Valor FIPE Atual
R$ 11.700,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 847010-3
Ano: 2009-1
MêsPreço
Jan/26R$ 11.700,00
Dez/25R$ 11.586,00
Nov/25R$ 11.196,00
Out/25R$ 11.202,00
Set/25R$ 11.290,00
Ago/25R$ 11.700,00
Jul/25R$ 11.462,00
Jun/25R$ 11.474,00
Mai/25R$ 11.497,00
Abr/25R$ 11.508,00
Mar/25R$ 11.526,00
Fev/25R$ 12.026,00

Entenda a Tabela FIPE no contexto do GARINNI GR250T3 2009

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro

A Tabela FIPE funciona como uma referência nacional de valores de veículos usados e seminovos no Brasil. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega informações de mercado a partir de pesquisas realizadas com anúncios e transações ocorridas em diferentes regiões do país. O objetivo é oferecer uma base padronizada para que compradores, vendedores, financiadores e, principalmente, seguradoras, tenham um referencial comum sobre o valor de mercado de um veículo em determinado mês e ano de fabricação. Para quem atua na corretagem de seguros, esse valor de referência é fundamental porque muitos seguros utilizam a Tabela FIPE como parâmetro para estabelecer coberturas de valor de indenização em caso de sinistro, para a composição de coberturas adicionais e para a avaliação de depreciação em casos de perda total.

É importante compreender que a FIPE não é um preço de venda fixo; é um valor referencial que varia conforme condições do veículo, quilometragem, estado de conservação, peças originais ou substitutas, histórico de manutenção e até mesmo a localidade onde o veículo circula. Além disso, a tabela é atualizada mensalmente, o que significa que o valor de referência de um mesmo modelo pode oscilar ao longo do tempo. Por isso, quando se analisa a Tabela FIPE para um modelo específico como o GARINNI GR250T3 2009, é essencial considerar variações sugestivas de mês/ano de referência, bem como as particularidades do veículo em questão.

Tabela FIPE GARINNI GR250T3 2009

Para profissionais de seguros, a prática comum é usar o valor de referência da FIPE como base para o cálculo de cobertura de perdas parciais ou totais, bem como para orientar decisões sobre o montante de garantia e as opções de franquia. Em termos educativos, pense na FIPE como um termômetro de mercado: quanto maior o valor de referência, maior tende a ser o custo potencial da carteira de seguro, desde que os demais fatores (perfil do veículo, trajeto, uso, perfil do condutor) também agreguem risco calculado pela seguradora. No caso de modelos mais antigos ou de marcas com menor penetração de mercado, a cada atualização da FIPE há alterações que demandam atenção criteriosa na hora de fechar ou revisar uma apólice.

Ficha técnica do GARINNI GR250T3 2009

  • Motorização: motor de baixa cilindrada, configuração de 4 tempos, com sistema de arrefecimento apropriado para uso urbano. A literatura técnica de veículo dessa categoria costuma enfatizar eficiência de consumo e torque suficiente para retomadas em vias urbanas.
  • Transmissão e dirigibilidade: transmissão manual com várias marchas, projetada para oferecer resposta estável em trechos de tráfego intenso e em deslocamentos diários. A suspensão prioriza conforto em vias com pavimento desigual típico de algumas regiões urbanas e rurais próximas.
  • Chassi, carroceria e espaço: carroceria compacta com boa manobrabilidade e interior aproveitável para uso diário. O layout tende a favorecer a visibilidade do motorista, facilitando manobras em estacionamentos e em ruas estreitas, com acomodações modestas para ocupantes e bagagem.
  • Conforto, itens e segurança básica: o veículo costuma vir equipado com itens essenciais para a categoria, como sistemas de iluminação adequados, freios com resposta previsível, e bancos com posicionamento ergonômico básico. A segurança é compatível com o padrão de carros de uso urbano, sem soluções de alto desempenho, mas com foco em confiabilidade e facilidade de manutenção.

Observação importante: por se tratar de um modelo de 2009, a ficha técnica acima descreve características típicas associadas a veículos nessa faixa de idade e segmento, incluindo foco na dirigibilidade diária, baixo custo de manutenção e usabilidade prática. Em termos de seguros, essas características costumam influenciar a avaliação de risco pela seguradora, bem como as opções de coberturas para danos a terceiros, colisões e proteção de acessórios originais. Sempre é recomendável confirmar a ficha técnica com o fabricante ou com o histórico do veículo específico, pois variações entre unidades podem ocorrer.

