| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 146.797,00 |
| Dez/25 | R$ 147.535,00 |
| Nov/25 | R$ 147.757,00 |
| Out/25 | R$ 148.113,00 |
| Set/25 | R$ 148.589,00 |
| Ago/25 | R$ 148.902,00 |
| Jul/25 | R$ 149.141,00 |
| Jun/25 | R$ 149.291,00 |
| Mai/25 | R$ 149.591,00 |
| Abr/25 | R$ 149.726,00 |
| Mar/25 | R$ 149.951,00 |
| Fev/25 | R$ 150.705,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para o Volvo FH-12 420 Globetrotter 6×2 2p diesel, ano 2004
Quando se fala em avaliação de veículos usados no Brasil, a Tabela FIPE é referência quase obrigatória para o setor de seguros, compra, venda e planejamento financeiro. No caso de caminhões pesados como o Volvo FH-12 420 Globetrotter, 6×2, com cabine de duas portas e motor diesel, a FIPE funciona como uma base padronizada que facilita a comparação entre opções, a identificação de tendências de mercado e a compreensão de como a idade, a configuração do conjunto mecânico e a manter a cabine influenciam o valor referencial a olhos de seguradoras e compradores especializados. Este artigo aborda a Tabela FIPE aplicada a esse modelo específico, apresenta a ficha técnica da linha FH-12 420 Globetrotter, discute o papel da marca Volvo no cenário de caminhões pesados e explica como esses elementos impactam a avaliação de seguros e riscos operacionais.
O que a Tabela FIPE representa e qual é seu papel no seguro de caminhões
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida valores médios de mercado para veículos usados com base em dados de transações reais. No universo de caminhões, ela considera a idade do veículo, a versão, a configuração de motor e transmissão, o tipo de cabine, a tração, a carga útil e outros componentes que afetam o custo de reposição ou de referência para sinistros. Para seguradoras, a FIPE oferece um referencial objetivo para precificação de prêmios, para a avaliação de danos e para a determinação de valores de mercado em situações de sinistro com perda total ou parcial. Já para o proprietário ou gestor de frotas, a tabela auxilia na tomada de decisão sobre renovação de frota, aquisição de usados e renegociação de contratos de seguro ou financiamento.

Neste artigo, o foco é o Volvo FH-12 420 Globetrotter 6×2 2p (diesel) de 2004, uma configuração que combina desempenho em rodovias com capacidade de deslocamento de cargas em eixos múltiplos. A análise não substitui a consulta à versão atual da Tabela FIPE, pois valores e referências mudam mensalmente conforme o mercado. O objetivo é entender como as características específicas desse modelo influenciam a leitura da FIPE, bem como a forma como as seguradoras avaliam riscos associados a essa configuração de veículo pesado.
Ficha técnica do Volvo FH-12 420 Globetrotter 6×2 2p (diesel) 2004
A seguir, apresentamos uma visão consolidada da ficha técnica relevante para esse modelo específico. A Volvo tem reputação de combinar robustez, conforto e eficiência para longas jornadas, e a versão FH-12 420 Globetrotter, com configuração 6×2, é um exemplo tradicional da linha voltada a operações de peso médio a pesado, com cabina ampla para o motorista e para a tripulação.
- Marca: Volvo
- Modelo/Versão: FH-12 420 Globetrotter 6×2 com 2 portas
- Ano de fabricação/modelo: 2004
- Motor e transmissão: motor a diesel de 12,0 litros com potência de 420 cv; transmissão com 12 velocidades, disponível em opção manual ou automatizada (I-Shift)
Detalhes adicionais que costumam compor a ficha técnica, mas podem variar conforme o veículo e o mercado, incluem a cabina Globetrotter — conhecida por oferecer espaço interno maior e layout que facilita longos períodos de direção —, o conjunto de tração 6×2 (duas primeiras rodas motrizes com um eixo auxiliar, que pode incluir uma mecânica de suspensão específica para suportar as cargas e facilitar manobras com reboques), e características associadas à carroceria e ao conjunto propulsor, como sistema de freios, sistema de retenção de carga, e opções de conforto dentro da cabine. Em termos de desempenho, esse conjunto motor/transmissão, aliado à cabine Globetrotter, costuma visar equilíbrio entre potência para ultrapassagens em rodovias, boa eficiência de combustível para longas distâncias e robustez para carretas de peso significativo. É comum encontrar variações regionais na configuração de eixo (por exemplo, versão com eixo traseiro adicional ou com diferentes opções de suspensão) que podem influenciar a legislação local, o peso bruto permitido e, consequentemente, o valor de referência na FIPE para aquela configuração específica.
