| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 31.266,00 |
| Jan/26 | R$ 30.957,00 |
| Dez/25 | R$ 30.651,00 |
| Nov/25 | R$ 30.348,00 |
| Out/25 | R$ 30.501,00 |
| Set/25 | R$ 30.599,00 |
| Ago/25 | R$ 30.297,00 |
| Jul/25 | R$ 29.998,00 |
| Jun/25 | R$ 30.029,00 |
| Mai/25 | R$ 30.090,00 |
| Abr/25 | R$ 30.118,00 |
| Mar/25 | R$ 29.820,00 |
Entenda como a Tabela FIPE reflete o Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997
Visão geral: o que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela condensa dados de mercado coletados ao longo dos anos para oferecer valores médios que ajudam seguradoras, concessionárias e consumidores a terem uma referência comum. Embora o preço de venda de um carro usado possa variar conforme o estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem, região e itens adicionais, a FIPE funciona como linha de base padronizada. No universo de seguros, esse referencial é crucial: ele alimenta cálculos de indenização em caso de sinistro, reavalia o valor seguro e impacta decisões sobre coberturas, franquias e condições contratuais. Em veículos com mais de duas décadas, como o Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997, a FIPE costuma refletir as variações históricas de preço, levando em conta a depreciação natural de modelos clássicos, a disponibilidade de peças originais e a demanda no mercado de usados. Com isso, consumidores e corretores ganham uma base objetiva para entender o risco, planejar o seguro e orientar o orçamento de reparos ou substituição.
Para quem está buscando esclarecer questões práticas, vale entender que a Tabela FIPE não determina o valor de venda de um veículo específico—ela oferece uma faixa de referência. Por isso, em seguradoras, a cotação pode incorporar aspectos adicionais, como histórico de sinistros, estado de conservação e alterações que possam afetar a reparabilidade. Abaixo, vamos abordar a ficha técnica do Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997 e discutir como esses elementos influenciam a leitura da FIPE no contexto de seguros.

Ficha técnica resumida do Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. 1997
- Motor: V6 3.0 L (6G72), gasolina, acionamento por corrente; configuração de 12 ou 24 válvulas conforme a versão regional, com injeção eletrônica.
- Potência e torque: potência típica na faixa de aproximadamente 165–170 cv; torque em torno de 24–26 kgf·m, variando conforme mercado e configuração específica.
- Transmissão: manual de 5 velocidades; tração 4×4 com reduzida, adequada para uso fora de estrada e condições adversas de terreno.
- Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,3 m a 4,4 m; largura em torno de 1,7 m a 1,8 m; altura perto de 1,7 m a 1,9 m; peso de ordem de marcha em geral entre 1.700 kg e 1.900 kg, conforme ajuste de fábrica e itens de série.
A marca Mitsubishi: tradição, tecnologia e robustez em SUVs
A Mitsubishi é uma marca com longa história no segmento de off-road e utilitários esportivos (SUVs). Fundada originalmente no Japão, a empresa construiu uma reputação marcada por tecnologia de tração nas quatro rodas, motores robustos e soluções voltadas para atividades em terrenos desafiadores. O Pajero, conhecido em alguns mercados como Montero, surgiu exatamente para combinar capacidade off-road com conforto progressivo, abrindo caminho para uma gama de versões que mesclavam desempenho, espaço interno e durabilidade em linha média de preço. A proposta da Mitsubishi em SUVs de época como o Pajero GLS de 1997 enfocava, além da tração, componentes de alta resistência, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças como fatores-chave para atender tanto ao público que usava o veículo em dia a dia quanto aos que o utilizavam em trilhas, acampamentos e deslocamentos com maior exigência de terreno. Mesmo após décadas, a marca continua sendo associada a veículos que suportam desgaste, trazem facilidade de reposição de peças e, geralmente, mantêm valores estáveis no mercado de usados quando bem conservados. Para o consumidor de seguros, esse histórico influencia a percepção de risco: modelos com reputação de confiabilidade costumam ter propostas de proteção mais estáveis, desde que o histórico de uso e manutenção seja devidamente documentado.
