| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 14.941,00 |
| Dez/25 | R$ 14.794,00 |
| Nov/25 | R$ 14.648,00 |
| Out/25 | R$ 14.503,00 |
| Set/25 | R$ 14.799,00 |
| Ago/25 | R$ 14.831,00 |
| Jul/25 | R$ 14.685,00 |
| Jun/25 | R$ 14.700,00 |
| Mai/25 | R$ 14.555,00 |
| Abr/25 | R$ 14.853,00 |
| Mar/25 | R$ 14.706,00 |
| Fev/25 | R$ 14.561,00 |
Análise da Tabela FIPE para o Ford Escort Racer 2.0i 1996 e implicações para seguradoras
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e compradores para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Quando falamos do Ford Escort Racer 2.0i 1996, entramos em um universo onde a especificidade da variante esportiva, aliada à idade do veículo, influencia diretamente a forma como o valor é percebido e, consequentemente, como o seguro é precificado. Este artigo explora, de maneira educativa, por que a Tabela FIPE importa, como ela se aplica a uma edição como o Racer 2.0i de 1996 e quais fatores costumam impactar o valor segurável desse modelo específico. Tudo isso com o objetivo de esclarecer proprietários, interessados e profissionais de seguros sobre a relação entre histórico, especificações técnicas e avaliação de risco.
Ficha técnica do Ford Escort Racer 2.0i 1996
- Motorização: motor 2.0 litros, quatro cilindros, com injeção eletrônica
- Transmissão: manual de 5 velocidades; tração dianteira
- Carroceria e peso: hatch compacto de 3 portas, peso estimado entre 1.000 e 1.150 kg
- Especificação Racer: versão de desempenho, com ajustes de suspensão e aerodinâmica voltados para uso esportivo, produzida pela Ford do Brasil em 1996
Essa ficha técnica, em termos gerais, revela um veículo com foco de condução mais ágil, voltado para a performance em curvas e respostas rápidas do motor. A presença de uma injecção eletrônica no motor 2.0i indica uma configuração que favorece melhor controle de combustível e desempenho, especialmente em condições de condução esportiva. A transmissão manual de cinco marchas, comum em modelos de época, contribui para uma condução mais direta, característica apreciada por entusiastas de racers. Por fim, a denominação “Racer” sugere modificações destinadas a otimizar a dirigibilidade e a resposta dinâmica, ainda que mantendo a base mecânica do Escort. Esses atributos influenciam, de forma relevante, a avaliação de valor na FIPE, bem como a percepção de custo de seguro quando comparados a versões mais simples ou equipadas de fábrica da mesma geração.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro
A Tabela FIPE é uma base de dados consolidada que traz valores médios de veículos usados no mercado brasileiro, atualizada mensalmente pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Esses valores não correspondem necessariamente ao preço de venda no momento da negociação, mas sim a uma referência de mercado que expressa o que é mais comum ser pago ou aceito pelos dealers, em cada região e para cada configuração de veículo. Para seguradoras, esse recorte é crucial: ele funciona como ponto de partida para estabelecer o valor da soma segurada, o prêmio do seguro e as condições de cobertura, especialmente em casos de perda total ou de sinistros com reparos significativos. Em termos simples, a FIPE funciona como um “valor de referência” que facilita a comunicação entre cliente e seguradora, reduzindo a assimetria de informações e ajudando a alinhar expectativas trilhar o caminho de uma proteção adequada.
Alguns aspectos práticos sobre a aplicação da FIPE no seguro de automóveis incluem: o valor FIPE pode influenciar o valor de reposição a partir do qual o seguro pode, por exemplo, pagar em caso de sinistro total; mudanças de ano, versão, estado de conservação e modificações disponíveis costumam refletir nas variações de preço na tabela; para veículos com versões especiais, esportivas ou limitadas, como o Racer 2.0i de 1996, a variação pode ser mais acentuada devido à menor oferta no mercado de usados e ao valor histórico agregado pela edição.
Impacto da idade, da versão Racer e das condições do veículo no valor FIPE
Quando examinamos um Ford Escort Racer 2.0i 1996, algumas dinâmicas costumam marcar fortemente a forma como o valor FIPE se comporta. Primeiro, a idade do veículo tende a reduzir o valor de referência ao longo do tempo, ainda que, em modelos esportivos de época, a raridade possa atuar como fator de valorização relativa. Em segundo lugar, a versão Racer, por ser uma edição diferenciada e voltada à performance, tende a ter uma faixa de preço FIPE que reflete não apenas a mecânica original, mas também o conjunto de ajustes que conferem apelo ao público de competição ou de colecionismo. Em terceiro lugar, as condições do exemplar — conservação geral, histórico de manutenção, registro de revisões, integridade de peças originais e ausência de modificações não autorizadas — pesam fortemente. Peças originais, documento fiscal em dia, histórico de sinistros e manutenções regulares ajudam a manter a referência de valor mais estável, enquanto sinais de uso intenso, avarias não reparadas ou modificações que alterem a linha original (quando não autorizadas) costumam reduzir a confiabilidade da avaliação FIPE.
É importante entender que o valor FIPE é uma média ponderada de muitas unidades avaliadas no mercado. Em carros com edição restrita, como a Racer, o fator de disponibilidade (ou escassez) pode tornar o valor FIPE mais vulnerável a oscilações. Em termos práticos para o segurado, isso significa que mudanças no estado de conservação, no histórico de manutenção ou em relatos de sinistros podem impactar o prêmio, mesmo que o modelo esteja em geral bem preservado. Por isso, quando alguém possui um Escort Racer 2.0i 1996, manter uma documentação completa e atualizada sobre proprietário, revisões e peças originais ajuda a sustentar a confiabilidade da avaliação FIPE perante a seguradora.
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