Valor FIPE Atual
R$ 30.983,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504012-4
Ano: 1990-3
MêsPreço
Jan/26R$ 30.983,00
Dez/25R$ 31.043,00
Nov/25R$ 31.090,00
Out/25R$ 31.166,00
Set/25R$ 31.267,00
Ago/25R$ 31.334,00
Jul/25R$ 31.385,00
Jun/25R$ 31.417,00
Mai/25R$ 31.481,00
Abr/25R$ 31.510,00
Mar/25R$ 31.559,00
Fev/25R$ 31.579,00

Guia completo da Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 1215 3-Eixos 2p Diesel (1990) e suas implicações em seguros

Ficha técnica resumida do Ford Cargo 1215 3-Eixos 2p (diesel) 1990

O Ford Cargo 1215, produzido para atender ao segmento de caminhões pesados de transportes rodoviários, chegou ao mercado com foco em robustez, confiabilidade e facilidade de manutenção. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida que ajuda a situar o perfil deste veículo dentro do ranking de seguros e de avaliação de risco pela FIPE. Vale lembrar que diferenças de configuração entre unidades (cabine, eixo dianteiro, configuração de eixo tronco, entre outros itens) podem alterar alguns valores aqui descritos.

  • Motor: diesel, 6 cilindros em linha, projetado para uso pesado
  • Potência: faixa típica entre 150 e 210 cavalos de potência, dependendo da configuração do motor
  • Transmissão: manual, com várias marchas adequadas para trabalhos de carga e rodagem em longas distâncias
  • Capacidade de carga: em torno de 12,0 a 12,5 toneladas de carga útil, variando conforme o conjunto de eixos, cabine e suspensão

Observação: a ficha técnica pode sofrer variações conforme a configuração original de fábrica de cada unidade, incluindo cabine, sistema de freios, tipo de eixo traseiro e equipamentos de proteção de carga. Em seguros, essas diferenças costumam influenciar o valor segurável, a manutenção necessária e os prêmios de cobertura.

Tabela FIPE FORD CARGO 1215 3-Eixos 2p (diesel) 1990

O que é a Tabela FIPE e como ela se relaciona com o seguro de caminhões

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados em processos de seguro, venda e financiamento. Para caminhões como o Ford Cargo 1215, a FIPE consolida valores médios de mercado com base em amostras de veículos equivalentes na mesma linha de idade, estado de conservação, uso e região. Esses números ajudam as seguradoras a estabelecer o valor correspondente à indenização em caso de sinistro, bem como a ajustar mensalmente o prêmio conforme o risco avaliado.

É importante compreender que o valor FIPE não é o preço de venda atual nem um custo de reposição exato em caso de perda total. Ele representa uma média de mercado que serve de referência para cálculo de indenização em seguros. Quando a seguradora utiliza a FIPE, essa base pode ser combinada com fatores adicionais, como histórico de manutenções, quilometragem, condições de uso (carga, transporte de passageiros ou desgaste por mão de obra), e a existência de itens de proteção, como alarmes, dispositivos de segurança de freio ou sistemas de telemetria.

Para quem administra uma frota ou uma única unidade, entender a FIPE ajuda a planejar reservas técnicas, justificar o valor da soma segurada e explicar aos proprietários ou tomadores de seguros como diferentes estados de conservação podem alterar o prêmio final. Em carros-utilitários menores, a FIPE costuma ter variações mais perceptíveis entre regiões, mas em caminhões pesados as diferenças são mais influenciadas pela idade da frota, pelas condições de operação e pela disponibilidade de peças de reposição no mercado local.

Fatores que influenciam o valor FIPE do Ford Cargo 1215 1990

O valor FIPE de um Ford Cargo 1215 de 1990 pode variar por uma série de fatores que vão além da simples passagem do tempo. Abaixo estão os principais aspectos que costumam impactar esse índice na prática de seguros e de avaliação de veículos usados:

Primeiro, o estado de conservação geral. Caminhões com cabine íntegra, sem ferrugens avançadas, pintura preservada e caçamba em bom estado tendem a ter valores FIPE mais altos. Em contrapartida, veículos com ferrugem, vazamentos, vazios de freio ou danos estruturais costumam apresentar decréscimos significativos no valor referenciado pela FIPE. A carroceria, o chassi e a condição de componentes críticos, como suspensão e sistema de direção, entram nesse cálculo de forma relevante.

Segundo, a quilometragem acumulada. Veículos com histórico de uso pesado, muitos quilômetros rodados em curtas distâncias ou ciclos de trabalho intensos podem impactar negativamente o valor FIPE. Isto porque o desgaste mecânico costuma ser maior quando a vida útil é encurtada pelo uso frequente em condições adversas de estrada, carga mal distribuída ou paradas repetidas para manutenção emergencial.

Terceiro, a idade do veículo e o histórico de manutenções. Caminhões com mais de 30 anos costumam ter um ajuste natural para baixo no valor de referência, a menos que demonstrem histórico de manutenção exemplar, com revisões em dia, registro de trocas de componentes críticos (motor, sistema de freios, bomba de fuel) e arquivos que comprovem baixa incidência de sinistros. A disponibilidade de peças e a facilidade de encontrar assistência técnica para o modelo também influenciam o preço médio na FIPE.

Quarto, o uso previsto e o regime de trabalho. Um veículo com aplicação em que a carga é estável, bem distribuída e com uso regular tende a apresentar uma curva de depreciação diferente de um caminhão emprestado a operações de alta demanda, com paradas rápidas, trepidação constante e condições de estrada ruins. No contexto de seguros, esse fator se traduz na resiliência do conjunto mecânico e na probabilidade de sinistros relacionados a desgaste prematuro.

