do Mercedes-Benz Axor 2826 6×4 2p (diesel) 2007

O Mercedes-Benz Axor 2826 6×4 2p é um caminhão pesado, projetado para operações que exigem robustez, desempenho e confiabilidade em serviço rodoviário e em trechos com terrenos desafiadores. A configuração 6×4 indica três eixos, com dois deles acionados, o que facilita a capacidade de carga em vias de padrão misto, além de oferecer estabilidade em longas jornadas com peso significativo na carroceria. Abaixo, uma visão consolidada da ficha técnica de referência para esse conjunto, lembrando que variações de acordo com a configuração de fábrica podem ocorrer:

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ Axor 2826 6×4 2p (diesel) 2007
  • Tipo/configuração: Caminhão pesado 6×4 com cabine de 2 portas
  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado com intercooler, deslocamento próximo de 7,2 L
  • Potência: aproximadamente 260 cv
  • Torque: aproximadamente 900 Nm

Outros componentes essenciais típicos dessa linha incluem transmissão que pode ser manual de várias marchas ou uma opção automatizada, eixos dianteiro e traseiro com suspensão adequada para peso considerável. Em termos de capacidade, o Axor 2826 costuma operar com um peso bruto veículo (GVW) em faixas que refletem a utilização prevista, variando conforme a configuração de cabines, trens de rodagem e opcionais de fábrica. A cabine, com 2 portas, prioriza espaço e ergonomia para o condutor, com opções de configuração que atendem a diferentes perfis de atuação — desde transporte regional até distribuição de carga pesada em território nacional. Esses elementos são cruciais ao analisar a FIPE, pois a classe, a versão e o estado geral influenciam o valor de referência apontado pela tabela.

Ao consultar a ficha técnica para fins de precificação ou seguro, é importante entender que números podem variar entre unidades específicas. A natureza de caminhões usados envolve múltiplos conjuntos de componentes que podem sofrer desgaste desigual, especialmente em motores, sistemas de transmissão, e chassis, além de diferenças na Cabine e nos acessórios instalados. A leitura descritiva da ficha técnica ajuda a entender o que está por trás dos números, mas a prática de avaliação para FIPE considera o histórico de uso, a procedência e as condições apresentadas ao longo do tempo.

Sobre a marca Mercedes-Benz e sua atuação no segmento de caminhões

A Mercedes-Benz é reconhecida globalmente pela engenharia automotiva de ponta, tradição de qualidade e foco em segurança. No setor de caminhões, a marca consolidou uma linha que atende desde aplicações de distribuição urbana até operações de grande porte em longas distâncias. O Axor, em particular, foi concebido para oferecer robustez, confiabilidade e custo total de propriedade competitivo, com caminhos que ajustam-se a diferentes necessidades de frota. A presença da Mercedes-Benz no Brasil e em muitos outros países se dá não apenas pela produção, mas também pela rede de assistência técnica, peças originais e programas de manutenção programada, que ajudam a manter a operação dos veículos com menor tempo de indisponibilidade. Em termos de segurança, a marca tem investido em sistemas de assistência, controle de estabilidade, frenagem com ABS/ASR, entre outros recursos que fortalecem a proteção do motorista e de terceiros. Ao entender a FIPE para um Axor, vale considerar não apenas o valor básico, mas também o histórico de manutenção que costuma acompanhar a marca de forma positiva, repercutindo na percepção de risco para seguradoras e, consequentemente, no custo de proteção contratado.

Como a Tabela FIPE é usada na precificação de caminhões

A FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, sendo atualizada mensalmente com base em dados de transações observadas, anúncios e informações de mercado. Para caminhões como o Axor 2826 6×4 2p de 2007, a tabela oferece um valor referencial, que não necessariamente corresponde ao preço pedido em uma negociação específica, mas sim a uma faixa de valor considerada como média de mercado. Esse referência inicial serve a diferentes players do ecossistema automotivo: concessionárias, compradores, vendedores e, especialmente, seguradoras, que utilizam a FIPE como base para estimar o valor segurável do veículo. Em termos práticos, o valor FIPE influencia o cálculo do valor segurado, o prêmio aproximado e a indenização em caso de sinistro, com o objetivo de manter a proteção alinhada ao valor de mercado do bem. Além disso, a FIPE atua como um balizador para negociações entre comprador e vendedor, ajudando a evitar distorções de preço decorrentes de fatores específicos de cada transação.

