Valor FIPE Atual
R$ 494.511,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513249-5
Ano: 2020-3
MêsPreço
Jan/26R$ 494.511,00
Dez/25R$ 496.995,00
Nov/25R$ 498.859,00
Out/25R$ 501.226,00
Set/25R$ 502.836,00
Ago/25R$ 503.895,00
Jul/25R$ 506.122,00
Jun/25R$ 508.455,00
Mai/25R$ 511.192,00
Abr/25R$ 511.653,00
Mar/25R$ 512.422,00
Fev/25R$ 514.055,00

Entenda a relação entre a Tabela FIPE e o Scania G-360 2020 nas configurações 4×2/A e 6×2 2p

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de mercado de veículos no Brasil, incluindo caminhões de grande porte como o Scania G-360. Para quem atua no setor de seguros, compreender como essa tabela se aplica a diferentes configurações do G-360 é essencial para cotar coberturas, calcular depreciação e orientar o cliente sobre cenários de reparo, substituição e responsabilidade. Neste artigo, vamos explorar a relação entre a Tabela FIPE e o Scania G-360, enfocando especialmente as versões 4×2/A e 6×2 2p, com foco na hipótese de ano-modelo 2020, motores diesel compatíveis com a norma E5, e as implicações para seguros e gestão de risco.

Como a FIPE estrutura o valor de mercado para caminhões pesados

A Tabela FIPE é baseada em um conjunto de dados de transações reais de compra e venda de veículos usados, reunidos ao longo de um período. Para caminhões, esse processo envolve a reunião de informações provenientes de anúncios, negócios entre pessoas físicas e jurídicas, além de dados de circulação de frotas. O objetivo é refletir, de maneira estatística, o preço de referência que o mercado pratica em um determinado momento, levando em consideração a idade do veículo, a quilometragem típica, a configuração de eixo, o tipo de cabine, a motorização, o conjunto de acessórios, entre outros fatores relevantes.

Tabela FIPE SCANIA G-360 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p (dies.)(E5) 2020

É importante destacar que a FIPE não representa um preço fixo, nem um valor obrigatório; trata-se de uma referência de mercado sujeita a variações regionais, sazonais e de configuração. No caso de caminhões como o Scania G-360, pequenas alterações no conjunto de eixos, no tipo de cabine, na motorização ou mesmo no equipamento de tecnologia embarcada podem provocar mudanças perceptíveis na avaliação de referência. Por isso, no cálculo de seguro, a FIPE costuma ser apenas uma base inicial, complementada por itens como estado de conservação, histórico de manutenção, sinistros anteriores, uso específico (distribuição, transporte de carga, giratória, etc.) e políticas de seguro da seguradora.

Para quem trabalha com corretores de seguro, compreender o efeito dessas variações é crucial. Uma configuração 4×2 com chassi específico pode ter características de uso, desgaste e custo de reposição diferentes de uma configuração 6×2 2p. A FIPE, por sua vez, também considera a desvalorização natural ao longo do tempo, o que impacta a indenização em caso de sinistro total, bem como as margens de depreciação incorporadas nas cotações de prêmio. Assim, ao comparar cotações, vale observar não apenas o valor de referência apresentado pela FIPE, mas também como a seguradora aplica políticas de depreciação, saldo devedor e coberturas adicionais com base na configuração observada.

Ficha técnica do Scania G-360 2020 — Configurações 4×2/A e 6×2 2p

O Scania G-360 é uma linha de caminhões pesados reconhecida pela robustez, pela versatilidade de configurações de eixo e pela rede de serviço global da marca. Em 2020, o G-360 já trazia componentes que atendem às exigências da norma Euro 5 (E5), com motor diesel de alta performance, transmissão de alta eficiência e cabines que combinam conforto com praticidade para operações de frota. A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida, destacando atributos típicos dessas configurações específicas, lembrando que variações podem ocorrer conforme o chassi, a configuração de eixo, a cabine escolhida e o equipamento opcional contratado pela frota.

