| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 574.357,00 |
| Dez/25 | R$ 575.451,00 |
| Nov/25 | R$ 575.451,00 |
Guia educativo sobre a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 250 com motor 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026
Quando o assunto é seguro veicular, especialmente para SUVs e utilitários com forte apelo off-road, entender a Tabela FIPE e como ela influencia a contratação de seguro é essencial. A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, seminovos e também para modelos com edições especiais ou projetos de produção mais enxutos. No caso do Agrale Marruá AM 250 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026, veículo que mescla robustez, tração integral e vocação operacional, o papel da FIPE se estende para o âmbito das seguradoras, que utilizam esse parâmetro para calibrar a indenização em caso de sinistro, bem como para embasar o cálculo de prêmios, franquias e coberturas adicionais. Abaixo, exploramos como essa tabela se desenha para esse modelo específico, sem entrar em aspectos de preço, e como isso impacta a gestão de riscos e o planejamento de seguros.
Sobre a marca Agrale e o Marruá: tradição brasileira e foco em utilitários robustos
A marca Agrale é reconhecida no Brasil por oferecer veículos utilitários, picapes e veículos de uso institucional com foco em durabilidade, praticidade e desempenho em diferentes terrenos. Fundada no Brasil, a empresa tem tradição no desenvolvimento de soluções para serviços públicos, forças de segurança, agricultura e operações em áreas remotas. O Marruá, em especial, ganhou espaço por combinar uma plataforma robusta com capacidade de enfrentar trilhas desafiadoras, oferecendo, ao mesmo tempo, espaço para transporte de cargas e uso operacional. O Marruá AM 250, na configuração 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026, representa uma evolução que integra motorização diesel moderna, transmissão automática e um pacote de componentes que privilegia autonomia em campo, impacto de carga útil e confiabilidade em condições adversas. Ao tratar de seguros, é importante entender que o legado de marca e o propósito de uso ajudam a definir perfis de risco: veículos de serviço, com uso frequente em áreas rurais ou zonas de difícil acesso, tendem a exigir coberturas que contemplam danos a terceiros, danos ao veículo, itens de lei e equipamento especializado instalado no veículo, além de assistência em deslocamentos longos.

Além da robustez estrutural, a atenção aos programas de manutenção, à disponibilidade de peças e à rede de assistência autorizada são fatores que aparecem com frequência nas avaliações de seguro. Quando a FIPE é consultada para esse modelo, a seguradora analisa não apenas o valor de reposição atual, mas também o custo de reposição de componentes críticos, o que pode impactar a formação de reservas técnicas, prêmios adicionais para itens de acessórios ou modificações, e eventuais franquias proporcionais ao uso intenso em ambientes irregulares. Em síntese, conhecer a marca e o espírito do Marruá ajuda a compreender por que certas coberturas aparecem com maior relevância para esse tipo de veículo.
Ficha técnica resumida do Marruá AM 250 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026
Abaixo apresentamos um retrato sucinto da ficha técnica, com foco nos aspectos que costumam influenciar a análise de seguros e o uso cotidiano em operações que exigem desempenho fora de estrada. Este quadro busca oferecer um olhar informativo sem assumir valores fechados que possam mudar conforme configuração, país de venda e ano de fabricação. O objetivo é facilitar a compreensão para profissionais de seguros, proprietários e gestores de frotas.
- Motorização: diesel 3.8 L com turbocompressor, injeção direta (TDI), conformidade com padrões de emissões E6.
- Transmissão e tração: automática de 6 velocidades, sistema 4×4 com reduzida, diferenciais dianteiro e traseiro, preparado para uso off-road e operações táticas.
- Capacidade e dimensões: payload estimado entre 800 kg e 1.000 kg; peso bruto total (GVWR) na faixa que atende a operações pesadas; tanque de combustível com capacidade aproximada de 70–90 litros; dimensões lineares compatíveis com uso em centros de operação fora de asfalto.
- Desempenho e utilidade: velocidade máxima típica na faixa de 120–140 km/h, resposta correta em trilhas, capacidade de transposição de obstáculos, confiabilidade para serviços institucionais, manutenção orientada a longo prazo e disponibilidade de peças em rede autorizada.
