| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 107.582,00 |
| Dez/25 | R$ 103.988,00 |
| Nov/25 | R$ 105.277,00 |
| Out/25 | R$ 105.526,00 |
| Set/25 | R$ 108.232,00 |
| Ago/25 | R$ 108.460,00 |
| Jul/25 | R$ 108.634,00 |
| Jun/25 | R$ 108.743,00 |
| Mai/25 | R$ 108.961,00 |
| Abr/25 | R$ 109.060,00 |
| Mar/25 | R$ 109.224,00 |
| Fev/25 | R$ 109.290,00 |
Como compreender a Tabela FIPE para o Volvo NH-12 380 4×2 2p (diesel) 2005 e seus impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, inclusive caminhões e comerciais leves. Para quem atua no segmento de seguros, entender como as variações no valor refletido pela FIPE impactam a análise de risco, a composição de coberturas e os valores de indenização é fundamental. Quando o veículo é um caminhão como o Volvo NH-12 380 4×2 2p, ano de fabricação próximo a 2005 e configuração diesel, a leitura da tabela não serve apenas para compor o preço de reposição. Ela também orienta decisões sobre cobertura de casco, responsabilidade civil, franquias e limitações de uso, especialmente para frotas que dependem desse tipo de veículo para operações logísticas. Neste artigo, vamos explorar a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Volvo NH-12 380 4×2 2p (diesel) 2005 e o ambiente de seguros, mantendo o foco técnico e educativo para profissionais da corretagem.
Entendendo a Tabela FIPE: o que ela representa para caminhões e utilitários pesados
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) realiza, periodicamente, avaliações de mercado de veículos com base em dados reais de vendas, estoque de concessionárias e condições de aquisição. Em termos práticos, a tabela oferece ao mercado um referencial objetivo para o valor médio de troca entre particular e concessionária, bem como para operações de seguro, financiamento e tributação. Para veículos comerciais, como o Volvo NH-12 380 4×2 2p, esse referencial serve para determinar o “valor de indenização a novo” ou o “valor de reposição” em casos de sinistro, além de influenciar a definição de coberturas e limites de cobertura. Vale destacar que a FIPE não é um orçamento de venda nem um preço fixado pela fabricante; é uma referência que varia com o tempo, o uso, a depreciação e o estado de conservação do veículo.

Ao interpretar a FIPE para um caminhão 2005 com a configuração NH-12, 4×2 e cabine de duas portas, é comum considerar fatores específicos do veículo: o tipo de motor (diesel, turbo), o peso bruto total permitido, a finalidade de uso (carga geral, transporte de contêineres, entrega regional, etc.), o estado de conservação da frota e o histórico de manutenções. Esses elementos costumam influenciar a variação entre valores de referência de uma função para outra, mesmo dentro do mesmo modelo. Para corretores e equipes de sinistro, compreender essa variação é essencial para evitar surpresas na hora de acionar ou indenizar um seguro.
Ficha Técnica do Volvo NH-12 380 4×2 2p (diesel) 2005
Abaixo apresentamos uma ficha técnica compacta, organizada para facilitar a consulta rápida durante a avaliação de risco e a elaboração de propostas de seguro. Observação: números exatos podem variar conforme a configuração regional, a versão específica e o histórico de manutenção. Utilize a ficha como referência técnica e ajuste conforme a documentação do veículo objeto da cotação.
- Marca e modelo: Volvo NH-12 380 4×2 2p
- Ano/modelo: 2005
- Motor: diesel turbo, 12 litros, 6 cilindros em linha (configuração típica para NH-12)
- Potência: aproximadamente 380 CV
- Transmissão: manual de várias marchas (configuração comum em caminhões da época), com tração 4×2
Outras características que costumam influenciar o seguro, sem depender de números exatos, incluem a cabine simples com duas portas, a configuração de eixo dianteiro e traseiro para suportar a carga, o tipo de suspensão, a capacidade de carga (PBT) prevista pela montagem, além da idade do veículo. Embora seja comum encontrar variações entre unidades, esses elementos ajudam a construir um retrato técnico confiável para avaliação de risco e propostas de coberturas adequadas.
A marca Volvo: tradição, robustez e foco em transporte de cargas
A Volvo é amplamente reconhecida no setor de transporte por combinar robustez, confiabilidade e foco na segurança. Em camiões e chassis destinados ao transporte de cargas, a marca estabeleceu padrões de engenharia que priorizam durabilidade em operações contínuas, facilidade de manutenção e disponibilidade de rede de assistência técnica. No universo de seguros, essa reputação de durabilidade pode favorecer cenários de menor probabilidade de falha estrutural grave, especialmente quando o veículo é bem mantido e operado dentro de parâmetros de serviço. Para frotas que dependem de veículos como o NH-12 380 4×2 2p, a Volvo oferece uma linha de peças de reposição amplamente disponível, o que reduz tempo de inatividade e pode influenciar positivamente as avaliações de risco pela seguradora. Além disso, a presença de uma marca com histórico de desenvolvimento de soluções de segurança e desempenho para caminhões eleva a confiança na proteção de equipamentos pesados durante o transporte de mercadorias, especialmente em rotas de maior exigência.
Do ponto de vista técnico, a filosofia Volvo em caminhões costuma enfatizar sistemas de motor eficientes, transmissão confiável e chassis que suportem operações com carga constante. Embora as especificações exatas variem conforme a configuração, a visão geral reforça que o NH-12, com a denominação 380, está alinhado a uma linha de produto de alto desempenho para rodagem com peso significativo. Essa combinação de atributos pode favorecer, em termos de seguro, uma avaliação de risco estável quando o veículo é mantido com históricos de manutenção, inspeções regulares e documentação em dia.
