| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 22.884,00 |
| Dez/25 | R$ 22.928,00 |
| Nov/25 | R$ 22.963,00 |
| Out/25 | R$ 23.019,00 |
| Set/25 | R$ 23.093,00 |
| Ago/25 | R$ 23.142,00 |
| Jul/25 | R$ 23.180,00 |
| Jun/25 | R$ 23.204,00 |
| Mai/25 | R$ 23.251,00 |
| Abr/25 | R$ 23.272,00 |
| Mar/25 | R$ 23.307,00 |
| Fev/25 | R$ 23.321,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para a Mitsubishi L200 2001: guia prático para as versões RI/RII/RIII CD 2.5 TB Int. Diesel
O que é a Tabela FIPE e como ela orienta o seguro de automóveis
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de referência de veículos usados. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Universidade de São Paulo, ela consolida dados de comércio de veículos emitidos ao longo de meses, refletindo o comportamento de compra e venda no mercado. Embora não substitua a avaliação individual de um veículo específico, a FIPE serve como base para cálculos de seguradoras, bancos e lojistas, ajudando a padronizar valores para propostas de seguro, financiamentos e indenizações.
Para quem tem uma Mitsubishi L200 2001, especialmente nas versões RI, RII e RIII com cabine dupla (CD) e motor 2.5 TB Int. Diesel, entender o funcionamento da FIPE é crucial. O valor de referência pode influenciar o valor do prêmio do seguro, o montante de cobertura e até a forma como a seguradora avalia a depreciação em caso de sinistro. Vale destacar que a FIPE não determina o preço de compra ou venda real do veículo em uma negociação específica, mas fornece uma linha de base que é revisada mensalmente para acompanhar as oscilações do mercado.

Ficha técnica da Mitsubishi L200 2001 RI/RII/RIII CD 2.5 TB Int. Diesel
A Mitsubishi L200, conhecida pela combinação de robustez, utilidade em trabalho pesado e espaço para a família, chegou ao Brasil em versões destinadas a uso misto: urbano, rural e de trabalho. Para a geração de 2001, as variantes RI, RII e RIII com cabine dupla (CD) agregaram avanços mecânicos e de acabamento, mantendo a essência de picape leve com foco na durabilidade e na capacidade de tração. Abaixo, apresento uma síntese técnica, com elementos comuns a esse ciclo de fabricação, entendendo que pequenas variações de mercado podem ocorrer:
– Motor e transmissão: motor diesel 2.5 L turbo com intercooler (habitualmente designado como 4D56T em muitos mercados), 4 cilindros em linha, com injeção eletrônica e adaptação para operar com a cabine dupla. A transmissão costuma ser manual de 5 velocidades, com sistemas de tração 4×4 em versões específicas, incluindo a redução para uso off-road leve a moderado.
– Desempenho e combustível: o conjunto turbodiesel foi configurado para oferecer boa relação torque-potência para retomadas com carga e para condução em áreas menos pavimentadas. Em termos de consumo, a L200 2.5 TD intercooler tende a apresentar consumos proporcionais ao peso do veículo e ao tipo de uso, variando entre condução urbana, rodoviária e situações de tração com carga. A disponibilidade de diesel de qualidade e a manutenção adequada influenciam diretamente a eficiência.
– Dimensões, capacidade e uso útil: cabine dupla (CD) amplia o espaço para passageiros, ao mesmo tempo em que mantém o espaço de carga típico de picapes. A capacidade de carga útil, o peso próprio e a capacidade de tanque variam conforme o ano-modelo e a configuração, mas, de modo geral, o conjunto foi concebido para atender a demandas de trabalho diário sem abrir mão da versatilidade.
É importante notar que, embora este resumo descreva traços comuns, as fichas técnicas oficiais podem trazer pequenas diferenças entre RI, RII e RIII, bem como entre mercados. Sempre verifique as especificações registradas no documento do veículo que você estiver avaliando ou no cadastro do fabricante para a configuração exata do exemplar em questão.
Variações entre as versões RI, RII e RIII e impacto no valor da FIPE
As variantes RI, RII e RIII indicam evoluções incrementais ao longo do ciclo de produção da L200 2001. Essas mudanças, que costumam abranger itens de design, acabamento, conforto do interior e, ocasionalmente, ajustes mecânicos, influenciam a percepção de valor de mercado e, por consequência, o valor de referência na FIPE. Em termos práticos, veja o que costuma ocorrer:
- RI: manutenção de traços de design mais simples, com foco na funcionalidade de trabalho. Em termos de FIPE, o RI tende a ter um valor base ligeiramente diferente do que surgiria em versões posteriores por incorporar menos itens de refinamento.
- RII: costuma trazer melhorias graduais no interior, sistemas de conveniência e, em alguns casos, ajustes de suspensão ou de dirigibilidade para maior conforto em uso diário. O impacto no FIPE pode refletir esse refinamento, mantendo-se próximo ao RI, porém com variações conforme a configuração exata.
