Valor FIPE Atual
R$ 50.603,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 519002-9
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 50.603,00
Dez/25R$ 50.700,00
Nov/25R$ 50.777,00
Out/25R$ 50.900,00
Set/25R$ 51.064,00
Ago/25R$ 51.172,00
Jul/25R$ 51.255,00
Jun/25R$ 51.307,00
Mai/25R$ 51.410,00
Abr/25R$ 51.457,00
Mar/25R$ 51.535,00
Fev/25R$ 51.566,00

Entendendo a Tabela FIPE para o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano SPTrans 2p Diesel 2006

Este artigo mergulha em como funciona a Tabela FIPE quando aplicada ao modelo CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTrans 2p diesel de 2006. O objetivo é explicar, de forma educativa, como a referência de preços influencia decisões relacionadas a seguros, consultorias técnicas e planejamento financeiro de ativos que circulam no transporte público urbano. Embora o universo automotivo usado envolva veículos de serviço público, os conceitos apresentados ajudam profissionais de seguros, gestores de frota e proprietários a compreender melhor como a valoração média definida pela FIPE impacta a definição de coberturas, indenizações e negociações de apólices para esse tipo de equipamento.

O que é a Tabela FIPE e como ela se relaciona com veículos de serviço público

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor médio de veículos usados. Esse conjunto de valores serve como base para diferentes operações financeiras e contratuais, incluindo o cálculo de prêmios de seguro, indenizações por perdas totais e avaliações patrimoniais. Importante salientar que a FIPE não representa um preço de venda fixo de mercado nem o preço pago em uma operação específica; trata-se, sim, de uma média estatística que reflete o comportamento histórico de transações e a depreciação típica ao longo do tempo, com atualizações mensais para refletir mudanças no mercado automobilístico.

Tabela FIPE CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2006

Ao considerarmos um veículo como o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTrans 2p diesel de 2006, a interpretação da FIPE envolve algumas nuances: a idade do veículo tende a exercer impacto significativo, já que unidades com mais de uma década costumam sofrer depreciação maior em comparação com modelos mais novos; a finalidade de uso (transporte urbano público) também pesa, pois o desgaste, o regime de operação e o regime de manutenção podem diferir bastante de veículos de uso particular. Além disso, características técnicas como tipo de motorização (diesel), número de portas, configurações de cabine, peso bruto total e capacidade de passageiros costumam refletir diferentes faixas dentro da tabela, complicando o enquadramento exato sem considerar as variantes específicas de cada unidade.

Quando uma seguradora utiliza a FIPE como referência para calcular o valor segurável, o objetivo é estabelecer uma base que seja estável, transparente e passível de auditoria, levando em conta a possibilidade de perdas parciais ou totais. Em operações de frotas públicas, é comum que a FIPE sirva como linha de referência para ajustar o valor segurado de cada veículo, de modo que as indenizações possíveis em um sinistro reflitam um patamar equilibrado entre recuperação do ativo e custo do seguro. Nesse contexto, entender a Tabela FIPE ajuda gestores a justificar a escolha de coberturas, faixas de franquia, limites de indenização e estratégias de renovação de pólizas para frotas com veículos de serviços essenciais, como o Alleanza Mini Urbano da SPTrans.

Ficha técnica do CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTrans 2p (die.) 2006

  • Tipo de veículo: micro-ônibus urbano com 2 portas, utilizado pelo SPTrans para atendimento de rota de curta e média densidade de tráfego.
  • Motorização: diesel, 4 cilindros, deslocamento aproximado de 2,2 litros, projetado para operação em vias urbanas com torque suficiente para partidas rápidas e aceleração moderada.
  • Potência e transmissão: potência máxima por volta de 120 cv, torque em torno de 28 kgf·m; transmissão manual de 5 velocidades, com embreagem adequada para demanda de paradas frequentes em corredores de ônibus.
  • Capacidade de combustível: tanque com capacidade aproximada de 60 litros, visando autonomia compatível com percursos urbanos de média/longa distância entre abastecimentos sem interrupções frequentes.

