| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 6.910,00 |
| Dez/25 | R$ 6.924,00 |
| Nov/25 | R$ 6.935,00 |
| Out/25 | R$ 6.952,00 |
| Set/25 | R$ 6.975,00 |
| Ago/25 | R$ 6.990,00 |
| Jul/25 | R$ 7.002,00 |
| Jun/25 | R$ 7.010,00 |
| Mai/25 | R$ 7.025,00 |
| Abr/25 | R$ 7.032,00 |
| Mar/25 | R$ 6.795,00 |
| Fev/25 | R$ 6.566,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a KTM SX 50 2008 e impactos no seguro da sua moto
A Tabela FIPE é um referencial importante para quem participa do universo de seguros de veículos no Brasil, incluindo motos de menor cilindrada. Quando falamos da KTM SX 50 2008, um modelo popular entre jovens pilotos de motocross e entusiastas de off-road, compreender como a FIPE funciona ajuda o proprietário a entender melhor o valor de reposição ou de mercado indicado pela seguradora na hora de contratar ou acionar o seguro. Este artigo aborda, de forma educativa, como a FIPE é estruturada, como ela se aplica à KTM SX 50 2008 e quais implicações isso pode ter no envio de uma cotação, na definição de coberturas e no processo de indenização, sempre com foco na proteção financeira e na gestão de risco do veículo.
O que é a Tabela FIPE e como ela se aplica à KTM SX 50 2008
A Tabela FIPE, desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como um painel de referência que agrega valores médios de veículos usados no mercado brasileiro. Embora muitas vezes associada aos automóveis, a FIPE também contempla motos, incluindo modelos de baixa cilindrada como a KTM SX 50 2008, especialmente quando analisamos o valor de mercado de reposição. O objetivo central é oferecer uma base padronizada para que seguradoras, lojas de peças, vendedores e compradores consigam estimar um valor de referência justamente para evitar distorções que possam surgir de versões diferentes, alterações de equipamento ou condições diversas do veículo.

Para quem contrata um seguro, entender a dinâmica da FIPE é crucial, porque o valor informado pela tabela costuma balizar a indenização em caso de sinistro. Em termos práticos, isso significa que, ao acionar a cobertura de um seguro, a seguradora pode utilizar o valor FIPE como referência para estabelecer o montante a ser pago na proporção entre o valor de mercado no momento do sinistro e as cláusulas da apólice, como a escolha entre reposição por valor de mercado, reposição por valor de tabela ou indenização adicional conforme o contrato. No entanto, é importante frisar que cada seguradora adota políticas próprias, e a FIPE pode ser apenas uma das bases utilizadas. Em alguns casos, o contrato prevê a indenização com valor de reposição original, o que pode envolver custos adicionais de aquisição de peças novas ou equivalentes.
Em termos práticos para o proprietário da KTM SX 50 2008, isso significa que: a) o valor de referência da FIPE tende a variar conforme o estado de conservação, modificações autorizadas e histórico de manutenção; b) a seguradora poderá exigir comprovação de procedência ou notas fiscais para itens originais; c) a região onde o veículo circula pode influenciar as cotações, uma vez que o custo de reposição de peças pode divergir entre grandes centros e cidades menores; d) mudanças no mercado de reposição de peças originais ou paralelas podem afetar a aproximação entre o valor FIPE e o preço de aquisição ou reposição real no momento da contratação ou do sinistro.
Neste contexto, a KTM SX 50 2008, como veículo de nicho dentro do universo off-road de baixa cilindrada, pode apresentar particularidades na avaliação pela FIPE. Modelos com modificações específicas para uso competitivo, peças especiais ou acessórios não originais podem ter o valor FIPE ajustado pelos critérios de avaliação da seguradora. Por outro lado, motos em ótimo estado de conservação, com manutenção em dia e documentação completa, tendem a refletir de forma mais estável o valor de referência na FIPE, facilitando a análise de propostas de seguro e a previsibilidade de custos.
Ficha Técnica da KTM SX 50 2008
- Cilindrada: 49 cm³
- Tipo de motor: dois tempos, monocilíndrico
- Transmissão: 4 velocidades, embreagem com óleo
- Freios: disco dianteiro e traseiro
A KTM SX 50 2008 é uma motocicleta voadora para o público jovem que busca desempenho no motocross, com foco em manobrabilidade, leveza e resposta rápida do motor. O motor de 49 cm³, dois tempos, proporciona torque característico desse grupo de motos, com aceleração ágil para ultrapassar trechos de pista com várias curvas. A transmissão de quatro marchas facilita o ajuste da velocidade de acordo com as exigências das manobras de salto, dos trechos de subida e da manutenção de regime de rotação. Os freios a disco em ambos os eixos, aliados à suspensão dianteira de garfo invertido e à suspensão traseira com sistema de linkage, contribuem para uma condução estável em terrenos de terra batida, com absorção adequada de solavancos e resposta de frenagem confiável em curvas fechadas.
