| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 26.070,00 |
| Dez/25 | R$ 26.120,00 |
| Nov/25 | R$ 26.160,00 |
| Out/25 | R$ 26.223,00 |
| Set/25 | R$ 26.308,00 |
| Ago/25 | R$ 26.364,00 |
| Jul/25 | R$ 26.407,00 |
| Jun/25 | R$ 26.434,00 |
| Mai/25 | R$ 26.487,00 |
| Abr/25 | R$ 26.511,00 |
| Mar/25 | R$ 26.551,00 |
| Fev/25 | R$ 26.567,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991 e suas implicações no seguro
A Tabela FIPE é referência importante para o mercado automotivo brasileiro, servindo como base para avaliação de valor de reposição, apólices de seguro, financiamentos e até processos de indenização. Quando falamos do Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991, o uso da Tabela FIPE não se restringe a um número fixo: ele orienta a seguradora a estimar o valor de cobertura compatível com o que o veículo representa no mercado naquele período. Em seguros, esse valor influencia diretamente a forma como a apólice é estruturada, incluindo a soma segurada, as coberturas escolhidas e o tipo de franquia. Além disso, para modelos com características distintas, como o Samurai equipado com capota de lona (Canvas) e configuração 4×4, a FIPE ajuda a traduzir a percepção de risco entre peças originais, disponibilidade de reposição e o histórico de desvalorização ao longo do tempo.
Este artigo, voltado a quem atua no universo de corretagem de seguros, aborda a importância da Tabela FIPE para esse modelo específico, apresenta a ficha técnica do veículo para melhor embasar decisões de seguro, discute o papel da marca Suzuki no cenário do off-road e oferece orientações práticas para quem deseja manter uma apólice mais alinhada com a realidade de um clássico moderno de uso recreativo e cotidiano. A leitura agrega leitoras/os que desejam entender como o valor de mercado, a originalidade e a manutenção impactam prêmios, coberturas e condições de indenização na hora de acionar o seguro.

Ficha Técnica do Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991
A seguir, itens essenciais que costumam compor a ficha técnica de referência para esse veículo, com ênfase em informações úteis para a avaliação de seguro, manutenção e recuperação de valor ao longo do tempo. Observação importante: o objetivo é oferecer um retrato técnico que ajude na tomada de decisão, sem se prender a números exatos que possam variar conforme a origem da unidade, o mercado local ou eventuais modificações a partir de modelos de exportação. A ideia é evidenciar as características relevantes para a gestão de risco e de custos de cobertura.
- Motor e alimentação: motor de 1.3 litro, quatro cilindros, com sistema de alimentação tradicional (carburador) ou, dependendo do mercado, opções de injeção, evocando um conjunto simples e confiável, voltado para uso urbano com capacidades modestas de off-road leve. A ideia central é a robustez mecânica típica de utilitários leves da época, com manutenção relativamente simples em assistência técnica especializada.
- Transmissão e tração: câmbio manual de múltiplas velocidades (geralmente em torno de cinco marchas), com sistema de tração 4×4 e reduzida para enfrentar terrenos desafiadores. Essa configuração enfatiza o foco do veículo em uso fora de asfalto, sem abandonar a habitabilidade para deslocamentos diários em cidades.
- Carroceria e acabamento: corpo compacto de duas portas, com capota de lona (Canvas) que caracteriza a versão JX Canvas. O interior oferece capacidade para ocupantes com bom aproveitamento de espaço, mantendo o espírito retrô do modelo. A carroceria, por ser leve, requer atenção especial à preservação da pintura, ferrugem e vedação, fatores que influenciam a avaliação FIPE e, consequentemente, o seguro.
- Dimensões, peso e sensação de uso: o veículo é conhecido pela agilidade em terreno ruim aliado a dimensões compactas, o que favorece manobras, acesso a trilhas e estacionamento em ambientes urbanos. Embora não haja números exatos neste ponto, a percepção de peso, centro de gravidade e equilíbrio entre eixo dianteiro e traseiro é determinante para entender o custo de manutenção, a disponibilidade de peças originais e o risco de danos em colisões menores, fatores que impactam o prêmio do seguro e a forma de cobertura.