  • Motor: diesel turbo de alta eficiência, com cylinder 6 em linha, deslocamento em torno de 9,0 litros, projeto Scania. Potência nominal típica na faixa de 360 cavalos (ou equivalente, conforme homologação), e torque máximo alinhado ao regime de operação de aplicações pesadas. Em conformidade com a norma E5 (Euro 5), utiliza sistemas de pós-tratamento de emissões, como SCR/AdBlue, para reduzir emissões e manter a eficiência do consumo.
  • Transmissão: sistema de transmissão automatizada ou manual com assistência, com opções de 12 velocidades, com a solução Scania Opticruise amplamente adotada. A troca de marchas é configurável para priorizar economia de combustível, performance de guinadas e resposta de torque em subidas, especialmente em cargas cheias.
  • Cabine e conforto: cabine de tipo G (ou equivalente, dependendo do chassi), com opções de dia ou dormitório (cabine com cama) para operações com turnos prolongados. Itens de conforto comuns incluem ar-condicionado, assentos ajustáveis, painel de instrumentos ergonômico, e disposições de armazenamento pensadas para o ambiente de trabalho de motoristas.
  • Eixos e configuração do chassi: configurações disponíveis envolvendo 4×2 com até 2 eixos motrizes em determinadas versões; e 6×2 com dois eixos motrizes mais eixo auxiliar (ou tração, conforme a denominação de fabricante) — todas voltadas para a distribuição de carga, manobrabilidade e estabilidade em diferentes cenários de uso. A distância entre eixos varia conforme o tipo de chassi, impactando o peso, o espaço de carga e a manobrabilidade em áreas urbanas e rodoviárias.

Notas importantes sobre a ficha técnica: as especificações acima refletem o que costuma constar para o Scania G-360 no ano-modelo 2020, mas a configuração exata pode variar conforme o tipo de chassi, o conjunto de eixos, o tipo de cabine (curta, média, com cama) e os pacotes adicionais escolhidos pela frota. Em termos de segurança e tecnologia, é comum encontrar sistemas de freios com controle de estabilidade (EBS), ABS, assistências de frenagem e, em algumas versões, retardador, que ajudam no controle de descida em vias íngremes e na redução de desgaste de freios. A adoção de sistemas de telemática, monitoramento de fleet e conectividade também costuma aparecer como opção para frotas que buscam eficiência e gestão.

Em linhas gerais, as variações entre as configurações 4×2/A e 6×2 2p no Scania G-360 afetam principalmente a capacidade de carga, a distribuição de peso, a rigidez do conjunto e a forma como a tração é entregue ao conjunto de rodas. Para quem trabalha com seguro, isso implica ajustes na avaliação de risco, porque diferentes configurações podem apresentar perfis de sinistralidade, custo de reposição e facilidade de reparo distintos. Abaixo, exploramos alguns pontos práticos para entendimento e orientação na hora de cotar seguro.

Por que a marca Scania agrega valor ao seguro e à gestão de risco

A Scania consolidou ao longo de décadas uma reputação marcada pela durabilidade, pela rede de assistência técnica e pela disponibilidade de peças originais. Esses atributos influenciam a percepção de risco para seguradoras por meio de diversos aspectos:

  • Rede de serviços: a presença de oficinas autorizadas e estoque de peças reduz o tempo de imobilização de frotas em caso de sinistro e facilita a gestão de assistência em regiões com menor cobertura.
  • Qualidade de construção: caminhões Scania costumam apresentar confiabilidade elevada em termos de motor, transmissão e estrutural, o que pode impactar positivamente na avaliação de risco de reparo e na depreciação.
  • Valorização de reposição: o custo de reposição de componentes originais tende a ser previsível, o que auxilia na precificação de coberturas de casco, guincho, e, em alguns casos, de acessórios específicos da linha de chassis e cabines.
  • Inovação e conectividade: a disponibilidade de soluções telemáticas e de gestão de frota oferece dados que ajudam a monitorar o uso, reduzir sinistros e melhorar a eficiência na contratação de seguro com base em comportamento de condução e uso real.

Para o corretor, esse conjunto de atributos da marca pode se traduzir em linhas de seguro com condições mais estáveis ao longo do tempo, com possibilidades de customização de coberturas para atender a perfis de frota que operam em diferentes regiões e segmentos de carga. Entretanto, vale lembrar que cada configuração de eixo e cabine possui particularidades que afetam o custo de seguro, o esforço de manutenção e o tempo de reparo em caso de danos. Por isso, a avaliação de risco deve sempre considerar a configuração específica do veículo, o histórico de sinistros da frota, a idade do modelo e o regime de operação.

