Valor FIPE Atual
R$ 29.173,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 002053-2
Ano: 1997-1
MêsPreço
Jan/26R$ 29.173,00
Dez/25R$ 28.885,00
Nov/25R$ 28.956,00
Out/25R$ 29.111,00
Set/25R$ 29.205,00
Ago/25R$ 29.267,00
Jul/25R$ 29.315,00
Jun/25R$ 29.187,00
Mai/25R$ 29.074,00
Abr/25R$ 28.803,00
Mar/25R$ 28.639,00
Fev/25R$ 28.356,00

Referência de referência de preços FIPE para o Hilux SW4 4×4 com motor V6 3.0 de 1997, com foco em detalhes técnicos e de seguro

Contexto da Tabela FIPE e como ela orienta decisões no mercado de seguros e valorização de veículos

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela reflete a média de preços praticados em determinadas épocas, considerando aspectos como o modelo, a geração, o estado de conservação, a tração, a motorização e o ano de fabricação. Em termos de seguros, a FIPE atua como um patamar técnico para cálculo de cobertura, indenizações e valor de referência em situações de sinistro ou de ajuste de garantia de globais. Ao discutir a Tabela FIPE para um Toyota Hilux SW4 4×4 com motor 3.0 24V V6 de 1997, interessa compreender não apenas o “quanto vale” em termos de preço, mas como a idade, o desgaste, a disponibilidade de peças, o histórico de manutenção e o perfil de uso influenciam o custo do seguro e as opções de cobertura.

Para seguradoras, um veículo antigo com tração 4×4 e motor V6 tende a exigir coberturas específicas, já que envolve itens de alto custo de reposição, como motor, câmbio e componentes de tração, além de potenciais reparos relacionados a ferrugem, amortecedores e suspensão. O modelo de 1997 traz consigo particularidades de época, como o tipo de suspensão, os materiais de acabamento, a presença de dispositivos de segurança e o nível de robustez conhecido da marca. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE, é comum que o corretor possa alinhar algumas coberturas com o histórico de uso do veículo, o perfil do condutor, a região de circulação e o tipo de uso (urbano, rodoviário, off-road). Em síntese, a FIPE serve como base objetiva, mas a avaliação do seguro considera também aspectos dinâmicos de cada veículo e de seu proprietário.

Tabela FIPE Toyota Hilux SW4 4×4 3.0 24V V6 1997

Neste artigo, exploramos de maneira educativa a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Hilux SW4 4×4 3.0 24V V6 de 1997 e as implicações para seguros, conservação e tomada de decisão de compra. Ao longo do texto, o objetivo é oferecer uma visão clara para quem planeja manter, revitalizar ou assegurar essa faixa de veículo vintage ou semi-clássico, com foco na proteção de ativos, na gestão de riscos e na compreensão de termos de cobertura comumente encontrados no mercado.

Ficha técnica do Toyota Hilux SW4 4×4 3.0 24V V6 (1997)

A seguir apresentamos uma visão consolidada, com itens-chave da ficha técnica desse conjunto específico, levando em conta a configuração 4×4, o motor V6 de 3.0 litros e a faixa temporal de 1997. Vale destacar que, em veículos com quase três décadas de uso, pequenas variações podem ocorrer entre mercados e versões, por isso é comum encontrar ajustes para o Brasil, a Europa, a Ásia ou a América Latina. Abaixo, itens de referência que ajudam a entender o desempenho, o comportamento e a manutenção típica esperada.

  • Motor: 3.0 L V6 com 24V (configuração aspirada ou com soluções específicas de cada mercado, conforme ajuste de fábrica).
  • Transmissão: manual de 5 velocidades (com ampla faixa de torque para uso urbano, rodoviário e em menores estímulos de off-road); opção automática pode variar conforme mercado, mas o foco deste conjunto é a transmissão manual de 5 velocidades, comum em versões 4×4 da época.
  • Tração: 4×4 com reduzida, sistema de transferência com caixa de câmbio auxiliar para uso em trilhas ou terrenos de maior dificuldade, típico da linha SW4 da década de 1990.
  • Dimensões e capacidades: comprimento aproximado entre 4,7 e 4,9 metros; entre-eixos entre 2,75 e 2,85 metros; peso em ordem de marcha entre 1.900 e 2.100 kg; tanque de combustível com capacidade típica ao redor de 70 litros. Esses valores variam conforme o mercado e a configuração específica, mas ajudam a ter uma noção da estatura do veículo.

