| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 96.535,00 |
| Dez/25 | R$ 97.021,00 |
| Nov/25 | R$ 96.754,00 |
| Out/25 | R$ 96.146,00 |
| Set/25 | R$ 95.641,00 |
| Ago/25 | R$ 97.969,00 |
| Jul/25 | R$ 97.249,00 |
| Jun/25 | R$ 97.327,00 |
| Mai/25 | R$ 96.719,00 |
| Abr/25 | R$ 96.869,00 |
| Mar/25 | R$ 95.758,00 |
| Fev/25 | R$ 95.471,00 |
Panorama da Tabela FIPE para a Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Diesel (2008) e implicações para o seguro
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, o que, por sua vez, influencia diversas coberturas de seguro, avaliações de sinistros e propostas de renovação de apólices. Quando falamos da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 com motor 3.0 a diesel, ano 2008, esse referencial se torna ainda mais relevante para quem depende de uma proteção adequada sem desembolsos desnecessários. Este artigo aborda como a Tabela FIPE trabalha para esse modelo específico, quais são suas principais características técnicas, por que a Hilux é uma escolha popular no universo de utilitários leves e, por fim, sugestões para entender melhor as regras que cercam o valor de referência na hora de contratar um seguro com a GT Seguros.
Entendendo a Tabela FIPE e seu papel no seguro de um 4×4 diesel
A Tabela FIPE, oficialmente administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), consolida dados de mercado sobre o valor de aquisição de veículos usados. Para seguros, esse valor de referência costuma impactar o cálculo de indenização em caso de perda total, o cálculo de depreciação de peças após sinistro e, muitas vezes, o prêmio anual. Em termos simples, quanto maior for o valor estimado pela FIPE para o veículo, maior tende a ser o prêmio de seguro, desde que outros fatores de risco permaneçam constantes.

No caso da Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Diesel de 2008, a natureza do automóvel — robustez, capacidade de carga, tradição de uso em atividades com terreno desafiador e histórico de confiabilidade da marca — tende a manter um patamar estável de avaliação pela FIPE em comparação a picapes de uso urbano. Contudo, o histórico de uso, a quilometragem, o estado de conservação, a presença de acessórios adicionais (engates, caixas de carga, sistemas de segurança) e o tipo de condução (doméstica, uso profissional, atividades off-road) influenciam a percepção do mercado sobre o veículo, o que, por consequência, pode refletir no valor de referência e, portanto, no custo de seguro.
É importante esclarecer que a FIPE não é um preço fixo, mas sim um valor de referência que serve de guia para negociações e cálculos. Por isso, no momento de solicitar uma cotação com a GT Seguros, os dados inseridos pelo cliente e o histórico do veículo podem divergir do valor estimado pela FIPE. A seguradora utiliza o valor de referência como base, ajustando conforme o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de sinistros e as coberturas escolhidas. Assim, entender como a FIPE funciona ajuda o segurado a ter clareza sobre como o preço do seguro pode ser impactado e quais informações apresentar para uma cotação mais assertiva.
Para quem está considerando a venda ou a compra de uma Hilux 2008, vale ressaltar que o valor de referência da FIPE também pode orientar decisões importantes, como a atualização de coberturas, a definição de franquias e a escolha de cláusulas adicionais (colisão, incêndio, roubo/furto, assistência 24 horas, etc.). Em linhas gerais, o objetivo da FIPE no seguro é oferecer uma métrica reconhecida de mercado que sustente uma organização de risco mais sustentável para a seguradora e, ao mesmo tempo, proteja o segurado com uma cobertura que acompanhe a desvalorização natural do veículo ao longo do tempo.
Ficha técnica da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Diesel (2008)
Abaixo está uma ficha técnica resumida para o modelo em questão. Ela traz os dados que costumam constar em catálogos de fábrica e em fichas técnicas de concessionárias, com foco em informações relevantes para seguro, manutenção e uso prático no dia a dia.
- Marca e modelo: Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4
- Ano: 2008
- Versão/trimming: CD SRV (cabine dupla, versão de cabine carga para uso misto)
- Propulsor: 3.0 L turbodiesel D-4D (com motor 1KD-FTV)
- Tipo de motor: quatro cilindros em linha, turbocompressor, injeção direta common rail
- Cilindrada: aproximadamente 2.993 cm³
- Potência: em torno de 170 a 171 hp (aproximadamente 127 kW) a rotações próximas de 3.400 rpm
- Torque: próximo de 343 Nm em faixa de baixa a média rotação (varia conforme classificação do veículo e ajustes de combustível)
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: 4×4 permanente com reduzida (ou sistema de tração 4×4 com seletor, dependendo da versão específica)
- Suspensão dianteira: independente tipo MacPherson (varia conforme configuração de pacote)
- Suspensão traseira: eixo rígido com molas de lâmina, configuração típica de picape de uso misto
- Capacidade de carga (payload): até aproximadamente 1.0 tonelada, sujeito a homologação e configuração de fábrica
- Capacidade de reboque: dependente do conjunto específico (não recomendado exceder limites de torque/semáforo de fábrica)
- Tanque de combustível: capacidade ao redor de 80 litros
- Comprimento aproximado: ~5,1 metros
- Largura aproximada: ~1,8-1,85 metros
- Altura aproximada: ~1,8-1,9 metros
- Peso (curb): aproximadamente 1,9 a 2,0 toneladas, dependendo da configuração de equipamento e cabine
- Capacidade de passageiros: até 5 adultos
- Pneus e rodas: rodas 16″ ou 17″ conforme pacote, com pneus apropriados para uso urbano e off-road leve
- Itens de segurança: freios ABS (comuns na época, variando conforme pacote), airbags frontais (qualidade e número variam por versão), controle de estabilidade não era universal em todas as unidades de 2008
Observação: as especificações acima refletem a configuração típica da Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI de 2008. Pequenas variações podem ocorrer entre veículos fabricados em diferentes lotes ou adaptados para mercados específicos. Ao elaborar a ficha para seguro, a equipe da GT Seguros pode solicitar dados adicionais, como o número de chassis (VIN), histórico de manutenção e eventuais modificações que impactem a avaliação de risco.
