Valor FIPE Atual
R$ 309.742,00
↓ 2,8% vs mês anterior
FIPE: 530002-9
Ano: 2018-3
MêsPreço
Fev/26R$ 309.742,00
Jan/26R$ 318.647,00
Dez/25R$ 321.712,00
Nov/25R$ 323.371,00
Out/25R$ 315.305,00
Set/25R$ 304.643,00
Ago/25R$ 307.521,00
Jul/25R$ 308.045,00
Jun/25R$ 306.450,00
Mai/25R$ 313.485,00
Abr/25R$ 321.465,00
Mar/25R$ 333.125,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo mercado brasileiro de seguros, venda e avaliação de veículos para estimar o valor de mercado de um automóvel ou caminhão. Quando o assunto é caminhão pesado, como o DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018, a leitura da tabela ganha camadas adicionais de complexidade: diferentes configurações de eixo, peso bruto, motor e transmissão influenciam o valor indicado pela FIPE. Para quem atua como corretor de seguros ou analista de risco, entender como a FIPE compõe esses valores ajuda a justificar coberturas, franquias e condições contratuais aos clientes. Neste artigo, vamos descrever, de forma educativa, a ficha técnica do modelo, discutir a importância da marca e explicar como a FIPE trata caminhões com especificações similares ao XF 105 FTS 460 6×2, especialmente em relação ao ano de 2018 e ao motor E5 diesel.

Ficha técnica do DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018

Antes de qualquer análise de valor, vale consolidar as características que costumam constar como “ficha técnica” de um veículo pesado. Abaixo seguimos um resumo objetivo, com quatro pontos-chave que costumam influenciar o desempenho, o consumo e a vida útil do caminhão, fatores que, por sua vez, impactam na avaliação de mercado pela FIPE quando essa versão específica entra no portfólio de referência:

Tabela FIPE DAF XF 105 FTS 460 6×2 (diesel)(E5) 2018
  • Motor e eficiência: motor de alto desempenho, diesel, com tecnologia de pós-tratamento para atender à norma E5, típico de caminhões de grande porte usados em longas distâncias. Em geral, o propulsor oferece alta faixa de torque útil para transporte de cargas pesadas e veículos reboque, com resposta estável em ascensos longos e condições de estrada desafiadoras.
  • Potência e torque: o DAF XF 105 FTS 460 costuma apresentar potência próxima de 460 cv, acompanhado de torque relevante na faixa de milhares de Nm. Esses números são determinantes para a capacidade de aceleração com carga e para manter velocidades constantes em trechos íngremes, bem como para as demandas de serras de subida em rodovias brasileiras.
  • Transmissão e câmbio: a linha XF 105 oferece opções de transmissão automatizada (AS Tronic/ZF) ou manuais robustas, com múltiplas marchas para adaptar-se a diferentes condições de carga e terreno. A escolha de câmbio afeta a lucratividade de combusteis, a durabilidade de componentes e, por consequência, a avaliação de custo de propriedade pela FIPE.
  • Configuração e capacidade de uso: a condição 6×2 indica uma configuração com dois eixos motrizes, o que influencia o peso bruto permitido (GVW) e o comportamento em piso irregular. Além disso, a cabine pode ser definida em formatos de espaço para caminhoneiro (Space Cab, Super Space Cab) de acordo com o nível de conforto desejado, crucial para jornadas de longa distância.

Observação importante: mesmo com quatro pontos-chave, a ficha técnica completa de um caminhão pesado envolve variáveis adicionais — tipo de chassis, tipo de eixo dianteiro, entre-eixos, suspensão, tamanho da cabine, capacidade de reboque e itens de conforto. A FIPE considera essas características para consolidar o valor de tabela, mas sempre é útil confirmar com o corretor de seguros ou com a própria base FIPE a versão exata do veículo (anotações como “FTS”, “460”, “6×2” e ano de fabricação) para não extrapolar a faixa de referência. No caso do DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018, o conjunto representa uma configuração direcionada a operações de longa distância com carga elevada, típica de frotas de transporte de carga pesada e logística.

A marca DAF: tradição, tecnologia e serviço no segmento de caminhões pesados

A DAF (van Heeren, Holanda) é uma marca historicamente associada a caminhões de grande porte, reconhecida por combinar robustez, eficiência de combustível e soluções de tecnologia voltadas à produtividade de frota. Fundada no século XX, a DAF consolidou-se como parte do grupo PACCAR, que também abriga marcas globais de caminhões como Kenworth e Peterbilt. Essa integração facilita o acesso a redes de serviço, peças originais e inovações em telemática aplicada a frota, elementos que influenciam a confiabilidade e o valor residual de veículos usados.

Entre os atrativos da DAF para frotistas e seguradoras estão:

  • Rotina de manutenção com intervals bem definidos, contribuindo para menor variação de custo de propriedade ao longo da vida útil do veículo.
  • Engenharia voltada para conforto do motorista em longas jornadas, com opções de cabine amplas e ergonomia pensada para reduzir fadiga, aspecto relevante para seguro de condutores e para a validade de sinistros em situações de tráfego intenso.
  • Sistema de gerenciamento de frota e telemetria, que facilita o monitoramento de desempenho, consumo de combustível e padrões de condução — dados que ajudam corretores e seguradoras a calibrar coberturas com base no comportamento da frota.
  • Rede de assistência técnica e disponibilidade de peças originais, fatores que influenciam a disponibilidade de veículos substitutos em casos de escolha por seguradoras que valorizam tempos de resposta em sinistros.

