Valor FIPE Atual
R$ 127.772,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516063-4
Ano: 2003-3
MêsPreço
Jan/26R$ 127.772,00
Dez/25R$ 128.016,00
Nov/25R$ 128.209,00
Out/25R$ 128.518,00
Set/25R$ 128.931,00
Ago/25R$ 129.203,00
Jul/25R$ 129.411,00
Jun/25R$ 129.541,00
Mai/25R$ 129.801,00
Abr/25R$ 133.130,00
Mar/25R$ 133.330,00
Fev/25R$ 133.411,00

Guia detalhado para entender a Tabela FIPE no contexto do Volvo FM-12 380 6×4 2p (diesel) 2003

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões usados

A Tabela FIPE é um referencial de valores de veículos no mercado brasileiro utilizado por seguradoras, concessionárias, lojas de usados e avaliações de sinistro. Embora muitos motoristas e compradores concentrem-se no preço de venda, a FIPE funciona como uma régua para estimar o valor de mercado de um veículo em determinado período, levando em conta idade, desgaste, configurações técnicas e a demanda por determinados modelos. Para caminhões de grande porte, como o Volvo FM-12 380 6×4 2p (diesel) de 2003, esse referencial desempenha um papel importante não apenas na composição de propostas de seguro, mas também na tomada de decisão sobre manutenção, negociação com clientes e planejamento financeiro de frotas.

É fundamental compreender que a tabela não é estática: ela sofre atualizações periódicas que refletem as mudanças do mercado, variações de disponibilidade de peças, histórico de uso de cada modelo e questões econômicas mais amplas. No setor de transportes, onde o custo total de propriedade — que inclui depreciação, combustível, peças e seguro — é relevante, a FIPE ajuda a dimensionar cenários de forma mais transparente, permitindo que frota proprietários ou operadores elaborem estratégias de renovação, reposição de ativos ou venda de ativos antigos.

Tabela FIPE VOLVO FM-12 380 6×4 2p (diesel) 2003

Para um caminhão pesado com configuração 6×4, a variação de valores entre estados, quilometragem e condições de conservação pode ser significativa. Por isso, entender a FIPE envolve olhar para o conjunto: motor, transmissão, estado da cabine, histórico de manutenção e até a função operacional atual (cargas vivas, carga seca, transporte de excesso de peso, entre outros). A partir dessa visão, a taxa de depreciação estimada e o ajuste de prêmio de seguro se tornam mais contextualizados, permitindo uma cotação mais alinhada com o real uso do veículo.

Ficha Técnica do Volvo FM-12 380 6×4 2p (diesel) 2003

Abaixo estão os elementos centrais que compõem a ficha técnica deste modelo específico, levando em conta a configuração 6×4, cabine de duas portas (2p) e motor a diesel de alta potência. Essas informações ajudam a entender a performance, a aplicação operacional e os aspectos de manutenção que influenciam a avaliação pela FIPE e pela seguradora.

  • Motor: Volvo D12C, 12,0 litros, potência de 380 cavalos, torque máximo em torno de 1.800 Nm, turboalimentado e com injeção eletrônica.
  • Transmissão: caixa de câmbio manual com várias marchas, típico para caminhões pesados, amplamente utilizado em aplicações de transporte de carga pesada em vias rodoviárias.
  • Tração e cabine: configuração 6×4 com cabine de duas portas (2p), apropriada para operações de longas distâncias e para cargas de grande volume; estrutura de chassi robusta para suportar reboques e carrocerias variadas.
  • Freios e sistema de segurança: sistema de freios com ABS (e, em muitos conjuntos, retarder ou dispositivos de assistência), suspensão adequada para suportar cargas elevadas e manter a estabilidade em trechos longos; componentes de segurança e conforto compatíveis com caminhões da primeira década dos anos 2000.