Além dessas entradas, convém destacar outros pontos relevantes da ficha técnica que impactam o dia a dia do uso e da seguridade do veículo. O conjunto V6 de 3.0 litros, por exemplo, costuma entregar uma resposta de torque adequada para situações de ultrapassagem, reboque leve e condução em terreno pouco estável. Já a tração 4×4 com reduzida amplia a capacidade de transposição de obstáculos, elevando a necessidade de atenção ao desgaste de componentes como cardans, diferencial traseiro e sistema de suspensão. Em termos de conforto, o SW4 da época priorizava espaço interno generoso para cinco ocupantes, com cabine relativamente elevada, o que favorece a visibilidade, mas pode exigir hábitos de condução diferentes para quem está acostumado a veículos menores.

Desempenho e experiência de uso variam com base em fatores como a calibragem do motor, o estado de manutenção, o peso da carga e o tipo de combustível utilizado. Por ser um veículo antigo, é comum encontrar variações entre unidades: algumas podem ter recebido melhorias ou substituições de materiais ao longo do tempo, o que impacta conforto, ruídos, consumo e confiabilidade. Por isso, quem avalia uma Hilux SW4 1997 deve considerar uma inspeção detalhada dos itens de segurança, sistema de freios, estado da suspensão e integridade da estrutura, além de uma verificação minuciosa do sistema elétrico e da cabine.

A marca Toyota: reputação, legado e foco em confiabilidade

A Toyota é reconhecida mundialmente pela combinação entre durabilidade, simplicidade de construção e facilidade de manutenção. Do segmento de utilitários esportivos (SUVs) aos caminhões robustos, a marca tem histórico de projetos que priorizam a longevidade, a disponibilidade de peças e a fácil reposição de componentes, mesmo em mercados com rede de concessionárias menos ampla. No caso do Hilux SW4, a tradição da Toyota em oferecer veículos com chassis demonstradamente resistente, suspensão eficiente e motor que se destaca pela confiabilidade é um dos pilares que atrai proprietários que valorizam uso misto: diário, viagens longas e atividades de aventura fora de asfalto. Além disso, a reputação da marca em termos de valor de revenda está associada a uma percepção de custo total de propriedade relativamente estável, especialmente quando o histórico de manutenção está completo e bem documentado.

Ao longo dos anos, a Toyota também investiu em aprimoramentos contínuos de segurança, conforto e tecnologia, sem abrir mão de uma filosofia de engenharia que facilita reparos e manutenção por mecânicos independentes, o que é particularmente relevante para proprietários de modelos mais antigos. Em termos de seguro, esse combinado de confiabilidade, disponibilidade de peças e facilidade de reparo costuma influenciar positivamente as condições de coberturas, comumente resultando em tarifas que refletem uma percepção de menor risco de indenizações elevadas, desde que o histórico de uso e de manutenção seja documentado.

Considerações práticas para quem administra um Hilux SW4 1997 na prática diária

Quando se observa um veículo com esse perfil, algumas práticas ajudam a manter a performance e reduzir despesas a longo prazo. Em primeiro lugar, manter a regularidade da troca de óleo e filtros, bem como a calibragem correta do sistema de ignition e de combustível, é fundamental para preservar a vida útil do motor V6. Em segundo lugar, a verificação periódica do sistema de transmissão e do sistema de tração 4×4 — incluindo a caixa de transfer, cubos de roda, freios e suspensão — é essencial, principalmente para quem utiliza o veículo em terrenos desafiadores ou em condições de chuva e lama. Terceiro, manter o histórico de manutenção em dia facilita futuras avaliações, seja para venda, seja para a contratação de seguros, pois demonstra cuidado com o estado do veículo. Por fim, investir em pneus com traçado adequado, alinhamento e balanceamento ajudam a evitar desgaste irregular e melhoram a segurança em todas as condições de estrada.

É importante também considerar a proteção contra danos na carroçaria e no interior, incluindo ferrugem potencial nas áreas de chapa, aquecimentos do interior com o tempo, e o desgaste de componentes de acabamento. Em termos de consumo, veículos com motor V6 nessa faixa etária costumam ter consumo moderado, mas variam amplamente conforme o estilo de condução, o peso da carga, o estado de componentes e o tipo de estrada percorrida. Para quem depende do veículo como instrumento de trabalho, a relação entre custo de manutenção, disponibilidade de peças e custo de seguro é um ponto-chave a ser avaliado com cuidado antes de firmar apólices ou renovar contratos.

