Valor FIPE Atual
R$ 22.154,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506001-0
Ano: 1997-3
MêsPreço
Mar/26R$ 22.154,00
Fev/26R$ 22.203,00
Jan/26R$ 22.252,00
Dez/25R$ 22.295,00
Nov/25R$ 22.329,00
Out/25R$ 22.383,00
Set/25R$ 22.455,00
Ago/25R$ 22.503,00
Jul/25R$ 22.540,00
Jun/25R$ 22.563,00
Mai/25R$ 22.609,00
Abr/25R$ 22.630,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Iveco Daily Chassi 1997 (modelos 35.10, 35.13 e 40.13, 2 portas)

Quando falamos de tabelas de referência de preço de veículos usados, a Tabela FIPE emerge como uma referência amplamente utilizada no Brasil por compradores, vendedores, concessionárias e por seguradoras. No universo dos utilitários leves, o Iveco Daily se destaca por oferecer uma linha de chassi cabina que atende desde o transporte de mercadorias até serviços urbanos de pequenas frotas. O modelo Daily com carenagem de chassi simples nos comprimentos 2 portas (2p) e versões associadas aos códigos 35.10, 35.13 e 40.13, produzidos na virada dos anos 90, tornou-se uma opção frequente para quem busca robustez, versatilidade e capacidade de carga, especialmente para pequenos negócios que dependem de uma solução de transporte confiável sem abrir mão de manutenção acessível.

Este artigo foca, portanto, no recorte específico da Tabela FIPE para o IVECO Daily chassi 1997, com as variantes 35.10, 35.13 e 40.13, equipadas com cabine simples de duas portas. Vamos abordar não apenas como o FIPE agrega esses modelos, mas também como entender a ficha técnica, a história da marca e os fatores que influenciam a avaliação de preço e o custo de seguros. Vale lembrar que as informações de preço que aparecem no topo do post são geradas automaticamente pela FIPE, conforme o mês e o estado de circulação, portanto este texto foca em aspectos técnicos, históricos e de uso que ajudam a interpretar esse indicador com mais clareza.

Tabela FIPE IVECO DAILY CHASSI 35.10/ 35.13/ 40.13 2p 1997

A marca IVECO: origem, atuação e reputação no segmento de veículos comerciais

A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais e pesados que tem uma presença marcante no mercado brasileiro, especialmente no transporte de cargas e logística. Com um portfólio que varia de vans a caminhões pesados, a marca construiu uma reputação associada a robustez, durabilidade e redes de assistência técnicas relativamente bem distribuídas, o que é valorizado por frotistas que precisam manter operações contínuas. Historicamente, a Iveco consolidou-se como parte de um ecossistema global de marcas voltadas para serviços de entrega, construção, reforço de frota e aplicações industriais. No Brasil, a adoção de modelos Daily se deu por oferecerem uma solução de chassi com boa relação entre capacidade de carga, espaço útil e manutenção gerenciável, características desejáveis em veículos que operam diariamente em rotas urbanas, supermercados, peças de reposição e serviços de entrega de médio porte.

Neste cenário, a escolha pela Daily 1997, com configuração de chassi 2p, costuma estar vinculada a empresas que precisam de versatilidade: a possibilidade de adaptar o van de acordo com a caçamba, baú, plataforma ou carroceria específica do negócio. A marca também é lembrada pela disponibilidade de peças e pela facilidade de encontrar serviços de reparo que dominam a linha de veículos comerciais de várias gerações. Ao considerar a FIPE para esse conjunto de versões, o consumidor não está apenas avaliando o valor de revenda, mas também a viabilidade de reposição de itens, a previsibilidade de custos de manutenção e a consistência do desempenho ao longo do tempo, fatores que influenciam diretamente nas apólices de seguro e nas condições de financiamento.

Ficha técnica resumida do IVECO Daily Chassi 2p 1997

  • Marca e modelo: IVECO Daily, chassi cabina 2 portas, versões 35.10, 35.13, 40.13, ano indicativo 1997.
  • Motorização: diesel, 4 cilindros, configuração turbo com intercooler em muitas versões, adaptada para trabalho de uso comercial.
  • Transmissão: manual com múltiplas marchas (geralmente de 5 velocidades), adequada para subida de carga e velocidade de cruzeiro estável.
  • Tração e chassis: tração traseira, plataforma de chassi projetada para receber diferentes carrocerias, com cabine simples para operar com ocupantes reduzidos.

