| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 60.334,00 |
| Fev/26 | R$ 60.468,00 |
| Jan/26 | R$ 60.602,00 |
| Dez/25 | R$ 61.839,00 |
| Nov/25 | R$ 61.932,00 |
| Out/25 | R$ 63.196,00 |
| Set/25 | R$ 61.957,00 |
| Ago/25 | R$ 63.222,00 |
| Jul/25 | R$ 62.597,00 |
| Jun/25 | R$ 62.660,00 |
| Mai/25 | R$ 62.786,00 |
| Abr/25 | R$ 64.068,00 |
Guia de referência sobre a Tabela FIPE para o Volvo NL-10 340 6×4 2p diesel de 1993
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência para a avaliação de Veículos Leves, Pesados e Caminhões no mercado brasileiro. Quando tratamos de caminhões usados, como o Volvo NL-10 340 com configuração 6×4 e cabine de 2 portas, a FIPE atua como base para estimar o valor de reposição ou indenização em contratos de seguro, negociações com oficinas e avaliações de mercado. Este artigo tem o objetivo de explicar como a Tabela FIPE funciona, como interpretar seus números no contexto de um veículo específico de 1993 e como esse conhecimento impacta questões de proteção, cobertura e planejamento de seguro, sempre com foco educativo e informativo. Observa-se que os dados de preço não serão apresentados neste texto, pois esse conteúdo é atualizado automaticamente no topo do post, conforme prática da corretora.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguradoras e consumidores
A Tabela FIPE — Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — reúne dados de mercado que refletem, ao longo do tempo, o valor de veículos usados no Brasil. Ela funciona como um referencial amplamente aceito por seguradoras, instituições financeiras e compradores para padronizar avaliações. No caso de caminhões, como o Volvo NL-10 340, a FIPE oferece uma linha de referência por modelo, ano e versão, ajudando a padronizar avaliações de indenização, prêmio de seguro e garantias adicionais. A disponibilidade de uma referência comum facilita negociações, revisões de contrato e a tomada de decisão informada pelo proprietário, concessionário, frotista ou corretor.

Como a Tabela FIPE é compilada e atualizada
- Coleta de dados: a FIPE consolida informações de transações, anúncios e negociações de veículos usados no Brasil, segmentadas por modelo, ano, versão e configuração.
- Ajustes estatísticos: os dados coletados passam por processos de normalização para refletir variações de versões, condição do veículo, kilometragem e estado de conservação.
- Atualizações periódicas: a tabela é atualizada com regularidade para acompanhar mudanças de mercado, novas versões, desvalorizações sazonais e fatores econômicos que influenciam o valor relativo dos veículos.
- Regionalização: a FIPE reconhece que a oferta e a demanda variam por região, o que pode influenciar a avaliação de um caminhão em determinados estados ou cidades.
Como interpretar os valores da Tabela FIPE para caminhões usados
A leitura da FIPE para um modelo como o Volvo NL-10 340 6×4 envolve considerar o conjunto completo de características do veículo: ano de fabricação, versão, tipo de motor, configuração de eixo, cabine e condição de uso. Em termos práticos, os profissionais de seguros costumam seguir alguns princípios para interpretar os dados:
Primeiro, identifique a linha correta: Volvo NL-10 340 com a configuração 6×4, cabine de 2 portas e motor diesel de 1993. Em seguida, observe a coluna correspondente ao ano-modelo do veículo em questão; alterações na idade do veículo tendem a impactar a relação entre o valor de referência e a perda indenizável. Por fim, leve em conta a condição atual do caminhão, a quilometragem, possíveis modificações e o histórico de manutenção, que podem ajustar o valor de referência para cima ou para baixo em relação ao número base da FIPE.
É comum que diferentes seguradoras usem o valor FIPE como ponto de partida para a indenização em caso de sinistro, mas também consideram apurações adicionais. Assim, uma leitura educativa da FIPE ajuda o proprietário a entender melhor como as coberturas são calculadas e como planejar o seguro de forma mais alinhada às características reais do veículo.
Condições específicas que afetam o uso da FIPE em caminhões
Para caminhões usados, várias condições costumam influenciar a avaliação baseada na FIPE, algumas das quais podem exigir atenção adicional do proprietário ou da frota. Entre elas estão:
- Estado de conservação: caminhões bem conservados, com manutenção em dia, costumam se aproximar do valor de referência mais fiel à linha FIPE.
- Uso e histórico de manutenção: histórico de manutenções, trocas de peças críticas e disponibilidade de documentação podem impactar a confiança na avaliação.
- Modificações e adaptações: alterações de motor, transmissão, eixos ou implementos podem desviar o valor de referência para cima ou para baixo, conforme o impacto na confiabilidade e no desempenho.