Por que a Toyota Hilux continua sendo uma referência em 4×4 e utilitários leves
Desde a sua origem no Japão, a Toyota tem construído uma reputação sólida em confiabilidade, durabilidade e desempenho robusto. A Hilux, em particular, tornou-se um ícone global de utilitário leve, capaz de enfrentar terrenos desafiadores sem comprometer a sensação de condução em uso cotidiano. Algumas das razões pelas quais a Hilux se mantém relevante no mercado brasileiro e internacional incluem:
- Confiabilidade de motor e transmissão: a linha D-4D com motor 1KD-FTV mostrou durabilidade em diversas condições de uso, desde trabalhos pesados até viagens longas.
- Estrutura robusta: chassis resistente e suspensão preparada para suportar cargas, reboques moderados e trajetos com irregularidades de solo.
- Rede de assistência técnica: ampla rede de concessionárias e centros especializados, facilitando manutenção e peças de reposição.
- Mercado de reposição acessível: componentes de reposição e acessórios costumam ter boa disponibilidade, o que facilita reparos e personalização sem altos custos.
Esses atributos costumam influenciar positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras, justamente por representar menor probabilidade de falhas críticas quando comparada a veículos de menor consumo, com menor durabilidade ou com menos tradição de uso em condições severas. No caso de seguros, esse conjunto de fatores tende a favorecer uma avaliação estável por parte de possíveis seguradoras, desde que o veículo esteja bem mantido, com histórico de manutenção registrado e sem alterações que possam aumentar o risco de sinistro.
Como o valor FIPE influencia o seguro da Hilux 2008 e dicas para cotação
Ao solicitar uma cotação de seguro para a Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Diesel (2008), leve em consideração os seguintes aspectos que costumam influenciar o custo do seguro, além de consultar a Tabela FIPE como referência de mercado:
- Estado de conservação geral: carro bem conservado, com histórico de manutenção comprovado, tende a ter sinistros com menor severidade, o que pode impactar positivamente o prêmio.
- Uso pretendido: uso particular, profissional ou misto; atividades que envolvem deslocamento em áreas com mais riscos de roubo ou de danos em vias difíceis podem aumentar o custo.
- Histórico de sinistros: um histórico limpo costuma reduzir o prêmio, enquanto ocorrências anteriores podem elevar o custo de renovação da apólice.
- Equipamentos adicionais: acessórios como engates, caixas de ferramenta, proteção de caçamba, sensores de estacionamento e dispositivos de segurança podem ser considerados no cálculo de cobertura, influenciando o valor final.
Para quem está buscando entender melhor a relação entre FIPE e seguro, vale lembrar que a Tabela FIPE serve como base de avaliação. Entretanto, cada seguradora, incluindo a GT Seguros, pode aplicar seus próprios critérios de subscrição, levando em conta o perfil do condutor, o local de circulação, o histórico de uso e as coberturas escolhidas. A cotação é o momento ideal para esclarecer como esses fatores se traduzem em prêmio, franquias e condições de indenização. O objetivo é alinhar proteção adequada com orçamento realista, sem abrir mão da segurança necessária para uma picape 4×4 que combina trabalho e trajetos de lazer.
Dicas práticas para manter o valor da apólice estável e a proteção adequada
Além de entender a relação entre FIPE e seguro, algumas ações simples ajudam a manter o custo de seguro sob controle sem abrir mão da proteção necessária. Considere as seguintes recomendações ao planejar a contratação ou renovação de seguro para a Hilux 2008:
- Mantenha o registro de manutenção completo: guias de serviços, peças substituídas e inspeções periódicas ajudam a demonstrar cuidado com o veículo e reduzem o risco percebido pela seguradora.
- Implemente dispositivos de segurança: alarme, rastreador veicular e trilhos de imobilização podem reduzir o risco de furto e, consequentemente, o prêmio.
- Considere coberturas proporcionais ao uso real: avalie a necessidade de coberturas adicionais contra terceiros, incêndio, roubo e danos a carga conforme o uso específico da Hilux.
- Atualize informações do condutor e de uso: manter dados atualizados sobre o motorista principal, quilometragem anual e áreas de circulação pode evitar surpresas na hora de acionar a garantia.
Ao final, a cotação com a GT Seguros tende a trazer clareza sobre como a FIPE se traduz em números práticos de seguro para a sua Hilux. O objetivo é ter uma proteção adequada às suas necessidades, sem surpresas no momento de acionar a apólice.
Se você busca tranquilidade e uma solução de seguro alinhada ao perfil do seu veículo, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode oferecer coberturas sob medida para o uso da sua Hilux 2008, com condições que condizem com o valor de referência da FIPE e o seu histórico de condução.
