| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 11.986,00 |
| Jan/26 | R$ 12.013,00 |
| Dez/25 | R$ 11.967,00 |
| Nov/25 | R$ 11.986,00 |
| Out/25 | R$ 12.015,00 |
| Set/25 | R$ 11.918,00 |
| Ago/25 | R$ 11.944,00 |
| Jul/25 | R$ 11.964,00 |
| Jun/25 | R$ 11.977,00 |
| Mai/25 | R$ 11.931,00 |
| Abr/25 | R$ 11.821,00 |
| Mar/25 | R$ 11.840,00 |
Visão integrada da Ford F-1000 3.6 de 1989: contexto, ficha técnica e comparação com a Tabela FIPE
Este artigo aborda o registro da Tabela FIPE para a Ford F-1000 Super 3.6 e a variação da Super Série 3.6 no ano de 1989, apresentando um panorama técnico que ajuda no entendimento do valor de seguro, da manutenção e da gestão de risco ao considerar a compra ou a contratação de apólice. Embora a cifra de mercado e de indenização seja definida pela FIPE para referência, o conteúdo aqui foca na essência da geração de 1989, destacando características de projeto, desempenho e relevância para o universo de seguros. Entender esse conjunto de informações facilita a avaliação de prêmios, coberturas adicionais e, principalmente, a construção de um perfil de risco adequado para veículos dessa idade.
Contexto histórico da Ford no Brasil e o papel da F-1000 no segmento de picapes
Para compreender a Tabela FIPE da Ford F-1000 Super 3.6, é essencial situar a marca e o modelo no ecossistema automotivo brasileiro do final dos anos 1980. A Ford, criada em 1903 nos Estados Unidos, expandiu sua atuação globalmente, abrindo operações industriais e assistenciais de rede de concessionárias que permitiram a popularização de picapes leves no Brasil. Na década de 1980, o mercado brasileiro passou por transformações relevantes, com demanda crescente por utilitários robustos que combinavam espaço de carga com confiabilidade de uso diário. Nesse cenário, a linha F-Series, adaptada às condições locais, ganhou destaque ao oferecer versões voltadas para trabalho, com caçambas amplas, motorizações relativamente simples de manter e, principalmente, uma rede de assistência técnica consolidada no país.

Dentro desse contexto, a Ford F-1000 surgiu como uma continuação direta da tradição de picapes de carga, buscando equilibrar robustez, porta-objetos para ferramentas e a praticidade de um veículo que podia circular entre o canteiro de obras, oficinas e rotas urbanas. A designação “Super” associada ao ano de 1989 refletia, no portfólio, versões que mostravam maior ganho de conforto, acabamento e capacidades de carga, sem destoar da filosofia de uso intenso com manutenção relativamente acessível. A nomenclatura “Série 3.6” insinuava a presença de um motor com deslocamento próximo de 3,6 litros, parte central da proposta de desempenho para esse conjunto específico. Além de valor histórico, esses modelos ajudam seguradoras a compreender a linha de tempo de tecnologia, disponibilidade de peças e padrões de uso, fatores que impactam diretamente na precificação de seguros em veículos de idade avançada.
Do ponto de vista do consumidor e do corretor de seguros, compreender as raízes da F-1000 3.6 é importante para interpretar os dados da FIPE com mais precisão. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida valores de referência para veículos usados com base em observação de mercado, o que significa que a cogitação de seguro leva em conta uma referência de indenização que, ao longo do tempo, pode oscilar por fatores como disponibilidade de peças, demanda de reposição e o estado de conservação do exemplar. Em modelos de 1989, a condição geral, a quilometragem e o histórico de manutenção ganham ainda mais relevância na definição de prêmios e coberturas, como proteção contra danos parciais, incêndio, roubo e terceiros.
Além disso, a narrativa da Ford nesse período aponta para uma estratégia de oferecer utilitários que combinavam simplicidade mecânica com durabilidade operacional. A presença de motores de maior deslocamento, usados em picapes leves, era uma aposta para assegurar torque suficiente para transporte de carga, sem exigir sistemas complexos de assistência tecnológica que se tornassem onerosos para manutenção. Esse equilíbrio entre robustez e custo de manutenção é um ponto de atenção para quem pensa em seguro, pois influencia a tipificação de risco, o perfil de sinistralidade e a previsibilidade de custos em sinistros de valor elevado.
