Valor FIPE Atual
R$ 119.636,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516029-4
Ano: 2002-3
MêsPreço
Jan/26R$ 119.636,00
Dez/25R$ 119.864,00
Nov/25R$ 120.045,00
Out/25R$ 120.334,00
Set/25R$ 120.722,00
Ago/25R$ 120.977,00
Jul/25R$ 121.171,00
Jun/25R$ 121.293,00
Mai/25R$ 121.903,00
Abr/25R$ 122.516,00
Mar/25R$ 123.132,00
Fev/25R$ 123.206,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Volvo NH-12 420 6×4 2p diesel (2002)

Quando falamos em gestão de frotas e em seguros de veículos pesados, compreender como a Tabela FIPE se relaciona com modelos específicos é essencial. Neste texto, vamos explorar a Tabela FIPE aplicada ao Volvo NH-12 420 6×4 2p (diesel) de 2002, explicando o que essa categorização significa na prática para proprietários, gestores de frota, corretores de seguros e profissionais da área de manutenção. Também vamos apresentar a ficha técnica do veículo, discutir a importância da marca Volvo no universo dos caminhões, além de abordar como a FIPE influencia decisões de seguros, custos de operação e estratégias de proteção de ativos. O objetivo é oferecer um conteúdo educativo que ajude a tomar decisões mais informadas, sem perder o foco no tema central: a Tabela FIPE para esse modelo.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões

A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de preço de veículos usados no Brasil. Ela reúne valores médios de mercado com base em séries históricas, levando em consideração a idade, o kilometraje, a configuração do veículo e o estado de conservação. Para caminhões como o NH-12 420 6×4 2p, a FIPE serve de base para várias operações: avaliação de sinistros em seguros, cálculo de depreciação em políticas de reposição, periodização de avaliação de ativos na contabilidade da frota e, às vezes, referência inicial para negociações de compra e venda entre empresas. Importante: a FIPE não determina o preço de venda, nem o custo de reposição de forma absoluta; ela oferece um indicador de mercado que precisa ser calibrado com base em fatores específicos da unidade, da região e da configuração do veículo.

Tabela FIPE VOLVO NH-12 420 6×4 2p (diesel) 2002

Para quem administra uma frota ou trabalha com corretagem de seguros, compreender a lógica da FIPE ajuda a entender por que diferentes seguradoras podem oferecer coberturas com faixas de valor distintas, mesmo para o mesmo modelo. Além disso, a FIPE leva em conta variações de ano-modelo, tipo de carroceria, cabine, motorização e estado de conservação, o que é especialmente relevante quando se trata de caminhões pesados de uso intenso, como o NH-12 420. Em termos práticos, a referência FIPE funciona como um norte para estimar o valor de mercado de um veículo usado, facilitando redefinições de cobertura, franquias e limites de indenização junto às seguradoras. Não é um único número estático, mas um ponto de referência que precisa ser interpretado dentro do contexto da frota e do contrato de seguro.

Ficha técnica do Volvo NH-12 420 6×4 2p diesel (2002)

Abaixo está a ficha técnica consolidada para o Volvo NH-12 420 6×4 2p, com foco em dados relevantes para compreensão de desempenho, manutenção e uso em operações logísticas. Vale lembrar que, em modelos da linha NH, as especificações podem variar conforme a configuração de fábrica, país de exportação, cabine escolhida e atualizações técnicas ao longo dos anos. A seguir, apresentamos informações comuns associadas a esse conjunto de características.

  • Motor: Diesel, 12,0 litros, 6 cilindros em linha, turbo com intercooler, alimentação eletrônica; configuração voltada para torque a baixa rotação.
  • Potência: 420 cv (aprox., em regime típico de operação), com faixa de torque elevada para situações de transporte pesado e subida de morros ou rampas.
  • Transmissão: Manual, 12 velocidades com reduzida, projetada para controle de força em terrenos desafiadores, com opção de relação de marchas adequada a diferentes perfis de carga.
  • Cabine e peso: Cabine de duas portas (2p), configuração 6×4 com carroceria de tração nas rodas traseiras; peso bruto total (PBT) aproximado em faixa de centenas de milhares de quilos, compatível com operações de transporte de carga pesada. Observação: o PBT e a capacidade de carga variam conforme a configuração de chassis, cabine, e itens opcionais instalados pela fabricante ou pela frota.

