Valor FIPE Atual
R$ 11.473,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 001092-8
Ano: 1996-1
MêsPreço
Fev/26R$ 11.473,00
Jan/26R$ 11.708,00
Dez/25R$ 11.593,00
Nov/25R$ 11.830,00
Out/25R$ 11.713,00
Set/25R$ 11.484,00
Ago/25R$ 11.542,00
Jul/25R$ 11.428,00
Jun/25R$ 11.315,00
Mai/25R$ 11.372,00
Abr/25R$ 11.430,00
Mar/25R$ 11.317,00

Visão abrangente sobre a Tabela FIPE para o Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V 2p e 4p de 1996

A Tabela FIPE funciona como uma referência nacional amplamente utilizada para estimar o valor de veículos usados no Brasil. Embora muitos a apliquem para compras, vendas e avaliações, seu uso é particularmente relevante para o universo de seguros, pois fornece um piso comum para a base de indenização em situações de sinistro, roubo ou perda total. No caso específico do Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V, disponível nas versões de duas portas (2p) e quatro portas (4p) em 1996, a Tabela FIPE oferece um referencial de mercado que considera a idade do veículo, a mecânica, o estado de conservação e a procura por esse tipo de carro na época. O Tempra, nascido no início dos anos 90 como parte da família Tempra/Tipo que a Fiat promoveu globalmente, ganhou um espaço sólido no cenário brasileiro por combinar robustez, espaço interno e um conjunto mecânico que, para a época, representava um equilíbrio entre desempenho e conforto. A leitura sobre a Tabela FIPE para esse modelo específico envolve não apenas uma simples leitura de números, mas uma compreensão de como o veículo se encaixa no ecossistema de seguros, avaliando riscos, custos de reparo e custos operacionais ao longo do tempo. Este artigo tem o objetivo de orientar o leitor de forma educativa, apresentando a ficha técnica do modelo, discutindo o peso da marca Fiat na formação de seguros e indicando caminhos práticos para melhorar a cobertura de um carro antigo como o Tempra.

Ficha Técnica do Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V 2p e 4p (1996)

  • Motor e desempenho: motor 4 cilindros em linha, 2.0 L (aprox. 1.998 cm³), com alimentação por injeção eletrônica 8V; potência aproximada de cerca de 110 cv a 5.000 rpm e torque próximo de 16–17 kgf.m a rotações próximas de 3.000 rpm.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas, tração dianteira (FF), configuração comum em sedãs médios da época, com embreagem relativamente sólida para uso urbano e rodoviário.
  • Dimensões e peso: comprimento em torno de 4,2 a 4,3 metros, largura aproximada de 1,68 metro e altura perto de 1,38 metro; peso em ordem de marcha na faixa de 1.100 a 1.150 kg, variando conforme a configuração (2p ou 4p) e o equipamento adicional
  • Capacidade, abastecimento e consumo: tanque de combustível com capacidade ao redor de 50 litros; consumo variável conforme condição de uso, com estimativas gerais de eficiência típicas para motores 2.0 da época, refletindo o uso de gasolina e caminhos entre urbano e rodoviário

Contexto da marca Fiat no Brasil e o legado do Tempra

A Fiat tem uma trajetória marcante no mercado automotivo brasileiro, marcada por fases de expansão, rebranding de produtos e uma aposta contínua em modelos que combinem custo-benefício com conforto e praticidade. No Brasil, a presença da marca ganhou força a partir de meados do século XX, com linhas que, ao longo das décadas, se adaptaram às preferências locais, bem como às condições de estradas e às redes de assistência técnica. Entre os anos 1980 e início dos 1990, a Fiat consolidou plataformas que se tornaram referência para o mercado nacional, ajudando a criar uma base de clientes que valorizavam espaço interno, consumo moderado e facilidade de manutenção. O Tempra, apresentado no início dos anos 1990, surgiu como uma opção que buscava atender a uma demanda por sedã de porte médio com acabamento mais cuidado do que alguns concorrentes diretos da época. A aposta no Tempra foi parte de uma estratégia maior da Fiat para manter a competitividade em segmentos de maior volume, sem perder a identidade de engenharia brasileira que já havia mostrado bons resultados com outros modelos. Em termos de manutenção e reparabilidade, a rede de concessionárias e a disponibilidade de peças originais contribuíram para a percepção de que o Tempra seria viável como um carro de uso diário, com potencial de manter valor ao longo do tempo, desde que submetido a revisões regulares e a um cuidado preventivo consistente.

