Valor FIPE Atual
R$ 11.142,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 825031-6
Ano: 1999-1
MêsPreço
Jan/26R$ 11.142,00
Dez/25R$ 11.162,00
Nov/25R$ 11.183,00
Out/25R$ 11.287,00
Set/25R$ 11.199,00
Ago/25R$ 11.105,00
Jul/25R$ 10.996,00
Jun/25R$ 10.888,00
Mai/25R$ 10.780,00
Abr/25R$ 10.792,00
Mar/25R$ 10.809,00
Fev/25R$ 10.816,00

Como interpretar a Tabela FIPE para a Suzuki RM 250 1999 e impactos no seguro de motos de alto desempenho

Quando pensamos em seguros para motos de competição ou de alto desempenho, um dos pilares para a escolha do contrato é entender como o valor de avaliação do veículo é definido pela Tabela FIPE. Para a Suzuki RM 250, ano 1999, esse tema é particularmente relevante: trata-se de uma motocicleta clássica para trilhas e competições, com características técnicas que influenciam tanto o cálculo do prêmio quanto as coberturas mais indicadas. A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado, criado a partir de negociações de venda entre consumidores e lojas, e é atualizada mensalmente para refletir as oscilações de valorização ou desvalorização de modelos, idades e condições. No entanto, para motos de alto desempenho, o valor registrado pela FIPE pode servir como referência inicial, sendo ajustado conforme o estado do veículo, modificações, quilometragem e histórico de sinistros.

A seguir, exploramos como esse referencial se aplica na prática, especialmente para um modelo clássico como a RM 250 1999, que tem o espírito da era de competição dos dois tempos. Ao falar de seguro, compreender a lógica por trás da FIPE ajuda o proprietário a alinhar expectativas, planejar coberturas adequadas e evitar surpresas em caso de sinistro. Vamos orientar desde o conceito básico até elementos específicos da ficha técnica da moto, com uma visão educativa sobre o impacto de cada componente na proteção contratual.

Tabela FIPE SUZUKI RM 250 1999

O que é a Tabela FIPE e qual função no seguro

A Tabela FIPE é um índice de referência que molda o valor de reposição ou de mercado para veículos usados, incluindo motos. Para seguradoras, esse parâmetro facilita a mensuração do valor segurável, servindo de base para perguntas-chave: qual seria o valor de reposição em caso de perda total? Qual o valor de indenização em um sinistro? E como isso influencia o cálculo do prêmio, as coberturas exigidas e as franquias. No entanto, é importante notar que a FIPE não substitui avaliação particular: modificações, estado de conservação, histórico de manutenção e o uso do veículo (esse último ponto é especialmente relevante para uma moto de competição) podem levar as seguradoras a ajustarem esse valor, seja para mais ou para menos.

Para motos de alto desempenho, especialmente modelos de temporada antigas como a RM 250 1999, a FIPE funciona como um referencial de linha do tempo. Em muitos casos, o valor de mercado pode derivar de itens como a raridade do modelo, a disponibilidade de peças, a importância histórica no cenário de motocriação e a presença de modificações que impactem o desempenho. Por isso, a leitura cuidadosa da tabela, associada à avaliação física do veículo, ajuda a calibrar a proteção oferecida pela apólice, evitando tanto subseguro quanto superseguro, situações que podem desequilibrar o custo do seguro em relação ao valor real do bem.

Outro ponto relevante é o impacto de sinistros anteriores. Quando houve ocorrência de danos, a avaliação de reparos necessários, a qualidade das peças de reposição e o custo de mão de obra podem influenciar o valor utilizado pela seguradora na indenização, independentemente do número indicado pela FIPE. Assim, proprietários de RM 250 1999 devem manter documentação de manutenção, histórico de revisions e notas fiscais de peças para facilitar a conferência de valores e a definição de coberturas, principalmente se o uso da moto é voltado a competições ou eventos com regras específicas de quilometragem e participação.

Como interpretar a Tabela FIPE para a Suzuki RM 250 1999

Ao considerar a FIPE para a Suzuki RM 250 1999, é útil seguir uma linha de leitura prática, que ajude a traduzir números em decisões de seguro. Abaixo estão quatro diretrizes simples, pensadas para quem busca proteção sem abrir mão da essência de uma motocicleta de alto desempenho:

  • Verifique o ano, o modelo exato e a designação RM 250 dentro da linha Suzuki. Pequenas variações entre anos de produção podem gerar diferenças no valor de referência, especialmente em séries especiais ou de transição.
  • Considere o estado geral da moto: condições mecânicas, histórico de manutenções, estado da suspensão, motor, condutores de refrigeração e componentes de desgaste. Modificações relevantes para performance — como escapamento, afinação de carburação, alterações no motor — costumam impactar o valor de reposição, para além do que a FIPE registra de fábrica.
  • Atenção ao uso previsto: motos de competição costumam ter vida útil diferente de veículos usados como passeio diário. Embora a FIPE sirva como referência, seguradoras consideram o uso real para ajuste de prêmio, incluindo o perfil de sinistros envolvendo modelos esportivos.
  • Considere o pacote de cobertura desejado: além da indenização por valor de mercado, pode haver necessidade de cobertura para peças originais ou modificadas, assistência em viagem, e proteção contra roubo/furto, danos a terceiros e responsabilidade civil, cada uma com parâmetros que podem casar ou divergir do valor FIPE.

