Valor FIPE Atual
R$ 17.550,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 029015-7
Ano: 1998-1
MêsPreço
Jan/26R$ 17.550,00
Dez/25R$ 17.585,00
Nov/25R$ 17.612,00
Out/25R$ 17.656,00
Set/25R$ 17.714,00
Ago/25R$ 17.753,00
Jul/25R$ 17.782,00
Jun/25R$ 17.801,00
Mai/25R$ 17.838,00
Abr/25R$ 17.855,00
Mar/25R$ 17.883,00
Fev/25R$ 17.801,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Volvo S70 T-5 2.3 de 1998 e suas implicações no seguro

Quando pensamos em seguro automotivo, a Tabela FIPE surge como uma referência amplamente utilizada pelas seguradoras para orientar o valor de referência do veículo. No caso específico do Volvo S70 T-5 2.3, ano 1998, esse sedã desempenho-esporte da marca sueca carrega componentes que impactam diretamente a forma como o seguro é estruturado: desde o custo de reposição de peças originais até as exigências de manutenção, histórico de uso e eventual atrelamento a equipamentos de segurança. O objetivo deste artigo é apresentar, de maneira educativa, como funciona a Tabela FIPE, por que ela é relevante para o cálculo de cobertura e prêmio, e quais aspectos do Volvo S70 T-5 2.3 de 1998 devem ser considerados ao planejar a proteção veicular com uma corretora de seguros.

Contexto da Tabela FIPE e sua relevância para o seguro automotivo

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, constitui uma referência mensal para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Seu propósito é oferecer uma base padronizada para transações entre particulares, compra e venda, e, principalmente, para o setor de seguros. O valor referenciado pela FIPE serve como um norte para as seguradoras estimarem o montante que seria utilizado em casos de indenização integral, soma segurada ou reposição de peças. Contudo, é essencial entender que a FIPE não representa, por si só, o preço de venda atual do veículo, nem reflete as eventuais oscilações de mercado específicas de determinadas regiões, nem as particularidades de conservação de cada unidade. Em veículos com idade avançada, como o Volvo S70 T-5 2.3 de 1998, a FIPE pode apresentar variações mais perceptíveis, influenciadas pela raridade de peças originais, disponibilidade de serviços especializados e demanda do mercado de classic cars. Por esse motivo, as seguradoras utilizam a FIPE como uma referência, mas complementam com avaliações técnicas, histórico do veículo e condições específicas para definir o valor segurado e o prêmio.

Tabela FIPE Volvo S70 T-5 2.3 1998

Para o proprietário de Volvo, entender esse mecanismo é fundamental. Em um veículo com mais de duas décadas de circulação, diferenças entre unidades semelhantes podem estar associadas a alterações em componentes como motor, sistema de arrefecimento, suspensão e itens de segurança. Quando a seguradora compara o seu S70 T-5 2.3 com outros da mesma linha, a FIPE funciona como um ponto de partida estável, ao passo que a avaliação de risco leva em conta o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de revisões e a qualidade das peças originais instaladas. Em resumo, a FIPE oferece uma referência confiável para o cálculo de coberturas, mas a avaliação final envolve uma leitura cuidadosa do veículo no momento da contratação.

É comum que, ao se criar um orçamento de seguro, o corretor utilize a FIPE como âncora para o valor do bem. Contudo, o valor do veículo para o seguro não é estático: ele pode ser ajustado conforme a finalidade da cobertura (indenização integral, reposição ou também a chamada “valor de mercado” para franchises específicas), o estado de conservação do automóvel, acessórios adicionais, e até mesmo o local onde o veículo é guardado. Por isso, a compreensão da Tabela FIPE, aliada ao conhecimento da ficha técnica e do histórico do S70 T-5 2.3 de 1998, facilita a tomada de decisão para a proteção veicular adequada e evita surpresas no momento de uma eventual indenização ou necessidade de reposição.

