Valor FIPE Atual
R$ 56.848,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 060007-5
Ano: 2009-3
MêsPreço
Jan/26R$ 56.848,00
Dez/25R$ 56.957,00
Nov/25R$ 57.043,00
Out/25R$ 57.181,00
Set/25R$ 57.365,00
Ago/25R$ 57.486,00
Jul/25R$ 57.579,00
Jun/25R$ 57.637,00
Mai/25R$ 57.753,00
Abr/25R$ 57.806,00
Mar/25R$ 57.893,00
Fev/25R$ 57.928,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2009) e o que isso significa para seguros

A Tabela FIPE funciona como um referencial amplamente adotado no Brasil para mensurar o valor de mercado de veículos usados. Ela serve de base para cálculos de indenização em seguros, composição de parcelas de financiamento e apoio em avaliações técnicas. Quando o tema envolve um modelo com características bem específicas, como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel de 2009, entender os contornos da tabela ajuda a interpretar onde o veículo se encaixa no mercado e como isso pode influenciar a cobertura de seguro escolhida. Importa lembrar que FIPE não é o preço final de venda entre particulares, nem substitui uma inspeção ou avaliação independente; ele é uma referência em movimento, sujeita a variações por idade, estado de conservação, versões e histórico de uso. Para veículos especiais, com configuração off-road e aplicações específicas, a leitura cuidadosa da tabela pode fazer diferença na hora de discutir limites de cobertura, valor de reposição e cláusulas de proteção.

Contexto da Tabela FIPE e sua aplicação prática no seguro

O processo de seguros costuma usar o valor de referência da FIPE para cadastrar o valor de referência do veículo e, a partir dele, estruturar coberturas como casco, danos a terceiros, roubo/furto e assistência 24 horas. No caso de modelos com vocação off-road ou usos institucionais, como o Marruá, é comum que o valor de referência da FIPE sirva como piso de avaliação, mas outros elementos entram em cena para compor o prêmio: histórico de uso (com ou sem finalidade de serviço público), estado de conservação, disponibilidade de peças de reposição, e a proximidade com a configuração original de fábrica. Em veículos com pouca circulação de mercado, como é frequente com utilitários robustos de uso misto, a seguradora pode adotar ajustes mais acentuados para refletir o custo de reparo, tempo de atendimento em oficinas especializadas e o valor de reposição de itens exclusivos de linha. Estes fatores impactam não apenas o preço do seguro, mas também as condições de cobertura, franquias e limites de indenização.

Tabela FIPE Agrale MARRUÁ AM 200 2.8 CS TDI Diesel 2009

Para o leitor que trabalha com corretagem de seguros ou que está buscando compreender melhor o caminho entre valor de mercado e proteção contratual, vale ressaltar que o entendimento da FIPE deve ser feito em conjunto com o perfil de uso do veículo. Um Marruá com uso frequente em atividades fora de estrada, com moderação de uso urbano, raramente terá o mesmo encargo e valor quando comparado a um veículo de passeio comum. A diferença entre custo de reposição integral, custo de reparo e valor de mercado pode ser significativa, sobretudo quando a rede de oficinas autorizadas ou de peças originais requer logística especializada. Nesse cenário, a FIPE oferece o referencial, mas a decisão de coberturas, valores de indenização e pacotes adicionais depende do objetivo de proteção do segurado e das exigências do contrato.

Ficha técnica do Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2009)

Agrale, empresa brasileira reconhecida por sua pegada robusta no segmento de utilitários leves, apresenta, no Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel, uma linha de veículo voltada para atuação em terrenos desafiadores, com foco em durabilidade, desempenho fora de estrada e versatilidade para diferentes demandas. A seguir, uma visão geral da ficha técnica, com base nas configurações amplamente associadas a esse modelo e ano:

Dados gerais e layout

Marca: Agrale

Modelo: Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel

Ano de fabricação/modelo: 2009

Categoria: utilitário/off-road leve

Motor e desempenho

Motorização: 2.8 litros, diesel, turbocompressão (TDI), 4 cilindros

Potência: aproximadamente 130 a 140 cavalos de potência, dependendo da calibração e da configuração específicas da unidade

Torque: na faixa de 290 a 360 Nm, com faixa de torque útil para tração em terreno acidentado

Consumo e desempenho: voltado para uma entrega de torque útil em terrenos desafiadores; consumo varia conforme uso, terreno e carga

Transmissão e tração

Câmbio: manual de 5 velocidades

Tração: 4×4 com seleção de proximidades de reduzida para condução em trilhas, lama e subidas íngremes