Ficha técnica resumida da Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 (1989)
A seguir está uma ficha técnica consolidada que representa, de forma resumida, as especificações comuns associadas a essa geração da F-1000. Vale ressaltar que variações entre versões e mercados podem ocorrer, especialmente entre a configuração “Super 3.6” e a “Super Série 3.6”. Use estas informações como referência geral para compor avaliações de seguro, manutenção e planejamento de uso.
- Motor: 3.6 litros, 6 cilindros em linha, aspiração natural; configurações típicas de potência aproximada entre 110 a 140 cv, com torque próximo de 25 a 28 kgf.m.
- Transmissão: manual de 4 marchas; alternativas com transmissão automática de 3 marchas aparecem em algumas variantes, dependendo do mercado e da linha de produção.
- Tração: tração traseira (2 rodas motrizes) na configuração padrão; versões especiais podem apresentar opções de tração 4×4, conforme o mercado e o pacote de utilidade.
- Dimensões e capacidade: cabine simples ou dupla conforme a linha, comprimento de caçamba adequado para uso utilitário, com capacidade de carga útil típica compatível com picapes de trabalho da época (variações regionais), além de tanque de combustível com autonomia adequada para rotas longas entre obras.
Além dos dados acima, outras características costumavam acompanhar esses modelos, como suspensão dianteira independente e traseira por eixo com feixes de mola, freios a tambor nas rodas traseiras em muitas versões iniciais, e freios a disco na dianteira em versões mais recentes dentro da mesma linhagem. O interior oferecia o básico de conforto para a época, com assentos duráveis, painel simples, e uso de materiais que privilegiavam durabilidade em atividades profissionais. Em termos de segurança, o padrão era compatível com o que era comum naquela década, sem os avanços tecnológicos de sistemas de assistência modernos encontrados em veículos contemporâneos, o que reforça a necessidade de uma avaliação de riscos mais cuidadosa ao fechar uma seguros para esse tipo de veículo de idade elevada.
Desempenho, manutenção e custo de propriedade na prática
O desempenho de uma Ford F-1000 3.6 de 1989 é tipicamente orientado para trabalho pesado: o torque disponível é útil para levantamento de cargas moderadas, deslocamentos entre canteiros de obras e trechos rodoviários com subidas. A faixa de rotação em que o motor entrega o torque útil costuma exigir regimes de operação mais altos do que automóveis urbanos modernos, o que, por consequência, impacta consumo de combustível, ruído de operação e desgaste de componentes como embreagem, transmissão e diferencial. Por isso, ao planejar seguro, vale considerar a prática de condução que a linha de F-1000 costumava exigir: paradas e partidas frequentes, carga de trabalho estável e utilização em ambientes com poeira, poeira de estrada ou condições de estrada nem sempre ideais.
Em termos de manutenção, as peças para Ford F-1000 3.6 costumavam estar amplamente disponíveis em concessionárias da Ford e, por vezes, por meio de revendedores especializados. A idade do veículo implica cuidado extra com componentes de borracha, vedação, linhas de combustível e sistema de arrefecimento, bem como partes da suspensão. Um diagnóstico regular, com checagens de itens como pastilhas de freio, estado de correia e sistema de arrefecimento, pode evitar falhas que comprometam a segurança e elevem custos de sinistro. Já a disponibilidade de peças usadas e a rede de assistência podem influenciar o custo total de propriedade ao longo de anos, o que, por consequência, se reflete na precificação de seguros, principalmente em termos de risco de sinistro e extensão de coberturas.
Do ponto de vista de seguros, vale a pena considerar que a Tabela FIPE serve como referência para o valor de indenização de veículos usados, inclusive modelos mais antigos. Para veículos com idade avançada como a F-1000 1989, o valor atribuído pela FIPE pode ser sensível ao estado de conservação, à quilometragem e à disponibilidade de peças. Por isso, seguradoras costumam combinar esse valor de referência com avaliações independentes ou com a documentação de manutenção para calibrar o prêmio. Além disso, itens de proteção adicionais, como rastreadores, dispositivos antirroubo, e extensões de cobertura (cola, pane elétrica, vidros, etc.), podem influenciar o custo de proteção, mas, em muitos casos, ajudam a reduzir a taxa de sinistro ao desencorajar furtos ou reduzir o custo de reparos.