Tabela FIPE Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V 2p e 4p 1996

Do ponto de vista técnico, o Tempra 2.0 i.e. 8V trazia um conjunto mecânico robusto para a sua época, com um motor que respondia bem ao uso urbano e também conseguia manter um desempenho estável em viagens. A configuração de 8 válvulas, associada a uma injeção eletrônica simples, representava uma combinação que permitia reparos relativamente diretos e manutenção regular com peças de disponibilidade razoável no mercado brasileiro. Além disso, o conjunto mecânico do Tempra foi concebido para suportar a rota de uso cotidiana, priorizando confiabilidade e facilidade de manutenção, atributos que ajudam quando se pensa em seguro e proteção de um veículo com idade de 25+ anos. Em termos de mercado, os carros dessa geração ganham valor histórico e de colecionador para muitos entusiastas, o que influencia, inclusive, como as seguradoras avaliam riscos e definem apólices específicas para veículos com baixa produção de peças originais ou com maior probabilidade de desgaste de componentes.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro para o Tempra

Ao solicitar uma apólice de seguro, muitas seguradoras utilizam a Tabela FIPE como referência padrão para estabelecer o valor do veículo em caso de sinistro ou de indenização total. Para um Fiat Tempra 1996 nas versões 2p e 4p, esse referencial pode variar conforme o estado de conservação, a quilometragem e a disponibilidade de peças de reposição no mercado. A vantagem de usar a FIPE é criar uma base de comparação entre diferentes propostas de seguro e, ao mesmo tempo, evitar distorções que poderiam ocorrer se apenas avaliações subjetivas fossem usadas. Em carros mais antigos, a avaliação FIPE ajuda a compensar a depreciação natural com características como o estado de conservação geral, histórico de manutenção, e a presença de itens originais versus melhorias realizadas pelo proprietário. Além disso, é comum que o prêmio do seguro seja ajustado de acordo com a faixa de idade do veículo, o perfil do condutor e o local de circulação, fatores que a FIPE não substitui, mas que ajudam a calibrar o valor segurável para o veículo, orientando a definição de coberturas e franquias de forma mais equilibrada.

É válido mencionar que, no caso de itens como colisões ou danos estéticos, a disponibilidade de peças originais para um Tempra 1996 pode influenciar o custo de reparo e, consequentemente, o valor indenizável. Carros com peças de reposição escassas costumam exigir avaliação mais cuidadosa por parte das seguradoras para não subestimar ou superestimar custos de reparo. Por isso, manter um histórico de manutenção, com notas de revisões e substituições de componentes relevantes (como correias, freios, iluminação e suspensão) pode contribuir para uma avaliação mais estável na hora de fechar uma apólice com a TIPE de referência da época em que o veículo foi fabricado.

Para quem utiliza o Tempra como veículo de uso cotidiano, compreender as nuances da Tabela FIPE ajuda a alinhar expectativas em relação a seguros. A FIPE não é o único critério adotado pelas seguradoras, mas funciona como uma bússola para entender o valor de reposição ou de indenização e para planejar o custo de proteção adequado ao veículo antigo. Além disso, entender a ficha técnica permite ao proprietário identificar áreas de maior desgaste ou de maior probabilidade de falhas, o que, por sua vez, pode orientar escolhas sobre coberturas adicionais como danos a terceiros, proteção contra roubo ou furto, e cobertura para acessórios originais. Em síntese, a Tabela FIPE serve como referência comum que facilita negociações entre seguradora, corretor e proprietário, promovendo clareza sobre o que está incluso em cada apólice.

Impactos práticos para quem possui um Tempra 1996 e busca seguro adequado

Quem possui um Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V, especialmente nas versões 2p ou 4p, pode enfrentar alguns desafios específicos ao buscar seguro. Em primeiro lugar, o apelo histórico e o interesse de colecionadores podem levar a variações de valor que não aparecem de forma estática na FIPE. Em segundo lugar, a disponibilidade de peças de reposição originais pode influenciar o custo de reparo, levando algumas seguradoras a ajustar prêmios com base na facilidade de manutenção. Em terceiro lugar, a idade do veículo pode impactar a faixa de indenização, bem como as opções de cobertura disponíveis, como proteção para vidros, guarnições e itens de acabamento. Por fim, a quilometragem média de uso, histórico de sinistros e o local de circulação (seguro residencial, urbano, rodoviário) são critérios que ajudam a definir o equilíbrio entre o custo do seguro e o nível de proteção oferecido. Nesse cenário, entender a relação entre a Tabela FIPE e esses fatores pode ser decisivo para obter uma apólice que realmente atenda às necessidades do proprietário sem pagar mais do que o necessário.

