Valor FIPE Atual
R$ 4.273,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 012013-8
Ano: 1997-1
MêsPreço
Mar/26R$ 4.273,00
Fev/26R$ 4.283,00
Jan/26R$ 4.293,00
Dez/25R$ 4.302,00
Nov/25R$ 4.309,00
Out/25R$ 4.320,00
Set/25R$ 4.334,00
Ago/25R$ 4.344,00
Jul/25R$ 4.351,00
Jun/25R$ 4.356,00
Mai/25R$ 4.365,00
Abr/25R$ 4.369,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i, 1997

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como um painel de referência que ajuda, entre outros usos, negociações entre compradores e vendedores, avaliações para financiamento e, sobretudo, cotações de seguro. Ao considerar o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i, ano 1997, o papel da FIPE se intensifica, pois modelos com mais de duas décadas costumam ter variações de preço mais sensíveis a fatores como estado de conservação, histórico de manutenção e mudanças na demanda por veículos compactos no mercado de usados. Para quem atua como corretor de seguros, compreender como a FIPE funciona é essencial para orientar o cliente sobre cobertura, valores seguráveis e a forma como o prêmio pode ser calculado de maneira justa e transparente.

Entender o que a FIPE representa e como ela impacta o seguro

A tabela FIPE oferece uma estimativa de valor de referência com base em dados de mercado coletados mensalmente. No caso de veículos antigos como o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i de 1997, esse valor é uma base para o “valor de indenização” em casos de sinistro ou perda total, bem como para o cálculo de alguns encargos no contrato de seguro. Em termos simples, quanto maior o valor de referência da FIPE, maior tende a ser o custo do seguro, já que o capital segurado — o montante que a apólice pode indenizar — precisa refletir o custo de substituição ou reparo do bem. Contudo, é importante entender que a FIPE não é a única variável: o histórico do carro, pedágios, sinistros, uso diário, localidade e tipo de uso (particular, pesquisa de rota, fretamento leve) também influenciam o prêmio final.

Tabela FIPE Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1997

Para o Daihatsu Cuore, o 0/TS0 85i de 1997, a leitura da FIPE envolve observar a versão específica, o ano de fabricação e o estado de conservação. À medida que o veículo envelhece, o valor de referência pode apresentar volatilidade menor ou maior, dependendo da disponibilidade de peças originais, da demanda por modelos clássicos de baixa cilindrada e até de aspectos culturais de utilidade de um carro de cidade na região. Em termos educativos, vale ter em mente três pilares na leitura da FIPE:

  • Contexto de mercado: quanto mais rarefeito for o exemplar ou quanto maior o interesse de colecionadores e entusiastas de carros compactos, mais sensível pode ser o valor médio de mercado indicado pela FIPE.
  • Condição do veículo: carro com documentação em dia, histórico de manutenções registradas e sem danos estruturais tende a se aproximar mais do valor de referência, ou até superar ele em casos específicos.
  • Uso e indutores de depreciação: quilômetros rodados, previous de sinistros e alterações não originais podem reduzir o valor para fins de seguro, mesmo que a FIPE indique uma referência similar para o modelo.

Ficha Técnica do Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1997

Abaixo apresento uma ficha técnica resumida, com foco nos elementos que costumam interessar na hora de considerar valor de seguro, manutenção e confiabilidade de um veículo clássico como o Cuore. Os números são referências aproximadas para a versão citada e podem variar conforme o mercado regional ou alterações específicas de fábrica ao longo do tempo.

  • Tipo/segmento: hatchback compacto de 3 portas, focado em economia de combustível e uso urbano.
  • Motor: três cilindros, configuração típica de 0,85 L (aproximadamente 847 cm³), alimentação a gasolina.
  • Potência e performance: faixa de potência aproximada entre 40 e 50 cavalos-vp (motores de pequena cilindrada para uso urbano), com torque adequado para deslocamentos em vias da cidade. O câmbio costuma ser manual, com 4 velocidades na maioria das versões, proporcionando dirigibilidade simples e econômica.
  • Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo de 3,3 metros, largura em torno de 1,4 metro e altura próxima de 1,5 metro; peso em ordem de marcha geralmente entre 650 e 750 kg. A capacidade do tanque e o espaço interno são compatíveis com a proposta de um carro urbano leve, com porta-malas adequado ao uso diário de passageiros e bagagens básicas.
  • Conforto, segurança e características adicionais: suspensão simples, direção direta, freios com sistema básico para a época, sem recursos de última geração encontrados em carros modernos. Em termos de segurança, as opções variam com a configuração; muitos exemplares da época tinham itens básicos de proteção e assentos contidos, sem recursos avançados de assistência ao condutor.

