Valor FIPE Atual
R$ 96.159,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513072-7
Ano: 2001-3
MêsPreço
Fev/26R$ 96.159,00
Jan/26R$ 96.372,00
Dez/25R$ 96.556,00
Nov/25R$ 96.702,00
Out/25R$ 96.935,00
Set/25R$ 97.247,00
Ago/25R$ 97.452,00
Jul/25R$ 98.835,00
Jun/25R$ 98.935,00
Mai/25R$ 99.134,00
Abr/25R$ 99.225,00
Mar/25R$ 99.375,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para a Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2p a diesel (2001) e a sua ficha técnica

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para este modelo

A Tabela FIPE funciona como referência para o mercado de veículos usados no Brasil, oferecendo valores médios divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas com base em transações de compra e venda. Quando falamos de caminhões pesados, como a Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2 portas, a Tabela FIPE atua como referência para estimar o valor de troca, seguros, consórcio e avaliações rápidas de mercado. No entanto, é essencial entender que o valor da FIPE é uma referência estatística que pode não refletir exatamente a condição individual do veículo, a quilometragem, o estado de conservação, as configurações específicas do chassi, a cabine, o eixo e os acessórios instalados. Em caminhões com motor diesel de alta potência, a variação entre uma unidade bem conservada e outra com maior desgaste pode ser significativa. Por isso, a linguagem de seguros usa a FIPE como um norte, mas ajusta o preço com base em fatores do dia a dia da frota, como manutenção, histórico de acidentes, histórico de manutenção e configuração de trabalho (carga, rota, frequência de uso).

Para o modelo específico em questão, a T-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) de 2001, a FIPE costuma refletir a combinação de motor robusto, cabine simples com duas portas e a configuração de tração 4×2, que é comum no cenário de transporte rodoviário de médias a grandes cargas, onde há demanda por boa capacidade de carga, estabilidade e consumo adequado dentro de um conjunto diesel moderno para a época. O objetivo aqui é entender o que a FIPE representa no contexto do seguro, da reposição ou da avaliação de mercado, sem confundir com valores de venda atual, que são dinâmicos e dependem de fatores locais e da própria unidade.

Tabela FIPE SCANIA T-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2001

Ficha Técnica do Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2001

  • Marca: Scania
  • Modelo: T-114 GA 330
  • Versão/Configuração: NZ 2p (cabine simples, 2 portas)
  • Ano de referência: 2001
  • Categoria: Caminhão pesado (4×2)
  • Carroceria: Cabine simples, cabine com duas portas
  • Combustível: Diesel
  • Motor: 6 cilindros em linha, turbo intercooler, diesel de alta eficiência típico da linha Scania da época
  • Potência nominal: Aproximadamente 330 cv (243 kW)
  • Torque máximo: Em torno de 1.350–1.500 Nm (varia com a configuração exata do motor e do turbocompressor)
  • Câmbio: Manual, com várias marchas (comum na época entre 9 a 12 velocidades, dependendo da configuração específica)
  • Tração: 4×2 (tração traseira)
  • Capacidade de carga útil: Variável conforme o chassi e o conjunto de eixos, tipicamente na faixa de carga útil significativa para caminhões de 2 eixos dianteiros; a faixa efetiva depende do entre-eixos, do tipo de implementação da carroceria e do peso bruto total configurado
  • Peso bruto total (PBT): Courtemente configurável, com valores típicos na faixa discutida para caminhões dessa classe (variações por eixo e cabine)
  • Capacidade de tanque de combustível: Em torno de 250–350 litros, dependendo da configuração de fábrica e do conjunto de tanques
  • Dimensões aproximadas (cxl): Comprimento típico entre 7,5 e 9,0 metros, largura cerca de 2,45 a 2,50 metros, altura entre 3,0 e 3,6 metros, variando conforme a cabine, a carroceria e o entre-eixos
  • Suspensão: Frente com suspensão típica de caminhão leve a média (multi-braços ou equivalentes), traseira com eixo rígido e conjunto de molas (varia com a configuração de eixo e suspensão)
  • Freios: Sistema de freios com componentes de disco/ tambor conforme a configuração, com ABS disponível em versões mais completas ou como opcional na época
  • Direção: Hidráulica assistida ou similar, comum em caminhões de 2 eixos com cabine simples
  • Normas de emissões: Aplicáveis aos padrões de 2001, tipicamente Euro 2 para muitos mercados europeus que influenciaram versões exportadas, com adaptações para a legislação brasileira da época
  • Estado de uso e manutenção: A variação é grande; unidades bem mantidas devem apresentar histórico de revisões, troca de filtros, óleo e componentes críticos de motor e transmissão