Essa síntese busca oferecer um enquadramento rápido para entender, de forma objetiva, como o Daily 1997 se posiciona dentro de uma ficha técnica típica de chassi. É importante observar que, por tratar de uma linha antiga, as especificações podem variar conforme a versão exata, a carroceria aplicada e o histórico de manutenções. A tolerância entre uma configuração e outra é comum em veículos dessa geração, o que reforça a necessidade de confirmar detalhes com o cedente, especialmente ao avaliar o valor FIPE pela versão específica (35.10, 35.13 ou 40.13) e o estado de conservação da unidade em questão.

Como a FIPE compõe a Tabela para o Daily 1997 e suas variantes

A Tabela FIPE é elaborada com base em dados agregados de transações de veículos usados, contemplando fatores como o modelo, a versão, o ano de fabricação, a condição de conservação e a demanda de mercado. Para o Iveco Daily chassi 1997, as diferentes configurações — representadas por códigos como 35.10, 35.13 e 40.13 — refletem variações de entre-eixos, peso bruto (quando aplicável) e, principalmente, o tipo de carroceria que foi adaptada ao chassi. Embora o código da versão possa sugerir distintos patamares de capacidade e aplicação, a FIPE busca padronizar a referência de preço para facilitar transações entre compradores e seguradoras, além de dar respaldo para a avaliação de sinistros e o cálculo de prêmios de seguro. Em termos práticos, as variantes 35.10, 35.13 e 40.13 costumam diferir em parâmetros que impactam o valor: comprimento total da carroceria, peso de carga útil e algumas opções de acabamento da cabine, que, por sua vez, influenciam a percepção de conservação e a disponibilidade de peças de reposição.

Corretores de seguros utilizam a FIPE como referência na etapa inicial de cotação, mas avaliam de forma mais criteriosa o estado do bem, a quilometragem, o histórico de sinistros, o tipo de uso (mercadorias, delivery, serviço técnico, etc.) e a solução de proteção desejada. Por isso, mesmo que a Tabela FIPE ofereça um parâmetro padronizado, as apólices costumam considerar ajustes por perfil de uso, inclusão de rastreadores, histórico de manutenção e a proximidade com a oficina técnica autorizada. O objetivo é estimar, com razoável precisão, o custo potencial de um sinistro e a probabilidade de perda total ao longo do período de vigência do seguro. Quando o veículo é um chassi antigo como o Daily 1997, a avaliação tende a ser mais sensível a fatores de conservação, baixas de uso intenso e disponibilidade de peças, o que pode influenciar tanto o valor segurado quanto o índice de prêmio.

Fatores que influenciam o valor FIPE de um Daily 1997 (perspectiva educativa para quem usa o veículo comercial)

Para quem acompanha de perto o valor de um Iveco Daily chassi 1997 nas versões 35.10, 35.13 e 40.13, é crucial entender que a FIPE não é apenas um número estático. Ela reflete uma média de mercado que pode oscilar com base em condições de uso, estado de conservação, histórico de manutenção e demanda regional. Abaixo estão os fatores que costumam impactar a avaliação dessa linha de Daily antiga:

– Conservação geral: unidades bem conservadas, com pintura em bom estado, interior sem desgastes severos e sem ferrugem significativa tendem a receber uma avaliação mais favorável. A madeira de madeira velha, painéis com danos estruturais e vazamento de fluidos podem reduzir o valor de mercado.

– Quilometragem e uso anterior: veículos com histórico de uso moderado, especialmente aqueles que passaram por manutenções programadas, costumam manter melhor valor na FIPE. Em contextos de uso intenso (entrega diária em cidades com trânsito intenso), a depreciação pode ser maior se não houver um histórico de manutenção robusto.

– Versão e configuração: as variantes 35.10, 35.13 e 40.13 representam diferentes configurações de chassi, peso e carroceria. A disponibilidade de acessórios compatíveis, a presença de itens de conforto na cabine (quando houver) e a adoção de peças substitutas de reposição influenciam diretamente a percepção de valor para o comprador final e, por consequência, o cálculo pela FIPE.

