| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 7.929,00 |
| Dez/25 | R$ 7.969,00 |
| Nov/25 | R$ 8.132,00 |
| Out/25 | R$ 8.153,00 |
| Set/25 | R$ 8.180,00 |
| Ago/25 | R$ 8.115,00 |
| Jul/25 | R$ 8.035,00 |
| Jun/25 | R$ 8.044,00 |
| Mai/25 | R$ 8.061,00 |
| Abr/25 | R$ 8.069,00 |
| Mar/25 | R$ 8.082,00 |
| Fev/25 | R$ 8.087,00 |
Guia educativo: a Tabela FIPE aplicada ao Ford Fiesta CLX 1.3i 5p 1998
Entender como funciona a Tabela FIPE é fundamental para quem atua no universo de seguros, compras de veículo e planejamento financeiro. Criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a FIPE consolida um referencial de mercado que reflete o valor de veículos usados com base em dados coletados de ofertas reais de venda, negociações entre consumidores e condições de mercado. Diferente de um preço de varejo ou de tabela de concessionária, a referência FIPE agrupa uma média de transações verificadas, levando em conta idade, modelo, versão, estado de conservação, quilometragem e regionalidade. Em termos de seguros, esse parâmetro vira uma base para o estabelecimento de indenizações em caso de sinistro, valor de reconstrução do bem ou de reposição parcial, bem como para a depreciação ao longo do tempo.
Para o público que busca entender melhor o processo, vale distinguir dois aspectos-chave: por que a FIPE existe e como ela se aplica à prática de seguros. Primeiro, a FIPE busca padronizar uma referência de valores que seja replicável, evitando variações extremas entre fontes diferentes. Segundo, quando um sinistro acontece, a seguradora utiliza esse referencial para calibrar o valor de indenização conforme a idade do veículo, seu estado de conservação e o histórico de uso. No caso específico de modelos antigos, como o Ford Fiesta CLX 1.3i 5p de 1998, a leitura da tabela requer atenção aos detalhes de condição do carro, pois a depreciação não é linear: carros com conservação exemplar tendem a se manter com uma referência mais estável do que exemplares com desgaste acentuado.

Como interpretar a Tabela FIPE para um Fiesta 1998
O Fiesta CLX 1.3i 5p 1998 é um exemplo clássico do que aconteceu com a indústria brasileira no fim dos anos 1990: carros populares, com manutenção acessível e um custo de aquisição relativamente baixo. Quando se recorre à FIPE para esse modelo, os fatores que mais influenciam a leitura são a idade, a versão (no caso, CLX 1.3i), o tipo de carroceria (hatch 5 portas), o estado de conservação e a quilometragem — aspectos que costumam impactar bastante o valor de referência. É comum que veículos com histórico de revisões em dia, condições mecânicas estáveis e boa conservação apresentem uma referência FIPE mais valorizada em relação a unidades com sinais de uso intenso, oxidação, vazamentos, desgaste de componentes ou acidentes não revertidos.
Outro ponto relevante é a finalidade da FIPE para seguros. Em termos práticos, o valor de referência pode orientar a seguradora a estimar o custo de reparo ou a indenização por perda total, bem como a calibrar o prêmio com base no perfil do veículo. Em modelos de 20 anos ou mais, a depreciação pode ser mais abrupta em função de fatores como disponibilidade de peças, dificuldade de manutenção ou substituição de componentes originais. Por isso, além da idade, é fundamental que o segurado leve em conta o histórico de manutenção e a documentação comprobatória para assegurar que a leitura da FIPE reflita o estado real do carro no momento da avaliação.
Para quem está avaliando o seguro de um Ford Fiesta CLX 1.3i 5p 1998, vale considerar também a volatilidade de classificação de peças originais versus paralelas, o custo de mão de obra local e a disponibilidade de assistência técnica para esse modelo específico. Comerciantes, oficinas e seguradoras costumam ter dados de reposição que, em conjunto com a FIPE, ajudam a construir uma visão mais acurada do custo de reposição. Em termos de planejamento, isso significa que o valor segurado pode precisar ser ajustado periodicamente com base em mudanças no mercado de peças usadas, disponibilidade de serviços e inflação de custos de reparo.