É importante manter em mente que a FIPE não substitui avaliações técnicas detalhadas. Em caminhões pesados, componentes críticos como motor, transmissão, diferencial, sistema de suspensão e carroceria podem ter impactos significativos no valor de reposição ou de venda. A depender do estado de conservação, histórico de sinistros, quilometragem e procedência, o valor FIPE pode cair ou subir em relação à média, refletindo o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado de usados. Assim, para quem possui uma frota com Axor 2826 6×4 2p, acompanhar as variações mensais da FIPE ajuda a planejar segura e com maior embasamento financeiro, especialmente ao renovar apólices de seguro, fazer avaliações para financiamento ou planejar a venda de ativos.

Fatores que influenciam o valor FIPE do Axor 2826 6×4

Ao considerar o valor de referência da FIPE para o Axor 2826 6×4 2p de 2007, alguns fatores costumam ter impacto relevante. Compreender esses elementos auxilia tanto quem está vendendo quanto quem está segurando o veículo a tomar decisões mais embasadas, evitando surpresas. Abaixo estão quatro aspectos-chave que costumam influenciar o valor FIPE nesse tipo de caminhão:

  • Tipo de configuração e ano: a versão 6×4 com cabine de 2 portas, associada ao ano de fabricação de 2007, é um conjunto que tende a manter uma faixa de valor estável, desde que o estado de conservação seja razoável. Configurações específicas de cabine, opcionais de fábrica e a existência de itens adicionais podem variar o valor FIPE de forma perceptível.
  • Quilometragem e uso: caminhões com maior quilometragem ou histórico de operação em condições severas (cargas pesadas, trechos com suspensão desgastada, uso em condições insalubres) costumam apresentar valores FIPE mais baixos, refletindo o maior desgaste e a necessidade de manutenção mais frequente.
  • Estado de conservação: ferrugem, danos estruturais, falhas mecânicas não resolvidas ou histórico de acidentes podem reduzir o valor de referência na FIPE. Em contrapartida, um veículo com manutenção regular, registro de check-ups, e documentação de serviços completos tende a se aproximar ou até superar a média, dependendo da demanda local.
  • Procedência e histórico de manutenção: veículos com histórico de manutenção completo, com peças originais e registros de serviço, além de documentação adequada (comprovante de origem, manuais, catálogos de peças, ficha de conservação), costumam manter melhor o valor de mercado, impactando positivamente a leitura da FIPE.

Além desses fatores, aspectos como cor da carroceria, estado das rodas e pneus, configuração de eixo e a presença de acessórios opcionais também podem engajar variações no valor de referência. Em contextos de seguro, a FIPE funciona como uma referência, mas a apólice pode valorizar o bem com base na avaliação de riscos específica de cada veículo, levando em conta o uso pretendido, o perfil do motorista e o histórico de sinistros da frota.

Cuidados na leitura da FIPE e na decisão de seguro

Ao planejar a proteção de um Axor 2826 6×4 2p por meio de uma apólice, leve em conta que a FIPE é apenas um ponto de partida. A seguradora utiliza a FIPE para estimar o valor segurado, mas também considera fatores adicionais, como o tempo de uso, a finalidade da operação, a região de atuação, as coberturas contratadas (roubo, colisão, incêndio, responsabilidade civil, assistência 24h, etc.) e o histórico de sinistros. Para quem é corretor de seguros ou proprietário, é recomendável atualizar a leitura da FIPE com base na condição real do veículo, preferindo documentação completa, histórico de manutenção, e uma avaliação técnica se houver dúvidas sobre o estado do motor, transmissão, chassis ou cabine. Além disso, vale a pena considerar a inclusão de coberturas adicionais que protejam componentes caros, como motor, transmissão e sistema de ar-condicionado, especialmente em operações que envolvem trajetos longos ou trabalhos pesados. A combinação de uma referência FIPE sólida com coberturas bem ajustadas ajuda a buscar o equilíbrio entre custo de prêmio e proteção efetiva do patrimônio.

Por fim, quem gerencia uma frota ou possui um veículo único deve manter um alinhamento entre a FIPE