Valor FIPE Atual
R$ 82.218,00
↑ 1,4% vs mês anterior
FIPE: 021147-8
Ano: 2009-3
MêsPreço
Jan/26R$ 82.218,00
Dez/25R$ 81.084,00
Nov/25R$ 81.575,00
Out/25R$ 80.202,00
Set/25R$ 79.749,00
Ago/25R$ 80.150,00
Jul/25R$ 80.005,00
Jun/25R$ 82.067,00
Mai/25R$ 81.651,00
Abr/25R$ 78.890,00
Mar/25R$ 79.287,00
Fev/25R$ 79.322,00

Análise abrangente da Tabela FIPE para a Mercedes-Benz Sprinter 313 Furgão Longo com Teto Alto a Diesel (2009)

Quando falamos de seguro de veículo comercial, especialmente com modelos de furgão usados em operações diárias de entrega, manutenção ou transporte de cargas, a referência da Tabela FIPE aparece como norte para a avaliação de valor de referência. A Mercedes-Benz Sprinter 313 Furgão Longo com Teto Alto, fabricada em 2009, é um exemplo clássico de veículo utilitário que ainda circula em frotas de pequeno e médio porte, além de ser visto como opção de reposição para empreendedores que conciliam custo de aquisição, desempenho de entrega e confiabilidade estrutural. A Tabela FIPE não define o preço final do seguro, mas orienta o corretor na estimativa do valor de sinistro e na determinação de coberturas adequadas, principalmente em modelos de idade mais avançada, como é o caso desta Sprinter. Este artigo busca destrinchar, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, as implicações para o seguro e, ainda, aspectos técnicos que ajudam na avaliação de risco e de manutenção.

Ficha técnica resumida da Sprinter 313 CDI Furgão Longo com Teto Alto (2009)

A Sprinter de fábrica é reconhecida pela construção robusta, compatível com atividades de logística que demandam espaço de carga e confiabilidade em rotas urbanas e interurbanas. A seguir, itens-chave que costumam compor a ficha técnica deste modelo específico da linha 313 CDI:

Tabela FIPE Mercedes-Benz Sprinter 313 Furgão Longo T. Alto Diesel 2009
  • Motor: Diesel 2.2 L com turbocompressor, configuração comum na linha Sprinter para o segmento de carga leve a média.
  • Potência e torque: faixa típica entre 120 e 140 cv, com torque suficiente para arrancadas em carga e resposta estável em trecho urbano e rodoviário; números exatos variam conforme configuração de motorização e ano.
  • Transmissão: Manual de 6 velocidades, com relações pensadas para equilíbrio entre desempenho em subidas de serra e consumo em rodovias.
  • Capacidade de carga: peso bruto total (PBT) em torno de 3,5 t, com carga útil típica de aproximadamente 1.000 kg, dependendo da configuração específica e do equipamento adicional.

Além desses itens, a ficha técnica também costuma incluir números de dimensões (comprimento, entre-eixos, altura), capacidade do tanque de combustível, tipo de suspensão, sistema de freios e especificações de contato com o eixo traseiro. Em veículos usados, é comum encontrar variações entre unidades, influenciando diretamente o desempenho, o consumo e a capacidade de trabalho diário.

A Mercedes-Benz e a Sprinter: qualidade, rede de serviço e uso corporativo

A marca alemã tem, historicamente, uma reputação alicerçada em engenharia, durabilidade e rede de assistência técnica ampla. A Sprinter, em particular, conquistou posição de destaque no segmento de furgões médios, tornando-se favorita entre transportadoras, empresas de logística, prestadores de serviço técnico e profissionais autônomos que precisam de espaço para carga aliada a confiabilidade. Em 2009, a Sprinter já apresentava uma arquitetura de veículo robusta, com carroceria que suporta condições de operação contínua, básicos de segurança e opções de configuração voltadas a diferentes atividades comerciais.

