Valor FIPE Atual
R$ 63.841,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 024093-1
Ano: 2009-3
MêsPreço
Jan/26R$ 63.841,00
Dez/25R$ 63.963,00
Nov/25R$ 64.060,00
Out/25R$ 64.382,00
Set/25R$ 64.706,00
Ago/25R$ 65.032,00
Jul/25R$ 65.137,00
Jun/25R$ 65.465,00
Mai/25R$ 65.794,00
Abr/25R$ 63.570,00
Mar/25R$ 63.890,00
Fev/25R$ 61.730,00

Guia prático da Tabela FIPE para o Peugeot Boxer 2.8 Furgão Diesel TB (curto/médio) 2009

Quando falamos em valorização de veículos usados, a Tabela FIPE surge como referência quase que obrigatória para entender o valor de mercado de um automóvel ou utilitário. No caso do Peugeot Boxer 2.8 Furgão Diesel, chassis TB Dies.curto/méd, ano 2009, a leitura da FIPE precisa considerar as particularidades desse modelo: as opções de entre-eixos (curto e médio), as variações de configuração de cabine e, principalmente, o motor turbo diesel 2.8 que equipou as versões daquela época. Este artigo tem o objetivo de esclarecer como a Tabela FIPE se aplica a esse utilitário, quais são os aspectos técnicos relevantes, como a marca e o veículo influenciam o comportamento no mercado de usados e, para o leitor que atua na área de seguros, como esses dados impactam a proteção veicular. Tudo com linguagem educativa e informativa, para que o proprietário e o corretor de seguros consigam tomar decisões mais embasadas.

Ficha técnica resumida do Peugeot Boxer 2.8 TB Dies.curto/méd (2009)

  • Motorização: diesel 2.8 litros, turbo intercooler, injeção direta. Esse conjunto é conhecido pela boa robustez, entrega de torque para uso urbano e rodoviário, além de capacidade de manter o veículo com carga durante trechos mais exigentes.
  • Transmissão: caixa manual de 5 velocidades é a configuração típica para a linha Boxer daquele período, com alternativas de relação que privilegiam torque em retomadas de carga. Em algumas versões pode haver variação para câmbio de 6 marchas, mas o conjunto mais comum nas caixas de 5 velocidades é o padrão encontrado no TB Dies.curto/méd.
  • Tração e plataforma: tração dianteira, carroceria de furgão com porta traseira simples ou dupla, dependendo da configuração. O Boxer centrado na praticidade de uso comercial, com opção de laterais lisas para instalação de prateleiras interna e facilitação de transporte de mercadorias.
  • Volume de carga e payload: as variantes curto (curto) e médio (médio) apresentam diferenças relevantes no espaço útil e na capacidade de carga. Em termos gerais, a versão curto transmite menor comprimento de carga, enquanto a média oferece maior volume e, consequentemente, maior volume de carga útil. Esses elementos impactam diretamente o custo de operação e, por consequência, o valor de reposição ou indenização em determinados cenários de seguradora.

É importante frisar que números exatos de potência, torque, capacidade de carga e dimensões podem variar conforme a configuração de fábrica, o mercado onde o veículo foi adquirido e a condição de uso ao longo dos anos. A leitura da FIPE para veículos como o Peugeot Boxer 2.8 TB Diesel 2009 deve considerar essas variações, já que a tabela descreve valores médios de mercado coletados a partir de transações registradas ao longo do tempo. A seguir, aprofundamos o contexto da marca e o que a Tabela FIPE representa para quem atua com seguros e avaliações técnicas.