Em síntese, a interpretação da FIPE para a RM 250 1999 não é apenas o ato de ler um número. Trata-se de entender como esse número dialoga com o estado do veículo, com o uso pretendido e com o conjunto de coberturas escolhido. O objetivo é alinhar expectativa de indenização, custo do prêmio e segurança oferecida pela apólice, de modo que a proteção cubra de forma eficiente o patrimônio e a prática esportiva associada à motocicleta.

Ficha Técnica: Suzuki RM 250 1999

A Suzuki RM 250 1999 é uma motocicleta de competição de dois tempos, projetada para desempenho em trilhas, pistas de motocross e eventos de velocidade em circuito off-road. Abaixo está uma visão compacta da ficha técnica, com os itens mais relevantes para entender o potencial técnico da moto e como isso influencia o seguro:

  • Motorização: motor de 2 tempos, refrigerado a líquido, com sistema de indução reed-valve, destinado a oferecer potência em faixa alta de rotações para competições; cilindrada próxima de 249 cm³.
  • Transmissão e acionamento: transmissão de 6 velocidades com embreagem por cabo, desenhada para resposta rápida em pistas técnicas e saltos; desenho de motor de alto desempenho com sangria de combustível ajustada para corridas.
  • Nutrição e acerto: carburador Mikuni, sistema de alimentação calibrado para alta performance em regimes de alta rotação e acelerações curtas, com ajuste de mistura comum em motos de competição. Configurações de escape e cinemática de válvulas internas muitas vezes são adaptadas pelos pilotos para competições específicas.
  • Chassi e suspensão: quadro de liga leve ou aço forte para suportar impactos de competição; garfos invertidos dianteiros de 43 mm com ajuste de compressão e retorno, e suspensão traseira monoamortecora Showa, otimizados para absorver grandes impactos de saltos; freios a disco na frente e atrás para desempenho de frenagem previsível.
  • Dimensões e peso estimado: peso seco próximo de 95–105 kg, com capacidade de tanque de combustível entre 4–6 litros, variando conforme ano de produção e configuração específica para corridas. Essas características influenciam o custo de seguro por taxa de uso e pelas exigências de cobertura.

Essa síntese da ficha técnica evidencia o perfil técnico da RM 250 1999: um veículo de alta performance, leve, com motor potente e suspensão afinada para competição. Tais atributos costumam influenciar não apenas a experiência de pilotagem, mas também as decisões de seguro, no sentido de exigir coberturas que acompanhem o valor de reposição e as condições de uso em campeonatos e eventos.

A marca Suzuki e a RM 250 no contexto do motocross

A Suzuki é uma referência mundial na indústria de motos, com trajetória marcada por inovação, robustez e participação consistente em modalidades de off-road, incluindo o motocross. Fundada no Japão, a marca se tornou símbolo de engenharia avançada aliada a uma filosofia de produção que busca equilíbrio entre desempenho, durabilidade e custo de manutenção. O foco da Suzuki no off-road é histórico: ao longo das décadas, a fabricante desenvolveu linhas de competição que se tornaram ícones entre pilotos amadores e profissionais, ajudando a consolidar a reputação da empresa como uma parceira confiável para quem pratica esportes motorizados em terrenos desafiadores.

Dentro desse panorama, a RM 250 1999 representa um capítulo importante da linha RM, que ganhou destaque por combinar leveza, entrega de potência em dois tempos e resposta ágil em curvas de alta exigência. A RM 250 tornou-se um sonho de alguns pilotos por sua agilidade em pista, por sua potência disponível em regimes de rotação elevados e pela disponibilidade de reposição no mercado de peças usadas, facilitando a manutenção em clubes, competições regionais e trilhas técnicas. Mesmo com o passar dos anos, o legado da Suzuki no off-road permanece relevante para entusiastas que mantêm motos de competição em uso, colecionando histórias de corridas e de encontros com a mecânica tradicional da marca.

Para proprietários e administradores de seguros, entender o peso da marca no imaginário do mercado pode ser útil na avaliação de valor de reposição e na escolha de coberturas que maximizem a proteção, sem perder a essência de uma moto com espírito de competição. A RM 250 1999, por ser um modelo clássico, pode exigir atenção especial quanto a disponibilidade de peças originais e o custo de itens de reposição, fatores que influenciam o custo efetivo de seguro ao longo do tempo e a viabilidade de manter o veículo em condições de uso seguro e legal.