Sobre a marca Suzuki e seu papel no universo off-road
A Suzuki é uma marca com longa história no segmento de veículos leves, especialmente no que tange a câmbio 4×4, robustez e acessibilidade. A trajetória da empresa no off-road é marcada pela filosofia de oferecer utilitários acessíveis, fáceis de reparar e capazes de enfrentar situações fora de estrada sem exigir equipamentos de alto custo. A linha Samurai, junto com outros modelos de tradição 4×4, consolidou-se como referência para entusiastas que valorizam a simplicidade mecânica, o custo de reposição relativamente baixo e a capacidade de customização com peças de aftermarket disponíveis no mercado. Em termos de seguro, a reputação da marca pode se traduzir em uma percepção de menor risco de falhas graves quando bem mantido, mas também aponta para a necessidade de atenção à disponibilidade de peças originais, o que pode impactar o custo de reposição e, por consequência, o valor segurado.
Além disso, a história da Suzuki no Brasil envolve adaptações locais, acordos com redes de concessionárias, bem como a presença de modelos voltados para a utilização urbana e rural. O Samurai conversa com esse ecossistema ao oferecer uma opção de veículo com perfil prático: baixo peso, mecânica simples, consumo que costuma ser mais contido em comparação a SUVs maiores, e uma pegada off-road que atrai comunidades que apreciam trilhas, camping e atividades ao ar livre. Tudo isso influencia como as seguradoras avaliam o risco, a margem de sinistro e a necessidade de coberturas adequadas para peças originais, itens de proteção, acessórios e eventual recuperação de valores por meio de reposição com peças genuínas.
Por que a FIPE importa para o seguro do Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991
Ao trabalhar com seguros de veículos usados ou clássicos, a FIPE serve como referência para estimar o valor de reposição do bem. Quando o assunto é o Samurai JX Canvas 1.3 1991, a taxa de depreciação, o histórico de desvalorização e a disponibilidade de peças originais moldam a forma como a seguradora define a soma segurada. Em termos práticos, isso se traduz em algumas consequências diretas para a apólice:
– Definição do valor segurado: a FIPE orienta o contrato para que a cobertura seja compatível com o que o veículo representa no mercado de usados. Esse alinhamento evita subseguro, que deixaria o segurado desprotegido em caso de sinistro, ou superseguro, que eleva desnecessariamente o prêmio.
– Franquias e modalidades de cobertura: veículos com valor de troca mais baixo ou com menor disponibilidade de peças podem exigir ajustes em franquias, coberturas de peças originais, assistência 24 horas e opções específicas de indenização. A FIPE ajuda a embasar esses ajustes com parâmetros de mercado, que, por sua vez, impactam o custo total da apólice.
– Valorização de itens de acessório e personalizações: muitos Samurai de Canvas carregam itens adicionais — capotas reforçadas, pneus especiais, soluções de proteção de laterais, faróis auxiliares, entre outros. A FIPE, ao considerar o valor base do veículo, precisa ser complementada pelo piloto de coberturas para itens de acessórios ou modificações que possuem valor adicional, para que a indenização cubra de forma adequada o que foi instalado.
É comum que o corretor entenda a importância de manter a nota de avaliação FIPE atualizada e acompanhar mudanças de mercado ao longo do tempo, especialmente para modelos com produção limitada ou específico apelo de colecionador. Nesse cenário, o ajuste periódico da soma segurada, com base na FIPE revisada, ajuda a manter a proteção adequada sem surpresas na hora do sinistro.