Esses quatro itens resumem a base técnica que sustentam o desempenho do FM-12 380 na rotina de transporte. A partir deles, é possível mapaear pontos específicos para inspeção antes da compra, identificar necessidades de manutenção preventiva e planejar a gestão de risco ao contratar seguros. Um motor com 380 cv e torque próximo de 1.800 Nm, por exemplo, tende a exigir cuidados com o estado de turbocompressor, sistema de bomba de combustível e condições de eletrônica, especialmente em trechos com subidas íngremes e operações de carga elevada. A transmissão manual de várias marchas, por sua vez, demanda monitoramento de embreagem, sincronizadores e desgaste de peças de acionamento, que influenciam no consumo, na dirigibilidade e, consequentemente, no custo de operação.

A marca Volvo: tradição, segurança e eficiência no transporte pesado

A Volvo é uma marca que carrega uma tradição marcante no setor de caminhões pesados. Fundada na Suécia, a empresa consolidou-se ao longo de décadas como referência em robustez, confiabilidade e inovação tecnológica. No universo de veículos de assistência em transporte de cargas, a Volvo prosperou ao combinar engenharia de alto desempenho com foco contínuo em segurança. A filosofia da marca costuma enfatizar a resistência de chassis, a durabilidade de componentes, a qualidade de suspensão e a confiabilidade de sistemas de freio e direção, aspectos que impactam diretamente nos custos de seguro ao longo da vida útil do veículo.

Entre os diferenciais notáveis da Volvo estão o investimento em aerodinâmica, que contribui para a eficiência de consumo, e o avanço de plataformas de motor que buscam reduzir emissões sem sacrificar potência. Além disso, a Volvo tem histórico de soluções centradas no condutor, com cabines confortáveis, visibilidade aprimorada e sistemas de assistência ao motorista que ajudam na condução sob diversas condições de rodagem. Tudo isso se reflete na avaliação de risco para seguradoras, que consideram não apenas a idade do veículo, mas também a capacidade da fabricante de entregar peças, suporte técnico e atualizações de engenharia que promovam maior confiabilidade e menor probabilidade de falhas graves.

Para quem opera frotas com caminhões Volvo, a reputação da marca também se traduz em facilidade de reposição de peças, redes de assistência técnica mais amplas e manutenção mais previsível — fatores que, em termos de seguro, podem favorecer prêmios mais estáveis e um processo de sinistro mais ágil, caso seja necessário abrir uma reclamação. O Volvo FM-12, em especial, é lembrado por combinar capacidade de carga com versatilidade de configuração, tornando-o apto a atender demandas de transportes rodoviários pesados, como distribuição, carga geral e operações logísticas que exigem confiabilidade em longas distâncias.

Como a FIPE e o seguro analisam caminhões pesados como o FM-12

Para uma seguradora, o valor definido pela FIPE é um dos insumos usados para calibrar o prêmio, mas não é o único. Em caminhões pesados com configuração 6×4, a avaliação envolve uma série de fatores: idade do veículo, histórico de sinistros, padrões de uso, conservação da motorização, estado da transmissão e da suspensão, além da regularidade da manutenção. A FIPE serve como referência de referência de mercado, enquanto a seguradora avalia o risco de sinistro e os custos de reparo com base em estimativas de reparos, peças de reposição e disponibilidade de mão de obra qualificada.

Entre os elementos que podem impactar o prêmio de seguro estão o tipo de carga transportada, a rota habitual (se há trechos urbanos ou com restrições), o histórico de manutenção e a existência de dispositivos de segurança adicionais, como sistemas de proteção de carga, monitoramento telemático e dispositivos de freio de estacionamento com maior capacidade. Veículos com histórico de alto uso, kilometraje elevado ou proprietários que não mantêm um cronograma de revisões podem apresentar um prêmio mais elevado. Por outro lado, caminhões com manutenção regular, peças originais em bom estado e certificações de inspeção em dia tendem a receber condições mais favoráveis na apólice.