Como o valor FIPE influencia o seguro da Suzuki RM 250 1999

Ao planejar a proteção para uma motocicleta de alto desempenho, a FIPE funciona como um referencial de equilíbrio entre custo, cobertura e indenização possível. Para a RM 250 1999, esse parâmetro serve de base para o cálculo de valor segurável, que por sua vez influencia o valor dos prêmios e as opções de cobertura disponíveis. Em linhas gerais, quanto maior o valor presente na FIPE, maior tende a ser o custo do seguro, pois o risco de indenização mais elevada é maior. Contudo, vale ressaltar que a FIPE é apenas um referencial inicial; modificações, estado de conservação, histórico de manutenção e o uso real da moto para competições costumam levar as seguradoras a ajustar o valor de indenização, bem como as condições de cobertura.

Existem particularidades importantes a considerar. Por exemplo, se a RM 250 1999 possuir modificações de performance, componentes de alto valor ou peças de reposição originais raras, o valor de reposição pode divergir consideravelmente do valor FIPE. Nesses casos, a apólice pode prever cláusulas específicas para peças originais, valor de reposição com ajuste por disponibilidade de peças e condições de sinistro. Da mesma forma, o uso em eventos esportivos ou treinos em pista pode exigir apólices com cláusulas de uso específico, limites de quilometragem e cobertura de itens de desgaste, tudo para refletir o risco acrescido de operação em ambientes de competição.

Para o proprietário, o desafio é equilibrar o custo do seguro com a proteção necessária, sem abrir mão de coberturas que realmente importam para uma moto de alto desempenho. A prática recomendada envolve documentar qualquer modificação relevante, manter um histórico de manutenção registrado e conversar com a corretora sobre cenários de uso — como participação em competições, treinos ou eventos beneficentes — que possam justificar ajustes no valor segurável e nas coberturas escolhidas. Assim, a proteção fica mais alinhada com a realidade da RM 250 1999 e com o cenário de valor de reposição de peças originais e/ou modificadas.

Um aspecto adicional é a presença de itens de proteção contra roubo e furto, uma preocupação comum para motos de competição que circulam entre clubes, pistas e trilhas. A FIPE não substitui a necessidade de medidas de segurança extras, como trancas, alarmes e dispositivos de bloqueio, que reduzem o risco de roubo e, por consequência, podem influenciar o prêmio ao longo do tempo com base em estatísticas regionais de criminalidade e na eficácia dos dispositivos instalados.

Relevância para o proprietário e para a corretora de seguros

Para o proprietário da Suzuki RM 250 1999, compreender a relação entre FIPE, estado da moto e uso pretendido facilita a tomada de decisão sobre qual combinação de coberturas escolher. Em mercados onde a RM 250 é valorizada pela história e pela performance, a escolha de coberturas como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo e peças originais pode ser especialmente pertinente. Além disso, a corretora de seguros desempenha um papel fundamental ao orientar sobre as melhores opções de proteção, levando em conta o perfil do piloto, o uso em competições, o local de uso (pistas, trilhas, treinos) e o histórico de sinistros.

A relação entre valor FIPE e preço do seguro não é rígida: é comum que seguradoras proponham ajustes com base em avaliações técnicas realizadas por profissionais ou pela própria rede de oficinas credenciadas, levando em conta a condição mecânica, a quilometragem e o estado geral da motocicleta. Em motos de competição, é comum que o contrato inclua cláusulas específicas para a indenização de peças originais e modificadas, bem como para a substituição com itens equivalentes de alto desempenho, caso necessário. Nesse cenário, a transparência e o diálogo entre proprietário, corretora e seguradora são elementos-chave para chegar a uma proteção que seja ao mesmo tempo econômica e eficaz.

Além disso, é útil que o proprietário mantenha atualizada a documentação de manutenção, guias de usuários de peças, notas fiscais e registros de inspeções técnicas. Esses documentos apoiam a validação do estado da moto no momento de contratação ou renovação do seguro, evitando surpresas no momento de uma eventual indenização. Assim, o caminho para um seguro bem estruturado envolve não apenas a leitura da FIPE, mas a construção de um acervo detalhado que descreva o estado tecnológico da RM 250 1999 e as escolhas de uso que serão feitas pela torcida de pilotos.

Em síntese, para quem possui uma Suzuki RM 250 1999, entender a Tabela FIPE no contexto de seguro é compreender que o valor de referência é um ponto de partida — não é o único determinante. O estado da moto, as modificações, o uso pretendido e as coberturas escolhidas moldam o custo do prêmio e a qualidade da proteção. Com boa orientação, é possível alcançar uma solução de seguro que contemple a essência da motocriação, a paixão pela competição e a responsabilidade com a proteção do patrimônio.

Se você busca uma avaliação cuidadosa e uma oferta de seguro que combine com o perfil da sua Suzuki RM 250 1999, considere conversar com a GT Seguros. Uma cotação pode ser o passo inicial para alinhar coberturas, valor segurável e condições de uso de forma clara e personalizada.