– Histórico de serviço e documentação: a documentação em dia, com registros de manutenção, notas fiscais de reparos e comprovantes de trocas de componentes críticos (trocadores de calor, sistemas de freio, pneus, embreagens) costuma influenciar positivamente a avaliação. Por outro lado, lacunas de documentação ou histórico de sinistros em aberto podem trazer ajustes para baixo.

– Disponibilidade de peças e assistência técnica: em caminhões e utilitários mais antigos, a disponibilidade de peças originais ou compatíveis e a presença de assistência técnica especializada podem reduzir o risco de desvalorização rápida. Em mercados onde a rede de atendimento é menor, esse fator pode ter peso expressivo na FIPE.

Implicações para seguros e planejamento de custos com o Daily 1997

Para quem planeja proteger o Iveco Daily chassi 1997, entender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro é essencial. Em linhas gerais, os seguintes aspectos ajudam a esclarecer o processo de cotação e a escolha de coberturas mais adequadas:

– Valor segurável: a FIPE funciona como referência para o valor em risco, isto é, o montante sobre o qual o prêmio é calculado. Em veículos mais velhos, é comum que o valor segurável seja menor do que o valor de reposição original, refletindo de maneira mais fiel a realidade atual de mercado e de disponibilidade de peças.

– Custo do seguro: o prêmio é influenciado por fatores estaduais, perfil do condutor, uso do veículo e a faixa de risco associada ao negócio. No caso de um Daily chassi 1997, seguros especializados em frotas podem oferecer condições mais atrativas, principalmente para clientes que investem em manutenção preventiva e monitoramento de frota.

– Coberturas recomendadas: para utilitários desse porte, coberturas que assegurem colisão, danos a terceiros, incêndio, roubo/furto, danos a cargas e proteção para acessórios específicos (como baú, plataformas ou carroceria modular) costumam ser relevantes. O ajuste fino pode incluir rastreamento, assistência 24h e cláusulas de responsabilidade civil complementares, dependendo do tipo de operação da empresa.

– Gestão de riscos: investir em manutenção regular, verificar a integridade estrutural do chassi, conferir as condições dos pontos de fixação da carroceria e planejar substituições de componentes com paleta de peças compatíveis ajuda a manter o valor de referência estável. A FIPE tende a reagir de forma mais estável quando o veículo permanece em uma linha de conservação rigorosa, mesmo em modelos com mais de duas décadas de existência.

Estratégias para manter o valor FIPE e reduzir o custo de seguro

Num cenário prático, algumas estratégias simples podem fazer diferença na prática de gestão de uma frota com Daily 1997 ou em projetos de aquisição de um veículo usado para negócios. O objetivo é manter uma relação saudável entre o valor FIPE, o preço de reposição e o custo de seguro, sem comprometer a operação diária. Considere as seguintes atitudes:

– Manter a manutenção em dia: siga o cronograma recomendado, com trocas de óleo, filtros, correias e itens de desgaste. Guardar comprovantes facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode favorecer condições de prêmio.

– Verificar a documentação: manter o histórico de manutenção, notas fiscais, laudos de inspeção e vistorias atualizados ajuda a reduzir dúvidas na hora da cotação e pode evitar quedas no valor segurável por indecisões ou lacunas documentais.

– Planejar upgrades com sabedoria: se a viabilidade operacional exigir melhorias, prefira atualizações que sejam compatíveis com o chassi e com a carroceria, mantendo a possibilidade de manutenção com peças existentes no mercado. Isso reduz custos de reparo e ajuda a manter o veículo dentro de faixas de valor reconhecidas pela FIPE.

– Adotar rastreamento e proteção: sistemas de geolocalização e de recuperação rápida em caso de furto podem influenciar positivamente o custo do seguro, aumentando a previsibilidade de perdas e facilitando ações de indenização, caso necessário.

– Realizar vistorias periódicas: inspeções periódicas por profissionais qualificados ajudam a detectar desgastes, corrosões ou qualquer problema estrutural que possa impactar a segurança e o desempenho, favorecendo uma avaliação mais estável na FIPE e uma cotação de seguro mais coerente com o valor de uso.

Por fim, para proprietários e gestores de frotas que desejam orientar-se pela prática, vale lembrar que a Tabela FIPE, embora seja uma referência consolidada, é apenas um dado de mercado. A análise de seguro, crédito e negociação de venda ou compra envolve uma avaliação holística do veículo, incluindo estado de conservação, histórico de uso, tipo de serviço prestado e condições de garantia