| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 53.524,00 |
| Jan/26 | R$ 53.643,00 |
| Dez/25 | R$ 53.746,00 |
| Nov/25 | R$ 53.827,00 |
| Out/25 | R$ 53.957,00 |
| Set/25 | R$ 54.131,00 |
| Ago/25 | R$ 54.245,00 |
| Jul/25 | R$ 54.332,00 |
| Jun/25 | R$ 54.387,00 |
| Mai/25 | R$ 54.496,00 |
| Abr/25 | R$ 54.555,00 |
| Mar/25 | R$ 54.637,00 |
Como a Tabela FIPE influencia a avaliação do MINI Cooper S Clubman 1.6 Aut. 2008 e o que isso significa para o seguro
Ficha técnica do MINI Cooper S Clubman 1.6 Automático (2008)
O MINI Cooper S Clubman 1.6 de 2008 representa uma fase de transição entre o design clássico da marca britânica e a sofisticação de um hatch compacto com atributos de utilidade. O Clubman, com sua carroceria alongada e portas traseiras distintas, mantém a essência do go-kart feeling da marca, ao mesmo tempo em que oferece mais espaço para passageiros e bagagens. Abaixo estão os itens básicos da ficha técnica que costumam orientar não apenas a avaliação de mercado, mas também a estimativa de risco para seguros. É importante lembrar que a Tabela FIPE utiliza o valor de referência do veículo no mercado para fins de precificação, sem incorporar custos adicionais de acessórios ou modificações individuais, o que explica por que muitos fatores de seguro vão além da simples lição de preço de mercado.
- Motorização: motor 1.6 litros, turbo, quatro cilindros em linha
- Potência e torque (aproximados): cerca de 172 cv (127 kW) a rotações próximas do pico e torque em faixas médias, com resposta caracteristicamente rápida do turbocompressor
- Transmissão e tração: câmbio automático de 6 velocidades, tração dianteira; configuração que favorece conforto urbano sem perder agilidade
- Principais dimensões e capacidades: carroceria alongada típica do Clubman, oferecendo espaço de bagagem mais flexível do que o hatch tradicional, com porta traseira distinta; peso e suspensão ajustados para equilíbrio entre condução agradável e estabilidade em estradas
A marca Mini: origem, design e a experiência que ela promete
A marca Mini nasceu da herança britânica, associando um espírito esportivo e descolado a um conjunto de dinâmicas de condução que privilegiam a sensação de agilidade. A linha atualizada dos modelos Clubman mantém essa identidade com uma abordagem prática: manter o caráter divertido de dirigir, enquanto oferece espaço adicional sem abrir mão do visual marcante. O S, na nomenclatura Clubman, representa a versão com maior performance dentro da linha, graças ao motor turbo e a calibração de suspensão que favorece uma condução mais ágil. A escolha de um vehículo com esse perfil não é apenas sobre estética; envolve também a garantia de manobra segura, freios eficientes e sistemas de assistência que ajudam na condução diária, no trânsito urbano e em viagens curtas. Em termos de seguro, a marca e o conceito de carro pequeno, porém com performance elevada, costumam influenciar a percepção de risco pelas seguradoras, levando a uma avaliação mais criteriosa de fatores como histórico de condução, frequência de uso e manutenção preventiva. A prática de dirigir um Clubman é também uma experiência educativa: entender como o turbo reage em diferentes faixas de rotação, como a transmissão autônoma administra as mudanças e como o desgaste de peças pode impactar o custo de reparo ao longo do tempo são aprendizados relevantes para qualquer proprietário que deseja proteger o seu patrimônio com responsabilidade.

Outro aspecto relevante é a percepção de valor. Mesmo sem considerar o preço corrente de mercado, a combinação de design icônico, fidelidade à estética “go-kart” do Mini e a utilidade adicional do Clubman contribuem para manter seu perfil como veículo de nicho premium acessível. A estética externa, com linhas definidas, rodas de perfil atlético e a grade frontal característica, reforça a ideia de um carro que não é apenas transporte, mas uma experiência de condução distinta. Esse conjunto tende a influenciar as políticas de seguro, especialmente no que diz respeito a peças originais, reparos autorizados e disponibilidade de assistência técnica especializada. Portanto, entender a marca ajuda o segurado a alinhar expectativas de custos com a cobertura adequada, evitando surpresas em caso de sinistro ou necessidade de substituição de peças.
O papel da FIPE na precificação de seguros: entendendo a base de referência
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Embora o preço de venda possa variar com o tempo, as seguradoras usam o valor FIPE como base para cálculos de indenização, cobertura de casco e avaliação de danos. O FIPE não determina o prêmio de seguro sozinho, mas serve como ponto de entrada para a avaliação de risco. No caso de um MINI Cooper S Clubman 1.6 Aut. 2008, a posição do veículo na tabela FIPE reflete aspectos como a idade, a procura por esse modelo em particular, a disponibilidade de peças originais e a percepção de risco de roubo ou sinistro em áreas específicas. Assim, mudanças no valor de referência ao longo do tempo podem influenciar o prêmio de seguro, especialmente se o veículo tiver histórico de reparos significativos, modificações ou se for utilizado com frequência em trajetos urbanos. Além disso, a FIPE, ao ser usada como base, encoraja o proprietário a manter uma documentação de manutenção em dia, pois isso pode sustentar avaliações mais estáveis durante renovação de apólices.