Ficha técnica do Ford Fiesta CLX 1.3i 5p 1998
Abaixo, apresenta-se uma síntese técnica essencial para entender o perfil do veículo e como ele se insere no cenário de seguros. Vale notar que dados de ficha podem variar conforme o mercado regional e a configuração específica de fábrica. Abaixo estão informações típicas para a versão CLX 1.3i 5 portas de 1998:
- Motor: 1.3 L (1275 cm³) com injeção eletrônica; configuração de 8 válvulas; potência estimada entre 60–70 cv a depender da calibração e do combustível utilizado; torque próximo de 100 Nm em rotações moderadas.
- Câmbio e tração: câmbio manual de 4 marchas; tração dianteira.
- Sistema de alimentação: gasolina; ignição convencional com distribuída eletrônica para alimentação do bico injetor.
A seguir, informações adicionais para compor a ficha técnica, com foco em aspectos práticos de uso cotidiano e de seguro:
Dimensões e capacidades básicas: o Fiesta CLX 1.3i 5p 1998 costuma apresentar um comprimento próximo de 3,85 a 3,90 metros, largura em torno de 1,60 a 1,70 metros e altura próximo de 1,45 a 1,55 metros. A distância entre eixos fica na faixa de 2,40 a 2,50 metros. O tanque de combustível tende a comportar entre 45 e 50 litros, o que pode influenciar o peso total carregado e o consumo de combustível em uso diário. O peso em ordem de marcha fica em uma faixa aproximada de 970 a 1.050 kg, dependendo de acabamentos, itens equipados (ar-condicionado, vidros elétricos, direção hidráulica) e de eventuais alterações feitas pelo proprietário ao longo dos anos.
Suspensão, freios e dirigibilidade: a dianteira normalmente adota um sistema independente tipo McPherson; a traseira é com eixo de torção ou feixe de molas, dependendo da linha de produção específica. Em termos de freios, é comum ter discos na dianteira e tambores na traseira, com ABS sendo uma opção que variava conforme o pacote e o ano de fabricação. A direção tende a ser assistida, o que facilita a condução no trânsito urbano. Esses componentes são relevantes para a avaliação de seguros, pois o estado de freios, suspensão e direção impacta diretamente a segurança e o custo de reparo em caso de acidente.
Conforto e equipamentos: a configuração CLX costuma oferecer itens de conveniência que, na prática, influenciam o custo de reparo e a disponibilidade de peças. Entre eles, podem constar vidro elétrico, travamento central, ar-condicionado, direção assistida e rádio com leitor de CD/MP3 em alguns exemplares. Embora não seja um veículo de alto luxo, a robustez do conjunto mecânico e a simplicidade de substituição de componentes favorecem a manutenção por oficinas independentes, o que é relevante para o custo total de manutenção e, consequentemente, para a visão de risco no seguro.
Desempenho e consumo: com 1.3 litros de deslocamento, o Fiesta CLX tem desempenho suficiente para movimentar-se no dia a dia com boa agilidade em vias urbanas, mantendo consumo compatível com carros de porte semelhante da época. A combinação de peso moderado e motor de baixa cilindrada costuma resultar em consumo eficiente em condições de tráfego urbano, especialmente quando o motorista adota hábitos de condução que priorizam trocas de marcha adequadas e uso consciente do acelerador. Na prática, esse aspecto é relevante para seguradoras, já que o consumo e o custo de manutenção podem influenciar a gestão de sinistros e a fiabilidade do veículo ao longo de anos de uso.
