| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 55.196,00 |
| Dez/25 | R$ 55.302,00 |
| Nov/25 | R$ 55.386,00 |
| Out/25 | R$ 55.520,00 |
| Set/25 | R$ 55.699,00 |
| Ago/25 | R$ 55.817,00 |
| Jul/25 | R$ 55.907,00 |
| Jun/25 | R$ 55.963,00 |
| Mai/25 | R$ 56.076,00 |
| Abr/25 | R$ 55.193,00 |
| Mar/25 | R$ 55.276,00 |
| Fev/25 | R$ 55.310,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E22 (2004): entender o valor de referência sem preços
Quando falamos em seguros de veículos comerciais, especialmente caminhões de médio porte, a Tabela FIPE funciona como um ponto de referência fundamental para entender o valor do bem e orientar as coberturas indicadas pela seguradora. No universo do Iveco Eurocargo 170-E22, ano 2004, a leitura correta da tabela ajuda o corretor a propor apólices compatíveis com o uso, a idade do veículo e as condições de operação. Este artigo explora como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, destacando a importância da ficha técnica, o papel da marca e as particularidades do seguro voltado a veículos de frota ou autônomos de entrega. A ideia é esclarecer o que os números representam, como eles são usados pela seguradora e quais fatores o motorista, o empreendedor e o corretor devem considerar antes de fechar uma apólice.
O que a FIPE representa e por que ela influencia o seguro
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é uma referência de mercado que agrega valores médios de veículos usados no Brasil, com base em oficinas, anúncios e dados de consumo. Para caminhões e utilitários como o Iveco Eurocargo 170-E22, o número que aparece na FIPE não é um preço fixo de venda, mas sim uma estimativa de valor de mercado em determinado mês e ano. Esse valor serve a vários fins operacionais: o cálculo de indenização integral em caso de perda total, a base de referência para contrato de seguro e a avaliação de vistorias após sinistro, entre outros aspectos. Em termos práticos, quanto maior o valor de referência na FIPE, maior tende a ser a tendência de prêmio para coberturas que asseguram danos, roubo e responsabilidade civil, pois o custo de reposição ou reparo pode influenciar o risco financeiro da seguradora.

Para quem trabalha com corretagem de seguros, entender como a FIPE se relaciona com a ficha técnica do veículo é crucial. A Tabela FIPE considera fatores como idade do veículo, tipo de motor, configuração de chassi, número de eixos, cabine e uso predominante. No caso do Eurocargo 170-E22 de 2004, trata-se de um caminhão com especificidades de uso que costumam impactar o prêmio: presença de três eixos, motor a diesel e cabine de duas portas, além de uma vocação típica para transporte de carga regional ou de distribuição. Esses elementos aparecem na prática na hora de estimar a sinistralidade histórica, a disponibilidade de peças, a facilidade de manutenção e a probabilidade de uso intenso nas rotas urbanas e rodoviárias. Em resumo, a FIPE fornece um referencial estável para o preço de indenização e para comparações de propostas entre seguradoras, desde que seja interpretada à luz da ficha técnica e do contexto operacional do veículo.
Ficha técnica resumida do Iveco Eurocargo 170-E22 (2004)
- Motorização e desempenho: motor diesel turboalimentado, com potência estimada em torno de 170 cv, apto a atender operações de distribuição com boa resposta em subidas e com carga moderada a pesada, conforme a carroceria instalada.
- Configuração e cabine: veículo com 3 eixos, cabine simples de 2 portas, adequado a operações que exigem espaço de carga e facilidade de acesso do motorista, além de uma cabine que favorece a visibilidade e o conforto básico para trajetos diários de trabalho.
- Transmissão e operação: transmissão manual, com várias marchas, projetada para uso intenso em trechos urbanos e rodoviários, com flexibilidade para diferentes cenários de carga e terreno.
- Capacidade de carga e uso típico: destinado a transporte regional e distribuição, com vocação para carregar mercadorias de médio a grande porte, em rotas que combinam estrada e percursos de cidade; sua configuração de 3 eixos ajuda na estabilidade e na distribuição do peso.
A ficha técnica acima sintetiza os traços mais relevantes para leitura da FIPE no contexto do Eurocargo 170-E22. Vale lembrar que, dentro de cada ano-modelo, podem existir variações de acordo com a carroceria (baú, plataforma, caçamba) e com o tipo de eixo (por exemplo, configurações de tração). Por isso, ao consultar a FIPE, é essencial confirmar o código exato do veículo e a versão correspondente à sua documentação e ao registro do veículo no momento da cotação.