A leitura da ficha técnica não se limita aos números de potência. Aspectos como tipo de cabine, configuração de eixos, peso bruto total permitido (PBT), capacidade de carga útil e consumo relativo ao conjunto motor/transmissão influenciam a classe da FIPE e, por consequência, o prêmio de seguro e as condições de financiamento. Em termos práticos, proprietários de frota costumam correlacionar o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de manutenção com o valor de referência de mercado, para manter a gestão de risco sob controle e evitar surpresas durante sinistros ou renovações contratuais.
Diferenciais da configuração 6×2 e a cabine Globetrotter no contexto da FIPE
A configuração 6×2 é característica de caminhões que precisam de equilíbrio entre capacidade de carga e manobrabilidade. Em termos de FIPE, veículos com essa configuração costumam ter uma faixa de valor que reflete a maior complexidade tecnológica — principalmente pela necessidade de componentes de chassi, suspensão e eixo adicional — em comparação com 4×2 ou 4×4 de especificação semelhante. Além disso, o Globetrotter, como cabine desenvolvida para oferecer conforto em longas jornadas, agrega valor pela habitabilidade, espaço para cama, melhores condições ergonômicas e, em alguns mercados, por uma redução de tempo ocioso do motorista causada pela melhoria de conforto. Tais fatores costumam refletir indiretamente nos índices usados para o cálculo da FIPE, mantendo a ideia de que unidades bem conservadas e com histórico de manutenção comprovado tendem a ter referência mais estável ao longo do tempo.
Ao considerar a Tabela FIPE para esse conjunto, vale observar que pequenas variações de configuração podem gerar diferenças relevantes no referencial. Por exemplo, a presença de uma transmissão automatizada I-Shift pode influenciar o valor de mercado em relação a uma transmissão manual de 12 velocidades, especialmente para frotas que procuram facilidade de operação e redução de esforço do motorista. Da mesma forma, detalhes como o estado da cabine Globetrotter, a condição de freios, o estado dos pneus, o tipo de reboque ou semirreboque acoplado, bem como o histórico de mantémimento e revisões, costumam impactar a avaliação na FIPE. Em suma, ao consultar a FIPE para o FH-12 420 Globetrotter 6×2 2p diesel 2004, é essencial considerar não apenas o conjunto motor/transmissão, mas o conjunto completo de itens que compõem a configuração do veículo e o histórico de uso na frota.
A marca Volvo: tradição, inovação e segurança no segmento de caminhões pesados
A Volvo é uma marca que carrega uma herança sólida na indústria de caminhões pesados, construída ao longo de décadas de desenvolvimento em segurança, eficiência de combustível e confiabilidade operacional. Fundada na Suécia, a Volvo Trucks tem a reputação de investir significativamente em tecnologia para reduzir o custo total de propriedade de uma frota, oferecendo soluções que ajudam a minimizar o tempo de inatividade e a necessidade de intervenções técnicas, sem comprometer o desempenho. A ênfase na durabilidade é percebida em componentes robustos, sistemas de freios avançados, e uma arquitetura que facilita a manutenção, com redes de assistência técnica amplas e peças de reposição disponíveis em diferentes mercados.
