| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 172.148,00 |
| Dez/25 | R$ 169.384,00 |
| Nov/25 | R$ 169.640,00 |
| Out/25 | R$ 170.049,00 |
| Set/25 | R$ 170.596,00 |
| Ago/25 | R$ 170.956,00 |
| Jul/25 | R$ 171.230,00 |
| Jun/25 | R$ 171.402,00 |
| Mai/25 | R$ 171.747,00 |
| Abr/25 | R$ 171.902,00 |
| Mar/25 | R$ 172.161,00 |
| Fev/25 | R$ 172.266,00 |
Entendendo a referência de preço da Tabela FIPE para o Iveco Stralis 490-S44T TB 2p (2013)
Para quem atua no ramo de seguros de caminhões ou mesmo para empresas que operam frotas, a Tabela FIPE é um instrumento comum de referência. Quando se fala no Iveco Stralis 490-S44T TB 2p, ano-modelo 2013, entender como essa tabela processa informações ajuda a fundamentar decisões de contratação, valor de cobertura e precificação de sinistros. Este artigo aborda a ficha técnica do modelo, o que caracteriza a marca Iveco, como a FIPE compõe o valor de referência para caminhões de maior porte e, principalmente, como utilizar esse dado no dia a dia da contratação de seguros com competência e transparência, sem abrir mão de aspectos educativos sobre o tema.
Ficha técnica do Iveco Stralis 490-S44T TB 2p (2013)
A ficha técnica resume características essenciais do veículo. Para o Stralis 490-S44T TB 2p, de 2013, destacam-se elementos que influenciam diretamente o valor de avaliação pelo FIPE e, consequentemente, a forma como a seguradora entende o risco e o valor segurável. Abaixo, apresento um resumo técnico que ajuda a visualizar o perfil do modelo, sem entrar em especificações comerciais que mudam conforme a configuração da frota.

- Motor e desempenho: motor diesel de uso pesado com arquitetura de 6 cilindros em linha, turboalimentado e intercooler, típico da linha Cursor da Iveco, Euro 5. Praticamente toda a geração Stralis 490-S44T TB operou com motores desta família, voltados para alto desempenho em longas distâncias e tração de peso elevado.
- Potência e torque: potência nominal de 490 cavalos, com torque robusto para aplicações de transporte de carga pesada em eixos traseiros que exigem boa retomada em trechos de subida e em situações de carga completa.
- Transmissão: caixa de câmbio automatizada (Eurotronic) ou, em algumas configurações, transmissão manual assistida, comum em caminhões de longo curso. Esse conjunto impacta não apenas a experiência de condução, mas a durabilidade de componentes sob operação contínua.
- Capacidade de carga e estrutura: configuração destinada a peso bruto total (GVW) em torno de 44 toneladas, com cabine de dia de duas portas, típica de caminhões de tracionamento em longas distâncias. Estruturas de eixo e suspensão são dimensionadas para suportar cargas significativas e manter a estabilidade em diferentes condições de via.
Notas importantes sobre a ficha técnica: as informações acima representam o perfil típico associado ao modelo 490-S44T TB 2p de 2013. Variações de configuração (por exemplo, tipo de cabine, comprimento da carroceria, opções de suspensão, pacotes de tecnologia e de conforto) podem alterar ligeiramente o desempenho, consumo e, por consequência, a avaliação de mercado na FIPE. Para cálculos de seguro, é comum que a seguradora peça dados consistentes com a configuração física atual, da mesma forma que o FIPE leva em conta a versão do veículo no momento da apuração.
Sobre a marca: Iveco
A Iveco é uma marca italiana com longa tradição no segmento de veículos comerciais pesados. Fundada em 1975, a Iveco consolidou-se como uma das referências globais em caminhões, ônibus e veículos militares, integrando a rede da CNH Industrial em várias regiões do mundo. No Brasil, a Iveco tem presença relevante no segmento de transporte de carga e logística, oferecendo linhas de caminhões pesados para operações de longo curso, mineração e distribuição. A Stralis, linha de peso dentro da família Iveco, foi concebida para atender exigências de confiabilidade, vida útil de componentes e desempenho em condições de estrada desafiadoras. A reputação da marca está associada a motores robustos, sistemas de transmissão de qualidade, eficiência de consumo para o porte do veículo e uma rede de assistência técnica amplamente disseminada, fatores que influenciam a percepção de valor no mercado de seguros e na avaliação de risco.
