| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 6.166,00 |
| Fev/26 | R$ 6.180,00 |
| Jan/26 | R$ 6.194,00 |
| Dez/25 | R$ 6.206,00 |
| Nov/25 | R$ 6.238,00 |
| Out/25 | R$ 6.270,00 |
| Set/25 | R$ 6.291,00 |
| Ago/25 | R$ 6.305,00 |
| Jul/25 | R$ 6.316,00 |
| Jun/25 | R$ 6.323,00 |
| Mai/25 | R$ 6.336,00 |
| Abr/25 | R$ 6.368,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Peugeot 306 XR 1.8 / XR Break 1.8 16V 1996
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, o que impacta diretamente em cotações de seguro, vigência de coberturas e procedimentos de indenização. Quando pensamos em modelos mais antigos, como o Peugeot 306 XR 1.8 e o XR Break 1.8 16V de 1996, entender como a FIPE funciona ajuda tanto o corretor quanto o cliente a ter expectativas realistas sobre coberturas, franquias e reposição de peças. Embora a tabela seja uma referência, é fundamental lembrar que o valor apresentado na FIPE é apenas um parâmetro de referência e pode não refletir exatamente o preço de venda, nem o custo de reconstrução de um veículo específico. Em seguros, esse parâmetro orienta a estimativa de danos, o cálculo da indenização e a avaliação de riscos. Abaixo, vamos destrinchar esse tema com foco nesse isento compacto da Peugeot, cuja linha 306 marcou época por combinar estilo, desempenho acessível e praticidade cotidiana.
A importância da ficha técnica na leitura da Tabela FIPE para esse modelo
O Peugeot 306 XR 1.8 aparece na FIPE com variações entre a versão hatch e a versão XR Break (wagon), especialmente pela motorização 1.8 16V existente nesses anos. Ter em mente as especificações técnicas ajuda a entender por que o valor de referência pode se comportar de forma diferente entre uma carroceria e outra, mesmo conservando o mesmo motor. Em termos gerais, a FIPE leva em conta o conjunto motor/transmissão, o tipo de combustível, a configuração da carroceria, o ano de fabricação e o estado de conservação predominante no mercado de usados. No caso do 306 XR, o motor 1.8 16V é um componente-chave que influencia a percepção de manutenção e reparabilidade, afetando, por consequência, a avaliação de risco pela seguradora e a necessidade de coberturas que protejam contra eventuais danos ao motor, à transmissão e aos elementos associáveis, como o sistema de arrefecimento e a parte elétrica.

Para orientar o leitor sobre a avaliação segura do seu seguro, vale destacar a forma como o modelo se enquadra na linha de produtos de uma seguradora. Em veículos com idade superior a 20 anos, é comum que o seguro inclua cláusulas específicas de museu, ou de menor valor agregado, porém com necessidade de ampliar coberturas que protejam itens como a responsabilidade civil, colisão, incêndio e roubo. O 306 XR, por ser um veículo com design clássico e linhas de época, pode sofrer de desgaste natural de peças e de componentes de sistemas como arrefecimento, freios e suspensão, pontos que costumam impactar o custo de reparo. A FIPE age como baliza para a avaliação de quais peças podem compor a indenização, qual o custo provável de substituição e como essa soma se traduz em uma faixa de proteção adequada para o segurado. Assim, compreender o conjunto técnico do carro é essencial para adaptar o contrato à realidade de uso, ao histórico de manutenção do veículo e ao perfil do condutor.
Ao interpretar a tabela, é útil que o corretor e o cliente conversem sobre as seguintes dimensões: idade do veículo, histórico de revisões, condições de conservação, uso mensal (quilometragem), localização geográfica (fatores de sinistralidade e disponibilidade de peças) e o tipo de uso (urbano, rodoviário, viagem). Todas essas variáveis ajudam a ajustar a proteção ofertada pela seguradora, de modo a equilibrar custo premium e cobertura efetiva. Em especial, para o Peugeot 306 XR 1.8/ XR Break 1.8 16V 1996, vale a pena considerar coberturas que protejam não apenas a carroceria, mas também impactos indiretos ao patrimônio, como danos ao motor ou falhas elétricas decorrentes de idade, que podem exigir reposição de componentes específicos.
Ficha técnica resumida do Peugeot 306 XR 1.8 / XR Break 1.8 16V 1996
- Motor: 1.8 16V, quatro cilindros em linha, disposição transversal, com alimentação por injeção eletrônica multiponto.
- Potência e torque: potência estimada entre aproximadamente 100 e 110 cv; torque na faixa de aproximadamente 14 a 15 kgf·m.
- Transmissão e tração: manual de 5 marchas; tração dianteira.
- Dimensões e peso: comprimento em torno de 4,0 metros; largura próxima de 1,65 m; altura na casa dos 1,40 m; peso próprio variável entre aproximadamente 970 e 1.000 kg, conforme configuração e ano de fabricação.
Observação importante: os valores acima são referências típicas para a linha XR 1.8 de 1996 e podem variar conforme o veículo específico, a calibração do motor, o estado de conservação, o tipo de carroceria (hatch ou break) e alterações realizadas ao longo da vida útil. Para uma leitura precisa, é essencial consultar a documentação do veículo em questão e cruzar com a avaliação técnica realizada pela seguradora ou por um perito autorizado.