Fatores-chave a considerar ao avaliar o FM-12 na prática

Ao analisar a Tabela FIPE e a cobertura de seguro para um Volvo FM-12 380 6×4 2p, alguns pontos práticos ajudam na tomada de decisão:

  • Condição atual e histórico de manutenção: peças substituídas recentemente, itens com desgaste acelerado, nível de líquido de freio, estado de borrachas e sistema de ar-condicionado. Uma boa manutenção reduz a probabilidade de falhas em campo e pode impactar positivamente o custo de seguro.
  • Uso operacional: se o caminhão opera em trajetos de longa distância com cargas pesadas, o desgaste do motor, transmissão e chassis tende a ser maior. Convém documentar o regime de uso para a seguradora, o que pode influenciar na escolha de coberturas adequadas (por exemplo, proteção contra roubo, colisão, danos a carga).
  • Estado da cabine e conforto: cabines bem conservadas não apenas proporcionam melhor conforto ao condutor, mas também indicam menor probabilidade de avarias em componentes internos. Investir em manutenção estética e funcional pode favorecer avaliações de seguro.
  • Equipamentos de segurança adicionais: a presença de sistemas de telemetria, freios com maior capacidade, dispositivos de suspensão aprimorados ou proteções de chassis pode reduzir o risco de danos e, consequentemente, influenciar o prêmio.

Dicas para operadores: preservando valor e reduzindo custos de seguro

Para quem administra uma frota ou utiliza o Volvo FM-12 de forma regular, algumas práticas simples podem ajudar a manter o veículo mais próximo dos valores de referência da FIPE e a manter prêmios de seguro estáveis ao longo do tempo:

  • Adote um programa de manutenção preventiva com visitas periódicas, seguindo o manual do fabricante e registrando cada intervenção. Ciclos regulares ajudam a manter o motor, a transmissão, os freios e a suspensão em condições ideais, o que, por consequência, reduz a exposição a riscos de sinistros.
  • Registre com clareza o histórico de uso: quilometragem, tipo de carga, rotas, intervalos de serviço e ocorrências. Esses dados facilitam a auditoria de seguro e ajudam a ajustar as coberturas às necessidades reais da operação.
  • Invista em melhorias de segurança: sensores, monitoramento de frotas, sistemas de alarme e rastreamento podem não apenas reduzir o risco de roubo, mas também demonstrar à seguradora um compromisso com a mitigação de riscos.
  • Faça avaliações periódicas da configuração do veículo: se houver necessidade de atualização de itens de segurança, substitua peças por originais ou especificadas pelo fabricante para manter a confiabilidade e a compatibilidade com as normas vigentes.

Conectando FIPE, Volvo e seguro: um fechamento educativo

A Tabela FIPE é uma ferramenta prática para entender o valor de mercado de um veículo usado, mas, no caso de caminhões pesados com configurações específicas, é apenas uma peça do quebra-cabeça. O FM-12 380 6×4 2p de 2003, com motor robusto, desempenho consistente e uma reputação de durabilidade associada à marca Volvo, encontra-se em uma posição de mercado que tende a favorecer avaliações estáveis quando comparado a modelos menos reconhecidos. O que realmente importa é alinhar o estado do veículo, a documentação, o histórico de manutenção e o perfil de uso com as coberturas de seguro mais adequadas. Ao fazer isso, a negociação com seguradoras fica mais transparente e as chances de obter condições justas aumentam.

É importante lembrar que a avaliação de seguro envolve riscos específicos do transporte de carga: colisões, danos em vias, desgaste de pneus, impactos com objetos na estrada e até roubo de componentes. Um diagnóstico honesto da condição atual do FM-12, aliado a uma estratégia de manutenção proativa, normalmente resulta em propostas de seguro mais estáveis, com cobertura alinhada ao uso real e aos riscos presentes na operação. A ideia central é equilibrar o custo do seguro com a proteção necessária para manter a operação de transporte segura, eficiente e econômica em longo prazo.

Se você busca proteção adequada para este veículo e deseja uma análise especializada que considere a realidade da sua operação, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem dedicada pode contemplar as particularidades da sua frota, o regime de uso e os diferenciais de segurança do FM-12, contribuindo para uma cobertura que combine valor de mercado, custo de sinistro e tranquilidade operacional.