- Kilometragem: veículos com quilometragem significativamente menor ou maior podem se distanciar do valor base para aquele ano-modelo específico, influenciando o prêmio e a indenização.
Ficha técnica da Volvo NL-10 340 6×4 2p (diesel) 1993
A Volvo, reconhecida globalmente pela construção de caminhões robustos e confiáveis, tem tradição de oferecer produtos voltados para uso intenso, conforto do motorista e segurança operacional. Abaixo está uma ficha técnica resumida para o modelo Volvo NL-10 340, 6×4, 2 portas, diesel, ano 1993, com foco em informações úteis para avaliação de seguro e planejamento de manutenção:
- Marca e linha: Volvo NL-10 340 — caminhão pesado de linha NL, destinado ao transporte rodoviário de cargas pesadas.
- Ano/modelo: 1993 (conjunto típico da linha NL do início dos anos 1990).
- Configuração de eixo: 6×4 (três eixos, sendo dois com tração), adequado para cargas pesadas em rodovias e estradas de terra com boa aderência.
- Cabine: 2 portas (cabine simples, configuração comum para uso operacional com foco em capacidade de carga e facilidade de manutenção).
Detalhes adicionais da ficha técnica, em formato descritivo, para complementar o entendimento:
Motor e desempenho: o NL-10 340 costuma vir com motor diesel de alta cilindrada, com 6 cilindros em linha, turboalimentação e sistema de injeção direta. A potência nominal é de aproximadamente 340 cavalos, com torque elevado para operações de transporte de cargas pesadas. O conjunto motor-transmissão foi desenhado para oferecer robustez em jornadas longas e em condições de pavimento diversas, mantendo desempenho estável em subidas e trechos com elevação acentuada.
Transmissão: a transmissão típica é manual, com várias marchas à frente e uma marcha à ré, compatível com o objetivo de gosto operacional e controle do motorista em trechos com carga elevada. A relação de marchas e a configuração da transmissão são projetadas para equilíbrio entre velocidade em rodovia e força para empurrar o peso de carga, especialmente em trechos montanhosos ou de acessos a áreas logísticas.
Eixos e tração: a configuração 6×4 implica dois eixos traseiros com tração, oferecendo maior capacidade de tração em condições de pista irregular, lama ou piso úmido. Esta configuração é comum em caminhões destinados ao transporte de cargas pesadas em rotas desafiadoras, onde a tração adicional ajuda a manter a estabilidade e a segurança.
Sistema de freios e segurança: caminhões dessa categoria normalmente vêm com sistemas de freios robustos, com opções de assistência eletrônica e, em alguns casos, ABS opcional ou retarder para melhorar o controle em descidas íngremes. A cabina com bom isolamento acústico e espaço ergonômico favorece a fadiga reduzida do motorista em jornadas longas, contribuindo com a segurança geral.
Dimensões, peso e capacidade de carga: o conjunto NL-10 340 de 1993 foi projetado para atender a operações de transporte de cargas pesadas. Em termos de caráter geral, espera-se que o peso bruto total (PBT) e a capacidade de carga estejam alinhados com caminhões de segmentação semelhante, oferecendo uma combinação de estabilidade, peso útil adequado e desempenho nos trechos de trabalho. A verificação específica de dimensões, capacidade de reboque e entre-eixos pode ser obtida diretamente em documentação técnica do fabricante ou em catálogos da época.
Dados de manutenção e disponibilidade de peças: por se tratar de um modelo mais antigo, a disponibilidade de peças originais pode exigir busca em redes de assistência especializada, reposicionamento de estoques e alternativas de peças compatíveis. Em termos de seguro, essa disponibilidade influencia prazos de reparo, custos de reparos e opções de assistência em rota, aspectos relevantes para a avaliação de risco e de indenização.
A marca Volvo: legado em caminhões robustos e seguros
A Volvo é reconhecida mundialmente pela qualidade de engenharia, durabilidade e foco na segurança em veículos de diferentes segmentos, incluindo caminhões pesados. História e tradição no setor de transportes pesados conferem à marca um legado de confiança entre motoristas, frotistas e seguradoras. Alguns elementos relevantes sobre a marca, no contexto de seguro e avaliação FIPE, incluem:
- Passagem de tecnologia: a Volvo historicamente investe em tecnologias que visam reduzir o desgaste da máquina, melhorar a confiabilidade de longo prazo e facilitar a manutenção, fatores que influenciam positivamente a vida útil do caminhão.
- Rede de assistência: a presença de redes autorizadas e centros de serviço facilita a manutenção adequada, reduzindo custos de reparos não planejados e aumentando a previsibilidade de despesas ao longo do tempo.
