| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 33.533,00 |
| Dez/25 | R$ 33.201,00 |
| Nov/25 | R$ 33.777,00 |
| Out/25 | R$ 33.443,00 |
| Set/25 | R$ 32.788,00 |
| Ago/25 | R$ 32.464,00 |
| Jul/25 | R$ 32.143,00 |
| Jun/25 | R$ 31.825,00 |
| Mai/25 | R$ 31.510,00 |
| Abr/25 | R$ 30.893,00 |
| Mar/25 | R$ 30.588,00 |
| Fev/25 | R$ 30.286,00 |
Uno Turbo 1.4 i.e. 2p (1996): visão técnica, história da Fiat e o papel da Tabela FIPE na avaliação de seguro
Quando se fala em Tabela FIPE, automaticamente muitos associam o valor de mercado de um veículo aos ajustes que ocorrem nos seguros, especialmente ao considerar um modelo clássico ou de performance como o Fiat Uno Turbo 1.4 i.e. 2 portas, ano 1996. Este carro, conhecido pela combinação de compactação com personalidade turbo, ocupa posição curiosa entre o conceito de automóvel popular e o desejo de desempenho acessível. Neste artigo, vamos explorar a ficha técnica resumida deste exemplar, a importância histórica da marca Fiat para o cenário brasileiro, como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguro para esse tipo de veículo e quais fatores costumam influenciar as apólices quando o tema é um Uno Turbo de fim dos anos 1990. Tudo isso com foco educativo, para que você entenda melhor as variáveis que entram na hora de planejar a proteção veicular.
Ficha Técnica (versão 1996, 2 portas)
- Motorização: 1.4 turbo com injeção eletrônica, 4 cilindros em linha
- Potência e torque: aproximadamente 100–110 cv; torque em torno de 13–14 kgfm
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas; tração dianteira
- Dimensões e capacidades: comprimento próximo a 3,7 metros; peso em ordem de marcha na faixa de 860–900 kg; tanque de combustível em torno de 40–45 litros
Observação sobre a ficha técnica: as especificações podem variar conforme o mercado (Brasil, Europa, etc.) e a condição do veículo, além de alterações de conferência ao longo dos anos-modelo. Valores citados acima refletem a configuração típica de um Uno Turbo 1.4 i.e. 2p em 1996, considerando a terminologia “i.e.” como indicativa da injeção eletrônica com turbocompressor, uma das características que conferiu ao modelo uma proposta de uso diário com apelo de desempenho sem abrir mão da praticidade do hatch compacto.

A marca Fiat: tradição, inovação e o Uno como símbolo de acessibilidade
A Fiat é uma das fabricantes mais antigas e importantes do cenário automotivo brasileiro. A história da marca no Brasil é marcada pela expansão de linhas que colocaram o veículo popular no centro do cotidiano de muitas famílias, especialmente a partir dos anos 1970 e 1980. Nesse período, a Fiat consolidou uma identidade de engenharia voltada à eficiência, à facilidade de manutenção e, muitas vezes, à disponibilidade de peças, elementos decisivos para a aceitação de modelos de uso diário. A trajetória de produção local ajudou a construir a percepção de que a mecânica necessária para manter um automóvel rodando não precisava ser inacessível, o que é particularmente relevante para veículos com vocação prática como o Uno.
Entre os capítulos mais marcantes dessa história, o Uno despontou como um veículo de grande penetração no mercado brasileiro. Versões de 2 portas, de três portas e, em algumas gerações, até variantes com foco esportivo, mostraram que a Fiat não se limitava a oferecer apenas transporte; oferecia também identidade e, para muitos clientes, uma porta de entrada para a posse de um automóvel com personalidade. O Uno Turbo, em especial, representou uma linha que unia a destreza de um pequeno carro com uma dose extra de vigor na entrega de potência, tornando o modelo um objeto de desejo para entusiastas que buscavam algo além do comum, sem abrir mão da praticidade de um hatch compacto.
