| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 65.706,00 |
| Fev/26 | R$ 65.210,00 |
| Jan/26 | R$ 64.184,00 |
| Dez/25 | R$ 63.245,00 |
| Nov/25 | R$ 64.274,00 |
| Out/25 | R$ 63.467,00 |
| Set/25 | R$ 63.464,00 |
| Ago/25 | R$ 64.462,00 |
| Jul/25 | R$ 62.867,00 |
| Jun/25 | R$ 62.128,00 |
| Mai/25 | R$ 62.154,00 |
| Abr/25 | R$ 61.205,00 |
Entenda a referência da Tabela FIPE para o Peugeot 206 CC 1.6 16V 2p 2007
A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado amplamente utilizado para estimar o valor médio de veículos usados no Brasil. Ela serve de base para negociações entre compradores e vendedores, mas também é um componente fundamental na formatação de seguros: o valor segurado, o prêmio e as coberturas costumam depender da referência vigente. Quando falamos do Peugeot 206 CC 1.6 16V 2p 2007, o objetivo deste texto é explicar como a tabela se aplica a esse modelo específico, quais elementos da ficha técnica ajudam a entender o comportamento do carro no mercado e como esse conjunto de informações impacta decisões relacionadas a seguros, indenizações e planejamento financeiro. Vale ressaltar que o conteúdo aqui não apresenta preços, apenas a lógica de referência de valor para apoio à gestão de riscos e à proteção veicular.
Ficha técnica do Peugeot 206 CC 1.6 16V 2p 2007
A ficha técnica é o retrato das especificações que definem o desempenho, a dirigibilidade e o perfil do veículo. Para o Peugeot 206 CC 1.6 16V 2p de 2007, as características centrais costumam englobar motor, potenciação, transmissão, tração e a configuração do conjunto de teto. Abaixo estão quatro aspectos-chave que costumam ser destacados nessa versão:

- Motor: 1.6 litros, 16 válvulas, quatro cilindros, com bloco e sistema de alimentação otimizados para uso diário e leve performance.
- Potência: em torno de 110 cv (DIN) a 5.500 rpm, oferecendo uma retomada adequada para um cupê conversível de duas portas da época.
- Transmissão: manual de 5 velocidades, com relação bem adaptada ao uso urbano e rodoviário, favorecendo economia de combustível e resposta.
- Teto: teto rígido retrátil com acionamento elétrico (conversível), que transforma o veículo de coupé para cabrio em poucos segundos, mantendo rigidez estrutural em altas velocidades.
A marca Peugeot: design, tecnologia e foco em experiência de condução
Fundada na França, a Peugeot é uma das marcas automotivas mais antigas ainda ativas no mercado global, com uma trajetória que atravessa décadas de inovação em design, engenharia e mobilidade. Ao longo dos anos, a marca consolidou uma identidade marcada por linhas elegantes, atenção aos detalhes e uma filosofia de engenharia que busca equilíbrio entre conforto, desempenho e eficiência. No segmento de compactos esportivos e conversíveis, a Peugeot se destacou pela ideia de oferecer veículos que unem prazer de dirigir e uso cotidiano, sem abrir mão de recursos tecnológicos úteis para o dia a dia. O 206 CC, em particular, representa uma leitura importante da história da marca: um veículo que combina a estética do hatch com a versatilidade de um teto retrátil, proporcionando uma experiência de condução diferenciada para quem busca um carro com personalidade e prazer ao volante.
Além do estilo, a marca reforça o compromisso com a segurança e a confiabilidade, dois pilares que influenciam diretamente a percepção de valor no mercado de usados. Quando o veículo entra na base FIPE, o leitor pode perceber como o design, as opções de motorização e os custos de manutenção aparecem refletidos no referencial de mercado. Em termos de seguros, a marca também influencia a percepção de risco, já que componentes específicos do 206 CC, como o teto elétrico, a carroceria e os sistemas elétricos, costumam requerer cuidado especial na avaliação de custos de reparo e disponibilidade de peças ao longo da vida útil do veículo.
Como a Tabela FIPE orienta seguros, negociações e planejamento financeiro
A Tabela FIPE funciona como um marco para o seguro automotivo por várias razões. Primeiro, ela oferece uma referência objetiva para o valor de mercado do veículo em determinadas condições, levando em conta o modelo, a versão, o ano e o estado de conservação. Em segundo lugar, esse valor serve como base para o cálculo de coberturas, especialmente em casos de indenização por perda total ou para a determinação de limites de cobertura de terceiros. Em terceiro lugar, a FIPE ajuda a calibrar o prêmio do seguro, já que parte do custo do seguro está atrelado ao valor segurado. Por fim, a referência também influencia a avaliação de depreciação ao longo do tempo, o que é relevante para quem planeja renovar o seguro, vender o veículo ou manter uma frota com políticas de proteção consistentes.