A marca Daihatsu e o papel no custo de seguro

A Daihatsu é uma fabricante japonesa conhecida por especializar-se em carros compactos, urbanos e de baixo consumo. Ao longo de décadas, a marca consolidou uma proposta de valor baseada em simplicidade mecânica, economia de combustível e facilidade de manutenção, características que costumam interessar aos segurados que procuram coberturas para uso diário em regiões urbanas. Em termos de seguro, a reputação de confiabilidade de um veículo Daihatsu pode influenciar avaliações de risco para as seguradoras, levando a prazos mais estáveis e processos de indenização eficientes em caso de sinistros leves. Além disso, a disponibilidade de peças de reposição e a facilidade de reparo são fatores que pesam na hora de calcular o prêmio: carros com custos de reparo previsíveis costumam apresentar prêmios mais estáveis ao longo do tempo, mesmo com a idade avançada do veículo.

Para o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i de 1997, o histórico da marca no Brasil (quando presente) mostra que muitos exemplos foram utilizados como veículo de uso diário, com manutenção baseada em rotina simples de inspeção de motores, freios, suspensão e desgaste de componentes básicos. Esse tipo de uso tende a manter o veículo com menor probabilidade de desvalorização brusca quando bem mantido, o que, por constar na FIPE, pode colaborar com uma avaliação de prêmio mais razoável pelo seguro. Por outro lado, veículos clássicos de baixa cilindrada costumam exigir atenção especial a peças de reposição, que, embora mais disponíveis para modelos populares, podem demandar custos adicionais em determinadas regiões ou ao longo do tempo, impactando a apólice. A experiência do corretor envolve entender esse equilíbrio entre confiabilidade mecânica, disponibilidade de reposição e o histórico de uso do veículo para orientar o cliente sobre a melhor proteção.

Como a idade e o uso influenciam a apólice do Daihatsu Cuore

O tempo de uso de um veículo influencia vários componentes do seguro, ainda mais em modelos com muitas décadas de mercado. Em termos educativos, alguns pontos-chave costumam aparecer na prática de cotação:

  • Valor segurável: a idade do carro tende a reduzir o valor de mercado para fins de indenização. Mesmo assim, o prêmio não depende apenas do valor de mercado; a natureza do risco (uso, local de circulação, frete leve) também pesa.
  • Quilometragem e histórico de manutenções: veículos com baixa quilometragem para a idade, documentações de visitas regulares à oficina e manutenção preventiva costumam oferecer seguro com termos mais estáveis e, possivelmente, com condições mais justas de prêmio.
  • Uso urbano versus viagens longas: carros usados majoritariamente em deslocamentos urbanos tendem a ter menor desgaste cíclico em componentes críticos, o que pode influenciar positivamente o custo de coberturas básicas e compreensivas.
  • Obrigações de proteção: para modelos mais antigos, pode haver necessidade de considerar itens adicionais de proteção (proteção contra terceiros, assistência 24h, guincho) conforme o perfil de uso e o valor segurável indicado pela FIPE.

É relevante notar que seguros para veículos clássicos ou com menor valor de mercado costumam ter opções específicas de contratação, como coberturas com valores fixos de indenização ou com franquias proporcionais ao valor segurado. O objetivo do corretor é orientar o cliente a selecionar o conjunto de coberturas que mais condiz com o uso real, custo-benefício e tranquilidade desejada, sempre alinhado à referência da FIPE para o modelo específico. A compreensão dessa interdependência entre FIPE, idade, uso e perfil do motorista facilita conversas mais produtivas entre corretor e segurado.

Para quem está atento a detalhes de proteção, a escolha de coberturas que incluam proteção contra danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo e assistências básicas pode representar um equilíbrio entre custo de prêmio e qualidade de cobertura — sempre considerando o valor de referência da FIPE para o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1997. A FIPE atua como âncora de valor, mas o custo final de uma apólice é resultado de uma avaliação holística que inclui histórico de sinistros, perfil do condutor e o uso pretendido do veículo.

Ao final, entender a Tabela FIPE e a ficha técnica do veículo ajuda o corretor a abrir conversas fundamentadas com o cliente. O objetivo é chegar a uma solução de seguro que garanta tranquilidade, sem surpresas, mantendo o custo alinhado ao valor de indenização esperado em caso de sinistro. O Daihatsu Cuore, com sua linha de design simplificado e foco em eficiência, permanece como exemplo de como veículos compactos podem manter relevância no mercado de usados e, ao mesmo tempo, exigir uma gestão cuidadosa de seguro, especialmente para modelos com mais de duas décadas de existência.

Se estiver buscando uma avaliação mais precisa sobre prêmios, coberturas e condições para o Daihatsu Cuore 0/TS0 85i 1997, considere conversar com uma seguradora de confiança para esclarecer dúvidas específicas sobre a sua apólice. Para facilitar o processo de comparação de opções, uma cotação com a GT Seguros pode ajudar o cliente a entender rapidamente como diferentes coberturas impactam o custo total, com a vantagem de atuar com uma visão especializada em proteção automotiva.