Essa ficha técnica oferece um panorama útil para avaliação de desempenho, necessidades de manutenção e adequação de rotas de operação. Além disso, informações como o tipo de motor, potência e transmissão ajudam a estimar consumos, custos de reposição de peças e exigências de manutenção preventiva. Em veículos de grande porte, mudanças mínimas na configuração podem ter impactos consideráveis no custo total de propriedade, na disponibilidade da máquina e na segurança operacional.

Volvo: legado, inovação e confiabilidade no segmento de caminhões

A Volvo é uma marca com longa tradição no segmento de caminhões, reconhecida mundialmente pela robustez, segurança e inovação. A história da Volvo Trucks, empresa que integra o conglomerado Volvo Group, é marcada por avanços que influenciaram não apenas o desempenho da linha, mas também padrões de segurança, conforto do motorista e eficiência operacional. A marca tem investido em sistemas de assistência ao motorista, soluções de conectividade para a gestão de frotas e melhorias na ergonomia da cabine, fatores que impactam diretamente a produtividade e a taxa de sinistros.

Entre os pontos fortes associados aos caminhões Volvo, destacam-se a confiabilidade de redes de serviço e peças, a disponibilidade de treinamento de motoristas e a preocupação com a redução de consumo de combustível, sem comprometer o desempenho. Em operações de longo curso ou em rotas com trechos desafiadores, a estrutura de suporte da Volvo facilita a manutenção preventiva e a disponibilidade da frota, o que é crucial para empresas que dependem de prazos de entrega e de confiabilidade logística. Além disso, a marca costuma oferecer opções de configuração de cabine, de suspensão e de sistemas de freios que atendem a diferentes perfis de operação, desde transporte regional até atividades de distribuição regional com demandas de manobra em vias urbanas e portos.

Para clientes e corretores de seguros, essa reputação de fabricante não se traduz apenas em performance, mas também em tranquilidade operacional. Caminhões com histórico de manutenção regular, peças originais e uma rede de assistência bem estabelecida tendem a apresentar menor probabilidade de falhas graves e, consequentemente, menor risco de sinistro. A escolha pela Volvo, portanto, pode impactar positivamente não apenas a confiabilidade da frota, mas também os critérios de avaliação de risco e, por consequência, as condições de seguro ao longo do tempo.

Como a FIPE influencia decisões de seguro, operação e custo de frota

Quando o assunto é seguro de caminhões pesados, a Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado que orienta diversas decisões. A utilidade prática da FIPE no âmbito de seguros envolve a definição de valores de cobertura, limites de indenização e, em alguns casos, parâmetros de reposição de ativos. Por meio do valor de referência, as seguradoras conseguem calibrar o risco associado à frota, estimando quanto seria necessário para a reposição ou substituição do veículo em caso de sinistro total ou de perda parcial. Vale destacar que a FIPE não é o único fator; condições do veículo, idade, estado de conservação, histórico de manutenção e uso operacional também influenciam o cálculo do prêmio e das coberturas contratadas.

Para gestores de frota, entender a relação entre FIPE e seguro pode facilitar negociações com corretoras e operadoras de seguro, ajudando a buscar opções que equilibrem custo, cobertura e velocidade de indenização. A FIPE também colabora na avaliação de depreciação contábil do ativo, assistindo na determinação de estratégias de reposição de veículos e na gestão de ciclos de renovação de frota. Em termos práticos, quando a Tabela FIPE aponta para um patamar de valor de mercado, o gestor pode planejar com mais clareza se vale a pena manter o caminhão por mais tempo, realizar upgrades ou investir na aquisição de unidades mais modernas para manter a competitividade da operação.