- RIII: tende a consolidar mudanças estéticas e de equipamento, mantendo a robustez da picape. Na prática financeira da FIPE, as mudanças de geração costumam provocar variações mais perceptíveis no valor de referência, especialmente quando associadas a itens que o mercado percebe como diferenciais de conforto, segurança ou utilidade.
Por fim, vale considerar que a FIPE é uma média ponderada de valores observados em transações reais. Pequenas variações regionais, condições do veículo e histórico (km, conservação, peças originais, garantias) podem influenciar esse valor de referência. Por isso, ao comparar a FIPE entre RI, RII e RIII, observe não apenas o número bruto, mas também o conjunto de especificações que cada exemplar oferece, como a configuração de tração, se a cabine é dupla (CD) e o estado de conservação.
Fatores que influenciam o valor FIPE e como consultar com precisão
Ao planejar seguro ou uma negociação com base na FIPE, considerar os fatores que influenciam a estimativa de valor é essencial. A seguir estão quatro pontos-chaves que costumam impactar a leitura da tabela para a Mitsubishi L200 2001 RI/RII/RIII CD 2.5 TB Int. Diesel:
- Condição geral do veículo: conservação da carroceria, interiores, funcionamento de itens mecânicos e elétricos. Veículos bem conservados costumam apresentar valores de referência mais próximos da prática de mercado.
- Quilometragem: veículos com menor kilometragem normalmente apresentam maior valor de referência na FIPE, pois indicam menor depreciação em uso. Porém, a relação entre quilômetros e idade deve ser avaliada com cautela, já que modelos velhos com uso moderado podem manter boa reputação de durabilidade.
- Versão e configuração: RI, RII ou RIII, bem como a cabine dupla (CD) e a presença de itens adicionais (sistemas de som, ar-condicionado, controle de tração, entre outros) podem alterar a percepção de valor na FIPE. Versões premium, quando disponíveis, geralmente se posicionam com valores de referência distintos das variantes básicas.
- Mercado regional e disponibilidade: fatores como oferta local, demanda por utilitários e condições de tráfego podem causar variações no valor praticado nas transações, o que, por sua vez, influencia a FIPE ao longo do tempo.
Como o seguro utiliza a FIPE e dicas úteis para declaração do veículo
As seguradoras costumam usar a FIPE como referência para calibrar o valor de referência do veículo segurado. A partir desse valor, o prêmio mensal e a indenização em caso de sinistro podem ser calculados. No entanto, há nuances importantes:
– Valor de referência versus valor de reconstrução: o valor FIPE é uma referência de mercado. Em medidas de indenização, as seguradoras podem considerar o valor de reconstrução, dependente de inspeção, estado de conservação, peças originais e outras variáveis. Em casos de perda total, a faixa de indenização pode variar dentro do intervalo aceitável pela apólice.
– Informações fornecidas: manter dados precisos na apólice é crucial. Dados como ano-modelo exato, versão (RI/RII/RIII), tipo de cabine (CD), motorização (2.5 TB Int. Diesel) e histórico de manutenção ajudam a evitar desentendimentos na hora de indenizar ou renovar o seguro.
– Valor agregado com acessórios: itens instalados que não são originais de fábrica, como estendidos de caçamba, alarmes adicionais, protetores de bancada, entre outros, podem influenciar o valor segurado. A inserção correta desses componentes é essencial para uma cobertura eficaz.
– Manutenção preventiva: manter o veículo com serviços em dia, documentação de revisões e notas de manutenção pode impactar positivamente a avaliação de risco e, por consequência, o valor segurado, especialmente em ajustes de franquias ou de participação em sinistros.
Dicas práticas para quem possui uma L200 2001 e busca cotações de seguro com base na FIPE
Se você quer alinhar a FIPE com a melhor oferta de seguro, considere estas diretrizes rápidas para facilitar o processo de cotação:
- Atualize informações precisas sobre a configuração do veículo (RI, RII ou RIII; CD; motor 2.5 TB Int. Diesel) e a quilometragem atual.
- Faça um inventário de itens adicionais instalados e do estado geral do veículo para refletir com fidelidade o custo de reposição.
- Considere o histórico de sinistros e a regularidade na manutenção para reduzir surpresas durante a avaliação.
- Solicite cotações com diferentes seguradoras, levando em conta o nível de cobertura desejado (roubo, colisão, incêndio, assistência, entre outros) sem perder de vista o valor de referência indicado pela FIPE.
Para facilitar sua decisão, peça já uma cotação com a GT Seguros. Ao comparar propostas, use a FIPE como referência de mercado, mas leve em conta as condições da apólice, a reputação da seguradora e o atendimento ao cliente para emergências. Dessa forma, você garante não apenas um valor justo, mas também uma proteção alinhada às suas necessidades com a Mitsubishi L200 2001 nas configurações RI/RII/RIII CD 2.5 TB Int. Diesel.
