Valor FIPE Atual
R$ 35.261,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504034-5
Ano: 1990-3
MêsPreço
Jan/26R$ 35.261,00
Dez/25R$ 35.329,00
Nov/25R$ 35.383,00
Out/25R$ 35.469,00
Set/25R$ 35.583,00
Ago/25R$ 35.658,00
Jul/25R$ 35.716,00
Jun/25R$ 35.752,00
Mai/25R$ 35.824,00
Abr/25R$ 35.857,00
Mar/25R$ 35.911,00
Fev/25R$ 35.933,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE do Ford Cargo 1617, 3 eixos, 2 portas (diesel) de 1990

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. No entanto, quando se trata de caminhões pesados como o Ford Cargo 1617, 3 eixos e duas portas, é comum desejar compreender como essa referência se aplica a um veículo específico de 1990, especialmente para fins de seguro, financiamento e avaliação de recompra. Este artigo explora o que a Tabela FIPE representa para esse modelo, além de apresentar uma ficha técnica simplificada, os principais pontos de atenção da marca Ford e as implicações para seguros de frotas. Importante: neste espaço não serão apresentados preços ou valores, pois esses dados costumam ser integrados automaticamente ao topo do post para facilitar a atualização pelo sistema.

O que a FIPE mede e por que isso importa para caminhões antigos

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado, consolidando transações de venda entre pessoas físicas e jurídicas ao longo de determinados períodos. Para caminhões pesados como o Cargo 1617, a Tabela FIPE ajuda a entender, de maneira padronizada, a tendência de depreciação e a demanda de modelos de fábrica antiga. Isso tem implicações diretas para seguros, financiamentos e avaliação de ativos em balanceamentos contábeis ou de crédito. Ao discutir o Cargo 1617, vale lembrar que a variação de preço entre unidades pode depender de fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, configuração de motor e transmissão, e ainda a condição da cabine e do chassi. Por isso, mesmo com uma referência FIPE estável, cada veículo pode apresentar uma variação prática no custo de cobertura ou no valor base de reposição. A compreensão dessa dinâmica facilita a tomada de decisão, especialmente para empresas que operam frotas com caminhões clássicos ou de alto uso diário.

Tabela FIPE FORD CARGO 1617 3-Eixos 2p (diesel) 1990

Nesse tipo de veículo, a seguradora costuma considerar não apenas o valor de reposição ou de mercado, mas também a exposição a riscos específicos. Caminhões com três eixos, por exemplo, operam com maior capacidade de carga e, consequentemente, podem apresentar maiores impactos em caso de acidentes ou danos à carga transportada. Além disso, peças e componentes de motores diesel de era anterior têm particularidades de manutenção que influenciam a avaliação de risco. Assim, a orientação de um corretor experiente ajuda a alinhar a cobertura adequada com a realidade de uso, condição da frota e trajetória de manutenção do veículo.

Ficha Técnica do Ford Cargo 1617 (1990) – visão compacta e prática

  • Motor e configuração: diesel, bloco robusto com múltiplos cilindros, típico de caminhões pesados da época, projetado para operação contínua em estradas e áreas urbanas com carga elevada.
  • Transmissão e tração: caixa manual com várias marchas, acoplada a tração 6×4, adequada para distribuir o peso em três eixos e manter desempenho estável em terrenos variados.
  • Cabine e portas: cabine simples, com duas portas, dimensões pensadas para permitir conforto básico do motorista em jornadas longas, sem luxo extremo, mas com foco na funcionalidade para serviço de transporte de cargas pesadas.
  • Especificações de peso e dimensões (faixas típicas para a linha 1617):

Observação: as informações acima refletem características comuns da linha Cargo 1617 em seu período de produção no final dos anos 80 e início dos 90. Valores específicos podem variar conforme a versão exata, o motor utilizado, a configuração de cabine e os itens opcionais instalados pela concessionária ou pelo proprietário anterior. Em termos de seguro, esses aspectos influenciam o prêmio, a necessidade de coberturas adicionais e a forma como a tabela FIPE é aplicada à avaliação de risco.

Para uma visão prática, aqui vão alguns pontos-chave da ficha técnica que costumam ser relevantes para quem gerencia ou assegura uma frota com esse perfil:

– Desempenho de motor: a linha diesel de caminhão pesado dessa época foca em torque elevado para empurrar cargas em subidas e a partir de paradas técnicas, com consumo e manutenção que refletem a tecnologia de engenharia de décadas anteriores.

– Estrutura de chassi e eixo: com três eixos, o Cargo 1617 foi desenhado para suportar grandes capacidades de carga. A distribuição de peso entre o caminhão e a carga, bem como a configuração de suspensão, impactam diretamente na condução, na estabilidade e, consequentemente, na avaliação de risco pelo seguro.

– Sistema de freios: o freio é em grande parte por ar comprimido, comum em caminhões pesados, com tambor nas rodas traseiras em vários modelos, o que exige atenção especial em peças de reposição, inspeções regulares de cilindros e mangueiras, além de garantia de funcionamento adequado em condições adversas.

– Cabine e conforto: a cabine simples com duas portas prioriza durabilidade e facilidade de acesso para jornadas longas de trabalho, mas pode exigir adaptação ergonômica para melhorar o ambiente de condução, o que, por sua vez, influencia na segurança e na elegibilidade de algumas coberturas de seguro para danos ao motorista e responsabilidade civil.

Ford como marca: tradição, rede de assistência e aspectos que influenciam o seguro

Fundada nos Estados Unidos, a Ford é uma das marcas com presença histórica no mercado global de caminhões. No Brasil, a linha Cargo foi uma peça importante da estratégia da montadora para atender a demandas de transporte de cargas em regiões urbanas e rodoviárias. A reputação da Ford nesse segmento costuma estar associada a:

  • Robustez e longevidade: caminhões da família Cargo foram destacados pela capacidade de suportar operações de alto uso, o que, para seguradoras, se traduz em histórico de menor frequência de falhas graves quando bem