Manutenção, operação segura e riscos comuns em NH-12 420 6×4

Operar um Volvo NH-12 420 6×4 2p exige atenção especial a manutenção preventiva, especialmente em veículos com tração 6×4, de alto torque e com conjuntos de eixo traseiro mais complexo. Abaixo estão aspectos-chave para orientar a gestão de manutenção e reduzir o risco de sinistros, sem entrar em detalhes operacionais sensíveis:

Primeiro, manter o motor em condições ideais é essencial para a confiabilidade. Um motor diesel de alto desempenho requer monitoramento de vazões, pressão de lubrificação e sistemas de ar/óleo com manutenção regular. A turbocompressão, comum nesses motores de alta potência, precisa de inspeção para evitar limitações de desempenho ou falhas que possam comprometer a capacidade de resposta do veículo em trechos desafiadores. Em segundo plano, o sistema de transmissão e a relação de marchas precisam ser verificados periodicamente para assegurar trocas suaves e evitar desgaste prematuro. Terceiro, o sistema de freios, especialmente em caminhões com várias rodas motrizes e alto peso, demanda inspeções frequentes da linha de freio, discos, pastilhas e cilindros de roda, bem como a verificação de componentes de segurança como o ABS e o controle de estabilidade, quando disponível. Por fim, a suspensão e o estado dos pneus influenciam diretamente a estabilidade de marcha, consumo de combustível e segurança de manobra em estradas com subidas, curvas ou vias urbanas com irregularidades.

Além da manutenção técnica, a experiência do motorista também desempenha papel central na prevenção de acidentes. Condutores treinados em técnicas de condução segura para veículos de grande porte, habituados a planejar paradas, entender a capacidade de carga e adaptar a condução às condições de tempo e estrada, tendem a reduzir a ocorrência de sinistros. Em termos de gestão, práticas como a implementação de rastreamento e telemetria, o monitoramento de hábitos de condução, a organização de rotas otimizadas e a escolha de pneus adequados ao clima podem reduzir custos de operação e o risco de perdas. Em resumo, a combinação de manutenção proativa, formação de motoristas e uso de tecnologias de gestão de frotas contribui para uma operação mais estável e menos suscetível a interrupções.

Considerando a FIPE na prática de seguros e na gestão de frotas

Para quem atua no seguro de caminhões, a aplicação prática da FIPE envolve alinhar o valor de referência com as necessidades de cobertura. Em contratos de seguro, a escolha entre valor de mercado, valor de reposição ou valor agregado (com base em condições especificadas) influencia a indenização em caso de sinistro. A FIPE ajuda a encerrar a etapa de avaliação inicial, mas a decisão final sobre qual tipo de cobertura adotar depende de fatores como a idade do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem acumulada, o tipo de rota percorrida e as exigências operacionais da frota.

É comum que corretores e gestores de frota considerem, ainda, a relação entre FIPE e a depreciação contábil para planejamento financeiro de longo prazo. Um plano de renovação de frota pode ser melhor estruturado quando se tem uma visão clara de como o valor de mercado evolui ao longo do tempo, permitindo estimativas mais realistas de substituição de ativos sem comprometer a rentabilidade da operação. Por fim, vale destacar que, para caminhões com configurações específicas como o NH-12 420 6×4 2p, fatores regionais, condições de uso (carga, frequência de viagens, tipos de carga) e a disponibilidade de peças de reposição podem intensificar a variação de valor de mercado em diferentes regiões, o que reforça a importância de uma avaliação integrada com a FIPE aliada a dados da frota e do veículo.

Para quem busca proteção adequada e condições competitivas, realize uma cotação com a GT Seguros e avalie as opções de cobertura com base na Tabela FIPE e na realidade da sua frota.

Conclusão: alinhando FIPE, Volvo NH-12 420 6×4 2p e proteção de frota

A Tabela FIPE funciona como uma bússola para a gestão de ativos na indústria de transporte. Para o Volvo NH-12 420 6×4 2p diesel de 2002, a FIPE oferece um referência de mercado que facilita a tomada de decisões sobre reposição, seguros e planejamento financeiro. A marca Volvo, com seu histórico de inovação, segurança e confiabilidade, reforça a qualidade da frota e a viabilidade de manter operações estáveis, mesmo em condições desafiadoras. Ao considerar a manutenção adequada, a capacitação dos motoristas e o uso de soluções de gestão de frota, é possível diminuir a probabilidade de incidentes e otimizar os custos totais de propriedade. E, ao alinhar tudo isso com uma cobertura de seguros adequada, você assegura que a proteção do veículo acompanhe a evolução da operação ao longo do tempo, sem surpresas no orçamento.