É importante observar que a FIPE não é um preço único. O valor publicado mensalmente representa uma média de mercado, considerando uma amostra de veículos com diferentes condições, quilometragem, histórico de manutenção e estado estético. Por isso, ao fazer seguro, as seguradoras costumam levar em conta a condição específica do veículo no momento da contratação. Isso inclui notas de inspeção, quilometragem, histórico de sinistros, alterações não originais, além de fatores como localização geográfica e uso pretendido. Em resumo, a FIPE oferece uma referência robusta, mas as variações entre veículos reais podem acontecer e precisam ser avaliadas caso a caso pelo corretor de seguros.
Para quem utiliza a FIPE como base de decisão, é útil entender que contratos de seguro costumam ajustar o valor segurado com base em reajustes mensais da tabela, além de considerar a data de aquisição, o desgaste natural e a possibilidade de sinistros anteriores. Em termos práticos, isso significa que o mesmo veículo, com a mesma versão e ano, pode ter prêmios diferentes em cidades distintas ou em situações de uso distintas (ex.: apenas urbano x uso misto). Assim, manter o histórico de manutenção em dia, registrar manutenções corretivas e manter o veículo em boas condições pode favorecer uma avaliação mais estável do valor segurado e, consequentemente, do prêmio.
Cuidados e particularidades do 206 CC que influenciam o seguro
Os conversíveis, como o Peugeot 206 CC, apresentam um conjunto de características que elevam certos custos e riscos na proteção veicular. O teto rígido retrátil é um destaque de engenharia, mas também um ponto sensível em termos de reparo e reposição. Em incidências de danos ou falha no acionamento, o custo de peças originais, bem como a mão de obra especializada, pode impactar o valor de indenização ou o custo de uma futura reposição. Além disso, a experiência de condução em conversíveis costuma exigir atenção com o sistema de vedação, couro e estofados, que podem sofrer com desgaste mais rápido em determinadas condições climáticas. Abaixo, sem entrar em detalhes operacionais que fogem ao escopo deste texto, estão alguns aspectos que costumam influenciar a proteção do 206 CC no seguro:
– Manutenção do teto: revisões periódicas, ajustes elétricos e inspecções de vedação ajudam a evitar infiltrações e ruídos, o que, por sua vez, reduz o risco de sinistros relacionados a danos internos.
– Pneus e suspensão: como o peso do teto e a configuração da carroceria podem impactar a suspensão e o alinhamento, a manutenção regular é fundamental para manter o comportamento direcional estável e reduzir desgaste irregular dos pneus.
– Garantia de peças: a disponibilidade de peças originais para modelos de nicho pode influenciar o custo de reparo. Em mercados diferentes, a oferta de peças pode variar, o que tem reflexo direto no custo total de propriedade.
– Segurança ativa e passiva: a presença de itens como freios confiáveis, airbags e controles de estabilidade pode afetar o conjunto de coberturas oferecidas pela seguradora. Veículos com equipamentos adicionais costumam exigir uma avaliação mais ampla para assegurar que as coberturas cubram eventuais danos a componentes sensíveis.
Riscos comuns, proteção adequada e boas práticas para o Peugeot 206 CC 2007
Ao planejar a proteção do seu carro, especialmente um conversível que carrega charme e personalidade, vale adotar uma visão abrangente de seguro que vá além do preço do veículo. Os riscos variam conforme o estilo de uso, o local de circulação, o histórico de sinistros e a qualidade da manutenção. A seguir, algumas diretrizes educativas para quem tem um Peugeot 206 CC 1.6 16V 2p 2007 em rodas:
– Faça uma avaliação realista da condução: se o veículo é usado apenas em fins de semana, o valor segurado pode refletir a menor exposição a acidentes diários, mas não deve negligenciar riscos de curto prazo, como estacionamento em áreas urbanas.
– Priorize a proteção do teto: um teto elétrico em bom estado evita custos elevados com reparos de caixilhos, motores e sensores. Verifique regularmente o mecanismo, a vedação e o isolamento acústico para evitar infiltrações que comprometam a integridade interna do veículo.
– Mantenha a documentação atualizada: histórico de serviços, notas de manutenção e comprovantes de inspeção ajudam a comprovar o estado do carro em situações de sinistro, o que pode influenciar a indenização ou a revisão de prêmio com mais precisão.
– Opte por coberturas proporcionais ao uso: além de proteção contra colisões e incêndio, considere coberturas específicas para roubo/furtos, danos a terceiros e proteção ao teto, caso a seguradora ofereça pacotes voltados a veículos com teto retrátil.
Com esse conjunto de cuidados, é possível alinhar o valor referenciado pela FIPE com a proteção que você realmente utiliza, evitando sub ou superproteção. A relação entre o valor de referência, o estado de conservação e o perfil de utilização é a base para uma decisão mais consciente sobre seguro, preço e tranquilidade no dia a dia.
Se desejar, faça uma cotação com a GT Seguros e veja como a proteção pode acompanhar o valor de referência da FIPE para o seu Peugeot 206 CC.