Contexto histórico: o Pajero na década de 1990 e o papel da FIPE no seguro
Na década de 1990, SUVs robustos como o Pajero reinvindicavam um espaço significativo no mercado brasileiro, impulsionados pela demanda por veículos com capacidade 4×4, conforto para família e versatilidade para atividades de lazer. A tecnologia de motorizações V6 começava a se popularizar nesses modelos, oferecendo uma combinação de desempenho e suavidade para uso on-road sem abrir mão da aptidão off-road. Nesse cenário, a FIPE atua como uma ponte entre o histórico de preço de mercado e a necessidade de cotação de seguros. Para veículos de idade considerável, a valoração de sinistros tende a depender de fatores como a disponibilidade de peças originais, a facilidade de reparo em oficinas autorizadas e o custo de mão de obra especializada. A FIPE, ao consolidar dados de transação e de mercado, fornece uma referência de valor que ajuda a calibrar o montante segurável, o prêmio e as condições de cobertura, incluindo franquias e limites de indenização. Além disso, a variação de preços ao longo dos anos pode ser impactada pela procura por peças usadas, pela preservação de certas versões (como a GLS com motor 3.0 V6) e pela oferta de automóveis com especificações idêntificadas. Tudo isso reforça a importância de entender a ficha técnica do veículo ao pensar no seguro: quanto mais próximo o estado do veículo estiver das especificações originais, mais previsível tende a ser o custo de reparo e a reposição de peças.
Como a ficha técnica impacta a leitura da FIPE e a cotação de seguro
Quando uma corretora ou seguradora consulta a Tabela FIPE para um Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997, eles comparam o veículo com as faixas históricas registradas para aquele modelo, motor e configuração de carroceria. A presença de um motor V6 3.0 L, uma transmissão manual de 5 velocidades e a tradicional tração 4×4 contribuem para uma avaliação de risco específica, sobretudo no que diz respeito a reparabilidade, custos de peças originais e disponibilidade de mão de obra especializada. Além disso, a condição de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, uso (pessoal, lazer, trabalho) e modificações não originais podem alterar o valor segurável, independentemente do valor da FIPE. Por isso, vale manter um registro claro de manutenções, trocas de peças críticas (filtro, correias, fluídos, freios, suspensão) e qualquer intervenção mecânica que possa impactar o desempenho do veículo. Em seguros, quanto mais alinhado o estado atual com a configuração original de fábrica, maior a previsibilidade de custo de reparo, o que tende a refletir em condições de prêmio estáveis e menos surpresas em sinistros.
Aspectos práticos de seguro para o Pajero GLS 1997
Ao pensar no seguro de um Pajero de 1997, há pontos comuns que costumam aparecer na avaliação das seguradoras. Primeiro, a idade do veículo influencia o custo de reparo: peças originais podem ter disponibilidade limitada, o que eleva o tempo de reparo e o custo com itens específicos de fora de linha. Segundo, a quilometragem e o estado geral de componentes críticos — motor, transmissão, sistema de tração e suspensão — são verificados com atenção, pois desgastes podem exigir substituições que impactam o orçamento total do seguro. Terceiro, a escolha de coberturas, como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo/furto e assistência 24h, deve considerar o uso real do veículo, já que SUVs mais antigos, mesmo com excelente capacidade off-road, costumam ter sinistros ligados a desgaste de componentes ou avarias em vias urbanas. Por fim, manter o histórico de manutenção em dia facilita a comprovação de cuidado com o veículo e pode contribuir para condições de prêmio mais favoráveis. A leitura da FIPE, aliada ao inventário técnico do carro e à documentação de revisões, forma o tripé que sustenta uma cotação mais segura e ajustada à realidade.
Observações finais sobre a tabela FIPE e o Pajero GLS 1997
Para quem utiliza o Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997 como veículo principal ou como veículo de uso esporádico, entender a natureza da Tabela FIPE ajuda a alinhar expectativas. A FIPE oferece uma referência estável, mas o custo real do seguro depende de uma combinação de fatores: o estado do veículo, o histórico de manutenção, a forma de uso, o perfil do condutor e as coberturas escolhidas. Em veículos mais antigos, a cobertura recomendada geralmente enfatiza não apenas a indenização por perda total, mas também a proteção contra furtos, roubos e colisões que retratam as peculiaridades de um SUV de dois lugares com configuração 4×4, onde a disponibilidade de peças pode influenciar significativamente o custo de reparo. Ao longo da vida útil do veículo, manter o car unicum de peças originais, manutenções programadas e registros de serviço é uma estratégia que tende a favorecer as condições de seguro, facilitando cotações futuras e potencialmente reduzindo o custo total.
Se você quer entender como esse conjunto de informações pode se traduzir em proteção financeira para o seu veículo, a dica prática é falar com quem entende do assunto. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare as opções disponíveis, levando em conta a realidade do seu Mitsubishi Pajero GLS 3.0 V6 2p Mec. de 1997, o uso pretendido e o seu histórico de condução. A GT Seguros oferece opções personalizadas, pensadas para quem valoriza equilíbrio entre custo de proteção e abrangência de coberturas, com foco em atender necessidades específicas de proprietários de SUVs com herança off-road como o Pajero clássico.
