Valor FIPE Atual
R$ 10.943,00
↑ 0,1% vs mês anterior
FIPE: 004188-2
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.943,00
Dez/25R$ 10.928,00
Nov/25R$ 11.152,00
Out/25R$ 11.179,00
Set/25R$ 11.408,00
Ago/25R$ 11.433,00
Jul/25R$ 11.452,00
Jun/25R$ 11.686,00
Mai/25R$ 11.710,00
Abr/25R$ 11.721,00
Mar/25R$ 11.739,00
Fev/25R$ 11.747,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Chevrolet Trafic Furgão 2.2 1996

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo furgões e utilitários leves como o Chevrolet Trafic Furgão 2.2 de 1996. Em um cenário de seguros, esse índice atua como base para entender o valor de reposição ou de mercado do veículo, influenciando desde a definição da cobertura até o custo da apólice. No entanto, vale lembrar: este artigo não apresenta preços. Os dados de valor entram automaticamente no topo do post para facilitar a visualização pelo leitor e pela equipe de seguradoras. O objetivo aqui é oferecer uma visão educativa sobre como ler a FIPE nesse modelo específico, compreender a ficha técnica e discutir fatores que impactam a segurabilidade do veículo no dia a dia.

Antes de mergulhar na prática, é importante entender que o Trafic Furgão 2.2 de 1996 pertence a uma linha de utilitários leves da General Motors (GM) voltada a pequenos negócios que precisam de espaço para carga, confiabilidade mecânica e custos operacionais controlados. A FIPE, nesse contexto, ajuda a traduzir o valor de um veículo que já circula há décadas, com desgaste natural, substituição de peças e uma rede de assistência específica para modelos mais antigos. Assim, quando a seguradora avalia o prêmio, ela considera o valor de referência apurado pela FIPE, bem como a condição de conservação, a disponibilidade de peças e o histórico de sinistros do veículo. Compreender esse conjunto de fatores facilita entender por que modelos como o Trafic 1996 podem ter perfis de risco diferentes em comparação a furgões mais modernos ou a concorrentes diretos.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Trafic Furgao Carga 2.2 1996

Ficha técnica do Chevrolet Trafic Furgão 2.2 (1996)

Marca: General Motors (Chevrolet) – Brasil

Modelo: Trafic Furgão Carga 2.2

Ano de fabricação/versão: 1996 (foco na linha de furgões de carga)

Carroceria: Furgão de carga, configuração voltada para uso comercial diário

Motor: 2.2 litros, 4 cilindros

Potência: aproximadamente 110–120 cv

Torque: aproximadamente 18 kgf.m

Transmissão: Manual, 5 velocidades

Tração: Dianteira

Cilindrada: cerca de 2.198 cm³

Sistema de alimentação: Injeção eletrônica

Diâmetro de giro: adequado para operação urbana e entrega de pequenas cargas

Capacidade de carga útil: aproximadamente 1.000–1.400 kg (varia conforme configuração e acessórios)

Tanque de combustível: em torno de 60 litros

Peso em ordem de marcha (aprox.): 1.300–1.500 kg

Comprimento (aprox.): 4,4–4,6 m

Altura (aprox.): 1,9–2,1 m

Largura (aprox.): 1,8–1,9 m

Observação sobre a ficha técnica: os números acima referem-se a especificações gerais associadas ao tipo de configuração de furgão 2.2 da linha Trafic da época. Em modelos usados, pequenas variações podem ocorrer entre unidades devido a alterações de serialização, opcionais de fábrica, ajustes de fábrica ao longo do tempo e substituições de componentes. Para uso em seguros, a referência FIPE e a condição específica do veículo (quilometragem, histórico de danos, manutenção) continuam a ser os elementos determinantes na avaliação de risco e de prêmio.

Visão geral da marca GM e o segmento de utilitários leves no Brasil

A General Motors, umas das maiores montadoras globais, manteve no Brasil uma presença sólida no segmento de utilitários leves ao longo das últimas décadas. Modelos como o Trafic, juntamente com outras opções de furgões, nasceram da necessidade de atender a um mercado que exige versatilidade: transportar carga de forma confiável, com baixo custo de manutenção e boa disponibilidade de serviço de assistência técnica. A GM Brasil, ao longo do tempo, estabeleceu uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas que contribuíram para a cultura de manutenção preventiva, peças sobressalentes e acessibilidade de peças de reposição, mesmo para modelos de idade avançada. Essa rede é um componente relevante para a seguradora, pois aumenta a probabilidade de reparos eficientes e reduz o tempo de ausência do veículo em atividades comerciais, fatores que contam na hora de definir o prêmio e as coberturas adequadas.

Além disso, a Trafic como linha de furgões ocupou espaço importante na carteira de clientes de pequenas e médias empresas que atuam com entregas, logística regional ou serviços móveis. Mesmo com o passar dos anos, veículos desse porte costumam manter uma demanda estável por peças e serviços, o que influencia a disponibilidade de mão de obra especializada e o custo de manutenção. Esses elementos, ao serem avaliados na FIPE e na apólice, ajudam a construir um retrato realista do risco financeiro para a seguradora e, por consequência, para o contratante do seguro.