- Foco em segurança: sistemas de proteção e ergonomia no posto de condução ajudam na redução de incidentes e na proteção de motoristas, o que, por sua vez, influencia positivamente a avaliação de risco pelas seguradoras.
- Valor de recolhimento e indenização: caminhões de marcas com histórico de reparos e disponibilidade de peças tendem a manter curiosamente melhor o valor de mercado para reposição, desde que bem mantidos e com histórico de uso adequado.
Impacto da idade do veículo na avaliação FIPE e nas decisões de seguro
Conforme o Volvo NL-10 340 de 1993 fica mais antigo, o desafio para avaliações FIPE e para seguradoras é manter a coerência entre a referência e a realidade operacional. A idade do veículo pode influenciar a percepção de risco, especialmente por fatores como desgaste de componentes críticos, disponibilidade de peças e custos de manutenção. Por outro lado, modelos mais conservados, com manutenção regular e histórico de serviço documentado, tendem a sinalizar menor sinistralidade e, consequentemente, prêmios de seguro que reflitam essa confiabilidade.
A leitura educativa da idade envolve considerar como o veículo foi usado ao longo do tempo. Caminhões com jornadas curtas, poucos sinistros, e garagem adequada muitas vezes apresentam perfil de menor risco, o que pode se traduzir em condições de seguro mais estáveis. Já unidades com histórico de uso intenso, paradas técnicas frequentes ou exposições a condições extremas podem exigir avaliações mais cuidadosas, inclusive com a necessidade de coberturas adicionais (por exemplo, proteção de componentes críticos, assistência em rota ampliada, ou cláusulas de manutenção programada).
Considerações para seguradoras e para o planejamento de seguro de caminhões
Para planejar a proteção de um Volvo NL-10 340 6×4, é importante compreender como as seguradoras utilizam a Tabela FIPE como uma referência de valor, ao lado de outros critérios de avaliação de risco. Alguns pontos relevantes para a prática de seguros incluem:
- Uso da referência FIPE como ponto de partida: a FIPE oferece uma linha de referência que orienta o planejamento de prêmios, indenização e condições de cobertura. O valor FIPE não é o único fator, mas funciona como base comum entre as partes envolvidas na negociação de seguro.
- Condições do veículo: estado de conservação, quilometragem, manutenção em dia e histórico de sinistros são determinantes para ajustes de prêmio e cobertura;
- Perfil do condutor: a experiência do motorista, o tempo de carteira e o histórico de sinistros influenciam o grau de risco e, consequentemente, o custo do seguro;
- Tipo de operação: frota própria, aluguel de caminhão, ou uso esporádico podem levar a variações de custo e de plano de cobertura. Caminhões usados com trajetos previsíveis e depósitos ou clientes com organização logística tendem a receber avaliações mais estáveis.
Resumo prático para proprietários e frota
Para quem gerencia uma frota com Volvo NL-10 340 6×4, um conjunto de práticas pode facilitar a gestão de seguro com base na Tabela FIPE:
- Documentação organizada: mantenha registros de manutenção, notas fiscais de peças, histórico de reparos e comprovantes de inspeções técnicas.
- Registro de uso: documente a operação típica (rotas, tempo de uso diário, condições de estrada) para auxiliar a determinação do risco de uso.
- Atualização de seguros: revise periodicamente as coberturas para acompanhar a depreciação e o valor de reposição, alinhando o contrato com a realidade da frota.
- Consciencialização de custos operacionais: prepare-se para custos variáveis como pneus, freios e manutenções programadas, de modo a manter a cobertura compatível com o valor operacional real.
Conclusão educativa
Entender a Tabela FIPE no contexto de uma Volvo NL-10 340 6×4 2p diesel de 1993 envolve reconhecer que a FIPE oferece uma referência que serve como norte para avaliações de mercado e para seguros, sem substituir avaliações técnicas específicas. Ao considerar a idade, o estado de conservação, a manutenção e o histórico de uso, proprietários e gestores de frota podem interpretar com mais clareza como o valor de referência se traduz em condições de prêmio, indenização e cobertura. A ligação entre a qualidade de manutenção, a disponibilidade de peças e a confiabilidade operacional é central para decisões que impactam diretamente a proteção do ativo e a continuidade das operações logísticas.
Ao planejar a proteção adequada para o Volvo NL-10 340, o caminho mais seguro envolve alinhar o conhecimento técnico com a prática de seguros, consultando profissionais para ajustar as coberturas às necessidades reais da operação, sempre com foco em segurança, eficiência e previsibilidade.
Para quem busca opções de proteção sob medida, a GT Seguros está à disposição para oferecer uma cotação personalizada, considerando as particularidades do seu caminhão, da operação e das coberturas disponíveis no mercado.
