| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 137.026,00 |
| Fev/26 | R$ 137.329,00 |
| Jan/26 | R$ 137.632,00 |
| Dez/25 | R$ 137.895,00 |
| Nov/25 | R$ 138.103,00 |
| Out/25 | R$ 138.436,00 |
| Set/25 | R$ 138.881,00 |
| Ago/25 | R$ 139.174,00 |
| Jul/25 | R$ 139.398,00 |
| Jun/25 | R$ 139.538,00 |
| Mai/25 | R$ 139.818,00 |
| Abr/25 | R$ 139.944,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Volvo FM-12 340 4×2 2p Diesel (2006) e como isso impacta a avaliação de seguros
A Tabela FIPE funciona como referência oficial de valores de mercado para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões de grande porte. Quando o tema é o Volvo FM-12 340 4×2 2p (diesel) 2006, entender como esse índice está estruturado ajuda proprietários e corretores de seguros a captar o contexto de depreciação, reposição e comparação entre veículos da mesma linha. Embora o objetivo principal da FIPE seja indicar preços médios de venda, ele também influencia direta ou indiretamente a avaliação de risco, o cálculo do valor segurado e, por consequência, o custo da apólice. Neste artigo, vamos destrinchar a ficha técnica do Volvo FM-12 340, abordar a reputação da marca e explicar de forma educativa como a FIPE se relaciona ao seguro para caminhões com essa configuração 4×2, 2 portas, ano 2006.
Ficha técnica do Volvo FM-12 340 4×2 2006
- Motor: diesel de 12,1 litros, turboalimentado, potência de 340 cv (aprox. 251 kW), projeto voltado a torque elevado para transporte de cargas pesadas.
- Transmissão e tração: transmissão manual com 9 a 12 marchas, tração 4×2, cabine simples com 2 portas.
- Configuração de uso: veículo voltado para rodovias e operações de carga pesada; adequada para trajetos de longo curso com boa capacidade de reboque e desempenho em subidas íngavas.
- Combustível e aplicação: alimentado a diesel; amplamente utilizado em operações logísticas, distribuição e transporte de mercadorias de grande volume, com arranjos de chassis e eixo configurados para suportar PBT variáveis conforme a especificação de fábrica.
Sobre a marca Volvo e seu impacto no seguro
A Volvo é referência mundial no segmento de veículos pesados, com uma história marcada pela engenharia de alto padrão, foco em segurança e robustez operacional. No universo de seguros, a marca costuma transmitir uma percepção de confiabilidade estrutural, sistemas de freio, estabilidade e durabilidade, aspectos que ajudam a reduzir, em certos cenários, a gravidade de sinistros ou facilitar programas de proteção veicular com conduta de manutenção preventiva. Além disso, a rede de serviço autorizada Volvo é extensa, o que facilita a regularização de sinistros, manutenção de peças originais e a verificação de histórico de serviço. Tudo isso interfere na forma como as seguradoras calculam o prêmio, sobretudo quando o veículo é antigo (como o FM-12 2006) e já acumula uso profissional contínuo. O conjunto de fatores da marca, somado à ficha técnica, ajuda o corretor a orientar o cliente sobre margens de depreciação, coberturas ideais e cláusulas específicas que convêm ao cenário de frota ou veículo isolado.

Como a FIPE influencia a precificação de seguros para caminhões como o FM-12 340 4×2
A FIPE é amplamente utilizada como referência para estimar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro com danos parciais ou totais. Para caminhões, o valor FIPE serve como base na definição do montante segurado, especialmente quando há a opção de indenização por valor de mercado ou por valor de reposição integral. Embora a apólice de seguro possa contemplar outros critérios (idade do veículo, histórico de sinistros, uso operacional, quilometragem, local de circulação, entre outros), o valor FIPE atua como parâmetro primário de referência para a avaliação de depreciação anual, para atualização de coberturas de terceiros, e para a comparação entre modelos semelhantes do mesmo grupo de peso, potência e configuração. No caso específico do Volvo FM-12 340 4×2 2p 2006, a depreciação prevista pela FIPE tende a seguir a idade do veículo, o que impacta diretamente a linha de indenização contratada. É comum que corretores e seguradoras utilizem a FIPE como primeira baliza, ajustando-a com base no estado de conservação, histórico de manutenção e valores de reposição de peças originais, quando cabível.
