| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 53.762,00 |
| Fev/26 | R$ 54.033,00 |
| Jan/26 | R$ 54.305,00 |
| Dez/25 | R$ 54.578,00 |
| Nov/25 | R$ 52.733,00 |
| Out/25 | R$ 52.998,00 |
| Set/25 | R$ 53.265,00 |
| Ago/25 | R$ 53.533,00 |
| Jul/25 | R$ 53.803,00 |
| Jun/25 | R$ 54.074,00 |
| Mai/25 | R$ 52.246,00 |
| Abr/25 | R$ 51.787,00 |
Como a Tabela FIPE orienta o valor da Ford Ranger XLS 2.3 16V 145cv/150cv 4×2 CS 2010
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no mercado brasileiro como referência para o valor de reposição de veículos usados. Para quem atua na corretagem de seguros, esse índice funciona como um norte para a definição do valor de indenização em caso de perda total, bem como para orientar o prêmio de forma mais precisa. No caso da Ford Ranger XLS 2.3 16V 145cv/150cv 4×2 CS 2010, a leitura da FIPE implica entender não apenas o preço médio, mas também como diferentes atributos do veículo influenciam a valoração e o risco coberto por uma apólice. A finalidade deste texto é oferecer uma visão educativa sobre a relação entre a Tabela FIPE e seguros, mantendo o foco na versão específica da Ranger citada no título.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale lembrar que a FIPE representa valores de referência para veículos usados no Brasil, calculados com base em transações ocorridas no mês de apuração, levando em conta a procura de mercado, idade do veículo, estado de conservação, quilometragem e, muitas vezes, a configuração específica do modelo (cabine simples, por exemplo). Em seguros, esse valor serve como parâmetro para as indenizações parciais ou totais, bem como para a construção de cenários de prêmio, pois ajuda a estimar o custo de reposição ou substituição do bem acobertado. Além disso, variações sazonais no mercado de usados, mudanças de política de concessionárias e políticas de manutenção podem modificar o preço de referência de forma sutil ao longo do tempo.

Ficha técnica da Ford Ranger XLS 2.3 16V 145cv/150cv 4×2 CS 2010
| Campo | Descrição |
|---|---|
| Marca | Ford |
| Modelo | Ranger XLS 2.3 16V 4×2 CS |
| Ano de referência | 2010 |
| Tipo de carroceria | Pick-up com cabine simples (CS) |
| Tração | 4×2 (traseira) |
| Motor | 2.3 L, 16V, quatro cilindros em linha |
| Potência | Aproximadamente 145 cv (gasolina); há menções a 150 cv em algumas especificações de fábrica/mercado |
| Torque | Em torno de 19 a 21 kgf.m, conforme faixa de rpm e configuração |
| Transmissão | Manual de 5 velocidades |
| Comprimento | ≈ 4.700 mm |
| Largura | ≈ 1.780 mm |
| Altura | ≈ 1.720 mm |
| Entre-eixos | ≈ 2.800 mm |
| Tanque de combustível | ≈ 70 L |
| Capacidade de carga útil | Varia com a configuração; a Ranger 4×2 CS é pensada para uso utilitário leve a médio |
Observação: os números acima representam valores típicos da linha Ranger XLS 2.3 16V 4×2 CS para o ano de 2010. Em cada veículo específico, pequenas variações podem ocorrer devido a fatores como condição de conservação, registro de manutenção, quilometragem e origem (importado, nacional, etc.). A leitura da Fipe deve considerar o veículo real em avaliação para evitar distorções no preço de mercado refletido na apólice de seguros.
Sobre a Ford: legado, confiabilidade e presença no segmento de utilitários
A Ford, fabricante presente em diversos mercados, construiu ao longo de décadas uma reputação associada a robustez, engenharia prática e disponibilidade de rede de assistência técnica. No Brasil, a Ranger consolidou-se como uma opção de trabalho, transporte de ferramentas e apoio a atividades rurais ou urbanas que exigem, ao mesmo tempo, capacidade de carga e off-road moderado. A linha Ranger já atravessou gerações mantendo uma base de fãs e usuários que valorizam a relação custo-benefício, a possibilidade de reparos relativamente diretos e a disponibilidade de peças. Quando se analisa a Tabela FIPE no contexto de seguros, é comum considerar como certos atributos da marca afetam o prêmio: histórica de sinistros da fabricante, disponibilidade de assistência 24h, facilidade de encontrar peças e mão de obra especializada, além de programas de manutenção, que podem reduzir o custo de seguro ao longo do tempo.