A Ford como marca e seu posicionamento histórico
A Ford, ao longo do século XX, consolidou-se como uma das principais fabricantes de automóveis globais, com foco em inovação, eficiência de produção e ampla oferta de modelos destinados a diferentes nichos de mercado. Na era da F-1000, a marca buscou equilibrar robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de rede de concessionárias, respondendo às necessidades de profissionais que dependiam de um veículo confiável para o dia a dia de trabalho. A presença de versões “Super” e de séries especiais refletia a estratégia de atender a demandas específicas de usuários que precisavam de maior espaço de carga, conforto básico para longos dias de uso e, ao mesmo tempo, manutenção que pudesse ser viabilizada em diferentes regiões do Brasil.
Essa trajetória da Ford no país também abriu espaço para a formação de uma base sólida de assistência técnica, com oficinas autorizadas, peças originais e, em muitos anos, redes de distribuição de peças usadas e novas que ajudaram a manter a frota de utilitários mais antigos em atividade. Do ponto de vista de seguro, a marca representa um histórico de confiabilidade prática para muitas frotas de pequeno e médio porte, mas, em veículos com algumas décadas de uso, o foco recai sobre a gestão de risco, com especial atenção à proteção de motor, sistema de combustível, e integridade estrutural da carroceria, bem como à proteção do motorista e ocupantes em eventuais acidentes ou ocorrências de roubo.
Relação entre FIPE, seguro e tomada de decisão
O valor FIPE funciona como referência para calcular o custo de seguro de veículos usados, pois ele oferece uma base de indenização que o mercado reconhece como referência de reposição. Em modelos mais antigos, essa referência, aliada à avaliação técnica do estado atual do veículo, orienta o prêmio de forma mais precisa, evitando distorções que poderiam ocorrer se apenas o valor de compra ou o custo de reposição de itens novos fossem considerados. Para a Ford F-1000 3.6 de 1989, a FIPE confere uma referência histórica que ajuda corretoras e seguradoras a calibrar prêmios com justiça, refletindo tanto o potencial de custo de reparo quanto a probabilidade de sinistros decorrentes de falhas mecânicas, danos estéticos ou riscos de roubo.
Além disso, para quem atua na gestão de frotas ou na contratação de seguros pessoais, considerar fatores adicionais como o histórico de manutenção, a quilometragem atual e a presença de modificações é essencial. Modificações não originais podem influenciar o valor de referência da FIPE e, por consequência, o prêmio de seguro. Assim, manter documentação organizada, com notas fiscais de serviços, substituições de peças e histórico de inspeções, facilita a avaliação por parte das seguradoras, reduzindo incertezas e contribuindo para um processo de cotação mais estável e previsível.
Quando for solicitar cotação com a GT Seguros, leve em conta a idade do veículo, o estado geral, o tipo de uso (comercial, frotista ou uso pessoal) e as coberturas desejadas. Uma avaliação cuidadosa pode incluir proteção contra roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, além de itens adicionais que podem ser relevantes para um veículo dessa época, como a cobertura de peças de reposição e riscos correlatos. A ideia é construir, com a FIPE como referência, um pacote que ofereça proteção adequada sem comprometer o orçamento.
Para quem está analisando a Tabela FIPE Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 1989, a recomendação é simples: utilize a referência como base, complemente com uma avaliação técnica do veículo, e alinhe as opções de proteção com as necessidades reais de uso. Assim, a cobertura de seguro pode acompanhar o ciclo de vida do veículo, evitando termos de contrato que não reflitam a realidade prática do carro, ao mesmo tempo em que assegura tranquilidade para quem depende dessa pickup no dia a dia.
Em resumo, a Ford F-1000 3.6 de 1989 é um exemplar clássico que reúne robustez de trabalho, simplicidade de manutenção e uma presença marcante no cenário brasileiro de utilitários. A FIPE funciona como uma bússola para entender o valor de reposição e colaborar na construção de uma apólice de seguro adequada. Com informações técnicas claras, um histórico de marca sólido e uma visão prática sobre uso e manutenção, esse modelo continua relevante para quem busca entender o passado, o presente da proteção veicular e as melhores estratégias para manter o caminhante de carga seguro e protegido.
Se você está pensando em proteger um exemplar como a Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 de 1989, considere uma cotação com a GT Seguros para avaliar as opções de coberturas que melhor se ajustam às suas necessidades, com foco na relação custo-benefício e na tranquilidade que a proteção adequada oferece ao dia a dia de trabalho.