Contexto histórico da Ford no Brasil e o Fiesta
A Ford Brasil tem uma trajetória consolidada no mercado automotivo nacional, marcada por investimentos em produção local, rede de concessionárias e estratégias de atendimento ao cliente. Nos anos 1990, a indústria brasileira vivia um momento de transição, com carros compactos de baixo custo abrindo caminho para a popularização da mobilidade particular. Nesse cenário, o Fiesta, por meio de versões como o CLX 1.3i 5p, ocupou espaço importante como hatch compacto acessível e confiável para famílias e estudantes. A presença da Fiesta ajudou a estimular a concorrência e a oferecer opções com boa relação entre custo de aquisição e custo de manutenção, características valorizadas por consumidores que buscam seguros com prêmios competitivos e coberturas proporcionais ao risco.
Do ponto de vista técnico, o Fiesta de fim dos anos 90 representou uma combinação de engenharia simples e eficiência útil para uso cotidiano. A construção leve aliada a um motor de deslocamento moderado permitia desempenho suficiente para deslocamentos diários, viagens curtas e, com os devidos cuidados, uma vida útil razoável. Do ponto de vista de rede de assistência, a presença da marca Ford no país assegurava disponibilidade de peças, ferramentas específicas e técnicos treinados, elementos que influenciam diretamente o custo de seguro e as possibilidades de reparos rápidos em caso de sinistro ou necessidade de manutenção programada.
Para quem atua no setor de seguros ou para o proprietário que busca entender melhor o valor de reposição e as condições de uso, é relevante notar que, ao longo do tempo, a desvalorização de modelos clássicos pode sofrer acelerações, especialmente quando há mudanças na disponibilidade de peças originais ou quando a produção de determinadas versões é descontinuada. No entanto, a força de marca e a reputação de confiabilidade, associadas a uma rede de assistência, podem manter o Fiesta não apenas como peça de nostalgia, mas como opção viável para quem busca um veículo com funcionamento simples e custo de operação contido.
Implicações práticas para seguro e planejamento financeiro
Ao se planejar a contratação de um seguro para um veículo de idade semelhante ao Fiesta CLX 1.3i 5p 1998, alguns pontos merecem atenção para evitar surpresas com indenizações ou com o valor segurado. Primeiro, a referência FIPE ajuda a estabelecer o piso de indenização de acordo com a idade do carro, mas o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de manutenção podem elevar ou reduzir esse valor. Em segundo lugar, peças sobressalentes originais ou equivalentes costumam ter disponibilidade variável conforme o tempo. Quando peças originais ficam difíceis de encontrar, o custo de reposição tende a aumentar, o que pode impactar o prêmio e a forma de indenização. Terceiro, é essencial que o segurado mantenha documentação de revisões, notas fiscais de serviços e histórico de sinistros. Esses documentos ajudam a demonstrar o real estado do veículo no momento da avaliação pela seguradora, contribuindo para uma avaliação mais fiel.
Além disso, para quem possui um veículo com mais de duas décadas, vale considerar estratégias de proteção de valor. Manter a manter peça de reposição compatível com a especificação original ou com alternativas homologadas ajuda a manter o custo de reparo sob controle. Em termos de planejamento financeiro, a TIPE (Tabela de Impressões de depreciação de peças) é menos direta do que a FIPE, mas pode ser integrada ao planejamento de orçamento para reparos e substituições futuras. A combinação de uma leitura cuidadosa da FIPE com uma avaliação prática do estado do veículo facilita a definição de uma cobertura de seguro alinhada ao risco real, evitando pagamentos de prêmio desproporcionais e garantindo proteção adequada em caso de eventual sinistro.
Em termos de condução responsável, manter o Fiesta em condições apropriadas de funcionamento — incluindo verificação regular de freios, suspensão, pneus e iluminação — não apenas aumenta a segurança, mas também contribui para manter o custo total de propriedade sob controle. Ao entender como a Tabela FIPE interage com o seguro e o custo de manutenção, o proprietário pode tomar decisões mais conscientes sobre renovação de apólices, valor de cobertura, franquias e extras como a proteção contra roubo/furto, colisão e danos