Ficha técnica do Volvo S70 T-5 2.3 1998

  • Motor: 2.3 L turbo de 5 cilindros
  • Potência: aproximadamente 230–250 cv
  • Transmissão: manual de 5 marchas ou automática de 4 velocidades; tração dianteira
  • Configuração: sedan de quatro portas, foco em desempenho com conforto e segurança

O Volvo S70 T-5 2.3 de 1998 foi concebido para combinar o dinamismo de um sedã esportivo com a reputação de segurança associada à marca. O motor de 2,3 litros, com turbocompressor, entrega uma resposta vigorosa em faixa intermediária de rotações, o que se traduz em aceleração consistente para ultrapassagens e manobras rodoviárias. A disponibilidade de uma transmissão manual de cinco marchas ou de uma automática de quatro velocidades oferece opções para diferentes estilos de condução e de manutenção, refletindo a versatilidade típica de veículos europeus daquela geração. A configuração de tração dianteira, associada a uma suspensão calibrada para equilíbrio entre estabilidade e conforto, faz do S70 T-5 uma opção apreciada por quem valoriza desempenho sem abrir mão da segurança.

Além da motorização, o conjunto tecnológico e de segurança da Volvo nessa era incluiu estruturas de deformação programada, assistência à frenagem e sistemas que, mesmo simples pela época, já respondiam à demanda por proteção de ocupantes. Em termos de manutenção, a idade do veículo enfatiza a importância de peças originais, de inspeções periódicas e de um histórico de revisões preservando a integridade mecânica e elétrica. Esses fatores, associados à condição física do carro, desempenham papéis decisivos na hora de a seguradora estabelecer o valor segurado e, por consequência, o prêmio de seguro.

Para quem avalia a aquisição ou a proteção de um Volvo S70 T-5 2.3 de 1998, é útil entender que a ficha técnica não apenas descreve capacidades de desempenho, mas também sinaliza potenciais custos de reposição e de manutenção. Peças originais e serviços especializados, quando disponíveis, tendem a influenciar positivamente o valor de reposição e, por extensão, o apetite da seguradora pela manutenção de coberturas robustas. Assim, a ficha técnica funciona como uma linguagem comum entre o proprietário, o avaliador técnico e a seguradora, assegurando que aspectos cruciais do veículo estejam claramente descritos e considerados no orçamento.

A marca Volvo: tradição em segurança, engenharia e design escandinavo

A Volvo Cars traz, desde seus primórdios, uma forma de encarar a engenharia centrada na proteção de ocupantes, na integridade estrutural e na durabilidade de seus veículos. O S70, como integrante da linha, herda essa filosofia que se consolidou ao longo de décadas, fazendo da marca sinônimo de confiabilidade e de inovação em segurança. Um dos pilares da reputação da Volvo é a história de avanços de segurança que começaram com dispositivos simples, como cintos de segurança, e evoluíram para sistemas mais sofisticados de carroceria de alta rigidez e zonas de deformação controladas. Mesmo em modelos de curta e média idade, a presença de elementos de proteção e o planejamento de espaço para os ocupantes refletem uma abordagem de design que privilegia a integridade física de quem viaja. Essa herança influencia, também, como as seguradoras percebem o valor e o risco de um Volvo ao longo do tempo, contribuindo para práticas de seleção de coberturas que reconhecem a qualidade de engenharia associada à marca.

O design escandinavo, presente na estética e no acabamento, também se traduz em uma experiência de condução que busca equilíbrio entre elegância, funcionalidade e robustez. Materiais de acabamento de qualidade, linhas simples e bem proporcionadas, bem como soluções ergonômicas, ajudam a explicar por que o Volvo S70 T-5 2.3 de 1998 é visto não apenas como um veículo de desempenho, mas como uma peça de engenharia que resiste ao tempo. Em termos de seguro, esse posicionamento da marca pode impactar a percepção de valoração de reposição, especialmente quando o veículo é preservado em condições originais, com manutenções documentadas e histórico de serviços em concessionárias ou oficinas autorizadas. A soma desses fatores reforça a ideia de que o Volvo, ao longo de sua trajetória, consolidou uma identidade de segurança que continua atraindo entusiastas e, para a indústria de seguros, oferece referências estáveis para avaliação de risco.