Para quem acompanha as evoluções da indústria, vale lembrar que a Iveco tem histórico de inovação em motores diesel, com foco em durabilidade e eficiência energética. As versões Euro 5, como o conjunto deste Stralis, representam um patamar de emissões que também impacta custos operacionais, disponibilidade de diesel com especificação adequada e, por consequência, o custo total de propriedade. O sólido ecossistema de assistência técnica e peças originais ajuda a manter a confiabilidade da frota, parâmetros relevantes para quem utiliza a Tabela FIPE como referência de mercado.
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação para caminhões pesados
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de preços médios de veículos usados no Brasil. Embora seja amplamente associada a carros de passeio, ela também contempla algumas categorias de veículos de carga leve a pesada, incluindo modelos de caminhões usados e, em alguns quadros, versões específicas de caminhões de porte maior, como o Stralis. O objetivo da FIPE é refletir, de forma padronizada, o valor de mercado de referência para ajudar na determinação de valores seguráveis, avaliações de sinistros, negociações de venda e tomadas de decisão de estoque de frota. Vale notar que a FIPE não representa o preço de venda de uma unidade específica, mas uma média de referência com base em dados coletados do mercado, ponderada por idade, quilometragem, condição e configuração.*
Para entender como esse valor é formado, é útil considerar os pontos-chave do método da FIPE, que ajudam seguradoras e clientes a interpretarem o que o número representa, sem confundir com o preço de venda atual de uma unidade específica:
- Coleta de dados: a FIPE reúne informações de venda de veículos usados, provenientes de diversas fontes, incluindo concessionárias, lojas especializadas e anúncios. A diversidade de origens busca capturar variações regionais e diferentes níveis de conservação.
- Ajuste por ano/modelo: os veículos são categorizados por ano de fabricação e modelo, para refletir a depreciação natural associada ao tempo de uso. Modelos mais antigos tendem a apresentar valores de referência mais baixos, em linha com a curva de depreciação histórica.
- Versões e opcionais: as variações entre versões, como cabine, configuração de eixo, transmissão e pacotes de equipamento, podem levar a ajustes no valor de referência. O FIPE busca incorporar esse fator para representar de forma mais fiel o preço de mercado de cada configuração.
- Atualizações periódicas: a tabela é atualizada com frequência para acompanhar as mudanças de mercado, flutuações cambiais, disponibilidade de peças e alterações na demanda por determinados modelos.
Para caminhões como o Iveco Stralis 490-S44T TB 2p (2013), o valor FIPE de referência é amplamente utilizado em seguros para estabelecer a soma segurável e para calcular indenizações proporcionais em caso de sinistro, especialmente quando não há lucro total ou quando o veículo é recuperável. É importante que o valor de referência reflita as características reais do veículo segurado, inclusive se ele dispõe de itens opcionais relevantes (por exemplo, cabine especial, sistemas de segurança, telemetria, entre outros). Por isso, as seguradoras costumam solicitar informações consistentes com a configuração do Stralis em operação para alinharem o valor segurável com o que a FIPE denuncia como referência de mercado.
Impacto da Tabela FIPE na contratação de seguros
Para quem atua no setor de seguros, entender a relação entre a tabela FIPE e a contratação de seguro de caminhões é fundamental por vários motivos. A FIPE serve como referência primária para estabelecer o valor segurável, o que, por sua vez, influencia a indenização em caso de sinistro, o cálculo de franquias e o prêmio. Abaixo, apresento pontos práticos sobre como a FIPE impacta o seguro do Iveco Stralis 490-S44T TB 2p:
- Determinação do valor segurável: a soma segurável, ou seja, o montante pelo qual o veículo está protegido, costuma ser associada ao valor FIPE de referência para o modelo específico. Em muitos casos, clientes optam por manter a cobertura equivalente ou superior ao valor de mercado indicado pela FIPE, para evitar lacunas em caso de perda total.
- Ajuste por condições: a maioria das apólices leva em conta não apenas a idade, mas também a quilometragem, histórico de sinistros e estado de conservação. Um Stralis de 2013 com baixa kilometragem relativa, bem conservado e com manutenção comprovada tende a manter um valor segurável mais próximo do valor FIPE, ou até acima, se houver itens especiais que agreguem valor de mercado.