Observação: valores de capacidade, peso e desempenho podem variar conforme a configuração específica de fábrica, itens opcionais instalados, quilometragem e histórico de manutenção. O objetivo é oferecer um guia técnico que sirva de base para entender como a FIPE e as avaliações de seguro se alinham ao perfil de uso do Marruá 3.8 CS TDI, sem entrar em parâmetros que se atulem a uma única unidade, pois cada veículo pode apresentar pequenas variações em função de acessórios, remoções ou modificações autorizadas.
Por que a FIPE é relevante para seguros de veículos com uso off-road e utilitários pesados
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que orienta, entre outros aspectos, o valor de indenização em casos de sinistro com direito à reposição ou à indenização equivalente. Para modelos como o Marruá AM 250, com vocação operacional, a FIPE pode não refletir necessariamente o custo total de reposição de componentes específicos ou de versões com equipamentos especiais utilizados por organizações, como iluminação externa, sistema de rádio, acessórios de resgate ou equipamentos de proteção instalados no restante do chassi. Ainda assim, ela serve como balizamento inicial para a avaliação do seguro, ajudando seguradoras e corretores a estabelecer parâmetros consistentes de avaliação de risco, o que, por sua vez, influencia o prêmio básico e as coberturas demandadas pela função do veículo. É comum que apólices para veículos de uso institucional ou utilitário off-road incluam coberturas adicionais para itens instalados, bem como serviços de assistência em deslocamentos em áreas remotas, reboque especializado e até substituição de veículo em casos de imobilização prolongada.
Para proprietários e gestores de frota, compreender a relação entre FIPE, valor de reposição e uso real é essencial. Em termos práticos, isso significa alinhar o seguro com as necessidades operacionais: por exemplo, um Marruá empregado em atividades de monitoramento ou apoio a operações de campo pode exigir coberturas que cubram não apenas o veículo, mas também acessórios específicos, equipamentos de comunicação e instrumentos de trabalho acoplados. A FIPE sustenta essa avaliação ao oferecer uma referência estável de mercado, que, junto com a avaliação de risco da seguradora, ajuda a compor um pacote que equilibra custo de prêmio e abrangência de cobertura.
Implicações da Tabela FIPE para o planejamento de seguros do Marruá
Quando o corretor analisa o Marruá AM 250 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026, ele observa diversas variáveis que derivam da FIPE e influenciam o desenho da apólice. Entre as principais, destacam-se:
- Avaliação de valor de mercado: a FIPE estabelece uma referência de custo de reposição que orienta a indenização em caso de sinistro total ou de perdas parciais com reposição de peças-chave.
- Risco associado ao uso: o Marruá, com foco off-road ou utilitário pesado, apresenta maior exposição a danos causados por terrenos acidentados, impactos com obstáculos e desgaste de componentes de suspensão, o que pode justificar coberturas adicionais ou franquias diferenciadas para danos específicos.
- Suplementação de coberturas para acessórios: itens instalados, como estruturas de proteção, guarnições, faróis auxiliares, elevadores, equipamentos de resgate ou comunicação, podem exigir cláusulas específicas para manter o valor total assegurado.
- Gestão de custos de manutenção: a FIPE, aliada ao histórico de manutenção, ajuda a definir um patamar mínimo de valor de reposição, o que pode influenciar os custos de manutenção programada, revisões e eventual reposição de componentes com o tempo.
Para profissionais de seguros e proprietários, o resultado é claro: a FIPE não apenas orienta o custo de reposição, mas também serve como referência de mercado para calibrar riscos, estabelecer coberturas adicionais e planejar estratégias de proteção de ativos que trabalham em condições desafiadoras. O Marruá, com sua natureza robusta, costuma exigir um equilíbrio entre proteção ampla (que inclua danos a terceiros, casco do veículo, acessórios e responsabilidade civil envolvendo operações) e um custo de prêmio compatível com o orçamento da operação. Essa relação entre FIPE, uso real e apetite de risco da organização é o cerne de uma apólice bem estruturada para veículos com perfil 4×4 e foco institucional.