A marca Peugeot e o contexto da linha 306 no Brasil
A Peugeot, montadora francesa com trajetória marcada por design arrojado e engenharia cooldown, trouxe ao Brasil a linha 306 para consolidar-se como uma opção prática e, ao mesmo tempo, com DNA esportivo. Lançada no início dos anos 90, a 306 destacou-se pela silhueta contemporânea para a época, pela dinâmica de condução e pela percepção de modernidade concedida pela motorização 1.8 16V disponível na versão XR. O conjunto XR Break, em particular, representou uma alternativa de carroceria familiar com espaço de porta-malas generoso, mantendo a agilidade de um hatch quando necessário. A reputação da marca na época ficou associada a veículos com bom desempenho em estrada, suspensão calibrada para oferecer conforto e uma condução agradável, aliada a um conjunto de itens de acabamento que buscava oferecer sensação de qualidade ao usuário. Contudo, como acontece com muitos modelos antigos, a longevidade depende de uma boa rotina de manutenção e de peças de reposição disponíveis no mercado de usados. Em termos de seguro, a trajetória da marca influencia positivamente a percepção de confiabilidade da frota de peças de reposição, bem como a disponibilidade de profissionais qualificados para realizar reparos, algo que os segurados costumam valorar na hora de escolher coberturas com índice de sinistralidade reduzido e assistência 24h. A história da Peugeot no Brasil também remete à importância de manter o veículo em dia com revisões, o que facilita a renovação de coberturas e a negociação de prêmios ao longo dos anos, principalmente para modelos com histórico comprovado de uso moderado e regularidade de manutenção.
Cuidados práticos para o Peugeot 306 XR 1.8 / XR Break 1.8 16V 1996
Modelos antigos exigem uma atenção diferenciada. Abaixo estão observações úteis para quem possui ou está adquirindo um Peugeot 306 XR 1.8 ou XR Break 1.8 16V de 1996, com foco na preservação do patrimônio e na redução de riscos na leitura da FIPE para seguro:
• Manutenção preventiva: manter o plano de revisões em dia, com atenção especial ao sistema de arrefecimento (radiador, válvulas e bomba d’água), ao sistema de alimentação (injeção eletrônica, velas e cabos) e à transmissão. A idade do conjunto costuma exigir checagens periódicas para evitar falhas súbitas que possam impactar o custo de reparo.
• Sistema elétrico e componentes internos: em carros com mais de duas décadas, falhas elétricas podem surgir em módulos de controle, sensores e conectores. Investir em inspectores elétricos e em substituição de peças com desgaste pode reduzir o risco de danos maiores que afetem a indemnização em caso de sinistro.
• Interior e carroceria: itens como vedação, ferrugem em pontos de retenção e trincas na lataria podem influenciar a avaliação de desvalorização pela FIPE ao longo dos anos. Manter a carroceria limpa, com tratamento contra corrosão, ajuda a manter a condição do veículo próximo das referências da tabela.
• Rodas, freios e suspensão: com a idade, componentes como buchas, rotores, pastilhas e amortecedores exigem verificação regular. Um conjunto de freios em bom estado não só aumenta a segurança como também reduz o potencial de sinistros relacionados a colisões, o que, por consequência, pode influenciar positivamente na avaliação de risco pela seguradora.
Esses pontos ajudam a compreender como o veículo interage com as bases da FIPE e com as coberturas contratadas. Um carro com histórico de manutenção sólido tende a ter uma leitura de risco mais estável, o que pode se refletir em condições de seguro mais adequadas ao uso efetivo do veículo, bem como em uma possível recuperação de valor mais previsível em caso de sinistro.
Considerações finais sobre seguro e valor de tabela para o 306 XR 1.8
Ao trabalhar com a Tabela FIPE para o Peugeot 306 XR 1.8 e XR Break 1.8 16V de 1996, é fundamental que o corretor alinhe as expectativas do cliente com a realidade de mercado da época. A FIPE oferece uma referência que, combinada com o histórico de manutenção, a modalidade de uso e o perfil do condutor, permite dimensionar as coberturas de forma mais precisa. Em especial para carros com mais de 20 anos, pode haver flexibilização das exigências de atualização de mão de obra e de peças de reposição, bem como a disponibilidade de serviços especializados. A leitura crítica da FIPE, associada à avaliação técnica do veículo, ajuda a construir um pleito de seguro que proteja o patrimônio sem onerar o custo mensal do segurado de maneira desnecessária. Lembre-se: o objetivo de uma boa proteção é aliar o custo do seguro à realidade de uso, ao potencial de sinistro e à capacidade de recuperação do veículo, preservando seu valor de mercado no decorrer do tempo.
Se você busca orientação personalizada sobre como a Tabela FIPE se aplica ao seu Peugeot 306 XR 1.8 ou XR Break 1.8 16V 1996 e como isso impacta na composição da apólice, a GT Seguros está pronta para apoiar com uma cotação sob medida. Consulte nossa equipe para entender as opções de cobertura que melhor atendem ao seu perfil e ao uso do seu veículo.