A marca IVECO e seu impacto no seguro de caminhões
A IVECO é uma marca com presença consolidada no segmento de caminhões leves e médios, com foco em durabilidade, rede de assistência ampla e disponibilidade de peças. Fundada por uma história que envolve a engenharia europeia com a tradição industrial italiana, a IVECO estruturou ao longo das décadas uma linha de veículos voltados para operações comerciais, com ênfase em confiabilidade, trem de força robusto e soluções de manutenção que atendem frotas de diferentes portes. No universo dos caminhões de distribuição, o Eurocargo se posiciona como uma opção versátil para quem precisa de boa relação entre desempenho, conforto do motorista e economia de operação.
Essa identidade de marca influencia diretamente o seguro: a reputação de confiabilidade tende a se refletir em métricas de sinistralidade mais estáveis, quando associada a uma rede de assistência com manutenção relativamente padronizada e reposição de peças de fácil acesso. Além disso, a disponibilidade de peças originais e a facilidade de encontrar oficinas qualificadas para o Eurocargo ajudam a reduzir, em muitos casos, o tempo de reparo após um dano, o que pode reduzir custos indiretos com indisponibilidade do veículo. Em termos de seguro, isso pode se traduzir em premissas mais competitivas para categorias de frota ou para condutores que utilizam o veículo para atividades cotidianas de entrega.
Para quem administra uma operação de transporte, entender a relação entre a marca, a linha Eurocargo e a prática de seguro também envolve considerar questões de sinistralidade real, riscos de roubo em determinadas rotas, e o custo de substituição de veículos em caso de sinistro. O Eurocargo, pela robustez de sua construção e por adaptar-se a diferentes tipos de carroceria, oferece versatilidade, o que tende a ser valorizado por seguradoras que avaliam a adequação da apólice ao perfil da operação. Assim, a escolha de uma apólice pode considerar não apenas o valor de referência da FIPE, mas também o histórico de manutenção, a disponibilidade de acessórios de proteção, a adoção de monitoramento telemático e as políticas de uso da frota.
Como interpretar números da FIPE para este modelo e o que isso significa para o seguro
Ao consultar a FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E22, 2004, o leitor encontra um número que representa, de modo agregado, a referência de valor de mercado. Esse valor não deve ser encarado como preço fixo de venda, mas como referência para o cálculo de indenização em caso de sinistro ou para embasar determinados termos contratuais. Para a seguradora, o valor de referência ajuda a dimensionar a cobertura de danos materiais, o valor de reposição do veículo, bem como a necessidade de incluir ou excluir itens de proteção contra roubo dependendo da probabilidade de perda de recordação de peças. Já para o corretor de seguros, entender esse valor permite propor coberturas compatíveis com a realidade da operação e com o potencial de recuperação financeira da frota em caso de dano total.
Há alguns aspectos práticos a considerar ao interpretar a FIPE neste contexto: a idade do veículo influencia diretamente o valor de referência, assim como o tipo de uso (uso urbano, regional, tipicamente de distribuição) e a condição de manutenção. Caminhões com histórico de manutenção bem documentado, com peças de reposição disponíveis e sem muitos danos estruturais tendem a apresentar uma avaliação de valor mais estável ao longo do tempo, o que pode impactar positivamente em prêmios mais equilibrados. Por outro lado, veículos com histórico de sinistros, o registro de avarias frequentes ou com problemas recorrentes de motor ou transmissão podem sofrer variações maiores no valor de indenização estimado pela FIPE, o que também se reflete no custo da apólice.
A prática de seguro para esse tipo de veículo também é influenciada por outros fatores além da FIPE. A idade do caminhão, o tempo de uso, a quilometragem anual, o tipo de carga transportada, o trajeto (urbano, rodoviário, intermunicipal), as condições de segurança (sistemas de alarme, rastreamento, dispositivos de proteção de carga) e o histórico de sinistros da frota entram na composição do prêmio. A tabela FIPE fornece a linha de base, mas a seguradora ajusta o valor do prêmio com base nesses elementos conjunturais. Por isso, ao avaliar propostas, é comum ver cenários com diferentes níveis de cobertura: desde opções de seguro com proteção contra colisões, incêndio e roubo até planos com responsabilidade civil ampliada, proteções específicas para carga e opcionais de assistência 24h.