Adicionalmente, vale mencionar que, para caminhões com motor de maior cilindrada e configuração 4×2, o índice FIPE tende a refletir a percepção de risco associada a veículos de uso intenso em atividades logísticas. Fatores como o tipo de carga, itinerário (urbano vs. rodoviário), frequência de viagens e disponibilidade de atendimento técnico influenciam o custo final da cobertura. Por isso, entender a posição do FM-12 na linha FIPE ajuda o titular da apólice e o corretor a discutir melhor as opções de proteção: seguro de danos a terceiros, casco, roubo/furto, incêndio, desgaste natural, entre outras coberturas. Em termos práticos, a aproximação entre o valor FIPE e o valor segurado deve ser tratada com cuidado para não subestimar ou superestimar a proteção, sobretudo em frotas com caminhões de diferentes anos ou configurações.
Para facilitar a compreensão, seguem diretrizes úteis sobre como interpretar o FIPE neste caso: o valor FIPE de referência serve principalmente como base de precificação; ele é ajustado pela condição do veículo, pela quilometragem, pela finalidade do uso (carga seca, temperatura controlada, carga perigosa, etc.) e pelo histórico de manutenção. Caminhões de 2006, como o FM-12 340, podem apresentar depreciação mais acentuada em relação a modelos mais novos, o que impacta o valor segurado e, por consequência, o prêmio. Por outro lado, se o veículo recebeu manutenção regular, peças originais, atualizações de segurança e está com documentação em dia, o impacto na apólice pode ser minimizado, mantendo uma proteção adequada sem exageros.
Dicas práticas para quem atua com seguros de caminhões FM-12 2006
Entender a relação entre a FIPE e o seguro é o primeiro passo. Em seguida, algumas práticas ajudam a manter a proteção alinhada ao valor de mercado e às necessidades operacionais:
1) Mantenha um dossiê de manutenção: guardar notas, planilhas de troca de óleo, registros de revisão e trocas de peças originais facilita a verificação pela seguradora e pode justificar upgrades de cobertura sem acréscimo desproporcional no prêmio.
2) Documente o uso operacional: indicar a atuação da frota (rodoviário, urbano, transporte de carga geral, cargas especiais) ajuda a calibrar o risco de sinistrabilidade e a ajustar coberturas, como casco específico para cargas pesadas ou proteção contra terceiros.
3) Monitore a quilometragem anual: caminhões de 2006 costumam ter desgaste acumulado; manter registros de quilometragem e de uso ajuda a justificar o nível de cobertura adequado e a evitar subseguro.
4) Analise o histórico de sinistros: contexto, frequência e severidade de ocorrências anteriores influenciam o entendimento de risco e o potenciamento de cláusulas de exclusão ou de condições especiais de benefício de seguro.
Em resumo, a FIPE é uma âncora para a avaliação de mercado, mas a decisão de contratação de uma apólice para o Volvo FM-12 340 4×2 2p Diesel de 2006 envolve uma visão holística: idade, estado de conservação, uso real, histórico de sinistros e a estratégia de proteção pretendida pelo proprietário ou pela frota.
Se você quer alinhar a proteção com o valor de mercado estimado pelo FIPE, a GT Seguros oferece soluções de cotação que consideram esses elementos de forma integrada, ajudando a escolher coberturas que realmente protegem o seu negócio sem surpresas no orçamento.
Para conhecer o orçamento ou obter uma cotação sob medida, procure a GT Seguros e faça uma avaliação detalhada das suas necessidades, com foco na proteção de seu Volvo FM-12 340 4×2 2p (diesel) 2006.