Integração da FIPE na avaliação de risco e cobertura

Na prática, a Tabela FIPE funciona como ponto de referência para o tamanho do valor segurado do veículo. Seguradoras com foco na precificação utilizam esse indicador para calibrar o prêmio, bem como para determinar as coberturas que melhor refletem o risco assume pela seguradora. Em um Volvo S70 T-5 2.3 de 1998, a idade do carro implica em uma maior probabilidade de desgaste de componentes-chave, necessidade de peças de reposição específicas e maior probabilidade de eventos que exigem reparos, o que pode aumentar as necessidades de proteção. Por outro lado, um histórico de manutenção bem documentado, um estado geral conservado e a presença de itens originais podem contribuir para a sinalização de menor risco relativo em certos cenários de seguro. A FIPE, nesse contexto, age como uma referência estável, mas não substitui a avaliação detalhada efetuada pelo corretor sobre o estado atual do veículo, pneus, freios, suspensão, sistema elétrico e interior. O resultado é uma apuração de risco que combina a referência de FIPE com uma leitura prática do estado do S70 T-5 2.3 de 1998 no momento da contratação.

É importante notar que o valor FIPE também pode influenciar a definição de franquias, limites de indenização e, em alguns casos, a escolha entre coberturas adicionais. Veículos com apetrechos originais e com histórico de conservação impecável costumam exigir menos ajustes no prêmio, especialmente quando o veículo é mantido com cuidado, guarda adequado e sem histórico de sinistros. Contudo, fatores como a quilometragem, o uso diário versus uso ocasional, a localidade onde o veículo fica guardado e a disponibilidade de peças de reposição influenciam essas decisões. Em suma, a interação entre a FIPE e o universo de fatores que compõem o risco de seguro é complexa, mas pode ser gerida com transparência, documentação adequada e a orientação de um profissional experiente na corretagem de seguros.

Considerações para leitores que desejam manter o valor e reduzir o prêmio

Para quem dirige um Volvo S70 T-5 2.3 de 1998, certos cuidados podem manter o veículo em condições que favoreçam uma leitura de risco mais favorável para a seguradora. A manutenção regular, com registro de revisões, substituição de peças por originais ou equivalentes de alta qualidade, e a preservação de componentes de segurança ajudam a manter o risco sob controle. Manter o histórico de sinistros limpo, evitar modificações não originais que possam impactar o comportamento do carro em colisões, e guardar o veículo em local seguro, com proteção contra intemperies, são práticas simples que produzem impactos positivos na incidência de sinistros reportados pela empresa de seguros. Além disso, possuir um laudo técnico recente que ateste a conservação do veículo, bem como a originalidade de peças críticas, pode facilitar a obtenção de coberturas mais completas com condições mais favoráveis. Em suma, a combinação de uma boa manutenção, documentação organizada e uma trajetória de uso responsável contribui para que o valor referencial da FIPE, aliado à sua leitura qualificada, gere prêmios mais compatíveis com o perfil do veículo.

Para proprietários que desejam uma avaliação atualizada, segura e personalizada, vale a pena buscar a orientação de uma consultoria especializada. A cima de tudo, manter a documentação ao alcance, com notas fiscais de peças, comprovantes de serviços e o histórico de titularidade, facilita a compreensão pela seguradora e pode reduzir o tempo de fechamento da cotação.

Ao considerar a proteção para o Volvo S70 T-5 2.3 de 1998, lembre-se de que a Tabela FIPE é uma referência, não uma regra única. A análise equilibrada entre FIPE, estado de conservação, modernizações (quando pertinentes), e necessidades reais de cobertura é o caminho mais inteligente para