Sobre a marca Garinni

A Garinni, como marca, posiciona-se no segmento de veículos de uso cotidiano com uma proposta voltada para acessibilidade, simplicidade de manutenção e custo total de propriedade moderado. Em mercados onde o custo de vida exige soluções pragmáticas, a Garinni busca oferecer modelos que conciliem disponibilidade de peças, facilidade de reparo e conforto essencial para trajetos diários. A estratégia de produto costuma enfatizar a relação custo-benefício, com redes de assistência técnica que cobrem áreas urbanas e regionais, facilitando a vida do proprietário durante a vigência da garantia e ao longo do ciclo de uso do veículo.

Do ponto de vista de seguros, a percepção de marca influencia a decisão de seguro de diferentes formas. Modelos de marcas com boa rede de assistência e disponibilidade de peças tendem a ter custos de reparo mais previsíveis, o que pode favorecer cotações em linhas de cobertura abrangentes e até mesmo em classes com franquias menores para danos físicos. Por outro lado, marcas com penetração menor no mercado às vezes apresentam maior custo de reposição de peças originais ou de reposição equivalente, o que pode impactar o prêmio em cenários de sinistro com perda total. Assim, a avaliação de valor de marca — incluindo reputação de confiabilidade, histórico de recall (quando pertinente) e qualidade de atendimento ao consumidor — passa a fazer parte do ecossistema de decisões da corretora e da seguradora sobre o GARINNI GR250T3 2009.

É útil notar que, ao lidar com modelos de nicho ou de produção limitada, o histórico de manutenção e o estado geral do veículo adquirem peso maior na equação de seguros. Veículos que recebem manutenções regulares, com peças originais ou equivalentes de qualidade, tendem a apresentar menores probabilidades de falhas mecânicas graves e de incidência de sinistros, o que pode refletir positivamente nos parâmetros de risco. Por isso, a conversa entre corretor, proprietário e seguradora ao redor da Tabela FIPE deve considerar não apenas o valor de referência, mas também o histórico de uso, o estado do veículo, a quilometragem estimada e a intenção de uso no dia a dia.

Relação entre FIPE e seguro: o papel da referência de mercado

A relação entre a Tabela FIPE e o seguro de veículos é estreita. Quando uma seguradora define o valor assegurado para um veículo, costuma usar o valor de referência da FIPE como linha de base para a indenização em caso de colisão total ou roubo. Esse valor, por ser amplamente aceito no mercado, facilita a comunicação entre as partes e a padronização de critérios. Além disso, a FIPE serve como um guia para entender a depreciação esperada do veículo ao longo de anos, o que é relevante para contratos que preveem indenização com base no valor de reposição ou no valor de mercado do bem no momento do sinistro.

Entretanto, cabe reforçar que o valor FIPE não é o único determinante no cálculo do prêmio. Seguradoras também consideram fatores específicos, como idade do veículo, uso diário (trabalho, lazer, deslocamento), histórico de sinistros do condutor, perfil do motorista, geography de uso (região com mais ou menos sinistralidade), alternativas de cobertura (colisão, incêndio, roubo/furto, proteção de acessórios, etc.) e o valor de franquia desejado. Em veículos com idade superior a uma década, como é o caso do GR250T3 2009, a avaliação pode incluir ajustes pela depreciação acelerada e pela disponibilidade de peças de reposição, que influenciam diretamente nos cenários de indenização.

Para quem analisa a FIPE com fins de planejamento financeiro e de seguro, uma boa prática é consultar a Tabela FIPE periodicamente, cruzar com o estado de conservação do veículo, com a quilometragem efetiva e com as condições de uso. A partir daí, é possível identificar cenários de seguro que mantenham a proteção necessária sem inflar desnecessariamente o custo mensal. Em termos educativos, vale entender que a FIPE oferece um referencial de mercado que se integra a um conjunto maior de parâmetros de risco avaliados pela seguradora, o que permite ao corretor de seguros apresentar opções alinhadas ao orçamento do cliente, sem deixar de oferecer a proteção adequada para o veículo.

Dicas práticas para consultar a FIPE e interpretar o valor de referência

  • Verifique o mês e o ano de referência da consulta: veículos mais antigos podem ter variações mais expressivas entre períodos, especialmente se houve mudanças significativas no mercado de reposição.
  • Considere o estado de conservação: carros bem conservados com histórico de manutenção completo tendem a ter valor de referência mais próximo ao valor real de mercado do veículo em boas condições.
  • Avalie o histórico de uso e manutenção: itens como revisões, troca de óleo, substituição de componentes relevantes e atestado de manutenção devem ser considerados ao comparar a FIPE com o valor percebido pelo vendedor ou pela seguradora.
  • Leve em conta a quilometragem e o perfil de uso: veículos com uso predominantemente urbano e baixa quilometragem podem manter um patamar de valor diferente de unidades com desgaste acelerado por uso intenso.

Como a seguradora encara a variação da FIPE para este modelo