| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 135.751,00 |
| Dez/25 | R$ 138.522,00 |
| Nov/25 | R$ 138.731,00 |
| Out/25 | R$ 139.065,00 |
| Set/25 | R$ 136.339,00 |
| Ago/25 | R$ 139.122,00 |
| Jul/25 | R$ 137.745,00 |
| Jun/25 | R$ 142.903,00 |
| Mai/25 | R$ 141.489,00 |
| Abr/25 | R$ 138.715,00 |
| Mar/25 | R$ 137.342,00 |
| Fev/25 | R$ 137.425,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para veículos pesados
A Tabela FIPE, publicada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), funciona como um referencial de valores de mercado para veículos usados no Brasil. Ela não é um catálogo de venda, mas sim uma referência amplamente utilizada por seguradoras, compradores de seminovos, financiadores e administradoras de frota para embasar avaliações de valor de reposição, indenizações em casos de perda total e reajustes de contratos de seguro. No universo de caminhões e veículos pesados, esse referencial ganha ainda mais relevância, porque o valor de reposição e o custo de reparos impactam diretamente a soma segurada, bem como o prêmio mensal pago pelo contrato. A FIPE coleta dados de anúncios, transações e entradas de mercado, criando uma média que leva em conta a idade do veículo, o modelo específico, a configuração e as variações de mercado regional. Por isso, ao tratar de uma tabela FIPE para um modelo como o SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000, estamos falando de uma referência que serve como norte para guiar decisões de seguro e de financiamento, sem substituir avaliações técnicas feitas por profissionais da área.
Vale destacar que a interpretação da FIPE não é isolada. As seguradoras costumam cruzar o valor referencial com o estado de conservação do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, uso previsto (carga, frete, distribuição urbana vs. rodoviária), e dados adicionais como histórico de sinistros. Em muitos casos, a FIPE funciona como base, mas o valor efetivamente segurado pode ser ajustado para cima ou para baixo conforme o perfil de cada frota ou de cada proprietário. Para quem trabalha com gestão de frotas, entender esse mecanismo ajuda a planejar não apenas o seguro, mas também a depreciação contábil, o orçamento de reposição de ativos e a tomada de decisão sobre frota nova ou seminova.

Ficha Técnica do SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000
O SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000 é um exemplo clássico de caminhão pesado utilizado em operações de transporte de cargas significativas, com foco em durabilidade, eficiência de combustível para a época e disponibilidade de serviço técnico por uma marca com ampla presença no Brasil. A ficha técnica abaixo descreve, de forma consolidada, algumas características típicas desse conjunto, sem restringir-se a uma única configuração de cabine ou de carroceria, já que esses itens podiam variar conforme o lote de fabricação, as opções de cabine, e a carroceria escolhida pelo proprietário ou pela transportadora:
- Motor e potência: diesel, 6 cilindros em linha, potência nominal em torno de 420 cv (aprox. 309 kW). Esse nível de potência é comum em séries de caminhões pesados destinados a longas distâncias e operações que exigem força para vencer subidas íngremes e transportar cargas consideráveis.
- Transmissão: manual de 6 velocidades, configurada para oferecer boa relação entre desempenho e economia em diferentes perfis de uso. A transmissão pode incluir eixos e componentes que favorecem a robustez necessária para períodos prolongados de operação.
- Tração e configuração: 6×2 NA, agrupando eixos que distribuem a tração de maneira a equilibrar capacidade de carga, estabilidade e manobrabilidade em vias de rodagem variadas. A designação 6×2 indica uma arquitetura de seis rodas, com dois eixos motrizes e, em alguns casos, uma configuração de lastro ou eixo auxiliar para suportar a carga na operação.
- Combustível, cabine e carroceria: movido a diesel, com opções de cabine simples ou dupla, adaptadas para operações de frete, distribuição ou longos percursos. A capacidade de tanque, o espaço da cabine e a adaptação da carroceria (caçamba, baú, platô, entre outros) variavam conforme a necessidade operativa da empresa proprietária.