Por que a FIPE importa para seguros de veículos comerciais usados

A Tabela FIPE funciona como uma referência padronizada de avaliação de valores de mercado e de reposição. Em seguros de veículos comerciais, ela serve de base para diversos componentes da apólice, incluindo o valor segurado, o conceito de soma assegurada, a avaliação de sinistros e o ajuste de prêmios conforme o estágio de vida do veículo. Para um Chevrolet Trafic Furgão 2.2 de 1996, essa referência ganha ainda mais relevância por três razões principais:

  • Valorização/depredação ao longo do tempo: veículos com mais de duas décadas têm dessazonalizações de valor mais ácidas, e a FIPE ajuda a calibrar esse decréscimo de valor conforme o desgaste natural e a disponibilidade de peças.
  • Risco de disponibilidade de peças: ao tratar de um modelo antigo, o custo e a disponibilidade de peças podem impactar o custo de reparo em caso de sinistro, o que pesa na decisão de cobertura e na eventual escolha de franquias mais adequadas.
  • Histórico de uso e desgaste: furgões usados para transporte de carga sofrem desgaste relacionado ao peso, à kilometragem e à natureza das entregas, o que eleva a avaliação de risco do veículo frente a roubo, colisão e danos.

Nesse contexto, a FIPE não dita a limitação de um seguro, mas oferece um referencial técnico para que a seguradora alinhe expectativa, apólice contratada e resiliência financeira diante de sinistros. O motorista/proprietário, por sua vez, pode usar esse conhecimento para planejar melhor o orçamento mensal de seguros, entender as coberturas necessárias e, no momento da contratação, justificar escolhas com base em dados objetivos.

Aspectos práticos para seguro do Trafic Furgão 2.2 1996

Ao lidar com uma frota de veículos antigos ou com um único Trafic 1996, algumas linhas de ação costumam trazer mais segurança e previsibilidade. Abaixo, seguem alguns pontos úteis para orientar a leitura da FIPE e a escolha de coberturas em seguros de veículos comerciais:

  • Avalie o valor segurado com base na FIPE e na condição prática do veículo: se a unidade está bem conservada, com manutenção em dia e com histórico de pequenos reparos, o valor segurado pode manter o equilíbrio entre custo do prêmio e proteção efetiva.
  • Considere coberturas adicionais relevantes para frotas: colisão, incêndio e roubo, responsabilidade Civil Facultativa (RCF) para danos a terceiros, e guincho/emergência 24h podem aumentar a proteção econômica diante de imprevistos durante entregas.
  • Verifique a disponibilidade de peças e rede de assistência: para veículos mais antigos, peças originais ou compatíveis podem exigir atenção especial para evitar atrasos na recuperação em caso de sinistro.
  • Atualize informações estratégicas com a seguradora: itens como quilometragem média mensal, áreas de operação (urbano, rodoviário) e tipo de carga ajudam a calibrar o perfil de risco e, por consequência, o custo anual do seguro.

Esses elementos, combinados à leitura prática da FIPE e à ficha técnica, ajudam o corretor de seguros a oferecer uma sugestão de coberturas alinhada ao uso real do Trafic Furgão 2.2 1996. O objetivo é equilibrar proteção, custo e tranquilidade para quem depende do veículo para manter o negócio ativo e confiável aos olhos de clientes e parceiros.

Notas de comportamento de seguro e dicas para o dia a dia

Para quem trabalha com veículos como o Trafic 1996, algumas boas práticas podem facilitar a gestão de seguros ao longo dos anos. Aqui vão dicas úteis para quem administra uma frota de utilitários leves ou apenas utiliza um único veículo para atividades comerciais:

  • Manter o histórico de manutenção em dia reduz o risco de falhas mecânicas inesperadas, o que é valorizado pela seguradora ao calcular o prêmio.
  • Documentar bem as cargas transportadas, rotas comuns e horários de operação pode ajudar na avaliação de risco para sinistros em entregas.
  • Esteja atento à atualização de dados na apólice, especialmente se a frota aumentar, se o uso se expandir para novas regiões ou se houver mudanças no tipo de carga.
  • Considere opções de franquia que equilibram custo do prêmio e capacidade de reposição em caso de danos, mantendo a viabilidade financeira do negócio.

Em termos de planejamento, a combinação entre a leitura da FIPE, a ficha técnica e a compreensão do perfil de uso do Trafic 2.2 facilita a tomada de decisão sobre a proteção ideal para o veículo, mantendo o negócio protegido sem onerar excessivamente o orçamento da empresa.

Se você está buscando entender melhor como esses elementos impactam a sua apólice e quer ver opções alinhadas com o seu caso específico, vale conversar com um corretor de seguros com experiência em veículos comerciais e histórico de avaliações baseadas na FIPE. A análise personalizada costuma trazer clareza sobre as coberturas ideais, limites e opções de salvaguarda para o Trafic 1996 na prática cotidiana de trabalho.

Para esclarecer como isso pode impactar sua apólice, peça uma cotação com a GT Seguros.