Fatores de risco específicos para o Iveco Eurocargo 170-E22, 2004
Para uma avaliação prática na hora de cotar, vale a pena considerar os riscos típicos associados a esse modelo específico e ao seu uso. Em primeiro lugar, o histórico de manutenção é decisivo: caminhões com manutenção regular, câmbio, motor e sistema de freios verificados com frequência tendem a oferecer menor probabilidade de falha mecânica inesperada, impactando positivamente o custo de seguro. Em segundo lugar, as rotas de operação: áreas com maior exposição a roubos, estradas de difícil acesso ou zonas com índices elevados de sinistros podem gerar ajustes no prêmio. Em terceiro lugar, a finalidade da frota: se o Eurocargo estiver envolvido em entregas de alto valor, com maior risco de roubo ou vandalismo de carga, a seguradora pode incluir coberturas adicionais para proteção da carga. Em quarto lugar, a disponibilidade de peças e a rede de assistência: a facilidade de reposição de componentes originais pode reduzir o tempo de inatividade em caso de avaria, impactando a avaliação de custo de seguro e a confiabilidade da operação.
Além disso, políticas de uso responsável, a instalação de dispositivos de rastreamento e sensores de proteção de carga costumam influenciar positivamente o custo do seguro. O uso de telemetria, por exemplo, permite à seguradora monitorar padrões operacionais, ajudando a reduzir o risco de sinistros ao indicar comportamento de condução mais seguro, otimização de rotas e manutenção proativa. Em suma, a FIPE oferece o ponto de partida, mas o conjunto de práticas de segurança e gestão da frota é que define, de forma prática, o custo final da apólice.
O papel da cotação com a GT Seguros no contexto deste modelo
Ao planejar a proteção desse Iveco Eurocargo específico, vale considerar a importância de uma cotação bem estruturada. A GT Seguros oferece opções de seguro personalizadas para caminhões, levando em conta a Tabela FIPE, a ficha técnica informada, o uso real da frota e o perfil do condutor. Com uma cotação adequada, é possível balancear o custo da apólice com a cobertura necessária, incluindo proteção contra danos, roubo, incêndio, responsabilidade civil, itens de proteção de carga, assistência 24h e serviços de manutenção. Se você busca alinhamento entre custo e cobertura, vale abrir uma cotação com a GT Seguros, que pode oferecer propostas ajustadas às particularidades do seu veículo e da operação da sua empresa.
Explorando a relação entre o fabricante, o modelo e a política de seguro
A linha Eurocargo, com o respaldo da marca IVECO, representa uma combinação de robustez mecânica e versatilidade de aplicações. A escolha de um caminhão como o 170-E22 envolve considerar não apenas o custo inicial de aquisição, mas também o custo de operação, manutenção e garantia de continuidade de serviço. No âmbito da seguradora, isso se traduz em uma necessidade de entender o valor de reposição, a disponibilidade de peças e a confiabilidade do trem de força ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, a percepção de risco associada a cada veículo influencia a determinação de franquias, limites de cobertura e políticas de sinistros. Um corretor atento a esses aspectos pode orientar a empresa a optar por coberturas que ofereçam proteção efetiva sem exceder o custo mensal da apólice.
Para quem gerencia uma frota de transporte, a avaliação contínua de valor de referência na FIPE, aliada à ficha técnica do veículo e ao histórico de operação, facilita a renegociação de condições com a seguradora, a atualização de coberturas à medida que o veículo envelhece e a adoção de soluções adicionais de proteção. O objetivo é manter a continuidade da operação com um custo de seguro compatível com o risco real do negócio. É nessa prática que os profissionais da GT Seguros costumam se destacar, oferecendo consultoria especializada para cada perfil de frota e para cada tipo de atuação do Iveco Eurocargo 170-E22 em 2004.
Conclusão: informações-chave para quem usa o Iveco Eurocargo 170-E22 e busca seguro adequado
Ao lidar com a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E22, ano 2004, vale a pena manter o foco na combinação entre o valor de referência, a ficha técnica e o uso operacional. A FIPE fornece o norte para o valor de indenização e a base de precificação, enquanto a ficha técnica ajuda a confirmar as características que influenciam a avaliação de risco e o custo do seguro. A marca IVECO agrega um conjunto de atributos — serviço de rede, disponibilidade de peças e reputação de confiabilidade — que também entram na conta de seguro. Por fim, a cotação com a GT Seguros representa o passo final para transformar