Para o corretor de seguros, esse histórico de marca traz impactos relevantes. Primeiro, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas facilita a assistência em sinistros e manutenções preventivas, fator que pode reduzir o tempo de indisponibilidade do veículo em caso de avarias ou necessidade de reparo. Segundo, o posicionamento da Sprinter como veículo de trabalho confere ao modelo maior demanda de peças de reposição e, por vezes, maior custo de manutenção, especialmente em unidades com quilometragem elevada ou histórico de uso intenso. Por fim, a variação de versões (furgão curto, longo, teto baixo, teto alto) impõe atenção às especificidades de cada configuração para a elaboração de um seguro que cubra, de forma adequada, tanto o valor de substituição quanto os riscos operacionais, como danos à carga, roubo, colisões com terceiros e avarias mecânicas.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro da Sprinter 313 CDI (2009)

A Tabela FIPE funciona como referência nacional para o valor de mercado médio de veículos usados no país. Para o corretor, ela serve como base para a avaliação do valor segurável do bem e, consequentemente, para a contratação de coberturas adequadas. No caso da Sprinter 313 Furgão Longo com Teto Alto Diesel, ano de fabricação 2009, a FIPE ajuda a estimar o que seria, em condições normais de mercado, o valor de reposição ou de reparo do veículo diante de um sinistro. Vale lembrar que o seguro não é apenas o custo de recontratar um veículo idêntico, mas sim a proteção financeira contra perdas decorrentes de colisão, roubo, incêndio, danos à carga, responsabilidade civil, entre outras exposições de risco pertinentes à operação de frota.

Ao interpretar a FIPE para esse modelo, alguns pontos são cruciais:

  • Idade do veículo e desgaste: Variações de ano-modelo, quilometragem e histórico de manutenção influenciam o valor de referência. Veículos mais velhos podem ter valor FIPE menor, refletindo depreciação, porém, em alguns casos, peças específicas ou configurações de furgão podem manter valor relativamente estável devido à demanda de reposição ou de substituição.
  • Versão e configuração: A Sprinter 313 CDI Furgão Longo com Teto Alto se diferencia da versão com teto baixo ou com comprimento reduzido. Teto Alto, por exemplo, aumenta o valor de reposição em cenários de substituição por meio de um furgão com capacidades de carga semelhantes, o que pode influenciar a avaliação de sinistro e o cálculo de prêmio.
  • Condição de conservação: Itens como ferrugem, estado da carroceria, funcionamento de componentes elétricos, sistema de freios, suspensão e motor afetam o valor segurável, pois a FIPE captura uma média de mercado, enquanto a seguradora avalia a condição específica do veículo em vistoria.
  • Uso operacional e perfil de risco: Empresas com alto volume de entregas, trajetos curtos com paradas frequentes ou uso em áreas de alto índice de sinistralidade podem ter necessidades de coberturas diferenciadas, como proteção de carga, assistência 24h, carro reserva e maior franquia para certos danos.

Para profissionais de seguros, entender a diferença entre o valor de tabela FIPE e o valor efetivamente segurado é crucial. O valor segurado precisa refletir não apenas o custo de reposição, mas também o custo de substituição com características equivalentes (mesmo tamanho de caçamba, teto alto, especificação de motor) e o preço de reparo em caso de dano parcial significativo. Ajustes de cobertura para uso comercial podem incluir, por exemplo, itens que assegurem a carga transportada, equipamentos instalados no veículo (racks, divisas internas, sistemas de refrigeração) ou acessórios de segurança, que não constam estritamente no valor FIPE, porém são relevantes para o risco analisado pela seguradora.

Em termos práticos, a FIPE orienta a precificação e ajuda a estabelecer limites de cobertura, mas a apólice deve ser personalizada conforme a operação da frota, o histórico do motorista, as rotas percorridas, a intensidade de uso e as práticas de manutenção. Um corretor experiente considera não apenas o valor médio de mercado, mas também o custo de reposição com peças originais, o tempo de entrega de um substituto, o custo de adaptação de um veículo similar ao fim de uma substituição e eventuais custos com aquisição de novos equipamentos para carga. Tudo isso impacta o prêmio, as franquias, as coberturas de casco, danos a terceiros e proteção à carga.

Cuidados com a frota 2009: manutenção, segurança e gestão de risco

Veículos de 2009, como a Sprinter 313 CDI, exigem atenção planejada para manter a performance e reduzir o custo efetivo de seguro ao longo do tempo. A idade adicional acarreta maior probabilidade de falhas mecânicas, desgaste de componentes de motor, sistema de transmissão e elementos da suspensão. O corretor pode orientar o proprietário sobre práticas que ajudam a manter o valor de mercado e a reduzir o custo do seguro, tais como:

Primeiro, a manutenção preventiva regular é essencial. Trocas de óleo com marcas adequadas, filtros, revisão de suspensão, freios e sistema de arrefecimento devem seguir o cronograma recomendado pelo fabricante, levando em conta o uso comercial da Sprinter. Em segundo lugar, a verificação periódica da condição da carroceria e da selagem de pontos de solda ajudam a prevenir ferrugem e danos estruturais, fatores que podem impactar no valor segurável. Em terceiro lugar, manter o veículo registrado, com histórico de revisões e manutenções, facilita o processo de avaliação em caso de sinistro. Por fim, a instalação de dispositivos de segurança para a proteção de mercadorias e a adoção de boas práticas de condução reduzem o risco de perdas por roubo ou acidentes, contribuindo para uma seguradora oferecer condições mais competitivas.