Sobre o peso, a SX 50 2008 é uma moto leve, pensada para facilitar a pilotagem de menores de idade e também para pilotos iniciantes no cenário de competições de motocross. O projeto prioriza a ergonomia, com assento compacto, guidão acessível e pedaleiras posicionadas para facilitar o equilíbrio em manobras rápidas. A alimentação se dá por carburador adequado para a faixa de deslocamento de 49 cm³, com arrefecimento por fluxo de ar que contribui para a robustez em sessões intensas de treino ou competição. Em termos de manutenção, a KTM costuma exigir itens originais e revisões periódicas para manter a performance descrita pela fábrica, o que também impacta a percepção de valor na FIPE conforme a condição de cada exemplar.
A marca KTM: tradição e foco no off-road
A KTM é uma fabricante austríaca com uma história marcada pela inovação e pela liderança em tecnologia voltada para motocross, enduro e off-road. Fundada em 1934, a marca evoluiu ao longo das décadas para se tornar referência global na construção de motos de alto desempenho, com ênfase em leveza, confiabilidade e componentes de competição. A linha SX, da qual a KTM SX 50 faz parte, representa o DNA da marca no motocross: chassis bem ajustado, pedaleiras bem posicionadas, suspensões calibradas para absorver com precisão as asperas do solo e uma harmonia entre potência e entrega de torque que facilita a condução em pistas com obstáculos, saltos e curvas fechadas. Essa tradição de desempenho é um dos fatores que conferem à KTM reconhecimento entre pilotos e organizadores de eventos, bem como segurança adicional para quem utiliza a moto em ambientes protegidos ou com supervisão adequada.
Para quem avalia seguros, a reputação da KTM também se traduz na disponibilidade de peças de reposição, na rede de assistência técnica autorizada e na documentação de procedência de componentes originais. A capacidade da marca de manter padrões de qualidade e de oferecer suporte a proprietários, mesmo em modelos mais antigos, costuma influenciar a percepção de valor de reposição e, por consequência, as condições de coberturas oferecidas pelas seguradoras. Em ambientes de proteção veicular, ter uma KTM bem mantida, com registro de serviços e com peças originais pode facilitar o processo de avaliação de indenização e a escolha entre coberturas de valor de reposição ou de valor de mercado, conforme o objetivo do segurado e o tipo de apólice contratado.
Como a FIPE influencia o seguro: orientações para o proprietário da KTM SX 50 2008
Ao contratar seguro para a KTM SX 50 2008, a FIPE funciona como um referencial que ajuda a seguradora a dimensionar o valor de indenização no cenário de perda total ou de roubo. Em muitos contratos, o valor de reposição é ajustado com base no preço de mercado observado na FIPE para o modelo, ano e estado de conservação. Por isso, é comum que o segurado veja o valor FIPE utilizado como base para a cotação, mas com margens que consideram fatores adicionais, como modificações não originais, histórico de sinistros, disponibilidade de peças e a política de atualização de valores da seguradora. Em modelos de baixa cilindrada, a variação entre o valor FIPE e o custo de reposição real pode ser maior, principalmente se houver demanda por peças específicas ou se o modelo permanecer pouco disponível no mercado de reposição.
Outra dimensão importante é que algumas apólices oferecem a chamada indenização por valor de reposição ou por valor de mercado. O valor de reposição tenta refletir o custo de aquisição de uma moto equivalente em termos de condições de uso, ano e modelo, sem descontar depreciação. Já o valor de mercado considera a desvalorização natural, efeito FIPE e as condições atuais do veículo. Para quem utiliza a KTM SX 50 2008 em atividades de treinamento, competição amadora ou uso recreativo, entender qual opção a seguradora oferece pode impactar o custo efetivo da apólice e a satisfação com o serviço em caso de sinistro. Além disso, alterações no estado da moto, como acessórios originais, itens de segurança ou a presença de modificações, podem exigir ajustes na apólice para manter a cobertura alinhada ao valor real do bem.
É válido destacar que a FIPE não é um preço fixo nem estático; ela se atualiza mensalmente com base em pesquisas de mercado. Isso significa que, ao renovar a apólice ou ao solicitar uma nova cotação, o valor FIPE pode ter mudado em relação à última avaliação. No entanto, a cotação de seguro foca em coberturas, franquias e limites, e a seguradora pode levar em conta as condições da moto naquele momento. Por isso, manter a documentação em dia, registrar a manutenção adequada e guardar notas fiscais de peças originais ajuda a sustentar o valor de mercado apresentado e facilita o alinhamento entre o contrato de seguro e a realidade do veículo.
Cuidados práticos e considerações ao segurar uma KTM SX 50 2008
Para quem possui uma KTM SX 50 2008, algumas atitudes simples podem contribuir para uma avaliação mais favorável pela FIPE e, consequentemente, para condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo. A primeira é manter uma documentação organizada com histórico de manutenção, notas de compra de peças originais, manuais do fabricante e comprovantes de serviços realizados em concessionárias ou oficinas autorizadas. Esses documentos ajudam a demonstrar que o veículo está em boas condições, o que tende a influenciar positivamente a avaliação de valor pelos seguradores.
Outra prática relevante é investir em proteção e armazenamento adequados.
