| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 89.190,00 |
| Fev/26 | R$ 89.387,00 |
| Jan/26 | R$ 89.585,00 |
| Dez/25 | R$ 89.756,00 |
| Nov/25 | R$ 89.891,00 |
| Out/25 | R$ 90.108,00 |
| Set/25 | R$ 90.398,00 |
| Ago/25 | R$ 90.589,00 |
| Jul/25 | R$ 90.735,00 |
| Jun/25 | R$ 90.826,00 |
| Mai/25 | R$ 91.009,00 |
| Abr/25 | R$ 91.091,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do CICCOBUS Alleanza Gran Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2008
Por que a Tabela FIPE é relevante para seguros de frotas urbanas
Na gestão de seguros de veículos, a Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado amplamente reconhecida no Brasil. Ela consolida valores médios de veículos usados, consolidando índices de desvalorização, de reposição de peças e de demanda por modelos específicos. Quando se trata de frotas públicas ou de frota terceirizada, como aquelas operadas pela SPTrans, o valor de referência apresentado pela FIPE vai muito além de um número simples. Ele orienta a seguradora sobre o custo provável de reposição ou indenização, influencia o cálculo de prêmios, a definição de franquias, bem como a avaliação de riscos ligados ao desgaste natural de uma frota exposta a uso intenso no dia a dia das ruas. Em resumo, a FIPE oferece um parâmetro sólido para medir a robustez econômica de um ativo veicular que opera no ambiente urbano, onde a posse, a depreciação e a disponibilidade de peças podem ter impactos expressivos no custo total do seguro ao longo dos anos.
Para profissionais de seguros, entender como a FIPE se integra à prática diária é essencial. Em veículos especiais, como o CICCOBUS Alleanza Gran Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2008, a leitura não se restringe a valores numéricos estáticos. Envolve também a compreensão de como itens como motor diesel, carroceria adaptada para transporte de passageiros, portas, espaço interno, e o histórico de uso influenciam a avaliação de risco. Além disso, as seguradoras costumam cruzar a referência FIPE com informações de frota, como a idade média dos veículos, a frequência de sinistros, o custo de manutenção típico daquele modelo e a disponibilidade de peças no mercado. Dessa forma, a Tabela FIPE funciona como uma âncora estável em um oceano de variáveis que afetam o prêmio mensal, a franquia e as opções de coberturas adicionais, como proteção de vidros, colisão específica para uso urbano e seguro de terceiros para frota.

Para quem atua na corretagem de seguros, esse conhecimento não é apenas teórico. Ele se traduz em comunicação clara com gestores de frota, na transmissão de expectativas reais sobre custos de seguro ao longo de diferentes planos e na orientação sobre estratégias de manutenção que ajudam a manter a sinistralidade sob controle. Em termos simples, entender a Tabela FIPE ajuda a alinhar o orçamento com a realidade de uso do veículo, especialmente em operações de transporte público onde a regularidade, a disponibilidade de peças e a confiabilidade do veículo são determinantes para a continuidade do serviço.
Ficha técnica do CICCOBUS Alleanza Gran Urbano/SPTRANS 2p (die.) 2008
- Marca e modelo: CICCOBUS – Alleanza Gran Urbano/SPTRANS 2p
- Ano de fabricação/modelo: 2008
- Tipo de veículo: micro/ônibus urbano para uso em frota de transporte público
- Portas: 2
Essa ficha técnica, organizada de forma sucinta, resume aspectos cruciais que ajudam na avaliação de seguro, custo de operação e adequação ao serviço de transporte coletivo. O CICCOBUS, pela designação da linha Alleanza Gran Urbano vinculada à SPTrans, se enquadra em uma categoria de veículos de transporte público urbano, com características que privilegiam a robustez, a facilidade de manutenção e a composição interna adequada para acomodar passageiros em trajetos curtos e médios dentro das cidades. A especificação de “2 portas” indica uma configuração comum em veículos destinados ao atendimento de demanda municipal, com espaço de entrada e saída que favorece a rotação rápida de passageiros em pontos de parada, sem comprometer o fluxo de trânsito em vias urbanas. A menção ao ano de 2008 coloca esse veículo em uma faixa de idade típica de frotas que ainda podem operar de forma eficiente com manutenção adequada, peças originais disponíveis e revisões periódicas, um conjunto de fatores que as seguradoras consideram ao precificar o seguro de frota.
Do ponto de vista da motorização, o ano e a natureza do veículo sugerem um motor a combustão interna com diesel, comum em ônibus destinados ao transporte público. Em termos de configuração, esse tipo de veículo tende a exigir atenção especial na avaliação de consumo de combustível, desgaste de componentes do trem de força, sistema de freios e componentes de suspensão, que sofrem com o uso diário em vias urbanas com interferência de trânsito, lombadas, ressaltos e mudanças de pavimento. Além disso, o espaço interno, a distribuição de assentos, o acesso de passageiros e a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida costumam influenciar diretrizes de segurança, conforto e, consequentemente, a percepção do risco pela seguradora. Em resumo, a ficha técnica apresenta itens que servem de norte para a avaliação de cobertura básica, limites de indenização e opções de coberturas adicionais, sempre alinhadas às exigências de operação do serviço público e à realidade de uma frota de ônibus urbano.
Sobre a marca e o contexto da operação urbana
A marca associada ao CICCOBUS, bem como o conceito Alleanza Gran Urbano, está inserida no ecossistema de fornecedores de soluções de mobilidade que atendem à demanda de transporte público nas grandes cidades. Em termos práticos, veículos como esse são concebidos para sobreviver a jornadas diárias com alto regime de uso, pressão de tráfego e ciclos frequentes de parada e partida. A atuação junto à SPTrans sugere um alinhamento com padrões de confiabilidade, manutenção programada, disponibilidade de peças e suporte logístico que são fundamentais para manter a continuidade do serviço. A escolha de uma configuração com duas portas para esse tipo de veículo busca equilibrar velocidade de embarque com o espaço disponível dentro da carroceria, maximizando o número de passageiros atendidos por viagem sem comprometer a segurança. Ao tratar da marca, é útil entender que, no mercado brasileiro, fabricantes de ônibus urbanos costumam incorporar tecnologias de controle de motor, freio e suspensão que reduzem o desgaste em condições de tráfego intenso, bem como soluções de conforto e ergonomia para o motorista, aspectos que afetam diretamente a satisfação do usuário final e a rentabilidade da operação de frota.
Como a Tabela FIPE influencia o cálculo de seguro para veículos de frota pública
Quando uma seguradora avalia o seguro de uma frota como aSPTrans ou de operadores equipados com ônibus urbanos, a leitura da FIPE não fica restrita a um número estático. O quadro de referência cria um piso de valor de mercado para o veículo, levando em conta a idade, o estado de conservação, a depreciação típica do modelo e a disponibilidade de peças sobressalentes. Esse valor serve de