A ficha técnica acima oferece um conjunto de parâmetros para orientar a leitura da Tabela FIPE, além de servir como referência para seguradoras entenderem o potencial de custo de reposição, reposicionamento de frota ou valores de cobertura. É fundamental reforçar que cada veículo pode ter itens adicionais instalados (ex.: caçambas, elevadores hidráulicos, carroceria especializada, geradores de energia, dispositivos de telemetria) que impactam o conjunto técnico, o desempenho, o peso e, consequentemente, o custo de reposição. Por isso, ao consultar o FIPE e pensar na proteção veicular, as seguradoras costumam considerar tanto o conjunto essencial quanto as variações de configuração que possam existir no exemplar específico.

A marca Scania: legado, inovação e confiabilidade na linha de caminhões pesados

A Scania é uma marca historicamente associada à robustez, à eficiência e ao suporte de longo prazo para frotas. Fundada originalmente na Suécia no século XX, a Scania construiu a reputação de entregar veículos que suportam condições extremas de operação, com ênfase em torque estável, durabilidade de motor e facilidade de manutenção. A linha de caminhões da Scania tem se destacado pela engenharia voltada para a operação severa: longos períodos de serviço entre revisões, redução de tempo de parada para manutenção e uma rede de assistência técnica bem estruturada em muitos países, incluindo operações com frota no Brasil. A marca investiu, ao longo dos anos, no desenvolvimento de motores que equilibram desempenho e eficiência, sistemas de gestão de frota, cabines confortáveis para o motorista e soluções de redução de consumo de combustível, o que é particularmente relevante para veículos de grande porte que percorrem trechos longos e diferentes condições de tráfego. No caso de modelos como o T-114 GA 330, a combinação de motor com 330 cavalos de potência e o conjunto de transmissão e eixo alinhados com a cabine simples enfatizam uma proposta de valor voltada para a robustez, a capacidade de carga e a disponibilidade de uma rede de assistência que facilita o gerenciamento da frota.

Além disso, a Scania tem tradição de oferecer opções de personalização para atender a diferentes nichos de operação: transporte de carga geral, cargas pesadas, longas distâncias, aplicações com carroceria especial (caçambas, granel, plataformas, entre outras). Essa versatilidade é especialmente relevante quando se pensa em seguros, pois define cenários de risco, necessidades de proteção de equipamentos adicionais e demandas de treinamento de motoristas, os quais impactam diretamente na precificação das apólices. O legado da marca também se traduz em uma reputação de valor de revenda estável, aquilo que muitos compradores e gestores de frota observam ao comparar opções entre Scania e outras fabricantes de caminhões pesados. Em resumo, a Scania continua sendo associada a desempenho consistente, confiabilidade de longo prazo e um ecossistema de suporte que facilita a gestão da operação de transporte.

Avaliando uso, riscos e seguro para caminhões 4×2 NZ 2p

A operação de um caminhão 4×2 com cabine NZ, movido a diesel, na versão 2001, envolve uma série de fatores de risco que influenciam diretamente as coberturas de seguro e as necessidades de proteção. Embora a FIPE forneça uma base de referência para o valor, os riscos reais dependem da rota, do tipo de carga, da manutenção e do comportamento do motorista. A seguir, pontos-chave para entender o cenário de uso e seguro para este modelo:

  • Rotas e tipo de carga: caminhões 4×2 com esse perfil costumam realizar transporte de cargas moderadas a pesadas em rodovias, estradas de terra em áreas de logística, e aplicam-se a operações que exigem boa velocidade média, manuseio estável da carga e previsibilidade de deslocamento. O tipo de carga influencia o risco de dano à carroceria, derramamento de mercadorias ou impactos com outros veículos.
  • Manutenção e histórico de serviço: a confiabilidade depende da disciplina de manutenção — trocas de óleo, filtros, sistema de freios, componentes de transmissão e suspensão. Veículos com histórico de serviços bem documentado tendem a apresentar menor probabilidade de falhas inesperadas, o que impacta positivamente as condições de seguro.
  • Treinamento de motoristas: motoristas experientes, com treinamento específico para operação de caminhões pesados, reduzem riscos de acidentes, desgaste irregular de freios e consumo desnecessário de combustível. O perfil do condutor é um dos critérios que as seguradoras observam ao mensurar o risco.
  • Condições de uso operacional: operações urbanas com paradas frequentes, manobras em áreas de loading/unloading ou vias com restrições de peso podem exigir proteções adicionais (coberturas específicas de danos a carroceria, laterais e sistema de suspensão) e considerar opções de rastreamento para monitoramento em tempo real.