- Impacto de garantias adicionais: itens como telemática, sistemas de monitoramento, alarmes, e outros dispositivos de segurança podem influenciar o prêmio e, em alguns casos, o valor segurável pode levar em consideração a depreciação diferente, especialmente se esses itens forem removíveis ou substituíveis.
- Depreciação e depreciação acelerada: caminhões mantêm um ritmo de depreciação diferente de carros de passeio. A FIPE incorpora esse comportamento de mercado, mas seguradoras também costumam aplicar regras específicas de ajuste com base na idade do veículo, uso econômico (frota própria vs. locação) e histórico de sinistros.
Em resumo, a tabela FIPE fornece uma base objetiva para estimar o valor de mercado de referência do Iveco Stralis 490-S44T TB 2p (2013). Na prática, a seguradora usa esse valor como referência, mas pode ajustar a soma segurável de acordo com a configuração real, o histórico do veículo e a análise de risco associada à operação da frota. Para quem atua com corretoras de seguros, compreender essa relação entre FIPE e prêmios é essencial para oferecer soluções adequadas, evitando surpresas em indenizações e proporcionando transparência aos clientes.
Além disso, vale destacar que, ao se tratar de caminhões, fatores operacionais também influenciam o custo de seguro. A periodicidade das revisões, o tipo de rota (longa distância vs. operação regional), a regularidade da manutenção, o histórico de sinistros da frota e o uso de tecnologias de segurança podem ter impactos não apenas no valor segurável, mas também no prêmio final. Um Stralis bem mantido, com manutenção regular e telemática ativa, tende a apresentar menor risco agregado, o que pode se refletir em condições de cobertura mais atrativas.
Como maximizar a utilidade da FIPE na gestão de seguros da frota
Para corretoras e gestores de frota, algumas estratégias simples ajudam a extrair o máximo valor da Tabela FIPE no dia a dia:
- Atualização de dados: mantenha os dados do veículo atualizados junto à seguradora, incluindo alterações de configuração, trocas de equipamentos e atualizações de telemetria. Isso assegura que o valor segurável reflita a realidade da operação.
- Documentação de manutenção: mantenha em arquivo histórico de manutenções, trocas de peças de alto custo e notas fiscais. Isso não altera a FIPE, mas facilita a avaliação de risco e pode justificar ajustes de valor segurável com base em conservação.
- Avaliação periódica: revise o valor segurável periodicamente, especialmente após readequações de frota, ampliação de capacidades ou mudanças de rota. A FIPE pode ser atualizada, mas é o histórico de uso que dá qualidade à decisão de reajuste.
- Integração com o seguro de responsabilidade civil de carga: em operações com Stralis, a proteção de carga é crítica. Identifique se a soma segurável está alinhada com o valor da carga transportada, sem perder de vista o valor do veículo em si para a cobertura de danos materiais.
Essa abordagem contribui para uma relação mais transparente entre correntistas, corretoras e seguradoras, com maior previsibilidade de custos e menor chance de divergências na indenização por sinistro. Ao final, a referência FIPE funciona como um norte estável, porém não isolado: cada apólice pode exigir ajustes baseados no uso real do veículo, na gestão de frota e nas particularidades do negócio do segurado.
Conclusão e chamada para cotação
O Iveco Stralis 490-S44T TB 2p, ano-modelo 2013, é um exemplo ilustrativo de como a Tabela FIPE funciona no universo de caminhões pesados. Embora o valor de referência seja apenas um componente da equação de seguro, ele oferece uma base objetiva para calcular a soma segurável, auxiliar na tomada de decisão de contratação e esclarecer expectativas sobre indenizações futuras. A estabilidade de uma marca como a Iveco, associada a um conjunto de características técnicas robustas e a uma rede de assistência ampla, contribui para a percepção de risco e para a confiabilidade do cálculo de prêmio. Ao considerar a proteção de uma frota com esse perfil, vale investir tempo na conferência de configuração, manutenção e documentação, para que o valor de referência reflita com fidelidade a realidade operacional.
Para quem busca uma proteção alinhada com as necessidades da operação de transporte, a Hess Seguros orienta cada passo com base no perfil do veículo, na utilidade da Tabela FIPE e nas particularidades da sua frota. Se você quiser uma avaliação dedicada ao Iveco Stralis 490-S44T TB 2p e uma cotação sob medida, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Nossa equipe está preparada para analisar suas necessidades, oferecer opções de cobertura adequadas e esclarecer como a FIPE se aplica ao seu caso específico, proporcionando tranquilidade para a sua operação.
