| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 12.423,00 |
| Dez/25 | R$ 12.300,00 |
| Nov/25 | R$ 12.179,00 |
| Out/25 | R$ 12.209,00 |
| Set/25 | R$ 11.970,00 |
| Ago/25 | R$ 11.852,00 |
| Jul/25 | R$ 11.871,00 |
| Jun/25 | R$ 12.114,00 |
| Mai/25 | R$ 12.139,00 |
| Abr/25 | R$ 11.901,00 |
| Mar/25 | R$ 11.784,00 |
| Fev/25 | R$ 11.792,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros para a Parati GLi / GL 1.8 de 1992
A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado que ajuda seguradoras, corretores e proprietários a terem uma base objetiva sobre o valor de veículos usados. Quando o tema é a Parati GLi ou a versão GL 1.8 de 1992, a leitura da tabela se torna ainda mais relevante: esse selo histórico de produção no Brasil traz especificidades de engenharia, de uso familiar e de conservação que impactam diretamente no custo do seguro, na indenização em caso de sinistro e nas opções de coberturas. Vale ressaltar que os preços exibidos pela FIPE são referências de mercado e não o valor pago na aquisição original nem o preço de reposição moderno; por isso, seguros costumam ajustar esse valor com base em condições reais de uso, quilometragem, estado de conservação e histórico de manutenções. No topo deste post, os dados de referência da Tabela FIPE aparecem automaticamente para você acompanhar, sem a necessidade de digitar números manualmente. A seguir, vamos destrinchar a ficha técnica dessa Parati de 1992, entender a força da marca e explicar como a FIPE é usada no universo de seguros para modelos clássicos e de uso diário.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para o seguro de veículos usados
A Tabela FIPE é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e reúne valores de referência para quase todas as gravações de automóveis vendidos no Brasil, com atualizações mensais. Ela serve como uma bússola para estimar o valor de mercado de veículos usados, levando em conta a idade, a versão, o estado de conservação e a desvalorização típica de cada segmento. No contexto de seguros, essa referência ajuda a definir o “valor de referência” que pode embasar o prêmio, bem como a indenização em casos de danos totais ou parciais. Em termos práticos, uma Parati GLi / GL 1.8 1992 tende a ter uma faixa de valor que reflete a natureza do modelo: carro com história, manutenção adequada e histórico de uso familiar, mas também com desgaste natural de quem percorreu estradas brasileiras em décadas passadas.

Alguns pontos-chave sobre a FIPE que influenciam o seguro:
- É um referencial de mercado, não uma obrigação de preço de compra ou venda.
- Os valores costumam refletir a média de condições do mercado, ponderando versões, ano e estado de conservação.
- As seguradoras utilizam a FIPE para calibrar o valor contratado e, em muitos casos, para calcular a indenização correspondente a um sinistro total.
- A atualização mensal da FIPE ajuda a acompanhar a desvalorização natural de modelos mais antigos, como a Parati de 1992, diante de cenários econômicos e de disponibilidade de peças.
Ficha técnica da Parati GLi / GL 1.8 1992
A Parati, derivada do Gol, foi um modelo bastante procurado no Brasil por sua versatilidade: carro familiar com o espaço de uma Station Wagon, com boa capacidade de carga e mecânica simples. A versão GLi e a GL 1.8 de 1992 representam o ápice de uma época em que a robustez japonesa-química da marca brasileira se encontrava com uma filosofia de engenharia brasileira da Volkswagen. A ficha técnica abaixo resume características gerais que costumam acompanhar essa linha nesse ano:
- Motor: 1.8 litro, quatro cilindros, configuração típica de aspirado, com variantes de alimentação (carburação tradicional ou injeção, dependendo do lote de fabricação e da linha de montagem).
- Transmissão: manual de quatro marchas, com trocas diretas para uso cotidiano e boa da relação de marchas para rodar em estrada e no trânsito urbano.
- Tração: dianteira (FF), com plataforma compartilhada aos modelos da família Gol/Parati, proporcionando dirigibilidade estável e espaço interno adaptável para família e carga.
- Potência e desempenho: potência estimada entre 90 e 100 cavalos, com torque na faixa de aproximadamente 120–140 Nm, variando conforme oログ de fábrica, o combustível utilizado e o estado de conservação.
É importante destacar que valores exatos de potência, torque e especificações mecânicas podem variar conforme a versão específica de fábrica, o mês de fabricação e o histórico de manutenções. A Parati dessa época neste conjunto de especificações era reconhecida pela robustez mecânica, facilidade de reparo e pela praticidade de uso diário, aspectos que costumam ser levados em conta pela seguradora na hora de definir coberturas e condições da apólice.
A marca VolksWagen: tradição, robustez e presença no Brasil
Fundada em 1937, a Volkswagen historicamente chegou ao Brasil com a proposta de oferecer veículos simples, confiáveis e acessíveis aos trabalhadores e famílias brasileiras. Ao longo das décadas, a marca consolidou uma imagem de engenharia prática, com peças relativamente simples de reposição, boa disponibilidade de assistência técnica e uma rede de concessionárias que ajudou a popularizar modelos que se tornaram icônicos, como o Gol, o Voyage e, claro, a Parati. A Parati, em especial, ocupou um espaço único como uma station wagon prática para famílias que precisavam de espaço e versatilidade sem abrir mão de um preço competitivo e de manutenção viável. Mesmo com a evolução de lançamentos, muitos entusiastas e proprietários ainda veem nesses modelos uma combinação de nostalgia, custo de manutenção controlado e utilidade real para atividades diárias, viagens curtas e pequenos negócios locais. A Volkswagen, nesse ecossistema, costuma enfatizar a durabilidade, o custo de propriedade moderado e a disponibilidade de componentes originais ou compatíveis no mercado de reposição.