Tabela FIPE Peugeot Boxer 2.8 Furgão Dies/ TB Dies.curto/méd 2009

A marca Peugeot e o Boxer: tradição, confiabilidade e uso prático

A Peugeot, fundada em 1810 como empresa de turcas, evoluiu ao longo de mais de dois séculos para se consolidar como uma das marcas automotivas mais reconhecidas do mundo. No segmento de utilitários leves, o Boxer é a resposta europeia à necessidade de transporte de cargas diárias com confiabilidade, eficiência de consumo e facilidade de manutenção. A filosofia da marca, voltada para soluções práticas para empresas, ficou evidente na linha Boxer com cabines simples, motorizações robustas e sistemas de suspensão adaptados para suportar trajetos com peso significativo. Em mercados como o Brasil, o Boxer e seus congêneres consolidaram-se como opções de entrada de uso comercial, com rede de assistência técnica relativamente ampla, disponibilidade de peças originais e compatibilidade com operações logísticas de pequeno e médio porte.

Do ponto de vista técnico, o Boxer, assim como outros furgões da época, foi desenvolvido para lidar com jornadas de trabalho mais longas, condições de estrada variadas e constantes exigências de capacidade de carga. A arquitetura de motor dianteiro, tração dianteira e o interior modular permitem que pequenas empresas mantenham frotas funcionais com custos de operação controlados. Além do aspecto prático, a disponibilidade de versões com diferentes curvaturas de chassi – como o curto e o médio – oferece opções para clientes que precisam de mais espaço de carga ou de maior manobrabilidade em áreas urbanas e estreitas.

Para quem atua no setor de seguros, entender a identidade da marca e a proposta de uso ajuda a contextualizar as escolhas de cobertura. Veículos utilitários, por sua natureza, têm perfis de risco distintos: maior exposição a sinistros de colisão com obstáculos, desgaste de componentes de transmissão e suspensão, além de roubo ou furto de carga. A FIPE, ao refletir o valor de mercado do Boxer, não apenas codifica esse custo de reposição, mas também sinaliza o quanto o veículo pode perder em valor ao longo do tempo, o que é relevante para cálculos de indenização parcial ou total, bem como para avaliações de depreciação durante a vigência de uma apólice de seguro.

Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação prática

A Tabela FIPE, publicada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, atua como referência de valores médios de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente adotada por seguradoras, concessionárias, consórcios e compradores para calibrar preços de transação, indenizações e negociações de seguros. Para o Peugeot Boxer 2.8 TB Dies.curto/médio de 2009, a FIPE reflete, de forma consolidada, o preço de referência considerando o estado de conservação comum, a quilometragem média de uso e a depreciação natural associada a veículos com mais de uma década de serviço.

Aspectos-chave da FIPE que impactam o seguro e a gestão de risco incluem:

  • Atualização mensal: a FIPE revisa os valores com frequência para acompanhar o mercado, o que significa que o preço de referência pode oscilar conforme condições econômicas, disponibilidade de peças e demanda por esse tipo de veículo.
  • Condições de uso: veículos comerciais, como o Boxer, costumam ter desgaste específico ligado às rotinas de entrega, manuseio de carga e trechos com paradas. A FIPE não capta diretamente esse uso, mas os ajustes de prêmio podem considerar fatores de uso ao seguro.
  • Versões e entre-eixos: o valor da FIPE pode variar entre as versões curto e médio, pois o espaço de carga, o peso total e a percepção de demanda de mercado diferem entre as configurações. Por isso, ao consultar a tabela, é essencial indicar precisamente a versão para obter uma referência mais fiel.
  • Importância para indenização: em contratos de seguro, o valor de indenização pode obedecer a regras de reposição integral, segundo o valor FIPE, ou a outros critérios de mercado definidos na apólice. Entender essa base ajuda o contratante a avaliar se a cobertura atende às suas necessidades de reposição.

Além disso, vale lembrar que a FIPE é uma referência de preço de mercado, não necessariamente o preço pago pelo veículo no momento da compra. Condições do veículo, histórico de manutenção, quilometragem, histórico de sinistros e reformas podem influenciar o valor real de negociação entre comprador e vendedor. A leitura consciente da FIPE ajuda tanto compradores quanto seguradoras a alinhar expectativas e estruturar coberturas que façam sentido para o custo/benefício ofertado pela apólice.

