Valor FIPE Atual
R$ 1.432,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 806001-0
Ano: 1993-1
MêsPreço
Fev/26R$ 1.432,00
Jan/26R$ 1.418,00
Dez/25R$ 1.421,00
Nov/25R$ 1.407,00
Out/25R$ 1.394,00
Set/25R$ 1.367,00
Ago/25R$ 1.354,00
Jul/25R$ 1.357,00
Jun/25R$ 1.359,00
Mai/25R$ 1.378,00
Abr/25R$ 1.380,00
Mar/25R$ 1.383,00

Panorama detalhado da Tabela FIPE para a Caloi Mobilete 50cc de 1993 e seus impactos na avaliação de seguros

A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo itens de duas rodas como motos e mopeds. Quando o tema é a Caloi Mobilete 50cc de 1993, essa referência ganha relevância para clientes que desejam entender como o valor histórico do veículo influencia não apenas a negociação, mas também as apólices de seguro. Neste artigo, vamos explorar a ficha técnica típica desse modelo, o contexto da marca, a forma como a FIPE classifica esse tipo de veículo e as implicações para a proteção veicular. Tudo com o objetivo educativo de orientar quem atua como corretor de seguros, bem como proprietários que querem compreender melhor as bases de avaliação sem se perder em números não declarados.

Ficha técnica da Caloi Mobilete 50cc (1993): caracterização essencial

A Caloi, reconhecida sobretudo pela produção de bicicletas, também participou de um segmento de mobilidade urbana com modelos de baixa cilindrada voltados a quem buscava uma opção econômica de deslocamento. A Mobilete 50cc, apresentada no início da década de 1990, é um exemplo dessa proposta — veículo leve, com motor de baixa cilindrada e foco em uso urbano. A seguir, apresenta-se uma ficha técnica consolidada a partir das informações históricas disponíveis sobre o modelo, com observações que ajudam a entender o tipo de veículo que a FIPE considera para avaliação e como isso se traduz na prática de seguro. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer entre versões do mesmo ano, especialmente entre unidades com diferentes estados de conservação e de documentação.

Tabela FIPE CALOI MOBILETE 50cc 1993
  • Motor: monocilíndrico de 50 cm³, dois tempos, com refrigeração a ar; configuração destinada a simplicidade, baixo consumo e manutenção reduzida.
  • Transmissão e potência: transmissão por corrente com câmbio de 3 marchas; foco em simplicidade operacional para uso diário em áreas urbanas. A potência efetiva é compatível com deslocamentos curtos e com aceleração modesta em tráfego urbano.
  • Alimentação e partida: alimentação por carburador simples; partida geralmente por pedal (kick start), com possibilidade de sistema elétrico básico em algumas versões, dependendo da configuração de fábrica e de adaptações regionais.
  • Sistema de freios, suspensão e peso: freios em tambor, dianteiro e traseiro, com suspensão típica de moto leve para a época; peso aproximado dentro de uma faixa compatível com veículos de baixa cilindrada, voltado para manobras rápidas e manuseio ágil no trânsito da cidade.
  • Dimensões e capacidade: dimensões compactas, propiciando fácil manuseio e estacionamento; capacidade de combustível suficiente para deslocamentos urbanos, com tanque adequado ao perfil de uso do veículo; itens de segurança e iluminação compatíveis com as normas da época de fabricação.

Observação importante: a ficha técnica acima deve ser entendida como referência histórica para a Caloi Mobilete 50cc de 1993. Variações de acabamento, versões regionais e condições de uso podem alterar, de modo relevante, alguns parâmetros de operação. Para fins de avaliação de FIPE, o que mais importa é a categorização do veículo (moped/leve, com motor de 50 cm³, dois tempos e configuração básica de transmissão), bem como o estado geral de conservação e a originalidade das peças.

A Caloi e o contexto da Mobilete: trajetória de marca e modelo

A Caloi consolidou-se como um nome histórico na indústria brasileira, sendo referência em bicicletas de diversas categorias — desde urbanas simples até modelos de alto desempenho para competição. A incursão da marca no universo de veículos de baixa cilindrada, como a Mobilete, representou uma estratégia de oferecer mobilidade acessível em grandes centros urbanos, aliando o conceito de baixo custo com a durabilidade associada à tradição da empresa no setor de transporte sobre rodas. A Mobilete, na prática, foi um intento de atender segmentos de consumidores que buscavam uma alternativa econômica para deslocamentos diários, com manutenção menos complexa em comparação a motocicletas maiores. Esses elementos ajudam a compreender o posicionamento do modelo na linha da FIPE: trata-se de um veículo de entrada, de uso urbano, com atributos simples que, ao longo do tempo, viraram referência para quem analisa o valor de modelos históricos de baixa cilindrada.

Como a FIPE classifica este modelo de 1993 e por que isso importa para o seguro

A Tabela FIPE classifica veículos com base em categorias amplas que facilitam a comparação de valores de mercado ao longo do tempo. Para a Caloi Mobilete 50cc 1993, o enquadramento típico se alinha a veículos de duas rodas leves com motor de 50 cm³, de configuração simplificada e uso urbano. Mesmo sem apresentar números de valores no texto, é possível entender alguns impactos práticos desse enquadramento:

– Definição do grupo de referência: Ao situar o veículo nessa família, a seguradora utiliza referências de valores médios existentes para Mopeds e veículos leves de baixa cilindrada, o que influencia diretamente o prêmio e as coberturas recomendadas. Em veículos como a Mobilete, o prêmio tende a considerar a fragilidade de peças originais, a facilidade de reposição de itens comuns e a especialidade de manutenção, que podem exigir serviços mais específicos do que modelos de maior cilindrada ou com maior disponibilidade de peças.