É importante reconhecer que, ao longo das décadas, a Fiat evoluiu sua linha com diferenciação de versões, materiais e soluções de acabamento. No Brasil, essa evolução teve impacto direto na percepção de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e custos de manutenção. Tudo isso alimenta a relação entre o titular do seguro e a seguradora: quanto mais próximo do original for o veículo, com documentação regular e histórico de manutenção, mais previsível tende a ser o quadro de riscos e, consequentemente, o prêmio de seguro.
Tabela FIPE e seguro: como a referência de preços guia a avaliação de seguro
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para estimativas de valor de veículos usados. No contexto de seguros, o valor FIPE serve como base para cálculos de composição de risco, recompra em caso de perda total e comparação entre propostas de apólice. Quando se fala do Fiat Uno Turbo 1.4 i.e. 2p de 1996, a seguradora utiliza o valor FIPE como referência para entender qual seria o custo de reposição ou o valor de indenização em caso de sinistro, seja por colisão, roubo ou avaria. Contudo, é essencial entender que o preço FIPE é apenas um referencial de mercado, que não substitui a avaliação sob medida realizada pela seguradora com base no estado do veículo, histórico de manutenção, uso e localização.
Alguns aspectos importantes sobre como a FIPE impacta a apólice de seguro incluem:
– Consideração do estado de conservação: veículos bem conservados e com histórico de manutenção em dia costumam ter valores de reposição mais próximos do FIPE ou até acima dele, dependendo de particularidades do mercado regional e da disponibilidade de peças originais. Em veículos mais antigos como o Uno Turbo, a disponibilidade de peças pode influenciar fortemente a percepção de risco da seguradora, e, por consequência, o prêmio.
– Originalidade e modificações: alterações mecânicas, turbinagem não original, melhorias de desempenho ou melhorias estéticas podem impactar o valor de reposição e o perfil de risco. Em alguns casos, modificações que afetam a capacidade de frenagem, estabilidade ou confiabilidade podem exigir coberturas adicionais ou ajustes de prêmio. Do ponto de vista da FIPE, o veículo modificado pode ter variações de valor que não representam o preço de mercado padrão, exigindo documentação detalhada para avaliação correta.
– Localização geográfica: cidades com maior índice de roubo de veículos ou com custos de reparo mais altos podem refletir no prêmio de seguro, mesmo quando o valor FIPE sugerido for estável. A sinistralidade local é um fator que as seguradoras acompanham de perto para ajustar tarifas de maneira responsável.
– Perfil do proprietário e uso: o histórico de condução, frequência de uso do carro, participação em eventos de performance ou uso como veículo principal versus secundário também influencia a avaliação de risco. Com o Uno Turbo, o uso esportivo ou o público-alvo que valoriza o desempenho pode demandar coberturas com proteção adicional para o motor, turbo, sistema de transmissão e componentes de alto risco.
Para o consumidor, entender esse ecossistema ajuda a tomar decisões mais conscientes. A FIPE não é o único peso na balança de seguros; ela funciona como uma âncora de referência, com ajustes necessários conforme as condições reais do veículo e do contrato. O segredo está em comunicar com clareza à seguradora o estado do carro, os antecedentes de manutenção, eventuais substituições de peças originais e o uso previsto do veículo. Uma documentação organizada facilita a precificação justa e evita surpresas no momento de um sinistro.