A marca CICCOBUS: trajetória e atuação no setor de transporte urbano

A CICCOBUS figura, na imagética do setor de transporte público, como uma marca associada à concepção de soluções de mobilidade para ambientes urbanos complexes. Em linhas gerais, o ciclo de desenvolvimento de sucha linha de veículos costuma enfatizar robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças de reposição, fatores prioritários para frotas públicas que operam sob contratos de longo prazo. Em termos de filosofia de design, a ideia central é oferecer unidades com dimensões proporcionais a ruas estreitas e trechos com baixa margem de manobra, sem comprometer a capacidade de transporte de passageiros, a estabilidade em curvas e a segurança estrutural. A presença de 2 portas para uma unidade como o Alleanza Mini Urbano se alinha à necessidade de rápidas rotas de embarque e desembarque, traduzindo-se em eficiência operacional e menor tempo de paradas no ponto.

Para quem trabalha com seguros, entender a marca e a sua gama de produtos facilita a avaliação de riscos específicos. Veículos de imagem pública, como micro-ônibus destinados a serviço municipal, carregam particularidades: a vigilância de frota, o papel de manutenção preventiva e a gestão de incidentes são cruciais para reduzir sinistros e manter a confiabilidade das operações. A reputação de uma marca, combinada com o histórico de desempenho em ruas urbanas, pode influenciar positivamente a aceitação de coberturas, a previsibilidade de custos e a gestão de sinistros com menos complexidade administrativa. Além disso, o nível de disponibilidade de assistência técnica e de rede de oficinas autorizadas impacta o tempo de recuperação de um veículo envolvido em um acidente, fator que, por sua vez, afeta o cálculo do prêmio de seguro de forma indireta.

Como a FIPE orienta a gestão de seguros para frotas com esse tipo de veículo

Para gestores de frota e corretores de seguros, a FIPE serve como uma referência prática para dimensionar o valor segurado de cada veículo. Em uma planilha de frotas que inclua unidades como o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano/SPTrans 2p diesel 2006, a integridade do processo de seguro depende de uma leitura cuidadosa dos dados. Primeiramente, a idade do veículo tende a empurrar o valor FIPE para baixo ao longo do tempo, o que, por consequência, pode influenciar a necessidade de reajuste periódico da soma segurada para manter a cobertura adequada. Em segundo lugar, a natureza do uso — serviço público urbano — pode implicar em requisitos de coberturas adicionais, como proteção contra danos elétricos em redes de alimentação, proteção a passageiros e eventuais coberturas para equipamentos de comunicação a bordo, que podem ter apetite de risco distinto de automóveis de uso particular.

Um terceiro aspecto diz respeito à diferença entre o preço pago pelo mercado e o valor contábil ou de reposição. Em veículos de operação pública, a reposição pode demandar aquisições de unidades com configurações específicas (padrões de conforto para passageiros, sistemas de motorizações com baixo consumo de combustível, componentes de segurança e acessibilidade). Nessas situações, a FIPE é um referencial, mas as apólices costumam contemplar cláusulas de indenização em caso de perda parcial com base no valor de reposição, que pode ser superior ou inferior ao valor FIPE, dependendo do contrato firmado entre a seguradora, o administrador da frota e o proprietário do veículo.

Além disso, o uso de FIPE como base para a definição de prêmios incentiva a adoção de estratégias de gestão de risco, como a integração de tecnologias de telemetria, inspeções regulares, planos de manutenção preventiva, treinamentos de condutores e melhorias de segurança. Esses elementos, quando combinados, tendem a reduzir a probabilidade de sinistros operacionais e, portanto, a favorecer condições mais estáveis de prêmio ao longo do tempo. Em termos práticos, um corretor de seguros que entende o mecanismo da FIPE consegue propor coberturas alinhadas às reais necessidades da frota de SPTrans, sem subestimar riscos nem superestimar custos, o que reduz fricções em renovações contratuais e facilita a gestão de sinistros.

Boas práticas para seguradoras e gestores de frota que envolvem o CICCOBUS Alleanza Mini Urbano 2p diesel 2006

  • Realizar avaliações periódicas da soma segurada com base na FIPE atualizada para manter o equilíbrio entre prêmio, cobertura e indenização.
  • Considerar peculiaridades de uso urbano e de transporte de passageiros ao definir coberturas