Valor FIPE Atual
R$ 53.987,00
↑ 3,5% vs mês anterior
FIPE: 004175-0
Ano: 2002-3
MêsPreço
Jan/26R$ 53.987,00
Dez/25R$ 52.162,00
Nov/25R$ 51.305,00
Out/25R$ 49.571,00
Set/25R$ 51.369,00
Ago/25R$ 53.233,00
Jul/25R$ 53.596,00
Jun/25R$ 53.873,00
Mai/25R$ 54.309,00
Abr/25R$ 54.358,00
Mar/25R$ 52.520,00
Fev/25R$ 50.744,00

Visão geral da Tabela FIPE para a GM S10 P-Up 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002

Para quem atua no mercado de seguros ou acompanha a avaliação de ativos usados, entender a relação entre a Tabela FIPE e modelos específicos da linha GM é essencial. A Chevrolet S10 P-Up, na versão 2.8 turbodiesel com tração 4×4 e configuração TB Int. Dies., lançada no início dos anos 2000, é um exemplo claro de como o valor de mercado pode influenciar apólices, coberturas e propostas de indenização. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida um parâmetro de referência que reflete, de forma agregada, transações de compra e venda, levando em conta particularidades como ano, versão, estado de conservação e quilometragem. Embora o número exato varie conforme o estado de conservação, kilometragem e o histórico de uso, o que se mantém constante é a função da FIPE como base de comparação para seguradoras, peritos e consumidores durante a contratação de um seguro ou de uma atualização de cobertura. Neste artigo, exploramos a ficha técnica do modelo, o papel da marca, o contexto de mercado daquele período e as implicações práticas para a contratação de seguros, com foco na S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. de 2002.

Ficha técnica da Chevrolet S10 P-Up 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002

Abaixo está o perfil técnico típico dessa versão, com base nas informações de ficha disponibilizadas pela fabricante para o Brasil, no início dos anos 2000. Valores exatos podem variar conforme subversões, série/acabamento e estado do veículo, mas os elementos centrais permanecem consistentes para fins de comparação e avaliação de risco no seguro.

Tabela FIPE GM – Chevrolet S10 P-Up 2.8/Sert. 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002
  • Motor: 2.8 litros turbodiesel com turbocompressor e intercooler
  • Transmissão: manual de 5 velocidades
  • Tração: 4×4 com seletor de reduzida para terrenos desafiadores
  • Carroceria e capacidade: pickup com caçamba, configuração de cabine simples ou cabine dupla, peso e capacidade de carga útil variáveis conforme a configuração

Além desses itens centrais, outros aspectos recorrentes na ficha técnica incluem: sistema de freios com ABS em algumas versões, suspensão dianteira e traseira recalibradas para suportar tanto uso urbano quanto trabalhos mais pesados, e especificações de combustível compatíveis com diesel turbo. A estrutura da S10 nessa geração priorizava robustez, uma característica valorizada na identificação de risco para companhias de seguro que lidam com veículos de trabalho, que costumam ter quilômetros acumulados mais altos e exigências de disponibilidade de conserto mais restritivas.

A Chevrolet: marca, legado e presença na indústria automotiva

A Chevrolet, braço da General Motors, é uma das marcas com maior abrangência global, definida por uma história de inovação, produção em larga escala e atendimento a diferentes segmentos de mercado. No Brasil, a Chevrolet consolidou-se como emissora de soluções de transporte que combinam robustez, custo de propriedade e disponibilidade de rede de assistência técnica. A linha S10, desde suas primeiras gerações, ocupou posição de destaque no segmento de picapes médias com apelo tanto para o trabalho quanto para o lazer. O encanto da marca, nesse contexto, está na capacidade de oferecer veículos que equilibram utilidade prática com conforto, o que se traduz em apelos distintos para proprietários que utilizam o automóvel de forma contínua, seja para deslocamento diário, pequenas entregas ou atividades rurais.

Ao falar de confiabilidade, é comum destacar que a manutenção de um modelo de trabalho exige cuidado com itens como sistema de turbodiesel, componentes de transmissão, eixo diferencial, bem como a disponibilidade de peças de reposição. Para corretores de seguros, esse cenário implica em avaliações de risco distintas: veículos com uso comercial tendem a apresentar desgaste diferenciado, maior probabilidade de sinistros por colisão com maior impacto em reparos, além de necessidade de reposição de componentes específicos de motorização e linha de chassi. A presença de rede autorizada da GM facilita o acesso a peças originais, o que pode influenciar positivamente datas de retorno ao serviço e, consequentemente, o custo total de propriedade. Além disso, a reputação da marca no mercado de usados, associada à disponibilidade de serviços de assistência, oferece uma base sólida para previsões de comportamento de sinistro ao longo do tempo.

Contexto do modelo 2002 no cenário automotivo brasileiro

O início dos anos 2000 representou uma fase de transição para veículos utilitários leves no Brasil, com a S10 ganhando espaço como opção de trabalho robusto, capaz de enfrentar estradas com menor infraestrutura e, ao mesmo tempo, oferecer conforto para o dia a dia. A versão 2.8 TB Int. Dies. 4×4 era particularmente valorizada por empresas agrícolas, cooperativas, prestadores de serviço e profissionais que demandavam mobilidade com capacidade de carga. Em termos de seguro, esse conjunto costuma apresentar alguns traços recorrentes: desgaste de componentes de motor diesel, maior complexidade de peças relacionadas ao turbocompressor e intercooler, e necessidade de mão de obra especializada para manutenção do sistema de tração 4×4. Além disso, o veículo, por ser relativamente antigo, pode enfrentar variações de disponibilidade de peças originais, o que pode impactar prazos de reparo e, por consequência, o custo de indenização em caso de sinistro.