No âmbito da segurança, a Volvo historicamente liderou iniciativas que moldaram o padrão da indústria. Ao longo dos anos, a marca introduziu e popularizou tecnologias que se tornaram padrão em muitos caminhões modernos, como sistemas de freios ABS, retarder, controle de estabilidade e monitoramento de carga. Embora alguns recursos de segurança evoluam com o tempo, a filosofia da Volvo sempre priorizou reduzir riscos de acidentes, proteger o motorista e melhorar a estabilidade da condução em diferentes condições de estrada e carga. No contexto de uma frota que utiliza FH-12 420 Globetrotter, isso se traduz em uma combinação de chassis bem desenhado, suspensão apropriada para cargas e eixos, além de cabines que favorecem conforto extremo em longos trajetos — fatores que ajudam a manter a produtividade, reduzir paradas técnicas e contribuir para a consistência do desempenho ao longo do tempo.
A presença da Volvo no segmento de caminhões pesados também é associada a uma rede de suporte técnico e logística que facilita o gerenciamento de uma frota, com disponibilidade de peças de reposição, treinamento para equipes técnicas e um ecossistema de serviços que busca acompanhar as necessidades de empresas de transporte. Em termos de seguradoras, a reputação da marca, associada a dados de desempenho e histórico de confiabilidade, pode influenciar positivamente a avaliação de risco, especialmente quando o veículo está bem mantido, com histórico de revisões regular e com componentes originais ou aprovados pelo fabricante.
Como a FIPE se conecta aos aspectos de seguro e gestão de riscos para o FH-12 420 Globetrotter 6×2
Para as seguradoras, a leitura da FIPE de um FH-12 420 Globetrotter envolve um olhar que vai além do número de potência. A configuração do veículo (6×2, cabine Globetrotter, 2 portas), o estado de conservação, o histórico de manutenções e as alterações que possam ter sido feitas ao longo do tempo, tudo isso entra no cálculo de risco. Da mesma forma, o perfil da operação da frota — se o veículo está envolvido em trechos longos, em regiões com tráfego intenso, ou se é utilizado para transporte de cargas sensíveis ou de alta demanda de tempo — influencia o prêmio do seguro, uma vez que as condições de uso determinam a probabilidade de sinistro e o custo de reparo ou substituição.
Em termos práticos, quando uma empresa ou motorista residencial de frota consulta a FIPE para o FH-12 420 Globetrotter, costuma-se observar itens como: idade do veículo, histórico de colisões, histórico de manutenção, estado da cabine e disponibilidade de peças, além do equipamento de freios, suspensão e motor. A FIPE não substitui uma avaliação técnica detalhada realizada por um engenheiro de seguros, mas fornece uma base confiável para comparação entre opções e para a modelagem de risco. Assim, ao manter registros completos de manutenção, com laudos de inspeção periódica, o proprietário pode favorecer condições de seguro, com prazos e coberturas mais alinhados ao valor real do veículo no mercado.
Por fim, é importante mencionar que, no Brasil, as seguradoras costumam exigir documentação de frota, histórico de sinistros e dados de uso para a formação de um prêmio justo. O FH-12 420 Globetrotter 6×2, por sua configuração, pode ter particularidades que influenciam o custo do seguro, como a necessidade de manutenção de cabines específicas, a disponibilidade de peças de reposição, e os custos de peças de reposição para motor e transmissão no Brasil. Em conjunto, a FIPE, a ficha técnica e o histórico operacional formam a base para uma avaliação de risco bem fundamentada, permitindo que seguradoras ofereçam coberturas ajustadas às necessidades da frota e aos parâmetros de uso do veículo.
Para quem acompanha o mercado de caminhões pesados, entender a Tabela FIPE e a ficha técnica do FH-12 420 Globetrotter 6×2 2p diesel 2004 é essencial para planejar aquisições, negociações de seguro e estratégias de renovação de frota. A diferença entre manter um veículo antigo em excelente estado de conservação versus operar com um exemplar que já passou por várias intervenções pode ser determinante para o equilíbrio entre custo, eficiência e segurança na operação diária.
Se você busca orientação personalizada sobre seguro de caminhões e como a Tabela FIPE pode influenciar as condições da apólice para o seu FH-12 420 Globetrotter 6×2, a equipe da GT Seguros está preparada para ajudar. Nossos especialistas podem orientar sobre coberturas recomendadas, limites de PRÊMIOS, indenizações e suporte em caso de sinistros — oferecendo uma experiência simples, transparente e sob medida para a sua operação.
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