Aspectos de seguro relevantes para um veículo antigo com tração 4×4

Veículos com mais de duas décadas costumam exigir uma análise cuidadosa na hora de contratar ou renovar o seguro. Abaixo estão alguns aspectos práticos que costumam aparecer em propostas de seguradoras para Hilux SW4 4×4 3.0 24V V6 de 1997:

  • Valor de referência: a seguradora utiliza a Tabela FIPE como base para a indenização em caso de sinistro total. Como o veículo é de uma geração antiga, o valor de reposição pode ser menor do que o esperado pela percepção de utilidade, e a cobertura pode ser ajustada conforme o estado de conservação e o histórico de manutenções documentadas.
  • Cobertura de terceiros e de danos: normalmente se mantém a protecção contra danos a terceiros, com opções adicionais de cobertura para danos materiais próprios, incêndio, roubo/furto e eventos naturais. Em alguns contratos, pode haver a necessidade de especificar coberturas adicionais para componentes caros, como motor, câmbio e sistema de tração, devido ao custo de reposição.
  • Valor agregado ao seguro: para veículos com uso off-road regular ou com modificações, é comum a prática de declarar alterações para que a apólice reflita o risco real e evite desclassificação de sinistros. Se houver improvisos ou upgrades não originais, a seguradora pode solicitar documentação técnica para avaliação de risco.
  • Franquias e sinistros: em modelos mais antigos, as franquias para danos a veículo podem ser maiores do que as praticadas para exemplares mais novos. É comum que o segurado tenha a opção de reduzir a franquia mediante ajuste de prêmio, conforme o perfil de uso e o histórico de sinistros do condutor.

Ao pensar em seguros, vale a pena considerar fatores como o perfil do condutor, a frequência de uso, a região de circulação e o tipo de vias mais comuns. Condutores que utilizam o SW4 em áreas com trilhas ou estradas de rua com pavimento irregular devem priorizar coberturas que incluam danos ao veículo e assistência 24 horas, com foco em atendimento rápido em regiões com menor infraestrutura. A documentação histórica do veículo, incluindo manutenções, revisões e eventuais substituições de componentes, facilita a negociação com a seguradora e pode resultar em condições mais favoráveis de contrato.

Nesse contexto, a relação entre o valor estimado pela FIPE e a prática de seguro se ajusta à realidade operacional do veículo: quanto mais conservadora for a avaliação de riscos, menores tendem a ser as flutuações de prêmio, desde que haja comprovantes de manutenção, de regularidade e de uso condizente com o cadastro do segurado. Em termos de gestão de risco, manter o SW4 1997 em excelentes condições e com histórico completo de manutenções não apenas favorece a durabilidade do veículo, mas também facilita a obtenção de coberturas com tarifas proporcionais ao risco real, beneficiando o orçamento do proprietário ao longo do tempo.

Por fim, vale mencionar que a Tabela FIPE, por si só, não determina tudo: é uma referência de mercado que precisa ser interpretada com o cenário específico de cada veículo, incluindo o estado geral, a quilometragem, a manutenção executada e o histórico de acidentes ou sinistros anteriores. Quando combinado a uma avaliação técnica de um mecânico de confiança e a uma consultoria de seguros, a referência FIPE se transforma em uma ferramenta poderosa para tomada de decisão responsável e segura.

Encerramento e convite à cotação com a GT Seguros

Ao planejar a proteção do seu Hilux SW4 4×4 3.0 24V V6 de 1997, considere a importância de alinhar o valor de referência da FIPE com as coberturas que realmente atendem ao seu uso e ao estado do veículo. A combinação de uma ficha técnica bem compreendida, aliada a uma avaliação honesta do histórico de manutenção e a uma escolha de coberturas adequada, ajuda a reduzir surpresas futuras em caso de sinistro ou necessidade de reparo. Além disso, manter o veículo com a documentação completa e prontamente disponível facilita o processo de contratação de seguro, proporcionando agilidade e tranquilidade na hora de requerer indenização, quando necessário.

Se você busca uma opção prática, segura e alinhada com o seu perfil, considere fazer uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação simples pode ajudar a comparar coberturas, franquias e condições de atendimento, para que você encontre a solução que melhor combina com o seu Hilux SW4 1997 e com a sua rotina de uso.