É relevante mencionar também que, em termos de gestão de risco, as particularidades da Sprinter Longa com Teto Alto impactam o custo final do seguro. O teto alto oferece maior espaço de carga, o que pode influenciar na avaliação de danos em acidentes, principalmente se houver colisões com obstáculos urbanos ou rodoviários que envolvam o perímetro de carga. Além disso, o desgaste de componentes como suspensão traseira e eixo de ponte, comum em vans de trabalho que operam com alta carga, deve ser monitorado com atenção por empresas que dependem da disponibilidade do veículo para entregas diárias.

Planejamento de coberturas: o que considerar para a Sprinter 313 CDI 2009

Para quem administra uma frota de vans ou utiliza a Sprinter para atividades comerciais, a escolha de coberturas deve equilibrar custo e proteção. Alguns itens habitualmente considerados pelo corretor, sem extrapolar a necessidade de detalhar preços, são:

– Responsabilidade civil obrigatória, com limites que atendam a exigências legais e as demandas da operação.
– Casco (proteção contra danos acidentais ao veículo) e/ou casco com proteção adicional para danos a terceiros.
– Roubo e furto qualificado, com cobertura para períodos de grande atividade de entrega ou para áreas com maior incidência de furto de veículos de carga.
– Danos à carga durante o transporte, com cobertura específica para mercadorias ou materiais sensíveis, compatível com o tipo de operação.
– Assistência 24 horas, com guincho, carro reserva, e suporte para emergências em trajetos urbanos e rodoviários.
– Serviços adicionais, como instalação de rastreador, proteção contra incêndio, ou cobertura de acessórios instalados pelo proprietário (módulos de racks, divisórias internas, elevadores de carga, entre outros).

Além disso, é fundamental esclarecer com o corretor quais são as exclusões comuns, como danos causados por uso inadequado, modificações não homologadas ou falhas de manutenção não relatadas. Em veículos mais antigos, vale explorar a possibilidade de redução de franquia mediante comprovação de histórico de manutenção consistente, bem como a necessidade de avaliação de risco para motor, câmbio e sistema de transmissão. O objetivo é construir uma apólice que minimize surpresas financeiras em caso de sinistro, mantendo a viabilidade econômica da operação.

Conclusão: por que a Sprinter 313 CDI 2009 continua relevante para seguradoras e empresários

Embora seja um modelo com mais de uma década de uso, a Mercedes-Benz Sprinter 313 Furgão Longo com Teto Alto Diesel de 2009 continua relevante para quem depende de uma solução de transporte de carga confiável. A combinação entre espaço de carga, alcance típico de rota de entrega e a reputação de qualidade da marca faz com que esse veículo permaneça presente em diversas frotas. Do ponto de vista da seguradora, a avaliação da Tabela FIPE ajuda a estabelecer parâmetros de valor segurável e depriação, ao passo que a condição real do veículo, o histórico de manutenção e o perfil de uso influenciam o custo do prêmio e a qualidade da proteção oferecida. Ao se considerar o seguro para esse veículo, o corretor precisa alinhar as coberturas às necessidades da operação, sem perder de vista a relação custo-benefício, que é essencial para manter a frota ativa e a empresa competitiva no dia a dia de entregas e serviços. Uma correta leitura da FIPE, aliada a um diagnóstico técnico preciso, fortalece a tomada de decisão, reduz riscos e facilita a gestão de seguro ao longo da vida útil da Sprinter.

Se você busca uma avaliação personalizada de coberturas para a Mercedes-Benz Sprinter 313 Furgão Longo com Teto Alto Diesel 2009, pense na praticidade de consultar a GT Seguros. Faça já uma cotação com a GT Seguros e encontre a proteção certa para a sua operação, com condições alinhadas ao seu perfil de uso e às exigências do seu segmento de atuação.