Para o corretor, compreender esses aspectos ajuda a calibrar coberturas de responsabilidade civil, colisão, incêndio, roubo e cobertura de acessórios. A S10 2002, com seu DNA de veículo de trabalho, aponta para necessidades específicas de proteção: robustez da carroceria, proteção de acessórios de caçamba (gancheiros, capas e guarnições), e a necessidade de acompanhar a evolução do parque de peças para esse tipo de veículo de serviço. A FIPE entra nesse cenário como referência de mercado para o valor de reposição ou indenização, ajudando a ajustar a soma segurada de acordo com a realidade do bem. Em termos de sinistros, a probabilidade de ocorrências com relevância financeira tende a aumentar quando o veículo é usado de forma prolongada em condições de uso intenso e com quilometragem elevada, o que é comum para utilitários com esse perfil.

Interpretação da FIPE no seguro deste modelo específico

Quando a FIPE apresenta valores para a GM S10 P-Up 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002, o objetivo é fornecer uma base objetiva para o cálculo de indenizações, reservas técnicas e avaliação de risco. As seguradoras costumam considerar a idade do veículo, o histórico de sinistros, o uso (residencial, comercial, rural), o perfil do condutor, entre outros fatores ao definir a linha de cobertura e o valor de prêmio. Com a versão 4×4 turbodiesel, o custo de manutenção pode ser superior a de pickups com motorizações menos exigentes, especialmente se a rede de assistência especializada for menos acessível na região do segurado. Além disso, itens como a troca de turbocompressor, sistema de injeção diesel, filtros, correias e componentes de tração podem influenciar o custo de reparo. Em termos de indenização, a FIPE serve como referência para a soma segurada, enquanto a cobertura de chave de reposição, guinchos, carro reserva, assistência 24h e proteção contra roubo pode ser ajustada de acordo com o perfil de uso do veículo e com as previsões de custo de substituição de peças originais.

É comum que seguradoras utilizem o valor de referência da FIPE combinado com a idade do veículo para estabelecer prêmios proporcionais ao risco. No caso de uma S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002, o histórico de sinistros, a presença de itens originais, o estado de conservação e o histórico de manutenção influenciem diretamente a confiabilidade da proposta. O objetivo é assegurar que o proprietário tenha uma cobertura condizente com a experiência de uso do veículo, evitando subseguro (valor insuficiente para reposição) ou superseguro (prêmio excessivo para o risco real). Por isso, entender a relação entre FIPE, estado do veículo e o tipo de uso é essencial para orientar o cliente a escolher coberturas que realmente agreguem valor à proteção do ativo.

Boneco prático: como alinhar seguros com esse modelo de veículo

Para quem administra ou dirige uma S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002, alguns aspectos práticos ajudam a orientar a escolha de coberturas junto à seguradora e, subsequentemente, a definição de valores, franquias e serviços inclusos. Abaixo, pontos-chave para refletir ao planejar a proteção do veículo, sem transformar o processo em uma análise excessiva de números:

– Entenda o uso real do veículo: se ele é utilizado majoritariamente para trabalho, com deslocamentos longos, em áreas rurais ou de mineração, o risco de danos por impactos, desgaste prematuro de componentes de diesel e danos de caçamba é maior. A cobertura de colisão, responsabilidade civil e proteção de acessórios pode exigir ajustes na soma segurada.

– Considere a disponibilidade de peças: para veículos mais antigos, a disponibilidade de peças originais pode influenciar prazos de reparo. Verificar com a seguradora a rede de oficinas credenciadas e a disponibilidade de peças oficiais ajuda a evitar paralisações longas.

– Avalie opções de assistência 24h e guincho: diante de um veículo de trabalho, a possibilidade de assistência rápida e de retorno ao serviço pode fazer diferença em situações de pane ou acidente.

– Momento de reajuste de prêmio: com o passar dos anos, associar o valor FIPE ao custo de reposição pode justificar revisões na cobertura, franquias e opções de proteção como carro reserva ou blindagem de itens de alto custo (tecnologia embarcada, trincos, acessórios de caçamba, etc.).

Esses componentes ajudam a alinhar a proteção de modo eficiente com o uso da S10, evitando lacunas que possam afetar a qualidade da cobertura ou o custo total de propriedade ao longo do tempo. A FIPE funciona como um referencial estável, que as seguradoras utilizam para calibrar valores, enquanto a análise de uso, idade e histórico de manutenção orienta as escolhas de coberturas adicionais que realmente protegem o patrimônio do proprietário.

Considerações finais para a gestão de seguros da S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002

O conjunto S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002 representa uma combinação de robustez, utilidade prática e uma visão de longo prazo sobre custo de propriedade. Do ponto de vista de seguros, o que mais importa é emparelhar o valor referencial da FIPE com o real uso do veículo, o estado de conservação, a disponibilidade de peças e a rede de assistência. Ao se preparar para a contratação ou renovação de uma apólice, vale considerar: a cobertura de danos a terceiros, a proteção a incêndio, furto/roubo, colisão, pane elétrica, quebra de componentes do motor diesel e assistência 24 horas, entre outras opções de proteção. Este cuidado evita grandes surpresas em caso de sinistro e ajuda a manter o veículo disponível para o trabalho, sem períodos longos de indisponibilidade.

Se você busca tranquilidade e proteção adequada para a S10 2.8 4×4 TB Int. Dies. 2002, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.