É útil também observar que, dentro do universo Ford, a Ranger ocupa uma posição diferente de outros utilitários leves, por sua construção voltada para utilidade prática e resistência física. A cabine simples (CS) da Ranger, por exemplo, costuma ter menor apelo de valor de revenda frente àquelas versões com cabine dupla, mas pode oferecer vantagem de custo inicial de aquisição e maior utilidade em determinados cenários de uso comercial. Para seguradoras, esse conjunto de características se traduz em um perfil de risco que pode influenciar, por exemplo, o valor do prêmio em relação a modelos de cabine dupla, com 4×4 e maior restrição de área de uso. Por isso, entender a configuração exata do veículo é uma etapa essencial na montagem de uma cotação de seguro precisa e competitiva.
Como a Tabela FIPE é usada na prática pela correção de seguros
A Tabela FIPE serve como referência para o valor de indenização em caso de sinistro, além de impactar o cálculo de prêmios de seguro. Para a Ranger XLS 2.3 16V 145cv/150cv 4×2 CS 2010, o valor FIPE atua como base estimada de reposição do veículo atual ou substituto em uma indenização integral. Em seguros, o valor de referência influencia diversas informações da apólice, entre elas:
- Definição do valor segurado: o montante a ser indenizado, em caso de perda total, costuma ter como referência o valor FIPE, ajustado pela idade do veículo, estado de conservação e quilometragem no momento do sinistro.
- Prêmios proporcionais ao risco: quanto maior o valor segurado, maior tende a ser o prêmio, considerando o custo de reposição e o valor de mercado na época da contratação.
- Indenização parcial: em casos de colisões com danos parciais, o valor para reposição de peças e reparos pode ser estimado com base no valor de tabela, ajustado pela liquidação de sinistros anteriores e pelo custo de mão de obra.
- Atualizações de renda de reposição: a FIPE é recalculada mensalmente, o que pode impactar revisões contratuais e reajustes de prêmio ao longo do tempo, mesmo sem sinistro.
Para agentes de seguro, entender a variação da FIPE entre meses ajuda a orientar relacionamentos com clientes que precisam manter a proteção atualizada, especialmente quando o veículo envelhece ou passa por mudanças de configuração (por exemplo, atualização de pneus, rodas, adições de acessórios de utilidade que possam afetar o peso do veículo). A compatibilidade entre a FIPE e as coberturas contratadas exige uma leitura cuidadosa do contrato, de forma que o segurado tenha proteção adequada sem pagar por coberturas além da necessidade real.
Impacto da versão XLS 2.3 16V 4×2 CS na avaliação de risco e no prêmio
A versão XLS 2.3 16V 4×2 CS, por ser cabine simples, tende a apresentar um perfil de risco diferente quando comparado a versões com cabine dupla ou com tração 4×4. Em termos de seguros, as variações relevantes costumam incluir:
- Propensão a uso comercial: veículos de cabine simples costumam ser empregados em atividades de trabalho, o que eleva a exposição a situações de risco em vias públicas, carga de equipamentos e trânsito urbano intenso.
- Tração 4×2 vs 4×4: a ausência de tração nas quatro rodas reduz o custo de reparação em alguns tipos de danos, porém também implica menor aptidão para trafegar em terrenos acidentados, o que pode influenciar a avaliação de risco para sinistros de roubo ou colisão em terrenos desafiadores.
- Rotina de manutenção e estado de conservação: veículos usados com histórico de manutenção regular tendem a apresentar menor probabilidade de falhas graves, o que pode impactar positivamente o prêmio.
- Idade do veículo e depreciação: a idade do veículo em relação à data da apólice influencia o valor de reposição coberto pela seguradora e, consequentemente, o custo do seguro.
É fundamental alinhar as informações da FIPE com o estado real do veículo, incluindo eventuais modificações que possam alterar o valor de mercado. A fusão entre os dados da FIPE e a avaliação técnica do veículo é o que permite uma proposta de seguro bem ajustada, evitando tanto a subseguração (valor de indenização insuficiente) quanto a sobrecobertura (premio excessivo).