Riscos típicos, manutenção e boas práticas para o Uno Turbo 1.4 i.e. 2p
Como qualquer carro, o Uno Turbo tem seus pontos fortes e fragilidades. A natureza turbo implica em uma exigência maior de manutenção em relação aos motores aspirados da mesma época, especialmente no que diz respeito a sistemas de alimentação de combustível, gestão eletrônica, intercooler e tubulação de escape. Além disso, manter o freio, a suspensão e a parte de transmissão em bom estado é essencial para a segurança e para a qualidade da condução. Abaixo, alguns aspectos que costumam merecer atenção no dia a dia de um Uno Turbo dessa geração:
– Manutenção do motor e sistema de turbo: troca regular de óleo com especificação adequada para motores turbo, controle do sistema de arrefecimento e inspeção do turbocompressor são fundamentais. Um turbo mal conservado pode trazer consumo excessivo de óleo, aquecimento excessivo e redução de desempenho, impactos diretos na experiência de condução e no valor de revenda, que por sua vez influencia a percepção de risco para o seguro.
– Sistema de freios: dianteiro tende a concentrar boa parte da frenagem em modelos compactos; manter pastilhas, discos e o sistema de ABS (quando presente) em bom estado aumenta a segurança e reduz a probabilidade de sinistros relacionados a colisões. A avaliação de freios é parte essencial na vistoria de veículos usados quando se planeja fechar uma apólice.
– Suspensão e dirigibilidade: amortecedores, buchas e componentes da suspensão devem estar em condições adequadas para manter a estabilidade do veículo, especialmente em estradas com irregularidades. Dirigir com a suspensão comprometida aumenta o risco de acidentes e também pode afetar coberturas específicas do seguro, se houver cláusulas de risco aumentado.
– Peças de reposição e confiabilidade: a disponibilidade de peças originais e de reposição para o Uno Turbo é um fator prático que impacta a vida útil do veículo e o custo de manutenção. Em mercados com disponibilidade variável, o custo de substituição de componentes pode influenciar o custo total de propriedade e, por consequência, a decisão de ampliar ou ajustar a cobertura de seguro, especialmente captação de danos a terceiros, roubo e colisões.
Além disso, é sempre recomendado manter um prontuário de manutenção com notas de serviço, trocas de itens críticos (filtros, fluídos, correias, velas, velas de ignição) e comprovantes de periodicidade de inspeções. Essas informações ajudam não apenas na vida útil do automóvel, mas também na hora de acionar a seguradora, pois demonstram cuidado com o veículo e reduzem ambiguidades na avaliação de sinistros ou de depreciação.
Considerações finais sobre seguro para o Fiat Uno Turbo 1.4 i.e. 2p (1996)
Ao pensar em uma apólice para um Uno Turbo de 1996, o usuário deve considerar a combinação de fatores que influenciam o custo do seguro e a cobertura adequada. A idade do veículo, o capital de reposição definido pela FIPE, o estado de conservação, o histórico de manutenção, o uso diário versus uso ocasional, a localização geográfica e o perfil do condutor são elementos que costumam ter peso na hora de definir o prêmio. Além disso, para quem utiliza o carro com ênfase esportiva, pode haver uma demanda maior por coberturas que protejam o motor, a turbina e a transmissão, bem como garantias que cubram itens específicos de desgaste natural de componentes de alto desempenho.
Quando a alternativa de cobertura envolve roubo/furto, colisão, incêndio, danos a terceiros e, principalmente, a proteção de itens sensíveis ao custo de reposição, a Tabela FIPE funciona como um referencial que facilita a comparação entre propostas de seguro. Isso não substitui a análise customizada que cada seguradora oferece, mas fornece um alicerce comum para entender as faixas de preço e as opções de cobertura disponíveis para um veículo com as características do Uno Turbo 1.4 i.e. 2p. Em termos práticos, ter em mãos o histórico de manutenção, documentos de origem e a documentação do veículo facilita a precificação e a validação de sinistros, contribuindo para uma experiência de seguro mais fluida.
Se você está avaliando a proteção ideal para esse exemplar da Fiat e quer uma orientação especializada que leve em conta a Tabela FIPE, as condições do seu veículo e o seu perfil de condutor, a GT Seguros está preparada para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções que alinhem preço justo, coberturas necessárias e tranquilidade no dia a dia de uso do seu Uno Turbo.
