Valor FIPE Atual
R$ 66.796,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509076-8
Ano: 1989-3
MêsPreço
Jan/26R$ 66.796,00
Dez/25R$ 66.924,00
Nov/25R$ 67.025,00
Out/25R$ 67.187,00
Set/25R$ 67.403,00
Ago/25R$ 67.545,00
Jul/25R$ 67.654,00
Jun/25R$ 67.722,00
Mai/25R$ 67.858,00
Abr/25R$ 67.920,00
Mar/25R$ 68.023,00
Fev/25R$ 68.064,00

Entenda a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-1519: guia didático sobre o modelo de 1989 com três eixos

Quando pensamos em seguros de veículos pesados, especialmente caminhões e utilitários de carga, a Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado amplamente utilizada por corretoras, seguradoras e compradores. No caso do Mercedes-Benz L-1519, um modelo clássico da linha L, diesel e com configuração de três eixos, a Tabela FIPE oferece uma leitura importante para entender como o veículo é avaliado ao longo do tempo. Este artigo se propõe a explorar a ficha técnica do modelo, o contexto da marca e a aplicação prática da FIPE na hora de planejar coberturas, prêmios e indenizações, sempre com foco educativo e informativo para quem atua no universo de seguros. Vale esclarecer: não vamos apresentar valores de tabela ou cálculos de prêmio aqui; o objetivo é entender o funcionamento da referência FIPE e como ele se integra ao planejamento de proteção do seu equipamento de trabalho.

Ficha técnica do Mercedes-Benz L-1519 3-Eixos 2p Diesel (1989)

Abaixo está uma visão técnica resumida, com foco nos aspectos que costumam influenciar a avaliação para seguros e para leitura da FIPE. A configuração apresentada é característica da linha L-1519 de 1989, com três eixos e cabine simples (duas portas) a diesel:

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ L-1519 3-Eixos 2p (diesel) 1989
  • Tipo de veículo: Caminhão de carga com três eixos, cabine simples (duas portas).
  • Motorização: Diesel, com configuração típica da linha L. O conjunto é conhecido por oferecer torque elevado, adequado para operações de frete que exigem desempenho estável sob carga.
  • Transmissão: Manual, com múltiplas velocidades, comum em caminhões médios da década de 1980, projetada para trabalhar com o motor em regimes de torque mais baixos.
  • Configuração de chassis e carroceria: eixo dianteiro simples e dois eixos traseiros, com possibilidade de diversas carrocerias, desde caçambas até baús/janelas para transporte de mercadorias, sempre compatíveis com o porte do veículo.

Observação importante sobre a ficha: em veículos da linha L com 3 eixos, pequenas variações de configuração (tipo de carroceria, pneus, suspensão, eixo traseiro) podem influenciar a leitura da FIPE na prática. Por isso, ao consultar a tabela para esse modelo, é comum que as informações da versão observada na consulta reflitam de forma fiel o estado de conservação, a quilometragem e a configuração específica do veículo que está sendo avaliado. A ideia é que a FIPE forneça uma referência que oriente negociações e cálculos de seguro, sem substituir a avaliação física detalhada que pode ocorrer na prática.

Sobre a marca Mercedes-Benz: tradição, engenharia e presença global

Fundada na Alemanha, a Mercedes-Benz é reconhecida mundialmente pela engenharia de precisão e pela combinação entre performance, durabilidade e conforto, valores que se estendem de automóveis de passeio a caminhões robustos para tarefas pesadas. A história da marca no segmento de veículos comerciais é marcada por inovações em motorizações, sistemas de câmbio e soluções de segurança que moldaram padrões da indústria automobilística global. No Brasil, a Mercedes-Benz construiu uma presença sólida ao longo das décadas, com uma rede de concessionárias e assistência técnica que facilita peças, manutenção e suporte aos clientes de frotas de pequeno, médio e grande porte.

Essa trajetória faz com que caminhões da linha L, como o L-1519, sejam lembrados pela confiabilidade e pela robustez necessárias em operações logísticas brasileiras, desde o transporte de carga em estradas rodoviárias até serviços de entrega com requisitos específicos de durabilidade. Além do desempenho, a marca costuma ser observada nos fatores de valorização: confiabilidade mecânica, disponibilidade de assistência técnica e histórico de valorização, que influenciam percepções de seguro e de investimento. Essas características ajudam os seguros a entender o risco residual de um veículo antigo ou de uso contínuo em operações pesadas, facilitando a definição de coberturas e de níveis de proteção adequados ao perfil da frota.