Impacto da Tabela FIPE no seguro do Peugeot Boxer 2.8 TB Dies.curto/médio

Quando uma seguradora avalia uma apólice para um veículo utilitário como o Peugeot Boxer 2.8 TB Diesel, o valor da FIPE costuma atuar como base para várias questões: indenização em caso de perda total, reposição em caso de sinistro total, e cálculo de coberturas adicionais como vidros, alarme, rastreadores e itens de carga. Em contratos de seguro, há diferentes formatos de indenização, tais como valor de mercado (valor FIPE ajustado pela condição) ou reposição a valor de novo, com parâmetros específicos de cobertura. A Tabela FIPE, por sua vez, oferece um prisma estável para comparação entre propostas de seguro, especialmente quando se muda de uma seguradora para outra ou quando se renegocia a apólice.

Para quem utiliza o Boxer para atividades comerciais, o impacto financeiro do seguro pode ser significativo. Uma boa compreensão do valor FIPE ajuda a dimensionar o nível de cobertura necessário para reposição de veículo sem onerar demais a operação. Além disso, a periodicidade de atualização de valores na FIPE pode, em alguns casos, estimular a revisão de prêmios ao longo do tempo, assegurando que a cobertura se mantenha condizente com o valor de mercado do veículo. Em resumo, FIPE é uma bússola: oferece orientação de referência, mas a decisão final sobre o tipo de cobertura, franquias, limites de indenização e adicionais deve ser alinhada com as necessidades específicas do negócio e com a estratégia de proteção de ativos da empresa.

É comum que pequenas frotas ou profissionais autônomos enfrentem dilemas sobre qual é o ponto de equilíbrio entre o custo da apólice e a proteção esperada. Nesse cenário, entender o valor representado pela FIPE facilita a negociação de condições com o corretor de seguros, permitindo que se estabeleçam coberturas proporcionais ao risco real de cada operação de entrega ou serviço. Além disso, conhecer as particularidades do modelo — como as diferenças entre as versões curto e médio — ajuda a evitar surpresas na hora da indenização, pois o valor de reposição pode variar conforme a configuração específica do veículo.

Considerações finais: como ler a FIPE no contexto do Boxer 2009

Ao se deparar com a Tabela FIPE para o Peugeot Boxer 2.8 TB Dies.curto/médio de 2009, vale seguir algumas sugestões práticas:

  • Identifique a versão exata do veículo (curto ou médio) para consultar o valor de referência na FIPE correspondente. A distinção entre as versões impacta o preço de mercado relatado pela tabela, principalmente por diferenças de espaço de carga e peso.
  • Conserve documentação que demonstre o estado de conservação, histórico de manutenção e eventual reforma do veículo. Em muitos casos, o valor de indenização pode ser influenciado por esses fatores, mesmo quando a cobertura é baseada no valor FIPE.
  • Utilize o valor FIPE como ponto de comparação entre propostas de seguro, mas alinhe com o corretor quais elementos de cobertura são mais críticos para o seu negócio (por exemplo, roubo de carga, responsabilidade civil, danos a terceiros, assistência 24h, etc.).
  • Esteja atento às atualizações mensais da FIPE. Se o veículo permanecer por longos períodos sem venda, a variação de mercado pode impactar o custo de renovação da apólice. Planejar com antecedência pode evitar surpresas na renovação.

Em síntese, a Tabela FIPE para o Peugeot Boxer 2.8 Furgão Diesel TB (curto/médio) de 2009 é uma ferramenta valiosa para entender o valor de mercado, facilitar negociações de seguro e orientar decisões estratégicas de proteção de ativos. A combinação entre a identidade da marca, a robustez do Boxer como solução de transporte de cargas e a leitura cuidadosa da FIPE oferece uma base sólida para planejamento financeiro, gestão de frotas e tranquilidade operacional. Se você busca compreender com mais profundidade como esses elementos se conectam à proteção do seu veículo, prepare-se para comparar propostas e, se desejar, buscar apoio especializado para ajustar sua cobertura às necessidades reais da sua operação.

Caso queira entender melhor como o valor FIPE afeta a proteção da sua frota, peça uma cotação com a GT Seguros.