Dimensões, peso e capacidade

Comprimento típico na faixa de veículos utilitários mudos na linha Marruá, com largura e altura compatíveis com vias urbanas e pistas de terra

Peso em vazio: aproximado entre 1.8 e 2.0 toneladas, dependendo da configuração

Capacidade de carga/bruto: projeto voltado a carga útil que suporta trabalho fora de estrada, com variação por versão

Capacidade do tanque de combustível: dimensionamento típico para uso prolongado em campo

Equipamentos e características de uso

Suspensão, freios e chassis: desenvolvidos para suportar condições off-road, com suspensão dianteira e traseira preparadas para terreno irregular, e freios que proporcionam frenagem confiável em diferentes superfícies

Configuração de cabine: tradicionalmente voltada a uso prático, com foco em robustez, espaço de carga e, em algumas versões, cabine dupla para acomodação de equipe

Outros itens: modelo conhecido pela durabilidade, disponibilidade de peças de reposição e capacidade de adaptação a diferentes usos, incluindo segurança pública, apoio logístico e atividades agrícolas

Pontos-chave da ficha técnica (resumo rápido)

  • Motor turbodiesel 2.8 L com torque disponível para situações off-road
  • Transmissão manual de 5 marchas acompanhando a tração 4×4 com reduzida
  • Construção voltada à robustez, com foco em usos pesados e condições desafiadoras
  • Dimensões e peso compatíveis com utilitários de porte médio voltados para trabalho diverso

Observação sobre a ficha técnica: os valores apresentados refletem configurações amplamente associadas ao Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel de 2009. Variações entre unidades, versões e pacotes de equipamentos podem impactar números específicos como potência, torque, peso e capacidade de carga. Em operações de seguro, é comum que a avaliação leve em conta essas variações, bem como o estado de conservação, histórico de uso e disponibilidade de peças de reposição originais.

A marca Agrale: robustez brasileira com atuação diversificada

Agrale é uma fabricante brasileira reconhecida por sua especialização em veículos utilitários, tratores e soluções de mobilidade para atividades rurais, industriais e de defesa civil. Fundada com foco em produzir veículos capazes de resistir a condições adversas, a empresa consolidou um portfólio que valoriza a confiabilidade, o desempenho em terrenos desafiadores e a manutenção prática em áreas com infraestrutura limitada. O Marruá, dentre os seus modelos de maior expressão fora de estrada, exemplifica a filosofia da marca: um veículo que combina capacidade de tração, robustez de construção e facilidade de reparo com peças de disponibilidade relativamente estável no mercado brasileiro. Ao longo dos anos, a Agrale firmou parcerias estratégicas, desenvolveu redes de assistência e investiu em engenharia para atender a necessidades de uso misto, desde atividades agrícolas até apoio logístico para operações de utilidade pública. O resultado é uma linha de produtos que, ao contrário de alguns utilitários de grande tiragem, busca oferecer funcionalidade direta em ambientes onde a durabilidade é tão importante quanto o desempenho técnico.

Além do Marruá, a identidade da marca está ligada à ideia de soluções que não apenas atendem a uma demanda de transporte, mas que também funcionam como ferramentas para quem atua sob condições imprevisíveis. Essa visão influencia como os clientes percebem o custo total de propriedade, a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e, consequentemente, as decisões ligadas a seguros. Em termos de seguro, a percepção de valor de reposição, o tempo de imobilização do veículo para reparo e a facilidade de manter o veículo em condições de operação são aspectos que pesam, principalmente quando o veículo é utilizado em atividades críticas ou de serviço público.

Considerações de seguro para veículos off-road como o Marruá

Seguro de veículos com uso fora de estrada envolve particularidades que vão além da cobertura básica de casco. Quando o Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel está em jogo, algumas perguntas comuns ajudam a estruturar a proteção de forma eficiente:

1) Qual é o perfil de uso? Veículos utilizados predominantemente em áreas rurais, trilhas, obras, operações de defesa civil ou serviços de apoio logístico exigem coberturas que considerem maior exposição a danos causados por terreno acidentado, resistência a impactos e eventualidade de vandalismo em ambientes com menor infraestrutura de segurança. O perfil de uso também influencia a necessidade de assistência 24h, guincho e reposição rápida de peças.