Como o uso, a idade e a configuração impactam a avaliação de seguro
Ao lidar com seguros de caminhões, alguns fatores fundamentais influenciam o prêmio e as coberturas, especialmente para modelos mais antigos, como o Volvo NH-12 380 4×2 2p de 2005. Abaixo, destacamos aspectos educativos para entender esse efeito, com foco na prática de corretagem:
- Uso operacional: o tipo de serviço (carga geral, entregas urbanas, transporte regional ou interestadual) determina o perfil de risco. Veículos usados em rotas com alto volume de tráfego tendem a exigir coberturas adicionais contra danos a terceiros, acidentes e roubo.
- Estado de conservação: caminhões que passam por manutenções regulares, revisões da linha de freio, suspensão, motor e transmissão costumam apresentar menor probabilidade de falhas graves. Isso se traduz em prêmios mais estáveis e, possivelmente, condições mais favoráveis de franquias e coberturas.
- Idade do veículo: unidades mais antigas tendem a ter prêmios mais elevados, refletindo maior probabilidade de falhas técnicas e custo de reposição de peças. Em muitos casos, seguradoras consideram a depreciação acelerada e ajustam limites de valor de reposição.
- Configuração de alcance e de carga: a forma como o NH-12 está configurado (cabine simples, 2p, eixo traseiro, entre outros) pode influenciar a severidade de danos em caso de sinistro e o custo de reparo ou substituição.
Esses elementos ajudam a compreender por que a FIPE, ligada ao valor de mercado, é integrada aos cálculos de seguro. Mesmo que o preço atual de reposição não seja expresso neste texto, a referência FIPE alimenta a definição de cobertura, limites de indenização e a escolha entre coberturas de casco total, casco amplo ou apenas responsabilidade civil, conforme o perfil do cliente e a natureza da operação de frota.
Boas práticas para quem trabalha com cotação de seguro de caminhões NH-12
Para corretores e equipes de atendimento, algumas práticas ajudam a alinhar expectativas com o cliente e a seguradora, evitando contratempos durante o processo de cotação:
- Documentação atualizada: solicitar e verificar o certificado de registro, histórico de manutenção, laudos de inspeção e documentos de propriedade da frota ajuda a construir um inventário sólido para a proposta.
- Perfil de uso real: mapear rotas, tipos de cargas, horários de operação e pontos de alto risco facilita a escolha de coberturas específicas, como proteção contra roubo, danos a carga e assistência emergencial.
- Comparação entre propostas: analisar diferentes seguradoras com foco em o que cada uma oferece em termos de valor de reposição, franquias, quilometragem anual e serviços de assistência viária.
- Revisão de renovação: ao renovar, revisar a FIPE atualizada do veículo, as condições de depreciação e o histórico de sinistros ajuda a renegociar termos e reduzir custos a longo prazo.
É comum que, ao longo da vida útil de uma frota com NH-12 380 4×2 2p, haja necessidade de ajustes contratuais. Mudanças no perfil de operação, como a transição para novas rotas, aumento da intensidade de uso ou renovação de parte da frota, podem exigir ajustes de coberturas, franquias e limites de indenização para manter o equilíbrio entre proteção adequada e custo de seguro.
Como a FIPE orienta a precificação de seguros sem expor preços diretos
Embora este texto não apresente valores da FIPE, vale entender o papel dessa referência na precificação de seguros de caminhões. A FIPE funciona como um termômetro do mercado e serve para calibrar o valor de reposição. Em termos práticos, quando a coloração de depreciação de um veículo muda ao longo do tempo, o valor de referência na FIPE também se ajusta. Para seguradoras, isso significa recalcular o valor segurado e, por consequência, readequar o prêmio. Do ponto de vista do corretor, acompanhar as variações da FIPE ajuda a explicar ao cliente por que o prêmio pode oscilar entre renovação e nova proposta, mesmo com a mesma configuração de veículo.
Outra consideração importante é o estado de conservação e a documentação de manutenção. Uma unidade NH-12 380 4×2 2p, bem mantida, com relatórios de serviço regulares, tende a ser vista pela seguradora como de menor risco relativo a falhas mecânicas, o que se traduz em condições mais estáveis de prêmio. Por esse motivo, investidores de frota costumam priorizar contratos de gestão de manutenção, que incluem inspeções programadas, substituição de componentes críticos e registro detalhado de intervenções. Essa prática não apenas auxilia a continuidade operacional, como também favorece a relação com a seguradora na hora de cotar e renovar o seguro.
Para quem busca uma visão prática de uso, a orientação é combinar a leitura da FIPE com dados de operação, mantenimento e histórico de sinistros. Assim, o profissional de seguros pode oferecer uma proposta que priorize proteção de valor, continuidade operacional e custo-benefício. O Volvo NH-12 380 4×2 2p, sendo um caminhão robusto para tarefas pesadas, pode se manter em patamares de regulação estáveis quando bem mantido, com documentação clara e com uso alinhado ao perfil da FIPE correspondente à faixa de mercado em que se enquadra.
Ao final, a correta aplicação da FIPE aliada à ficha técnica bem compreendida, à reputação da marca e ao comportamento de uso da frota compõe uma base sólida para escolhas de seguro que protejam o patrimônio, reduzam interrupções de serviço e contribuam para a gestão financeira da operação logística. E, para quem busca uma solução de seguro sob medida, vale considerar o apoio de um parceiro confiável que entenda as especificidades do NH-12, do ambiente de transporte e da integração entre valores de mercado, riscos operacionais e coberturas disponíveis.
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