Impacto da configuração de eixo e do uso na cotação de seguro

As opções 4×2/A e 6×2 2p influenciam, de modo direto, aspectos relevantes para o seguro, como custo de reparo, disponibilidade de peças, e risco de desgaste prematuro. Abaixo estão quatro pontos-chave que costumam orientar as seguradoras ao avaliar uma cotação para o Scania G-360 2020:

  • Capacidade de carga e distribuição de peso: configurações com maior número de eixos podem impactar o desempenho do conjunto, a manobrabilidade e a linha de reparo, o que influencia a avaliação de risco de colisões, vuelcos e impacto em manobras de entrega.
  • Complexidade tecnológica: com opções de telemática, itens de assistência à condução e sistemas de gestão de frota, o histórico de uso e a calibragem de sensores podem influenciar o custo de manutenção e o tempo de reparo, refletindo-se no prêmio de seguro.
  • Perfil de operação: estradas, rodovias, cargas, horários de operação e regiões de atuação impactam o risco de sinistros. Frotas que operam em áreas urbanas com tráfego intenso podem ter perfis de risco diferentes de frotas dedicadas a longas distâncias.
  • Histórico de manutenção e depreciação: veículos bem mantidos costumam apresentar menor probabilidade de falhas graves, o que tende a favorecer condições de seguro mais estáveis. Por outro lado, a depreciação associada à configuração específica pode alterar as margens de indenização em caso de sinistro total, conforme as políticas da seguradora.

Para o corretor de seguros, compreender esses pontos ajuda a orientar o cliente sobre coberturas recomendadas (casco, proteção de frota, guincho, terceiros, responsabilidade civil, e itens adicionais como assistência 24h) e a ajustar o valor de referência da Tabela FIPE às particularidades da frota. A ideia é alinhar o perfil da operação com as coberturas que entregam proteção adequada, sem ultrapassar o orçamento do cliente.

Como interpretar a Tabela FIPE ao cotar o Scania G-360 2020

Ao trabalhar com o Scania G-360, especialmente em versões 4×2/A e 6×2 2p, o corretor precisa considerar alguns passos para usar a FIPE de forma eficaz na cotação:

  1. Identificar a configuração exata: verificar se o veículo está configurado como 4×2/A ou 6×2 2p, incluindo o tipo de cabine e o chassi específico. Essas informações influenciam o valor de referência e o custo de reposição.
  2. Conferir a idade e o uso: quanto mais próximo da data de referência, maior a relevância da FIPE como base. O tipo de uso (distribuição, longas distâncias, portes específicos) também pode influenciar a depreciação calculada pela seguradora.
  3. Comparar com o histórico de manutenção: veículos bem mantidos tendem a ter melhor desempenho nos indicadores de risco, o que pode resultar em condições de seguro mais vantajosas.
  4. Considerar variações regionais e de demanda: a oferta de peças e a disponibilidade de manutenções autorizadas podem variar por região, o que pode afetar o custo de reposição e, por consequência, o prêmio de seguro.

Em termos práticos, o objetivo é usar a FIPE como referência de mercado, mas não como substituto de uma avaliação de risco completa que leve em conta toda a configuração do veículo, o uso na frota, o histórico de sinistros e as políticas da seguradora. A FIPE, nesse contexto, funciona como uma peça-chave do quebra-cabeça, ajudando a balizar o valor de referência para eventual indenização, reposição de peças ou comparativos entre propostas de seguros.

Considerações finais sobre a escolha de seguro para o Scania G-360

Para quem administra uma frota ou utiliza o Scania G-360 em operações logísticas, algumas orientações ajudam a alcançar a proteção necessária sem comprometer o custo total do seguro:

  • Defina claramente a necessidade de cada cobertura: casco, proteções de terceiros, assistência 24h, guincho, cobertura para acessórios e itens adicionais; ajuste as coberturas ao enquadramento operacional da frota.
  • Avalie o histórico de sinistros da frota: se houver histórico expressivo de acidentes, vale considerar coberturas ampliadas e cláusulas de proteção de vidro, pneus e componentes críticos.
  • Revise a manutenção preventiva: políticas que promovem manutenção regular podem reduzir o risco de falhas graves e de interrupção de operação, impactando positivamente o prêmio.
  • Considere soluções de gestão de risco: incentivos por telemetria, conduta de condução responsável e práticas de uso adequado podem resultar em descontos ou condições mais vantajosas ao longo do tempo.

Ao alinhar a Tabela FIPE, a configuração de eixo e as particularidades do Scania G-360 com as necessidades operacionais da frota, o corretor pode apresentar ao cliente uma proposta de seguro mais precisa e competitiva. O objetivo é oferecer proteção adequada, com custos proporcionais ao risco, sem perder de vista a realidade de uso do veículo e da frota.

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