Outra dimensão prática está no planejamento de custos a longo prazo. Veículos com mais de duas décadas de uso tendem a exigir reposição de componentes com mais frequência do que carros novos. Por exemplo, sistemas de freio, suspensão, relação de câmbio e componentes elétricos podem exigir atenção especial para manter a confiabilidade. O proprietário pode, assim, planejar revisões periódicas, manter o histórico de manutenção e considerar coberturas adicionais que protegem contra danos acidentais, roubo ou furto, bem como assistência 24 horas. Tudo isso, calibrado com o valor de referência da FIPE, ajuda a tomar decisões mais conscientes sobre o equilíbrio entre custo de seguro, cobertura e facilidade de reparo, mantendo um patamar de proteção adequado ao estágio atual do modelo e ao seu uso cotidiano.

Alinhamento entre a tabela FIPE, o uso do veículo e a proteção financeira

É comum que proprietários de Tempra usados busquem aconselhamento com corretores para entender como a tabela FIPE se traduz em números práticos dentro de uma apólice. Em termos práticos, o objetivo é traduzir o valor referencial da FIPE em uma indenização justa que cubra a reposição ou o reparo do veículo, de acordo com o estado de conservação. Além disso, a Tabela FIPE pode servir como referência para acordos de valor de mercado quando o veículo entra em fins de vida útil, ou quando o proprietário decide vender de forma particular. A leitura correta da FIPE, aliada ao conhecimento técnico sobre o Tempra, ajuda o corretor a propor coberturas que sejam proporcionais ao risco, sem tornar o seguro excessivamente oneroso para o proprietário. No final das contas, o objetivo é combinar o conhecimento técnico, o histórico de manutenção e o referencial de mercado, para que o proprietário tenha uma apólice estável, com valores de indenização compatíveis com o valor de mercado real do veículo no momento da contratação.

Além disso, a escolha da franquia, coberturas opcionais (colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros, dano elétrico, vidros, acessórios originais) e a proteção para acessórios podem influenciar diretamente o valor da apólice. Em carros como o Tempra, com potencial de valor histórico e boa aceitação no mercado de peças usadas, é comum que o corretor recomende uma combinação de coberturas que protejam contra riscos que são mais prováveis de ocorrer ao longo de décadas de uso. A valorizar o carro pela FIPE também exige uma revisão regular de cobertura, uma vez que mudanças no estado do veículo, como restaurações de parte da carroceria, substituições de componentes ou alterações que afetem a originalidade, podem impactar tanto o valor referencial quanto o custo de seguros futuros.

Este conjunto de fatores — a capacidade de leitura da FIPE, o estado real do veículo, a disponibilidade de peças e a experiência do corretor — forma uma tríade que facilita a tomada de decisão para o proprietário do Tempra. Ao longo do tempo, manter a documentação atualizada, manter as revisões em dia e ter um histórico de manutenção bem organizado pode reduzir a incerteza na apólice, ajudando a obter uma cobertura mais adequada ao valor efetivo do veículo. Em suma, a Tabela FIPE é uma ferramenta importante, mas a gestão de seguros para um modelo como o Tempra depende de uma leitura integrada de aspectos técnicos, mercadológicos e de risco, sempre com foco na proteção do patrimônio e na tranquilidade do proprietário ao dirigir.

Para quem está avaliando opções, vale a pena consultar um corretor especializado que entenda o comportamento de carros de idade intermediária e que saiba traduzir a FIPE em propostas de seguro com coberturas proporcionais. Um bom corretor pode ajudar a identificar quais coberturas são mais relevantes para o Tempra 1996, levando em consideração o uso pretendido do veículo, o local de circulação, a disponibilidade de peças e o histórico de manutenção. Com esse suporte, o processo de segurarar permanece claro, transparente e ajustado às necessidades reais do proprietário, sem sacrificar a proteção necessária ou inflar o custo do seguro com coberturas desnecessárias.

Se este artigo ajudou você a entender melhor como a Tabela FIPE se aplica ao Fiat Tempra 2.0 i.e. 8V 2p e 4p de 1996 e por que é fundamental para a tomada de decisão sobre seguros, continue buscando orientação profissional para alinhar a proteção com o valor de mercado e com o uso pretendido do veículo. Fique atento aos detalhes do estado do carro, às revisões, e não deixe de avaliar as coberturas que realmente agregam valor à sua proteção no dia a dia.

Para planejar a proteção adequada do seu Fiat Tempra e garantir a melhor relação entre custo e benefício, faça já uma cotação com a GT Seguros.