Como a FIPE classifica o L-1519 para 1989

A Tabela FIPE funciona como um conjunto de referências de mercado que ajudam a balizar a avaliação de veículos usados. Para o Mercedes-Benz L-1519, ano-modelo 1989, com a configuração de três eixos e diesel, a leitura envolve alguns pilares que costumam impactar o valor de referência utilizado por seguradoras e consultoras:

• Amostra de mercado: a FIPE utiliza uma base de veículos disponíveis no mercado, com dados de venda e de uso, que refletem as condições gerais de funcionamento e de conservação. A amostra é atualizada periodicamente para acompanhar variações no mercado de caminhões usados. Essa atualização mensal ou periódica ajuda a manter a referência relevante para transações e coberturas de seguro.

• Versões e configuração: as diferentes versões da linha L-1519 (com três eixos, cabines e acabamentos variados) podem apresentar pequenas variações de desempenho, peso e capacidade de carga. A FIPE leva em conta a configuração do modelo para atribuir uma faixa de referência compatível com o que está sendo avaliado.

• Estado de conservação, uso e quilometragem: apesar de ser apenas uma referência de mercado, a FIPE considera fatores que, na prática, aparecem na avaliação de seguros e de indenizações. Veículos bem conservados, com histórico de manutenção registrado, costumam se aproximar de faixas de valor mais estáveis dentro da referência, enquanto veículos com desgaste elevado podem divergir para faixas menores.

• Combustível e idade: no caso de caminhões com motor diesel antigos, a idade do veículo tem peso relevante na avaliação. A FIPE reconhece que caminhões mais velhos podem demandar maior atenção em termos de manutenção, peças de reposição e disponibilidade de assistência, o que pode modular a referência para o veículo específico.

A leitura resultante é uma referência de mercado que ajuda clientes e corretores a terem um parâmetro objetivo ao se discutir valor de indenização ou de cobertura. Importante: a FIPE não representa o preço de venda atual de nenhum veículo específico, mas sim uma faixa de referência com base em dados agregados do mercado. A aplicação prática para seguros é usar esse parâmetro como base para a composição de coberturas, franquias, limites de indenização e, principalmente, para alinhar o prêmio com o risco esperado de uma frota que incluiu esse modelo na operação.

A relação entre FIPE e seguros de caminhões

Para profissionais de corretagem de seguros, a relação entre FIPE e o seguro de caminhões envolve alguns desdobramentos práticos. A referência FIPE serve para sustentar decisões sobre a cobertura, o valor segurado e a indenização, bem como para orientar a cotação de prêmios ao longo do tempo. Abaixo, pontos centrais que explicam como essa relação costuma acontecer na prática (sem entrar em cálculos específicos):

• Base de cálculo do prêmio: o valor de referência da FIPE é utilizado como uma base para a definição do valor segurado. Quanto mais próximo esse valor estiver do real valor de mercado observado, mais adequado tende a ser o prêmio calculado pela seguradora.

• Indenização em sinistros: em caso de dano total ou roubo, a indenização costuma obedecer aos termos da apólice, com o valor de referência da FIPE servindo como parâmetro para o montante devido, dentro das condições contratuais. Viagens de frota com configurações específicas podem ter regras adicionais, por isso a leitura atenta do contrato é essencial.

• Estado de conservação e idade do veículo: veículos com manutenção adequada, histórico de reparos documentado e condições operacionais superiores costumam apresentar perfil de risco diferente daquele de veículos mal conservados. Esse fator, quando refletido na FIPE como referência, ajuda as seguradoras a calibrar prêmios e coberturas, incluindo franquias, limites de indenização e adicionais de proteção.

• Adequação de coberturas: a leitura da FIPE deve ser combinada com uma avaliação de risco operacional (trechos de estrada, áreas de atuação, intensidade de uso e tipos de carga). Caminhões que transitam por diferentes regiões podem apresentar perfis de uso distintos, exigindo ajustes na ap