Por outro lado, é importante frisar que o valor FIPE não é o único determinante do prêmio. Seguradoras costumam considerar fatores adicionais, como o perfil de condutor, o tipo de uso (particular, profissional, aluguel de carros, etc.), o local de guarda (garagem, rua, condomínio), o histórico de sinistros e as coberturas escolhidas (cascos, roubo/furto, terceiros, assistência 24 horas, entre outras). Em alguns casos, o valor de revenda e o custo de peças de reposição para um carro com pedigree de Clubman podem impactar a decisão sobre a abrangência da apólice. Por isso, compreender a relação entre FIPE e seguro ajuda o proprietário a alinhar expectativas, planejar o orçamento anual de proteção e evitar lacunas entre o que o veículo representa no dia a dia e o que a apólice oferece em caso de necessidade.
Cuidados específicos com o Clubman 2008 para otimizar a segurabilidade
Quando se avalia o seguro de um MINI Cooper S Clubman 1.6 Aut. 2008, alguns cuidados práticos ajudam a manter o prêmio sob controle sem abrir mão de uma proteção robusta. Abaixo, itens-chave para considerar ao planejar a cobertura:
- Histórico de manutenção: manter o veículo com revisões em dia, com registros e notas de serviço, ajuda as seguradoras a avaliarem o risco de falhas mecânicas e reparos imprevisíveis.}
- Sistemas de segurança: alarmes, imobilizador e possibilidades de rastreamento são valorizados pelas seguradoras como fatores que reduzem o risco de furto e ajudam na localização em caso de perda.
- Condições de uso e garagem: veículos guardados em garagem ou sob proteção física têm perfil de risco menor em comparação aos que ficam na rua, o que pode influenciar positivamente o prêmio.
- Modificações e peças originais: alterações não originais podem impactar o valor de reposição e o custo de peças. Manter um inventário de peças originais ou confirmar com a seguradora se acessórios instalados mantêm a cobertura ajuda a evitar conflitos na hora de uma indenização.
Nesse contexto, a combinação de um histórico sólido de manutenção, recursos de segurança atualizados e conformidade com as especificações do fabricante contribui para configurar uma apólice mais estável e previsível. A percepção de risco a partir desses elementos costuma se traduzir em condições de cobertura mais vantajosas, especialmente para um carro com características únicas como o Clubman, que oferece espaço extra sem comprometer o comportamento dinâmico que tornou o Mini tão popular entre entusiastas da condução.
Como interpretar a linha de seguro para o Clubman: dicas práticas
Para quem busca clareza na hora de contratar ou renovar uma apólice, vale considerar alguns pilares que costumam guiar as seguradoras na avaliação do Clubman 2008. Primeiro, o perfil do condutor, que inclui idade, tempo de habilitação e histórico de acidentes, continua sendo uma variável decisiva. Em segundo lugar, a finalidade de uso: deslocamento diário, viagens de fim de semana ou uso comercial podem alterar a necessidade de coberturas adicionais, como proteção a terceiros, danos a equipamentos ou guinamento de responsabilidade civil estendida. Terceiro, a reputação do disponente de peças originais no mercado — o que influencia o custo de reparo em caso de colisão — é levado em conta para determinar o custo de reposição. Por fim, a disponibilidade de assistência 24 horas, carro reserva e serviços de reparo, bem como o nível de franquia escolhido, impactam diretamente no custo total da apólice.
Ao analisar propostas, peça à corretora informações sobre a composição do prêmio, como o valor de cobertura, a franquia, as coberturas adicionais disponíveis (por exemplo, proteção contra vidros, furtos simples, danos a acessórios e proteção de acessórios originais) e as condições de assistência em viagem. Uma comunicação clara entre o proprietário, o corretor e a seguradora facilita o alinhamento entre a proteção desejada e o orçamento disponível, evitando surpresas ao acionar a apólice.
Considerações finais e convite para cotação
O MINI Cooper S Clubman 1.6 Aut. 2008 é um exemplo de veículo que combina estilo distinto, potencial de desempenho e praticidade cotidiana. A fiabilidade da marca, associada a uma configuração de veículo que privilegia condução envolvente, exige uma abordagem de seguro que leve em conta tanto o valor de mercado quanto a possibilidade de perdas excepcionais. A Tabela FIPE, como referência de mercado, oferece uma base para avaliação, mas a proteção ideal depende de uma leitura cuidadosa das necessidades de cada motorista, do histórico do veículo e das preferências de cobertura. Em resumo, entender a relação entre FIPE, características do modelo e objetivos de proteção ajuda o segurado a construir uma apólice equilibrada, com equilíbrio entre custo e benefício.
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