O que considerar na contratação de seguro para o Marruá com foco em uso tático e off-road
Ao planejar a proteção do Marruá AM 250, algumas questões costumam orientar as decisões de seguros de forma prática, sem complicar demais o planejamento financeiro da frota. Abaixo, apresentamos pontos-chave que costumam aparecer nas conversas entre corretores e gestores de frotas que operam em ambientes desafiadores:
Primeiro, avalie a necessidade de coberturas modulares. Em operações de campo, é comum exigir proteção adicional para itens instalados que não acompanham o veículo de fábrica. Esses módulos podem incluir sistemas de iluminação, GPS/rádio, proteções de chumbo ou aço, rede elétrica suplementar e itens de resgate. Em segundo lugar, considere as condições de uso: deslocamentos em regiões de difícil acesso, trilhas rochosas ou estradas rurais tendem a aumentar pequenas avarias, o que reforça a importância de cobertura para recuperação em solo acidentado e assistência 24 horas em locais remotos. Terceiro, revise o valor segurado com base na FIPE e no custo de reposição de peças específicas. Se o veículo treina para operações com alto desgaste em componentes como suspensão, eixo, sistema de transmissão e componentes de chassis, pode ser necessário um ajuste na base de indenização para evitar subseguro em sinistros complexos. Por fim, garanta que a apólice inclua cláusulas de carro reserva para manter a continuidade das atividades, caso o Marruá precise ficar em manutenção por períodos estendidos.
Para facilitar a visualização, segue uma síntese de ações que costumam ser úteis na prática de seguros de Marruá e veículos semelhantes:
- Verifique a cobertura casco com franquias proporcionais ao tipo de uso (oficial, institucional ou privado).
- Inclua proteção para acessórios instalados, alterações autorizadas e itens de valor agregado na apólice.
- Considere assistência em viagem, reboque de longo alcance e apoio logístico para operações de área remota.
- Adequação de limites de responsabilidade civil para refletir a operação com terceiros e atividades públicas ou privadas associadas à frota.
É importante notar que, apesar de as listas acima apresentarem diretrizes práticas, cada contrato de seguro precisa ser ajustado às peculiaridades da operação, à configuração do Marruá e ao ambiente de atuação. A Tabela FIPE, mais uma vez, funciona como referência para o desbloqueio dessa negociação, ajudando a calibrar as condições de prêmio, as coberturas de casco e as obrigações de manutenção de forma harmônica com o objetivo de manter a operação segura e economicamente viável.
Checklist educativo para uso seguro e gestão de riscos com o Marruá
Para consolidar o aprendizado sobre como a FIPE e o seguro aparecem no cotidiano de operação do Marruá, apresentamos um checklist conceitual que pode ser utilizado por equipes de frota, corretores e gestores de risco. Este checklist não se aplica a uma única unidade, mas serve como guia de referência para a avaliação de condições de uso, manutenção e proteção de ativos.
- Conhecer a configuração do veículo: identificar motor, transmissão, sistema de tração e itens instalados que possam influenciar o valor segurado.
- Avaliar o histórico de manutenções e a disponibilidade de peças: veículos de uso intenso em campo exigem peças de reposição com fácil acesso para evitar paralisações longas.
- Definir o perfil de uso: uso urbano, rural, em áreas de mata, estradas de terra ou trilhas off-road são determinantes para o nível de proteção necessário.
- Estabelecer parcerias com seguros que ofereçam opções de assistência em deslocamento, reboque em condições difíceis e cobertura de acessórios instalados.
Ao manter esse olhar educativo, proprietários e corretores podem alinhar melhor as expectativas com a FIPE e com as necessidades de proteção, assegurando que o Marruá continue a cumprir seus objetivos operacionais com a tranquilidade de um plano de seguro bem dimensionado.
Em resumo, a Tabela FIPE serve como referência de mercado que sustenta decisões sobre o valor do veículo, a base para o cálculo de prêmios e a determinação de coberturas adequadas para o Marruá AM 250 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2026. Embora o foco principal seja o uso off-road e institucional, a compreensão de como essa referência afeta o seguro ajuda proprietários e tomadores de decisão a construir uma proteção sólida, que reconhece tanto a natureza robusta do modelo quanto a necessidade de manter operações críticas sem interrupções.
Para explorar opções específicas de proteção e obter comparativos que considerem a Tabela FIPE, considere falar com um corretor de seguros. Uma abordagem bem estruturada pode fazer a diferença entre uma apólice básica e um pacote completo que realmente acompanhe o Marruá em todas as fases de uso.
Para concluir, se você procura entender como a FIPE se traduz em proteção prática para o Marruá, a melhor etapa é conversar com especialistas que consigam mapear o uso real da frota, as peças e acessórios instalados, bem como as necessidades de assistência. Uma cotação com a GT Seguros pode ser o próximo passo para avaliar cenários, coberturas e custos de forma clara e objetiva.