Fatores de risco e escolhas de cobertura para o Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991
Modelos como o Samurai JX Canvas 1.3 1991 apresentam um conjunto de particularidades que influenciam diretamente a escolha de coberturas e limites de indenização. Além do valor de mercado reproduzido pela FIPE, há outros fatores que precisam ser considerados pelo corretor e pelo segurado. Abaixo, destacamos aspectos relevantes para a avaliação de risco e para a construção de uma apólice mais equilibrada:
Primeiro, o uso do veículo. Em muitos casos, o Samurai é utilizado tanto para deslocamentos diários quanto para lazer em trilhas ou fins de semana off-road. Essa dupla finalidade pode elevar a exposição a riscos de danos em ocorrências fora de estrada, além de aumentar a probabilidade de avarias em componentes mecânicos, suspensão, eixo e sistema de 4×4. Por isso, as seguradoras costumam recomendar coberturas que contemplem danos parciais e totais, com atenção especial para a proteção de componentes de tração e de suspensão, bem como para a reposição de peças originais em caso de choque ou capotamento leve.
Segundo, a disponibilidade de peças. Em veículos de nicho e de produção limitada, a reposição de componentes pode ser mais desafiadora. Isso impacta a avaliação de risco na apólice, pois a seguradora precisa prever custos de reposição. A recomendação comum é manter um inventário básico de peças originais ou pela meno, manter documentação de peças originais para facilitar a comprovação de valor e facilitar a indenização com itens equivalentes de fábrica.
Terceiro, a originalidade versus modificações. Muitos proprietários optam por acessórios ou modificações que melhoram a utilidade ou a estética do veículo. Embora isso possa aumentar o prazer de uso, eleva também o custo potencial de reposição em caso de sinistro. O ideal é declarar, no momento da contratação, todas as alterações relevantes — como capota de lona, reforços, proteção de motor, pneus especiais ou dispositivos de iluminação — para que a seguradora avalie com precisão o impacto no valor segurado e nas coberturas associadas.
Quarto, o perfil do condutor e o histórico de sinistros. Como qualquer veículo, o Samurai é influenciado pelo histórico do condutor. Um histórico de infrações, sinistros anteriores ou uso frequente do veículo em trilhas de difícil acesso pode impactar o prêmio. O corretor pode orientar sobre estratégias de seguro que balanceiem custo e proteção, incluindo limites de cobertura para terceiros, danos a veículos segurados, além de opções de assistência e proteção reputadas pelas seguradoras.
Quinto, o estado de conservação e a manutenção. A manutenção regular é fundamental para manter o valor do veículo estável ao longo do tempo. A cada inspeção, recomenda-se revisar itens do motor, freios, sistema de direção, suspensão e proteção de tubulações, bem como correias e componentes elétricos. Um veículo bem mantido tende a ter menor probabilidade de sinistro e melhor custo de seguro, especialmente se a garantia de peças originais for uma opção contratual.
Sexto, o uso de acessórios de proteção e de segurança. Além de manter o veículo em boas condições, o uso de proteções adicionais pode influenciar o custo de seguro. Barreiras de proteção para a carroceria, protetores de para-choque, gaiolas de proteção ou alarmes, quando declarados e comprovados, podem contribuir para reduzir o risco de sinistro ou facilitar o procedimento de indenização, desde que estejam alinhados ao plano contratado.
Com esses fatores em mente, a construção de uma apólice para o Suzuki Samurai JX Canvas 1.3 1991 pode ser orientada por uma combinação de coberturas, limites de indenização e condições de franquia que reflitam o uso real, o valor de reposição pela FIPE e a importância de manter o veículo em estado próximo do original. Abaixo, apresentamos sugestões que costumam aparecer como boas práticas para quem assegura esse tipo de veículo:
- Inclua cobertura para danos a veículo segurado (colisão) e roubo/furto, visando proteção ampla para casos de sinistros em vias urbanas ou trilhas;
- Considere a opção de cobertura de peças originais e acessórios originais, especialmente quando o veículo apresenta itens de valor ou itens de uso específico para off-road;
- Adote uma franquia que equilibre custo do prêmio com o benefício na indenização, levando em conta o histórico do