– Variação conforme o estado de conservação: Como ocorre com muitos itens da Tabela FIPE, a condição do veículo — incluindo conservação da carenagem, originalidade, quilometragem e histórico de uso — pode alterar o valor de referência e, por consequência, o custo do seguro. Um modelo bem conservado, com documentação em dia e sem modificações não originais, tende a manter um valor de referência relativamente estável ao longo do tempo, o que favorece uma cotação mais previsível.

– Importância de registros e documentação: Manter provas de manutenção, notas fiscais de reposição e histórico de sinistros contribui para uma avaliação mais fiel do risco pela seguradora. No caso de um veículo histórico ou de baixa circulação, a facilidade de obtenção de peças originais pode influenciar a decisão da seguradora sobre a validade de coberturas específicas e a aplicação de itens adicionais de proteção, como assistência 24h e garantia de peças originais.

– Limites de cobertura de peças e reparos: A FIPE, ao estabelecer valores médios, não determina automaticamente a cobertura de peças específicas. A apólice precisa ser alinhada com as condições de reposição previstas pela seguradora, que pode exigir peças novas, usadas ou recondicionadas, conforme disponibilidade e políticas de acordo com o modelo e o estado do veículo. Em modelos históricos como a Mobilete, é comum discutir opções de cobertura para itens com menor disponibilidade de reposição e para componentes críticos do motor, da transmissão e da parte elétrica.

Implicações para o seguro de veículos de duas rodas leves

Quando se observa a relação entre FIPE e seguro, alguns aspectos costumam se destacar para veículos de baixa cilindrada como a Caloi Mobilete 50cc de 1993. Abaixo, alguns pontos que costumam influenciar a avaliação das seguradoras, sem entrar em números específicos:

– Valor de referência e prêmio: o montante segurado pode ser atualizado com base no valor de referência da FIPE para o modelo e ano, mas o prêmio também depende de fatores de risco como uso (urbano, eventual passeio, participação em eventos). Assim, dois donos com o mesmo modelo podem ter prêmios diferentes conforme o uso e o cuidado com o veículo.

– Coberturas relevantes: para mopeds, costuma haver a necessidade de coberturas que assegurem danos a terceiros, incêndio, roubo e acessórios. Em modelos históricos, vale a pena considerar cláusulas que cubram peças originais, bem como a possibilidade de avaliação adicional para reposição de itens de época que tenham valor de colecionador ou de utilidade prática.

– Valor do veículo e franquias: como o valor de referência FIPE pode variar com o tempo, a franquia definida pela seguradora pode impactar a decisão de manter cobertura total ou parcial, principalmente em casos de sinistros envolvendo reparos de baixa ou média complexidade.

– Custos de manutenção e disponibilidade de peças: a disponibilidade de peças originais ou compatíveis para uma Mobilete 50cc pode influenciar tanto o custo de reparo quanto a aceitação de determinadas coberturas pela seguradora, especialmente aquelas que exigem reposição de componentes específicos.

Notas para quem está avaliando a Tabela FIPE para Mobiles com 50cc

Ao consultar a Tabela FIPE para um modelo como a Caloi Mobilete 50cc de 1993, algumas atitudes ajudam a obter uma leitura mais clara e útil para o seguro e para o mercado:

– Construa um diagnóstico holístico: o valor de referência é uma das peças do quebra-cabeça. Combine o que a FIPE aponta com avaliações do estado de conservação, histórico de uso e idade do veículo para chegar a uma leitura de valor que faça sentido na prática.

– Considere o uso real: imóveis na cidade versus deslocamentos ocasionais para eventos ou passeios podem ter impactos diferentes na percepção de risco pela seguradora. Um veículo que fica mais tempo guardado em garagem pode ter políticas de prêmios diferentes de um que fica exposto ao tempo ou circula com frequência.

– Mantenha a documentação atualizada: termos de alienação, comprovantes de propriedade, notas fiscais de manutenção e documentos de registro ajudam a fortificar a posição do segurado durante a avaliação pela seguradora, especialmente para veículos históricos ou de baixa disponibilidade de peças.

– Esteja atento às cláusulas específicas: determinadas coberturas opcionais, como proteção de peças originais ou assistência em emergências, podem contribuir de forma relevante para a proteção do veículo, especialmente se a intenção é manter a mobilidade urbana de forma confiável.

Considerações finais sobre a segurança e o cuidado com o veículo

Se o objetivo é manter a Caloi Mobilete 50cc de 1993 como opção prática de mobilidade urbana, é essencial contemplar não apenas o custo do seguro, mas também as práticas de manutenção e guarda do veículo. O estado de conservação e a originalidade têm papel relevante na avaliação de valor pela FIPE e, por consequência, no cálculo do prêmio de seguro. Para quem trabalha como corretor de seguros, compreender esse universo ajuda a orientar o cliente com uma leitura fiel do que a FIPE representa, quais fatores a seguradora irá considerar e como estruturar coberturas que protejam o veículo sem ultrapassar o orçamento do segurado. A abordagem educativa facilita o diálogo com o cliente, proporcionando uma visão clara sobre como a história do veículo influencia o presente de proteção financeira.

Para quem procura tranquilidade adicional ao planejar a proteção de uma Caloi Mobilete 50cc 1993, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode oferecer opções de coberturas que combinem o histórico do modelo com as necessidades de uso, ajudando a encontrar o equilíbrio entre proteção e custo.