2) Como fica a avaliação de valor e reposição? Em veículos especiais, o valor de reposição pode diferir do valor de mercado observado em FIPE para utilitários comuns. A escolha de coberturas pode contemplar cláusulas de valor de reposição integral ou de mercado, com ou sem franquias, bem como a possibilidade de reajustes com base na idade do veículo e no histórico de sinistros. A FIPE continua sendo um referencial, mas as seguradoras costumam considerar a reconstrução de componentes específicos (por exemplo, eixos, peças de tração 4×4 e componentes de proteção) na pontuação de indenização.

3) Quais coberturas são mais relevantes? Além da cobertura casco, a proteção contra roubo/furto ganha relevância potencialmente maior pela possibilidade de desproteger componentes de valor agregado ou de reposição rápida. A cobertura de terceiros (Danos a Terceiros) e a responsabilidade civil também devem estar alinhadas ao uso típico do veículo, especialmente se houver risco de condução em vias rurais, estradas de terra ou áreas com menor controle de tráfego.

4) Qual a importância da manutenção e do histórico de serviço? Veículos com uso extensivo em condições de terreno, com maior exigência mecânica, tendem a exigir margens de indenização que reflitam a necessidade de substituição de componentes específicos com maior frequência. A seguradora pode solicitar informações sobre manutenções periódicas, peças originais e histórico de sinistros para calibrar prêmios, franquias e cobertura de danos.

Além desses pontos, é útil considerar alguns aspectos práticos ao planejar a proteção do Marruá:

– Peças e assistência técnica: verifique a disponibilidade de peças originais e de serviços autorizados ou especializados para o modelo. A disponibilidade de peças pode impactar diretamente o tempo de reparo e, por consequência, o custo do seguro indireto, como dump de aluguel durante a imobilização.

– Valor de reposição: para veículos com configuração off-road particular, considerar a possibilidade de reposição com modelos equivalentes na mesma linha de uso pode oferecer maior tranquilidade, especialmente em operações que dependem de o veículo estar disponível em curto prazo.

– Condições de garagem e seguro: locais de guarda, garagem coberta, bem como o grau de exposição a intempéries podem influenciar as condições de cobertura, inclusive com a necessidade de cláusulas adicionais, como proteção contra alagamentos ou danos decorrentes de eventos climáticos adversos.

Em suma, a Tabela FIPE ajuda a situar o Marruá dentro de uma faixa de valor de mercado para fins de seguro, porém as especificidades do veículo — como o motor robusto, a transmissão 4×4 com reduzida e a construção voltada a terrenos desafiadores — exigem uma leitura cuidadosa com o corretor, para que as coberturas reflitam o uso real, o custo de reposição e o tempo de recuperação de operações. O objetivo é chegar a uma proteção que seja compatível com o risco agregado pela natureza off-road do Marruá, sem deixar lacunas que possam gerar imobilização excessiva do ativo ou custo elevado em caso de sinistro.

Ao considerar a contratação, mantenha em mente que a escolha entre valor de reposição integral, valor de mercado ou uma combinação de coberturas pode definir não apenas o custo do prêmio, mas também a velocidade e a eficiência com que o veículo retorna à operação após um eventual sinistro. A personalização da apólice, com cláusulas específicas para uso institucional, atividades rurais ou serviços de apoio logístico, pode representar um ganho significativo em tranquilidade para quem depende deste veículo como ferramenta de trabalho.

Para quem busca orientações específicas, a GT Seguros oferece suporte para cotação personalizada, com foco em veículos especiais como o Marruá, levando em conta o uso, a manutenção, o estado de conservação e as expectativas de proteção. Uma cotação bem estruturada pode facilitar a comparação entre opções de cobertura, franquias e limites, ajudando a escolher a combinação mais adequada ao seu contexto de uso.

Em síntese, a leitura da FIPE aplicada ao Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2009) requer equilíbrio entre a referência de mercado e as particularidades do veículo. A ficha técnica, a robustez da marca e as necessidades específicas de uso devem, juntos, orientar a decisão de seguro mais alinhada com o custo-benefício e a continuidade operacional do ativo. Ao longo desse caminho, a escolha por uma seguradora que compreenda o nicho de veículos off-road e utilitários de uso misto pode fazer a diferença entre uma proteção eficaz e uma experiência menos satisfatória diante de um eventual sinistro.

Se você busca proteção ajustada às características deste veículo, vale a pena consultar a GT Seguros para uma cotação personalizada. Eles podem oferecer opções que considerem o perfil único do Marruá, ajudando a consolidar uma cobertura que combine tranquilidade, custo-benefício e confiabilidade na hora de acionar a proteção.