Com uma base sólida de produção, pesquisa e suporte, a DAF tornou-se referência para empresas que dependem de operações constantes, com proteções e garantias alinhadas à realidade de transporte de carga. Em termos de seguro, essa reputação pode refletir-se em condições de cobertura estáveis, com programas que contemplam o uso intenso de rodovias e a necessidade de suporte rápido em toda a malha de atendimento.

Entendendo a Tabela FIPE no contexto de caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como uma média de mercado, coletando dados de transações de venda de veículos usados para estimar valores médios. Em caminhões pesados como o DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018, o índice da FIPE é influenciado por uma série de fatores específicos da classe de veículo. Abaixo, apresentamos alguns pontos-chave para entender como a FIPE lida com essas máquinas:

  • Configuração e aplicação: a FIPE considera a configuração de eixo (6×2), o tipo de motor (diesel Euro 5), a transmissão (manual ou automatizada), o ano-modelo e a cabine. Variações entre 2017, 2018 ou 2019, e entre versões com ou sem certain acessórios, podem impactar o valor na tabela.
  • Mercado de frota versus particular: caminhões pesados usados em frotas, aluguel de caminhões e operações de transporte em geral costumam apresentar valores de FIPE diferentes de veículos de uso privado. A periodicidade de atualização da FIPE busca refletir as tendências de mercado, mantendo-se como referência para seguradoras e compradores.
  • Fatores de depreciação: a depreciação de caminhões é influenciada por uso histórico, quilometragem, histórico de manutenção, accidentabilidade, disponibilidade de peças e demanda por modelos específicos. Embora a FIPE tente capturar uma média, o estado real do veículo pode deslocar o valor para cima ou para baixo.
  • Emissão e políticas de frota: o E5 representa um patamar de emissão que, na prática, pode influenciar o valor de mercado à medida que as políticas de frota se tornam mais restritas. Modelos com certificação ambiental são geralmente mais procurados por empresas que buscam reduzir custos operacionais a longo prazo e manter conformidade regulatória.

Para profissionais de seguros, é útil lembrar que o valor FIPE é apenas uma referência. Em muitos casos, a seguradora pode considerar valores adicionais, como avaliação de sinistros, condições de sinistro, histórico de manutenção e a existência de upgrades ou acessórios que impactem o custo de reparo. Além disso, o tempo de uso, já que o ano-modelo de 2018 já se aproxima de uma fase de vida útil intermediária para caminhões, pode impactar o prêmio, especialmente quando comparado a veículos com menor quilometragem ou com histórico de manutenção comprovado.

Custos de propriedade, manutenção e seguro: como o FIPE influencia as decisões

Enquanto a FIPE fornece uma referência de valor, o custo de propriedade de um DAF XF 105 FTS 460 6×2 envolve vários componentes que o mercado de seguros observa com atenção. Abaixo, exploramos aspectos que costumam impactar seguros e custos operacionais, sem apresentar números específicos:

  • Manutenção programada e peças: caminhões pesados possuem intervalos de manutenção mais longos do que veículos leves, mas a complexidade de sistemas (motor MX-13, sistema de pós-tratamento, transmissão, suspensão pesada) implica custos significativos quando peças precisam ser substituídas. Seguradoras costumam avaliar a disponibilidade de peças e a qualidade do serviço técnico da rede autorizada para calcular prêmios e coberturas.
  • Quilometragem e uso: o uso intenso, comum em transportes de longa distância, pode aumentar o risco de sinistros, mas também pode justificar políticas de seguro com franquias diferenciadas para serviços de emergência, guinchos e assistência em estrada. Frotas com telemetria tendem a apresentar sinistros mais baixos, influenciando positivamente a cotação.
  • Histórico de sinistros: caminhões de frota com histórico de sinistros frequentes costumam ter prêmios mais elevados. Um registro estável de manutenção preventiva pode compensar parte desse custo, já que reduz a probabilidade de falhas mecânicas graves durante as operações.
  • Valor médio de reposição versus valoração de mercado: algumas seguradoras oferecem apólice com cobertura de “valor de reposição” ou “valor de mercado” para o veículo. Via FIPE, o segurado pode entender a linha de base do valor, mas a decisão entre reposição ou indenização integral depende de políticas da seguradora e de acordos com o cliente.

Para quem administra frotas, vale combinar a leitura da FIPE com dados internos — como manutenção preventiva, histórico de paradas, disponibilidade de peças e eficiência de consumo — para desenhar uma estratégia de seguro que proteja tanto o patrimônio quanto o fluxo de caixa da operação. A FIPE, nesse sentido, atua como referência de mercado, ajudando a calibrar a cobertura de casco, o valor de reposição do veículo e parâmetros de franquia que sejam compatíveis com o risco da frota.

Conclusão: por que a Tabela FIPE importa para o DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018

O DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018 é uma opção robusta para operações de transporte de cargas pesadas, com motor potente, transmissão capaz de suportar longas jornadas e uma configuração caminhonável para diferentes cenários de operação. Na prática, a leitura da Tabela FIPE para essa versão envolve considerar os aspectos de configuração (6×2), o motor Euro 5 a diesel, o ano-modelo de 2018, assim como o histórico de uso e a qualidade da manutenção. A FIPE fornece uma linha de referência que facilita negociações de compra, venda e seguro, servindo como base para cálculos de indenização, prêmios e condições contratuais.

Para profissionais da corretagem de seguros, conhecer as especificidades do DAF XF 105 FTS 460 6×2 (E5) 2018 — bem como compreender como a FIPE reflete as características do veículo no mercado — permite oferecer coberturas alinhadas às necessidades do cliente, com margens de segurança adequadas e propostas justas. Lembre-se: a avaliação de risco não depende apenas do valor na FIPE, mas do conjunto de fatores que envolvem a operação, o histórico do veículo e a forma como a frota é gerida no dia a dia.

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