Para quem avalia o seguro de um veículo da marca, esse legado de engenharia costuma se traduzir em apólices com coberturas equilibradas: proteção contra colisões, roubo e furto, danos a terceiros e, quando aplicável, opções de cobertura de partes de substituição para peças de desgaste. A Parati, por sua vez, representa uma categoria de veículo que muitos seguros entendem como um bem de uso diário com valor de reposição ou de mercado a depender do estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção. Em termos de gestão de risco, a afinidade entre a marca, a linha de produto e o perfil de uso do veículo pode facilitar a escolha de coberturas com franquias adequadas e limites que reflitam o valor de referência calculado pela FIPE.
Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo na hora de contratar seguro
Ao considerar uma Parati GLi / GL 1.8 de 1992, a leitura da FIPE ajuda a orientar a escolha de coberturas e o nível de proteção adequado. Em termos simples, o valor de referência da FIPE para essa configuração de veículo influencia diretamente como o prêmio de seguro é calculado e como pode ser ajustado ao longo do tempo. Existem nuances específicas a observar:
- Identificação da versão: a Parati GLi/GL 1.8 de 1992 pode ter variações de acordo com o equipamento, carroçaria, sistema de alimentação do motor (carburador ou injeção), entre outros detalhes que afetam o valor de referência na FIPE.
- Condição de conservação: veículos antigos costumam exigir avaliações mais criteriosas quanto ao estado da carroceria, ferrugem, estado de pintura, sistema elétrico e componentes mecânicos. A FIPE é apenas o ponto de partida; a seguradora pode ponderar o estado real para o valor segurado.
- Uso e quilometragem: o histórico de utilizada em estrada, cidade ou atividades agrícolas/moderadas pode influenciar o risco de manutenção e, por consequência, o prêmio.
- Clareza contratual: é comum que as apólices ofereçam a opção de “valor de mercado” ou “valor de reposição” para a indenização. A FIPE serve como referência, mas o contrato específico pode adotar diferentes mecanismos de cálculo.
Para quem busca entender melhor o impacto dessas variáveis, vale lembrar que a FIPE atualiza mensalmente os valores de referência e que o seguro pode precisar de ajustes quando o veículo muda de estado de conservação ou quando o utilizado para manter a praça de seguro é alterado. Por isso, manter a documentação de manutenção em dia e registrar serviços como troca de correias, pastilhas, freios, suspensão e itens de segurança facilita a negociação com a seguradora, ajudando a manter o prêmio mais estável ao longo dos anos.
Boas práticas para manter o valor de mercado da Parati e influenciar positivamente o seguro
Mesmo sendo um veículo de uma época anterior, algumas práticas simples ajudam a preservar o valor de mercado e a assegurar condições mais equilibradas na apólice de seguro. Abaixo estão quatro ações práticas que proprietários costumam adotar com sucesso:
- Manter um histórico de manutenções completo: notas fiscais, checklists de revisões e comprovantes de trocas importantes (filtro de combustível, óleo, filtros, vela, correias) servem como evidência de cuidado e ajudam a justificar o estado de conservação diante da FIPE e da seguradora.
- Conservação da carroceria e acabamento: manter a pintura, evitar ferrugem nas portas, conservar também o interior evita depreciação adicional que possa impactar o valor de referência.
- Atualizar itens de segurança: alarmes, rastreadores ou dispositivos antifurto podem reduzir o risco de roubo e, consequentemente, o prêmio de seguro ou a franquia em determinadas coberturas.
- Regularidade documental: certidões de licenciamento, pagamento de IPVA, vistorias técnicas e seguro anterior em dia ajudam a demonstrar responsabilidade na gestão do bem, contribuindo para condições de contrato mais estáveis.
Essas boas práticas ajudam não apenas na conservação física do veículo, mas também na percepção de risco que a seguradora tem ao avaliar a Parati 1992. Além disso, a combinação entre uma boa manutenção e a referência FIPE pode favorecer a negociação de limites de cobertura que reflitam, com maior fidelidade, o valor de mercado estimado pela tabela, evitando surpresas no momento de um sinistro ou de renovação de apólice.
Considerações finais sobre seguros para carros com mais de 30 anos
Veículos com três décadas ou mais de uso costumam entrar em categorias especiais de seguro, onde o custo-benefício da proteção precisa ser avaliado com cuidado. A Parati GLi / GL 1.8 1992 é um exemplo de clássico moderno, que carrega história e funcionalidade. Nesse contexto, as seguradoras costumam oferecer pacotes que equilibram o valor de referência da FIPE com coberturas que atendem a necessidades reais: proteção contra colisões, roubo/furto, incêndio, danos a terceiros, guarnições de serviço (corte de vidro, assistência 24h) e, em alguns casos, opções de substituição de componentes com peças de reposição compatíveis. Além disso, é comum a discussão sobre cláusulas de franquia, limites de indenização, e periódicas revisões de valor de mercado para manter o contrato alinhado com a atualidade econômica e com as condições do veículo.
Para proprietários que apreciam o equilíbrio entre custo e proteção, entender como a FIPE se encaixa no raciocínio da seguradora facilita a tomada de decisão. Ao combinar o uso responsável, a manutenção adequada e a compreensão dos parâmetros de valor, a Parati GLi / GL 1.8 de 1992 pode ser segurada com tranquilidade, mantendo um custo que reflita seu real valor de mercado e as necessidades de proteção do proprietário.
Se você está avaliando opções para proteger a sua Parati com tranquilidade, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode ajudar a encontrar a cobertura que melhor se ajuste ao seu perfil, mantendo o equilíbrio entre custo, proteção e tranquilidade no uso diário.