Essa ficha técnica oferece um retrato funcional do veículo, mas é importante lembrar que muitos parâmetros — como tipo de transmissão exata, configuração de cabine e capacidades exatas de peso bruto total — variaram conforme o lote de fabricação, as exigências do cliente e a configuração da carroceria escolhida na época de aquisição. O objetivo é ilustrar o perfil técnico dominante daquele modelo específico de 2000, que era amplamente reconhecido pela robustez necessária para operações que exigem desempenho estável em rodovia, com boa capacidade de carga e confiabilidade em serviços de transporte de longo curso.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma fabricante sueca de veículos pesados, lembrada principalmente por caminhões, ônibus e motores industriais de alta robustez. Fundada no final do século XIX, a Scania consolidou-se como referência em desempenho, durabilidade e tecnologia para frotas de grande porte. No Brasil, a presença da marca é histórica e sólida, cultivada por uma rede de distribuição, oficinas autorizadas, serviços de manutenção programada e disponibilidade de peças originais, o que facilita a gestão de frotas e a minimização de indisponibilidades em operações críticas. A filosofia da Scania costuma enfatizar a importância da eficiência operacional, com foco em consumo de combustível, confiabilidade mecânica e conforto do motorista, fatores que interferem diretamente na vida útil da frota, nos custos operacionais e na avaliação de risco para seguro.
Do ponto de vista técnico e de marca, a Scania é associada à ideia de caminhões para uso intensivo e de longa duração. Isso não apenas atrai proprietários que buscam performance estável, mas também gera maior atratividade em termos de valor de revenda entre frotistas que reconhecem a qualidade de construção, o histórico de confiabilidade e o amplo suporte após a venda. Em termos de seguro, a reputação da marca pode influenciar a percepção de risco: veículos com histórico de manutenção bem documentado, rede de assistência presente e disponibilidade de peças tendem a ter avaliações mais estáveis, com potenciais impactos positivos nos prêmios de seguro, especialmente quando acompanhados de planos de manutenção preventiva. Além disso, o reconhecimento da marca frequentemente facilita a obtenção de serviços adicionais, como telemática integrada, que exploram dados de uso para otimizar rotas, horários e consumo, fatores que, por sua vez, afetam o custo total de propriedade e o custo de seguro.
Como a idade e a configuração influenciam a avaliação pela FIPE e pelo seguro
Modelos produzidos em 2000, como o SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p, entram em uma faixa etária que demanda cuidado especial na avaliação de valor. A FIPE leva em conta a idade do veículo, o estado de conservação e as características específicas associadas à configuração de fábrica, além da demanda de mercado existente para aquele modelo. Em termos de seguro, a idade do veículo é um dos principais determinantes do prêmio: veículos mais velhos tendem a ter prêmios mais elevados em função da maior probabilidade de falhas mecânicas, do custo de peças de reposição com o passar do tempo e da possibilidade de maior histórico de sinistros por desgaste. Por outro lado, a marca Scania e a robustez reconhecida de seus caminhões costumam mitigar parte do risco, especialmente quando o veículo é mantido de forma regular e documentada, com histórico de revisões, troca de componentes críticos dentro dos intervalos recomendados e inspeções periódicas realizadas por oficinas autorizadas.
A Tabela FIPE para esse modelo, portanto, funciona como um ponto de referência que facilita a comparação entre cotações de seguro oferecidas por diferentes seguradoras. Como a instalação de componentes, o tipo de carroceria, a cabine e o uso (frete, distribuição regional ou longa distância) podem variar consideravelmente, o valor de referência da FIPE serve como um piso de avaliação, não como uma etiqueta definitiva. Entre as vantagens desse referencial está a padronização: ao estabelecer uma base comum para todas as propostas, facilita-se a comparação entre seguradoras, permitindo que o empresário ou o proprietário avalie prêmios, coberturas, franquias e serviços adicionais de forma mais transparente.
O que considerar ao fazer seguro desse modelo
Ao planejar o seguro de um SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000, algumas dimensões devem receber atenção especial para garantir uma cobertura adequada e um custo adequado ao longo do tempo. Primeiro, o uso da frota: se o veículo opera em longas distâncias, a cobertura pode exigir termos que contemplam danos de viagem, roubo durante paradas, e proteção de carga. Se a operação for de distribuição urbana, pode haver maior probabilidade de acidentes em vias com tráfego intenso; neste caso, coberturas para danos a terceiros, responsabilidade civil e proteção à carga podem receber ajuste específico. Segundo, o estado de funcionamento: veículos com histórico de manutenção regular tendem a apresentar menor frequência de sinistros, o que, em geral, favorece prêmios mais estáveis. Terceiro, o registro de sinistros e violações: um passado com vários sinistros pode aumentar o preço do seguro, enquanto um histórico limpo pode levar a condições mais competitivas. Quarto, políticas de manutenção e telemática: a adoção de sistemas de monitoramento de frota pode contribuir para demonstrar uma gestão de risco sólida, oferecendo vantagens de desconto ou de cobertura de equipamentos específicos instalados no veículo, como sensores de carga, rastreadores e dispositivos de frenagem de emergência assistida. Em conjunto, esses aspectos ajudam a calibrar não apenas o valor segurado com base na FIPE, mas também as coberturas mais relevantes para cada operação, como roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, e proteção de acessórios e equipamentos adicionais instalados na carroceria.