Ao planejar a proteção para esse veículo, é comum pensar em coberturas como casco, responsabilidade civil, incêndio, roubo/furto e proteção a danos a terceiros, com ajustes regionais para a legislação local. Além disso, muitas frotas adotam soluções de telemetria, que ajudam a monitorar desempenho, consumo de combustível, localização e velocidade, contribuindo com a gestão de risco e com descontos de seguro, quando aplicáveis. Um ponto frequente de atenção é a depreciação ao longo do tempo: caminhões com mais de uma década de uso podem exigir avaliação cuidadosa para reposição de componentes críticos e para calibrar o valor segurado com a prática do mercado.

Para quem opera este tipo de equipamento, a escolha de seguradora e o desenho da apólice devem considerar não apenas o preço do seguro, mas a abrangência de coberturas, a facilidade de atendimento em situações de sinistro, e a disponibilidade de serviços agregados, como assistência 24 horas, carro reserva e suporte técnico em locação de caminhões, que ajudam a reduzir o tempo de inatividade da frota. A ideia é ter uma solução que acompanhe a operação, com coerência entre custo, cobertura e qualidade de atendimento.

Para quem busca entender melhor a relação entre a Tabela FIPE e o custo de proteção, vale observar que a FIPE funciona como referência e refere-se a uma faixa de valores médios, não a um preço fixo. O ajuste de valor na prática depende de fatores como a condição do veículo, a quilometragem, o histórico de sinistros, a disponibilidade de componentes originais e a documentação. É por isso que comparar propostas de seguro com diferentes empresas é uma prática recomendada para identificar a melhor relação entre custo e benefício para a sua operação específica.

Se você estiver buscando uma orientação especializada para este modelo, é possível que a GT Seguros ofereça opções de cotação personalizadas, com foco em caminhões e frotas, levando em conta as particularidades da T-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2001 e a realidade da sua operação.

Considere fazer uma cotação com a GT Seguros.

Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo na prática

Ao abordar a Tabela FIPE para a Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2p (diesel) de 2001, é fundamental compreender o seguinte: a FIPE reúne valores médios por faixa de veículos com características semelhantes, segmentados por marca, modelo, versão e ano. Para caminhões, esse reference pode servir de base para estimativas de aluguel, avaliação de seguro, trocas ou recomposição de frota. A prática comum é:

  • Identificar a faixa correspondente: procure pela linha que melhor corresponde à Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2p diesel 2001 ou pela variação mais próxima disponível na base da FIPE;
  • Avaliar a configuração de cada unidade: a presença de cabina NZ, o número de portas, o tipo de carroceria e a presença de acessórios impactam o valor de referência;
  • Considerar a condição do exemplar: a FIPE é uma referência de valor médio, portanto ajustes são esperados conforme a condição física, quilometragem e histórico de manutenção;
  • Relacionar com o seguro: para seguro, os corretores costumam usar a FIPE como base de referência para o “valor segurável” ou para limites de cobertura, mas ajustam com a realidade da frota, exigências de cobertura e risco de sinistro específico;
  • Verificar variações regionais: o valor pode oscilar conforme o mercado local, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica Saturna SCANIA;

Em resumo, a Tabela FIPE é uma referência prática, útil para nortear negociações, planejamento de compra ou proteção, mas não substitui uma avaliação detalhada do veículo, realizada por profissionais, especialmente quando se trata de caminhões com a potência de 330 cv e configuração 4×2, com potencial de uso intensivo em operações de longo alcance.

Práticas de gestão de risco e dicas de seguro para a Scania T-114 GA 330 4×2 NZ 2p

Para quem administra uma frota ou utiliza este tipo de caminhão de forma independente, algumas boas práticas ajudam a equilibrar custo de seguro, proteção de ativos e eficiência operacional:

  • Manutenção programada: mantenha um cronograma de revisões preventivas, com troca de óleo, filtros, freios, suspensão e componentes críticos em intervalos recomendados pelo fabricante.
  • Utilização de telemetria: adote sistemas de rastreamento e telemetria para monitorar velocidade, rota, paradas, consumo e padrões de condução. Isso não apenas aumenta a segurança, mas também pode refletir em descontos com seguradoras.
  • Treinamento de motoristas: promova