Por fim, itens adicionais de proteção e de segurança, como sistemas de vigilância, dispositivos de bloqueio de roubo, e a presença de recursos que reduzem perdas em caso de acidente, podem ter efeito indireto sobre a avaliação FIPE ao longo do tempo, pois ajudam a manter o veículo em condições melhores e com menor probabilidade de dano significativo.

Como a FIPE impacta a estratégia de seguro de frotas

Na prática, o valor FIPE serve como uma referência para definir a soma segurada de um caminhão no seguro. Se o preço de reposição no mercado for superior ou inferior à média FIPE, a seguradora pode ajustar a cobertura para refletir esse cenário. Quando a soma segurada está alinhada com o FIPE, o segurado tende a ter uma indenização mais previsível e o prêmio pode refletir com precisão o risco envolvido.

Para gestores de frotas, é comum revisar periodicamente a vigência da apólice e comparar o valor FIPE com o valor de mercado atual, avaliando se a soma segurada acompanha a depreciação natural da frota. Em caminhões antigos, essa revisão pode exigir ajustes estratégicos: ou se mantém a cobertura com a FIPE atualizada, ou se opta por ampliar a cobertura com cláusulas de proteção de carga, assistência 24 horas, ou seguros adicionais para riscos específicos (incêndio, colisão, roubo de componentes de alto valor).

É comum também que seguradoras consultem o histórico de manutenção registrado pelo tomador para confirmar a boa condição do veículo antes de conceder determinadas coberturas. Em alguns casos, medidas como a exigência de inspeção técnica periódica ou a inclusão de telemetria podem influenciar o prêmio, especialmente quando o objetivo é reduzir o risco de sinistro por manuseio inadequado ou uso inadequado de componentes sensíveis à operação pesada.

A Ford como marca de caminhões: legado, inovação e confiabilidade

A Ford tem uma trajetória marcante no setor de caminhões, especialmente com a linha Cargo, que ao longo das décadas se consolidou como alternativa sólida para empresas que dependem de transporte de carga, construção e logística. A marca construiu uma reputação associada à robustez, facilidade de manutenção e rede de assistência ampla, características valorizadas por frotistas que operam em ambientes desafiadores, com rodovias de tráfego intenso e percursos variados.

Entre os pontos que fortalecem a percepção de confiabilidade da Ford no segmento de caminhões, destaca-se o foco em disponibilidade de peças, compatibilidade entre componentes, e a construção de chassis e estruturas que toleram uso contínuo em condições de demanda elevada. A presença de concessionárias e centros de serviço que atendem tanto a manutenção de rotina quanto a reparos mais complexos facilita o gerenciamento de frotas, reduz o tempo de indisponibilidade e oferece suporte técnico importante para motoristas e equipes de logística.

Além disso, a Ford, ao longo da história, buscou alinhar tecnologia de motorizações diesel com soluções de transmissão e freios adequadas ao trabalho pesado de caminhões. A ênfase em durabilidade, revisão programada e disponibilidade de peças torna a marca uma opção de valor para empresas que precisam de confiabilidade em prêmios de seguro, de manutenção e de custo total de propriedade. Em termos de seguro, a reputação da marca pode influenciar positivamente as avaliações de risco quando o veículo está em bom estado de conservação e com histórico de uso regular e bem registrado.

Boas práticas para seguradoras e proprietários de Ford Cargo 1215

Para proprietários de caminhões e gestores de frotas que buscam cobrir adequadamente seus ativos, algumas práticas ajudam a manter o equilíbrio entre custo de seguro e proteção efetiva. Primeiro, manter um registro integrado de manutenções e revisões facilita a comprovação de risco controlado junto à seguradora, o que pode refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo.

Segundo, investir em dispositivos de proteção de carga e em sistemas de telemetria pode não apenas reduzir o risco de furtos e acidentes, mas também contribuir para a melhoria da gestão de frota. Esses recursos costumam ser vistos como ativos que reduzem a probabilidade de sinistros e, consequentemente, ajudam a estruturar coberturas mais apropriadas para o perfil da operação.

Terceiro, é essencial alinhar as coberturas com as necessidades reais da operação. Além do casco para o veículo, considerar responsabilidades civis, proteção de carga, e assistência 24 horas é fundamental para caminhões que atuam em trajetos de longa distância ou em regiões com infraestrutura de suporte variável. Personalizações de apólice podem incluir cláusulas para guincho, frota, ou até cobertura de cargas especiais conforme o tipo de mercadoria transportada.

Quarto, revise periodicamente a soma segurada com base na FIPE, especialmente à medida que a frota envelhece. Embora o valor FIPE seja uma referência útil, o cenário de sinistros, depreciação de peças e condições de uso pode exigir ajustes para evitar subseguro ou superseguro. O objetivo é manter uma proteção adequada que reflita o risco real, sem pagar valores desnecessários em prêmios.

Por fim, a comunicação entre o gestor da frota, o corretor de seguros e a seguradora é essencial. Um diálogo aberto sobre uso, condições de operação, e planos de manutenção ajuda a calibrar corretamente as coberturas, garantindo que o veículo esteja protegido com custo de seguro compatível com o risco assumido pela empresa.

Se você estiver avaliando opções de proteção para o Ford Cargo 1215, é prudente consultar especialistas em seguros que entendem de veículos pesados e da realidade de frota. Uma cotação específica para o seu perfil pode trazer