É relevante mencionar que, para caminhões antigos, pode haver limitações de cobertura para certas opções de carroceria, ou exigências de inspeção adicional para aprovar a apólice. Por isso, trabalhar com uma assessoria especializada em seguros para frotas pesadas, como a GT Seguros, pode facilitar a seleção de coberturas ideais sem ficar preso a exclusões técnicas que, em alguns casos, restringem a proteção pretendida. A estratégia ideal envolve alinhar o valor de referência da FIPE com a realidade operacional, o histórico de manutenção e as exigências contratuais de cada seguradora, de modo a obter proteção eficaz a um custo justo.
Abordagens de proteção e boas práticas para frota com esse modelo
Para quem administra uma frota com caminhões do tipo SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000, algumas práticas ajudam a manter o equilíbrio entre custo de seguro, disponibilidade da frota e segurança operacional. Primeiro, mantenha um regime rigoroso de manutenção programada, com controle de trocas de óleo, filtros, correias, freios e componentes de suspensão. Um histórico de manutenção bem documentado pode ser utilizado como evidência de gestão de risco pelas seguradoras, contribuindo para prêmios mais estáveis. Segundo, invista em telemática e monitoramento de frotas: dados de condução, consumo de combustível, desgaste de componentes e localização em tempo real ajudam na gestão de riscos e podem justificar descontos por uso responsável. Terceiro, normalize o registro de transporte de carga para cumprir normas de segurança, incluindo proteção de carga, amarração adequada e cumprimento de regulamentos de trânsito, o que minimiza exposições a perdas. Quarto, avalie a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de acessórios e equipamentos especiais instalados na carroceria, bem como cobertura contra roubo de carga ou danos causados por eventos climáticos, que podem ter impactos significativos dependendo das rotas e do tipo de operação. A combinação de práticas de manutenção, monitoramento e gestão de risco tende a refletir positivamente na relação custo-benefício do seguro para esse modelo, alinhando FIPE, valor de reposição e proteção desejada.
Além disso, é útil considerar a negociação com a seguradora com foco na responsabilidade civil, nos riscos de terceiros e no período de carência para determinadas coberturas. Em muitos casos, é possível obter condições mais favoráveis para frotas de caminhões quando há um pacote de serviços de apoio, incluindo assistência 24 horas, carro reserva em caso de sinistro e condições especiais de renovação, o que pode representar uma economia significativa ao longo dos anos de operação. A experiência de corretores especializados, especialmente quando envolvidos em negociações com a GT Seguros, pode fazer a diferença na composição do contrato, assegurando que o veículo R-124 LA 420 6×2 tenha proteção compatível com o seu uso, sem pagar por coberturas desnecessárias ou por lacunas de proteção que possam impactar operações críticas.
Em termos de comunicação com o proprietário ou gestor de frota, vale manter a linguagem clara sobre o que a FIPE representa, o que a seguradora leva em conta para o prêmio e quais as coberturas, prazos e franquias disponíveis. A ideia é transformar informações técnicas em decisões práticas de gestão de risco, sempre com o objetivo de manter a frota operacional, minimizar interrupções e manter o controle dos custos de seguro e da depreciação de ativos ao longo do tempo. O SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000, como modelo antigo, exige especial atenção na atualização de métricas de uso, no registro de manutenções e, sobretudo, na manutenção de um histórico de serviço completo, que é um ativo intangível que faz diferença na hora de buscar cobertura adequada a um custo compatível com a realidade de operação da frota.
Chamada sutil para cotação com a GT Seguros
Se você administra uma frota com esse modelo ou está pensando em manter a proteção adequada para o SCANIA R-124 LA 420 6×2 NA 2p (diesel) 2000, vale consultar a GT Seguros. Uma cotação personalizada pode contemplar suas necessidades específicas, comparar coberturas relevantes e oferecer condições competitivas para o seu perfil de operação, facilitando a gestão de risco e a otimização de custos ao longo do tempo.
